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MD Review - Jammit (1994) [QgMaster] [[fuente]]



Fala Pessoal!
É dia de abandonar um pouquinho a pancadaria e as jornadas épicas, para adentrar o mundo do Esporte. Mas é lá na periferia, nas quadras de rua, que vamos conferir este clássico pra Mega Drive. Se liga em Jammit!



Jammit é um jogo que chamou relativa atenção quando foi lançado para os 16 bits da SEGA e Nintendo. A ideia era trazer para telinha o Basquete que formou craques como Shaq O'Neil e "Magic"Johnson, nas quadras de rua.

Para esta competição quente, você poderá escolher entre 3 feras: Chill, o personagem mais equilibrado. Slade, o mestre em dribles e um personagem mais pesado, e Roxy, a mais rápida. Para os jogadores mais feras, o desafio é enfrentar Judge, o "Boss" do jogo.  


GRÁFICOS E SONS
O grande mote de Jammit em 1994 é justamente a técnica Gráfica que foi usada. Depois do sucesso de Mortal Kombat, muitas empresas arriscavam no uso de personagens digitalizados. Atores reais posaram e quadro a quadro foram desenvolvidos. Além dos movimentos detalhados, dignos de um jogo da Disney, existe os closes no salto até a cesta, herança do estilo desde Double Drible.  Os cenários são variados e bonitos, desde uma quadra parecendo ambientada em Gotham City (o céu vermelho com silhuetas de prédios) até quadra de beira mar, separadas da praia por uma cerca.


Os sons são uma gostosa trilha Hip Hop, aliás, o cartucho original acompanhava um CD com as trilhas, muito variada. As vozes então me agradaram, mesmo no padrão Mega Drive, com direito a chamar o adversário de "sucker" e algumas gírias na hora de encaçapar as bolas.  Alguns acharão repetitivo, mas dá o tom da atmosfera. 

AS FERAS

Dica: Antecipe o CPU na Cesta antes do close

CHILL
Técnicas:
Quick Slick
Jamin Slams
Rough n' Tough

Dica: Com Roxy, quando o CPU lhe passar a primeira
bola, salte logo e lance uma cesta de dois pontos. 
ROXY
Técnicas:
Pretty Fast
Long Shooter
Slaps most Away

Dica: Quando retomar a bola, tome cuidado pra não fazer "cesta contra".
Saía da área


SLADE
Never Tires
Fast n' Loose
Mean Streak

Judge é apelão em todos os sentidos!
JUDGE
Tower of Power
Strong n' Fast
Precise Shooter
_____________________________________


NA PISTA
Nem preciso falar aos leitores correntes aqui do QG Master que não tenho o menor jeito com jogos esportistas. Para mim, o diferencial foi justamente o jogo ser individual e não de equipe, tendo apenas 4 personagens no jogo. 
Como se não fosse suficiente o jogo simples, você tem vários modos de jogo, no 1 to 1, é mais ou menos assim: Você tem uma grana que é seu "Life", apostando $100 por partida, perde quem ficar duro.  


Há outros como um Modo que uma seta imaginária que se move no chão, te pontua se você lança sobre ela. Outro modo é que quem chega à 20 pontos, não zera a pontuação do adversário, ganhando quem fizer mais vezes o placar.   


O jogo em si é desafiador. O botão A dá saltos e lances, o Botão B empurra e tenta roubar a bola, o Botão C é responsável pelos dribles.

Dificilmente o CPU erra uma cobrança de falta.
Das coisas que observei é que o jogo que suporia um Vale Tudo na quadra, não é bem assim. Fui derrubado várias vezes pela CPU, mas sempre que derrubei o adversário na maioria das vezes, era falta. Bem conveniente.


O botão C segura a bola, caso você não consiga avançar.

Tendo cada personagem características diferentes, uma tática que funciona bem com um, dá fracasso total no outro. Então é bom testar com todos até sentir que um é mais confortável pra você.
  
Seja criativo nos controles e conseguirá lançamentos ousados como este
 CONSIDERAÇÕES FINAIS
Jammit era em 1994 o que havia de mais realista nos videogames. É um jogo ligeiro, agrada a vista, mas com os gráficos 32-64 bits, perdeu seu encanto pra galera que acompanhou a próxima geração. Apesar do elenco pequeno, se torna divertido quando você descobre as manhas do seu personagem favorito, focando na habilidade pessoal de cada personagem. Para quem não curte o estilo, saibam que foi muito divertido pra mim. Até a próxima!!    

Amiga – François Lionet cria Patreon para desenvolver o AMOS 2! [Retromania.pt] [[fuente]]


François Lionet criou uma campanha no Patreon, para ajudar a financiar o desenvolvimento do AMOS 2 para computadores modernos. O AMOS Basic original, foi originalmente escrito por François Lionet e Constantin Sotiropoulos e publicado pela Europress Software em 1990. Esta linguagem de programação, obteve imensa popularidade junto daqueles que pretendiam dar os primeiros passos no […]

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Master Catálogo - Super-Poderosas do Master [QgMaster] [[fuente]]



Salve Pessoal!
Fazia muito tempo que não fazíamos um Master Catálogo. E este aqui foi desafiador. No nosso mês comemorativo, selecionamos os jogos da biblioteca Master System estrelado por personagens femininas. Sim, você não leu errado. Não nos referimos à donzelas em perigo como Mary Ann ou Minnie Mouse, mas aquelas que você controlará em busca dos desafios.

O surpreendente foi, ao contrário do que achávamos, encontrarmos um número grande de protagonistas e coadjuvantes pro 8 bits. Parecia que não tinha fim. E a partir daqui, fazemos a divisão do nosso catálogo. Na primeira parte, todos os jogos com detalhes sobre as protagonistas.
Na segunda parte, por uma questão de justiça, lembramos das coadjuvantes, seja de grandes equipes em que elas tem um papel abaixo ou equivalente, seja por exemplo, nos Fighting Games, em que encontramos uma ou mais presenças femininas.


AS PROTAGONISTAS
  • Sega Ninja 
  • High School Kimengumi
  • Anmitsu Hime
  • Double Target
  • Sukeban Deka II
  • Phantasy Star
  • Mônica no Castelo do Dragão
  • Psychic World
  • Ariel: The little Mermaid
  • Alien 3





SEGA NINJA (1985)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Também conhecido como Ninja Princess é a primeira versão do clássico The Ninja, em que a princesa Kurumi no periodo Edo, aproximadamente em 1630, luta com um exército de guerreiros pra enfrentar o tirano Gyokuro.  
De enredo simples, mas com uma bela ambientação oriental, Kurumi usa facas, shurikens e invisibilidade contra os inimigos num cenário de visão vertical.
É um jogo pra quem tem reflexos rápidos mas sem muita complexidade.



HIGH SCHOOL KIMENGUMI (1986)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
High School Kimengumi baseado num anime homônimo da Shueisha, fala sobre as bizarras aventuras dos estudantes da escola Kimengumi. Anime bem escrachado com personagens estranhas. O jogo é um adventure que foi lançado originalmente para MSX e depois convertido para o Master System pela Sega.  

Você controla a estudante Yui Kawa que anda pela escola, e sua missão é sobreviver explorando-a e capturando os colegas do anime, inclusive o aluno que ela é a fim, e fugir dos valentões. O jogo tem a sensação de ser uma ingênua, mas inconsequente anarquia. Yui transmite no jogo a imagem da estudante atrapalhada e divertida.

High School Kimengumi ganhou uma tradução em Inglês feita por fãs. Se você curte jogos de pesquisa e exploração, mas fácil e bem simples, pode se divertir com ele.


ANMITSU HIME (1987)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Anmitsu Hime, também baseado no anime homônimo do estúdio Pierrot, conta a história da princesa (Hime) chamada Anmitsu com a típica rebeldia de fugir das tarefas reais no estilo O Principe e o Plebeu.

O jogo é um adventure em que Anmitsu terá que recolher os pedaços de um mapa para um restaurante, estudar, lutar contra o tempo e alguns ninjas na floresta. O elemento action só vem depois dos puzzles pelo castelo, o jogo era bem focado para meninas.

Anmitsu Hime foi localizado no Ocidente como Alex Kidd High Tech World. Mas, para se ter ideia, esta localização é a menos popular de todos os jogos do Alex Kidd. Mas você pode jogar para se conhecer e quem sabe você goste.


DOUBLE TARGET (1987)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Conhecido no Ocidente como Quartet, era um jogo bem popular nos arcades. Num futuro distante, a Colônia Espacial numero 9 está sendo atacada por alienígenas e somente um grupo de elite pode detê-los. Nos arcades, o nome vinha da possibilidade de usar 4 personagens simultâneos. 

Na versão Mark III, o nome foi modificado para Double Target, e manteve apenas os 2 personagens, sendo a principal, a Sargento Mary. É um joguinho com aqueles gráficos bem primários, mas são bonitos e charmosos. Mary, com seu parceiro Edgar, contam com uma pistola e um aleatório foguete, embora o gráfico da versão Master ficou bem atarracada. Você deve encontrar chaves e portas pelas curtas, mas dificílimas fases. No Ocidente, o nome Quartet foi mantido e Mary trocou o visual oriental por uma morena de cachos castanhos. De qualquer forma, o joguino é bem divertido. 


SUKEBAN DEKA II (1987)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Mais um Game feminino vindo de mangá, conta a história de uma garota, Saki Asamiya, que sendo delinquente (Sukeban) se torna uma agente (Deka) para tirar sua mãe do corredor da morte.
O jogo é baseado no OVA “The Girl of the Iron Mask”, em que Saki Asamiya com suas amigas investigam escolas enfrentando gangues, Yu-Yu Hakusho pra mulheres. Sua arma é um singelo e mortal yo-yo.

O jogo é um action RPG, funciona como Spellcaster, com um menu para diálogos, pegar itens e escolher cenários. Já a parte action, Saki luta no estilo Double Dragon. E de quebra, entra uma parte do jogo que temos labirintos 3D como em Phantasy Star. Saki luta com o Yo-yo e voadoras, embora o Menu é pouco dinâmico. Os gráficos são básicos como em Hokuto no Ken, e as músicas bem divertidas.
Tivesse sido produzido em 1988, sabemos que seria um jogo maravilhoso, mas vale a pena pra fãs de lutadoras e animes.


PHANTASY STAR (1987)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Um clássico obrigatório do Master System! Neste game, cuja trama foi elaborada por Rieko Kodama e a programação mais pesada foi feita pelo lendário Yuji Naka, a jovem Alis deseja vingar a morte do irmão Nero, vítima da ditadura de Lassic. Para isso, ela deve reunir guerreiros dispostos a enfrentar o tirano governante.

A aventura se passa em 3 planetas do sistema solar Algol, e no decorrer da aventura Alis, uma jovem determinada e com qualidades de líder, deverá visitar esses três planetas, cada um com sua cultura e clima. Some à isso personagens marcantes, uma deliciosa mistura de fantasia com ficção científica, e assim temos um verdadeiro épico à frente de sua época.

Seja empunhando uma espada ou fazendo encantos, quem segue o QG, sabe do carinho que temos por Alis, como ponto de partida de uma das sagas mais prósperas da SEGA.



MÔNICA NO CASTELO DO DRAGÃO (1991)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: Tectoy
Localização brasileira de Monster Land, ajudou a alavancar vendas do Master System no Brasil. Ao substituir o herói do jogo pela heroína brasileira dos quadrinhos, Mônica chega à terra dos Monstros com o objetivo de derrotar o Capitão Feio, mas pra isso deve derrotar o Dragão Cospe Fogo.

Sabemos que a localização tem uma sensação de incompleto, mas era o que poderia ser feito com a Tectoy iniciando nos Games. Mônica enfrenta os monstros no estilo Beat n' Up com seu coelho, mas depara-se com elementos RPG, como equipamentos variados e diálogo com os monstros bons, além de alguns segredos que ela descobre. Continua sendo um jogo ótimo, mas o Labirinto final com aquele Timing é medonho! 



DISNEY'S ARIEL: THE LITTLE MERMAID (1992)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
As aventuras da pequena sereia Ariel foram bem representadas em um joguinho bem legal para o NES. Pena que o mesmo não pode ser dito nos consoles da SEGA. No comando de Ariel, o jogador tem que percorrer labirintos aquáticos para salvar outras sereias que foram aprisionadas pela bruxa Ursula, usando bolhas como arma.

Unica heroína de um jogo Disney pro Master, para não afastar os meninos, existia também a opção de jogar com o Tritão. Uma pena que no Master, Ariel ficou com uma  movimentação travada e música irritante.
Aqui no QG apelidamos carinhosamente este jogo de "pequena sereia dos 300 reais". Há uns anos atrás, encontramos no Mercado Livre  um anuncio em que o vendedor pedia a bagatela de R$ 300,00 pelo jogo completo da Pequena Sereia para Master System. Hoje encontramos games básicos mais caros, mas na época, chegamos a achar graça.




PSYCHIC WORLD (1992)
Desenvolvedor: Hertz, Publisher: SEGA
Uma pérola que só se tornou conhecida bem depois. O jogo lançado originalmente pela Hertz para MSX, conta a estória de Lucia e Cecile, irmãs gêmeas (de cabelo diferente) que trabalhavam para o Dr. Knavik. Num acidente, o laboratório explodiu e Cecile caiu nas mãos de um dos monstros que fugiu, agora cabendo a Lucia munida de um capacete que lhe dá poderes psíquicos, salva-la.

Lucia aprimora seu tiro psíquico e tem outros poderes como velocidade sônica, tiro de gelo que cria blocos, invencibilidade temporária e até levitação. Foi inovador que além da moça ser a heroína, sua missão é salvar a irmã.  O enredo e a arte das cut-scenes em mangá é tão boa quanto o level design.
A versão Master System no Ocidente aproximou Lucia de Alis de Phantasy Star, embora o uniforme da versão Game Gear é bem mais bonito. O game é um ótimo shooter com várias opções de poderes para Lucia e puzzles criativos. Super-recomendado!



ALIEN 3 (1992)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Baseado no tenebroso filme homônimo, Alien 3 mistura terror com ficção científica. Nele, Helen Ripley cai com sua nave numa prisão espacial e encontra-a infestada com a raça do seu maior inimigo. 

Na realidade, há aqui uma adaptação. Ripley é caracterizada neste jogo como a lutadora dos filmes anteriores, e sendo extremamente rápida, tem de regastar em tempo recorde um numero de prisioneiros. A cada três fases, um duelo com a mãe alien. Pra isso, ela usará uma boa variedade de armamentos. 
Alien 3 é um dos shooters mais queridos pra nós na Biblioteca Master System.



AS COADJUVANTES
  • Akai Koudan Zillion
  • Miracle Warriors
  • Heroes of The Lance
  • Streets of Rage
  • Streets of Rage II
  • Mortal Kombat
  • Mortal Kombat II
  • A Turma da Mônica em: O Resgate
  • Virtua Fighter Animation
  • Mortal Kombat 3
  • Street Fighter II
  • X-Men: Mojo World

AKAI KOUDAN ZILLION (1987)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
O jogo inspirado no anime, que  foi utilizado para fazer propaganda do SEGA Mark III. Uma guerra entre os humanos e raça Norsa divide o planeta Maris. Você controla uma equipe de personagens com a missão de encontrar 5 disquetes (isso, no século XXII voltaram a usar disquetes!), para digitar a destruição do computador e escapar da explosão.

A Coadjuvante feminina é Apple, uma das atiradoras de elite dos White Knights, ela primeira é salva por J.J. para estar disponível. Apple já é a personagem mais rápida e que dá os saltos mais altos, o que faz que seja a melhor pra fuga final do game.

Infelizmente, Apple no jogo 2, é deixada de escanteio. Ela é encontrada como refém na Fase 2 (a pé) e com o controle 2, ela é liberada pra pilotar a moto Tri-Charge na Fase 3. Na prática, só um truque pra recarregar a vida de J.J. quando baixa.

O jogo estreou o gênero Metroid no Master System. Os puzzles são de esquentar os miolos! O maior barato é a alternação dos personagens após resgatados, diferenciados por seus níveis e habilidades, o que o torna quase um RPG. Vale a pena voltar e jogar de novo.


MIRACLE WARRIORS (1987)
Desenvolvedor: Kogado, Publisher: ASCII/SEGA
Lançado originalmente para o MSX no Japão, com o nome "Haia no Fujin". Aqui controlamos um cavaleiro convocado pelo rei para derrotar Terarin, uma demônia que curte ficar de topless e liberou vários demônios pelo reino das Cinco Terras. Para isso, o jovem cavaleiro precisa encontrar mais 3 aliados (um guerreiro, um pirata e uma amazona), e também encontrar as armas místicas necessárias para derrotar Terarin.

O jogo entra no catálogo pela presença da Amazona Medi, que se destacava do resto da equipe com itens relacionado a deuses femininos, como Selene, Athena e Eros, e seu golpe único, o Crushing Attack. 
Apesar da interface datada e a evolução lenta, é um jogo que dá liberdade ao jogador, permitindo  caminhar pelo mundo todo do jeito que quiser. É claro que quanto mais distante você caminhar, mais fortes são os monstros. O jogador encontra também mercadores e viajantes, podendo conversar com eles ou matá-los. O problema é que matar monstros e viajantes afeta a fama do grupo.

O curioso é que antes de Medi ser despertada, ela assume uma forma que eu jurava que era a Blaze de Streets of Rage!



HEROES OF THE LANCE (1991)
Desenvolvedor: Simulations Strategics, Publisher: SEGA
Um dos muitos ports do jogo original para Amiga. Baseado em um livro de Advanced Dungeons & Dragons, Heroes of the Lance é um Action RPG que conta a aventura de 8 heróis que juntos partem para a cidade devastada de Xak Tsaroth com o objetivo de derrotar um dragão e recuperar os lendários Discos de Mishakal.

Quase incluiria como protagonista a primeira personagem, a sacerdotisa Goldmoon que junto com seu noivo, Riverwind, carregam o misterioso Blue Crystal.
Heroes of the Lance é um RPG sidescroller. possui problemas como  jogabilidade travada, péssima detecção de colisões e interface bem confusa.

Goldmoon, possui magias voltadas pra Cura e pode até ressuscitar heróis, o que impele o jogador a protegê-la de morrer primeiro. O próprio grupo parece perceber isso, quando ela está com Life baixo, Riverwind toma seu lugar pra protegê-la.

Parafraseando o Adinan: A idéia é bem bacana e acaba divertindo depois que se pega o jeito, mas no final do dia há opções bem melhores.




STREETS OF RAGE (1991)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Um clássico do Mega Drive portado pro Master System com quase perfeição. Uma cidade americana é dominada por um sindicato do crime. Um grupo de ex-policiais largam seus distintivos e partem atrás da cabeça do chefão.

Das estrelas deste jogo, surgiu Blaze Fielding, famosa por lutar judô e dançar lambada nas horas vagas. Comparada com seus colegas, Adam e Axel, Blaze tinha o melhor salto e velocidade, mas a pior força. Tão poderosa que há duas sósias dela nas fases finais. 

A conversão Master System conseguiu o primor de não dever nada ao jogo 16 bits, embalada pelas músicas do imortal Yuzo Koshiro. E Blaze se torna ao lado de Tyris Flare (Golden Axe) a musa da SEGA. 




STREETS OF RAGE II (1992)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: Tectoy
Continuação do jogo anterior. A diferença no enredo é que Mr. X, sequestra Adam e Axel e Blaze correm pra resgatá-lo com ajuda do jovem Skate. 

O jogo ganha Golpes especial, mas como preço, perde duas fases, além da qualidade gráfica e sonora. Blaze, que agora deixa a barriga de fora, ganha golpes do tipo KI e cambalhotas mortais. 

O jogo só vale como quebra-galho, mas se você tem a versão Mega Drive, fique com ela. 



MORTAL KOMBAT (1993)
Desenvolved: Midway /Probe Publisher: Arena
O primeiro game de luta para o Master System que causou filas nas locadoras. "Yes, we have Mortal" diziam os donos de SMS. O famoso torneio Shaolim de Artes Marciais que foi corrompido    pelo feiticeiro Shang Tsung e seu campeão, o homem dragão Goro (que parecia o Kawa Mung, o gigante do Caverna do Dragão...).  Este game foi guerreiro, com todos os seus problemas, pois tinha lutadores digitalizados e sangue com a paleta de 64 cores do SMS.

O elemento feminino aqui é a presença de Sonya Blade, militar que na busca do competidor Kano (único que nem aparece nesta versão) é feita prisioneira de Shang Tsung. Sonya era totalmente diferenciada dos outros personagens. Tinha a magia mais fácil de executar. Não tinha golpe de Investida sobre o inimigo, mas tinha um arremesso poderoso com as pernas e a única com ataque especial anti-aéreo.

Esta versão de MK ainda é jogável se você não tem preconceitos. E o melhor era levar o Beijo da Morte de Sonya. Isso que era morrer feliz!



MORTAL KOMBAT II (1994)
Desenvolvedor: Midway/ Publisher: Acclaim/Probe
Parecia impossível superar a limitação que Mortal Kombat 1 mostrou. Fizeram a proeza de incluir mais dois personagens normais e 2 secretos.  Temos então 3 ninjas (os favoritos: Scorpion Sub Zero e Reptile), 3 descamisados (que são os principais da estória: Liu Kang, Jax e Shang Tsung). e de femininos, temos 2 kunoichis (ninja meninas): Kitana e Mileena. Kitana é a princesa de Edenia, armada com seu leque e a melhor no combate aéreo. Mileena, seu clone que trazia uma surpresa desagradável quando tirava sua máscara, e além dos Sais, possuia ataques muito rápidos. Não fosse isso, ainda temos a primeira e única personagem secreta do Master, Jade.  

Como game de SMS, a variedade de táticas é muito maior que o primeiro, isto é, muito mais diversão. O CPU também varia mais suas táticas. Golpes especiais aéreos, teleportes, invisbilidade, metamorfose e até golpes no solo, fazem vibrar as lutas. Para o Master, é um bom game de lutas.


A TURMA DA MÔNICA EM; O RESGATE (1993)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: Tectoy
Já falamos pacas de Wonder Boy aqui no QG, além do Master Review de Wonder Boy III. Mas de qualquer forma não cansamos de repetir: Wonder Boy III é um jogo maravilhoso, com um mundo divertido e desafiador com suas transformações, bons gráficos e trilha sonora marcante. 

Para nós brasileiros o jogo veio hackeado com a turminha do bairro do Limoeiro protagonizando a aventura. Além da Mônica que você já controlava no jogo anterior, agora inclui também a Magali, que é a personagem mais poderosa do jogo. No mundo do Maurício, as meninas são mesmo as mais poderosas. Comparado com o título anterior, Mônica no Castelo do Dragão, os sprites dos personagens ficaram ainda mais caprichados, e o manual com a história em quadrinhos é show de bola.



VIRTUA FIGHTER ANIMATION (1996)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: Tectoy
Último jogo de anime para o Master System, fora do ciclo 1986-1988, por ter sido portado do Game Gear pela Tectoy.  Baseado no jogo de Saturn, o anime criou aparência própria se afastando dele, inspirado na versão Anime de Street Fighter. Nele, Akira e Pai se conhecem e lutam contra um inimigo (que nem existia no game) chamado Liu e sua criação, o robô Dural.  

A representatividade é dupla tendo a chinesa Pai Chan com seu Kung Fu e a americana Sarah Brightman com seu kickboxing/tae kwon do, que alternam no modo Story entre o protagonismo de lutadora e o papel de "donzela em apuros". 

É um fighting game com cutscenes baseados no anime, com leves diferenças. Não é um jogão, mas é bem divertido.



MORTAL KOMBAT 3 (1996)
Desenvolvedor: Midway /Willians/ Publisher: Tectoy 
Terceiro game, agora feito pela Willians, que se passa num ambiente mais urbano. Os lutadores disponíveis são Sub Zero dos heróis, Kabal e Kano dos anti-heróis e Sector e Cyrax dos ninjas robôs (como???). A representatividade feminina fica com a militar Sonya, guerreira Sheeva da raça de Goro e a feiticeira Syndel. 

Se seguissem a mesma fórmula de Mortal Kombat 2 seria um bom game, mas não foi bem assim. Há cortes de quadros que o tornaram extremamente duro com flutuações estranhas dos personagens, a jogabilidade é estranha. Os cenários só aumentaram de 2 pra 5 porque usam fundos pretos e desenhos esfumaçados. Foi uma das tristes despedidas do Master, um game mal aproveitado, e nem mesmo as meninas, três delas, animam pro game. Só o próximo da lista é pior...





STREET FIGHTER II (1996)
Desenvolvedor: Tectoy, Publisher: Tectoy
Versão da Tectoy do clássico jogo de Luta da Capcom. Considerado também um dos últimos suspiros do Master. Apesar de ser contemporâneo da versão Super e incluir seus perfis de rosto, só possui 8 dos personagens e a figura feminina é a musa Chun-Li.
Chun-Li nesta versão, além do ritmo estranho, tem apenas dois especiais: o Kikouken e o Lighting Kick. 
O jogo tem muitos problemas de jogabilidade, e o interessante é que a chinesinha, dada a velocidade de suas pernas é a que se saí melhor para o jogador. Só use por curiosidade.


X-MEN: MOJO WORLD (1996)
Desenvolvedor: SEGA, Publisher: SEGA
Este game é um port da terceira versão Game Gear. Spiral, a linda mutante (como consegue ser linda com seis braços?) filma um reality show planejado pelo nojento Mojo, um monstro de outra dimensão, em que num jogo de sobrevivência, os X-Men viajam pelo passado, presente e futuro pra resgatar seus colegas. 

Existem aqui duas personagens femininas: Vampira (Rogue) e Lasca (Shard). É bacana saber usar os poderes de cada X-Men. Embora Vampira seja a melhor personagem com sua super força e voo, Lasca e seu único raio, é dispensável, poderia ser trocada por Tempestade ou mesmo Jubileu. 

Quanto ao jogo, a música e a jogabilidade é média, sem brilhantismo e os chefes (Magneto principalmente) desvalorizados. Mas ainda é digerível. Bem que a Tectoy poderia ter portado o jogo 2 do Game Gear que haviam 3 heroínas e uma jogabilidade
______________________________


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Se pensarmos que antigamente não havia espaço pra heroínas nos games, estaríamos sendo muito injustos com toda a lista que surgiu. Uma das coisas mais curiosas é a presença massiva de heroínas nos jogos baseados em anime, visando o público japonês. Vimos também sua participação pra entreter tanto o público masculino (com belas gatas) como feminino (com heroínas que se identificassem). Fica de lembrança a iniciativa da Tectoy de criar um "Master System Girl" quando o Master estava quase entrando em declínio.
Ficam os jogos em nossa dica de recomendação. Quem quiser  mais detalhes o Top 5 do Léo S. mostra quem são as mais queridonas do pedaço. Aproveitem!

Amico – A nova consola da Intellivision! [Retromania.pt] [[fuente]]


Em Junho passado, divulgamos que a Intellivision preparava-se para revelar uma nova consola em Outubro e o deadline foi cumprido, a empresa acaba de revelar a Amico! Inspirada no design original da intelllivision, o design da Amico conta com um par de comandos Bluetooth sem fio, que ficarão guardados num compartimento em cima da própria […]

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Amiga – Cracktros Portuguesas [ Softclub Vol. 1 ] [Retromania.pt] [[fuente]]


Até ao ano de 1994, existia um vazio legal em Portugal que permitia a comercialização de software pirata em plena luz do dia. Com a chegada da era das disquetes e com o consequente aumento da capacidade de armazenamento, muitas destas lojas personalizavam as suas cópias com cracktros próprias, uma forma inteligente de se autopromoverem […]

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Atari Retro Handheld Console, disponível em pré-encomenda! [Retromania.pt] [[fuente]]


Após uma série de atrasos, a Pqube disponibilizou finalmente em regime de pré-encomenda a Atari Retro Handheld Console. O seu design inspirado na madeira da icónica atari 2600 VCS, oferece uma biblioteca de 50 jogos clássicos, incluindo titulos como: Centipede, Missile Command ou Breakout. A consola possui um display de 2,4 polegadas, ligação para auscultadores, […]

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Dica do Dia: O que elas recomendam? [QgMaster] [[fuente]]


Olá pessoal, 
No Nosso Outubro Rosa, não recomendamos nada! Quem vai dizer são nossas amigas! Mantivemos o papo e convidamos três super Gamers pra recomendar o que elas adoram jogar:

Foto do perfil de Bulmah Demir, A imagem pode conter: 1 pessoa

BULMAH DEMIR

Oi, eu sou a Bulmah!!! 
Sou das antigas, tenho 36 anos, moro em Curitiba e hoje em dia nem jogo mais nada!! Minha fase gamer foi só na infância mesmo, jogando meu querido Mega Drive. Dos jogos que tínhamos (o console era do meu irmão) o que eu mais joguei foi #KidChameleon


Posso considera-lo o game que mais gosto. Mas tbm jogava #PitFighter #StreetFighter#MortalKombat #GunstarHeroes #StreetsOfRage Bons tempos...




ADRIANA LESSA

Olá, sou de Porto Alegre/RS e tenho 29 anos.
Quanto a jogos... Bah, último que joguei foi GTA V. Na adolescência jogava muito CS na lan, mas só pela zoeira. Eu amava Sonic, Mario, MK, Street Fighter, Kirby, DK e Top Gear. 




De personagem eu gosto das góticas, tipo a Sindel. Mas a Era Venenosa também é topper!

Jaqueline Giarletti, sorrindo, close-up


JAQUELINE GIARLETTI

Olá! Sou de Londrina/PR
Recomendo o Steamworld Dig 2, joguei no Switch mas tem pra PC, PS 4 e Vita. Jogo 2D ótimo pra quem gosta de metroidvania. Muito divertido, bonito, de exploração, com pitadas de bom humor e uma boa trilha sonora! O jogo dura em torno de 10 a 15 horas e apesar do gameplay ser repetitivo é viciante. Excelente para relaxar.


______________________________________
E então, elas sabem ou não sabem tudo de jogo bom? Seguimos com o nosso mês comemorativo! Obrigado, meninas!

Mega Sg – Mega drive baseada em FPGA, disponível em pré-encomenda! [Retromania.pt] [[fuente]]


As reproduções de consolas retro estão na moda e a analogue interactive, empresa por detrás da analogue NT e da Super NT, acaba de anunciar uma nova consola baseada na Mega Drive, a Mega Sg. Esta é resposta dos deuses para os defensores de hardware real, a consola é baseada em FPGA (Altera Cyclone V) […]

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Entrevista com as "Sailor Gamers" (1) [QgMaster] [[fuente]]




Olá gente! 
Prosseguimos nosso Outubro Rosa com uma surpresa. A primeira entrevista comemorativa neste mês! Grudem com a gente pra conhecer algumas das nossas Gamers mais queridas. Primeira Parte do nosso mês especial.

As Primeiras Entrevistadas do Mês

Já tem alguns meses que entrevistamos muitas colegas do movimento retrogamer. É notório que desde o Atari, o numero de garotas Gamers aumentou muito. São elas adolescentes, mães de família, donas de canais ou bloggers. Nesta primeira parte, vocês ficam comigo com quatro das 9 entrevistadas: a carioca radicada em SP, Bianca Magalhães (a famosa "Bia Chun-Li", 33 anos), a caxiense Taís Azevedo (27 anos), a suíça radicada no Rio Fiona (24 anos) e a fluminense Maria Luiza (17 anos). 
Misto de entrevista e divã, minha conversa com as meninas foi das mais interessantes, e eu mal sabia o que me esperava. Elas me contam como começou, o que gostam de jogar e os dilemas de ser uma gamer nos dias de hoje.

Em tempo: Nesta semana, Bianca teve mais um filho, parabéns e muita saúde pro Ryuzinho, Bia!!

RODRIGO: Olá meninas, vamos iniciar nossa entrevista! Bem, a minha primeira pergunta é: Como foi o contato inicial de vocês com o mundo dos Videogames? Se foi com a família, foi com os amigos, ou foi uma experiência solitária mesmo. Queria saber de vocês!

TAÍS AZEVEDO: Bom, a minha irmã, hoje em dia já falecida, ela tinha um Atari. Então, posso dizer que jogo desde que nasci, Desde que eu me lembre uns 4 anos de idade.
MARIA LUIZA: Então, a minha primeira experiência de videogame foi por causa da minha mãe. Ela comprou um Playstation pra minha irmã. E eu jogava junto com ela. Minha mãe sempre jogou, minha familia também jogou, creio eu. Desde o fato que minha irmã mais velha já tinha um Super Nintendo. E aqui embaixo de casa também tinha um tipo de Cyber (uma Lanhouse), onde tem um monte de Playstation onde as pessoas jogavam e eu gostava de ficar lá vendo as pessoas.
Isso eu tinha uns 3 ou 4 anos de idade.
FIONA: Meu irmão recebeu um Gameboy quando eu tinha uns 6 anos. Quando minha mãe viu que todo mundo queria um, ela comprou pra gente também. Aí eu recebi meu Gameboy com uns 7, 8 anos.
BIA CHUN-LI: Ok, assim, minha primeira experiência como até eu disse anteriormente, foi com 8 anos mais ou menos, quando eu comecei a jogar jogos de luta. Foi no caso, graças a meu primo, e de certa forma também ao meu pai, que também curtia. Por volta dos 18 anos, minha mãe tinha um bar que tinha uns fliperamas, e eu meio que terminei já me interessando. 
E ao menos eu nunca tive nenhum tipo de problema de ficar jogando videogame assim, ao menos, não assim com a minha família. Eu até me lembro quando eu era criança. Às vezes, os meus amigos queriam jogar fliperama em algum lugar, ela até que deixava eu ir, mas desde que fizesse todas as tarefas da escola.



RODRIGO: Gostaria de saber qual o jogo preferido ou os jogos preferidos de vocês e quais as personagens vocês gostam mais, de todos os jogos que já foram feitos, vocês jogaram, qual o jogo que vocês tem uma predileção e um personagem preferido, podem responder?

TAÍS AZEVEDO: Nossa, que pergunta difícil! Eu já tive muitos personagens favoritos, muitos jogos preferido. Começou ainda pequena, que eu gostava muito do Sonic que era o único jogo que vinha no meu Master System que vinha na memória. Depois, minha preferencia foi mais por Jogos de luta, eu gostava muito da Sonya Blade de Mortal Kombat, da Blaze Fielding de Streets of Rage. Depois, conforme eu cresci, parei um pouco de jogar, mas depois que conheci meu atual marido a gente voltou a jogar, frequentar fliperamas e tal. E um jogo atual que gostei muito de jogar foi Life Strange e eu gostava muito da Max.
BIA CHUN-LI:: Bom, assim, os meus jogos favoritos são a série Street Fighter que eu sou apaixonada, doida mesmo (risos) - isso ficou bem claro na minha apresentação devido ao meu nick, eu também gosto muito, mas muito mesmo da série Sonic, de Nights que já foi até um jogo do SEGA Saturn que tem até já uma versão, se não me engano para o Nintendo Wii que seria a continuação dessa série. Eu costumo de dizer que são as 3 séries que mais gosto.  E assim, dos meus personagens favoritos, primeiro assim, de longe é o Ryu, que sou apaixonada mesmo. A Chun-Li que é minha grande musa inspiradora, o Eddie que um novo personagem do Street Fighter V,  que eu até brinco falando que ele é o meu segundo "husband", que o primeiro é o Ryu (Risos) Eu também assim curto muito outros personagens como a Morrigan  da série Darkstlakers , a Mai Shinranui de King of Fighters, assim da série Mortal Kombat, gosto muito da Sonya, da série Sonic, o próprio Sonic mesmo e o Tails que eu adoro!  Acho que se for pra fazer uma lista de personagens que eu gosto muito ia ser uma lista bem longa. 
FIONA: Então, eu nunca foquei muito em personagens... Eu sempre foquei no jogo inteiro. Na Arte, na musica e na história. Mas quando era mais jovem, eu sempre gostei do Mario. Eu joguei muito de Super Mario Lands, gostei do Link também. Agora de jogos mais recentes, a princesa de Child of Light, a Max do Life Strange.
MARIA LUIZA: Assim, como meu primeiro contato  foi com Playstation e não tinha muitos jogos, o que eu mais gostava de jogar era Crash Bandicoot. Nossa, eu joguei muito, zerei muitas vezes Crash, também eu tive um emulador de Super Nintendo no computador, e isso me fez jogar muito,  um jogo japonês que eu não sei pronunciar o nome direito, mas é “yoyoyo” (...), algo assim, encontrei recentemente e é um jogo que eu to gostando muito, to adorando. 
Esses são meus dois jogos favoritos de infância, Meu jogo favorito atualmente League of Legends  e tem uma personagem  que eu admiro muito no Lol que é Annie, né? Ela é uma criança e tal, enfim, a história dela é muito boa, as animações dela, de longe é minha personagem favorita. Também tem outro personagem favorito só que do Mario que é a Rosalina, eu adoro a Rosalina, tipo, é um ar diferente do Mario, nisso eu gostei dela.         


RODRIGO: OK gente, agora, aproveitando um ganchozinho que eu peguei numa das questões me veio outra pergunta que vou fazer pra vocês. Eu queria perguntar a importância do videogame na vida de vocês .Se é meramente uma diversão de uns momentos na semana ou se vocês dão uma importância maior se  torna mais do que um simples passatempo de momento, e claro, queria saber também,  qual  a relação de vocês, as jogadoras e aquele convívio: família, amigos, etc e tal. Vocês sentem  um pouco de diferença  dos rapazes que jogam com sua relação com família, amigos e trabalho?

TAÍS AZEVEDO: Eu gosto de jogar pra passar o tempo, pra refazer a cabeça. Quando tô nervosa, tô muito estressada, jogar me ajuda a ficar mais tranquila por isso mesmo que  eu não gosto de jogos muito complicados  ou que demanda muita atenção.
O que eu gosto de jogar mesmo uma coisa mais tranquila pra me divertir.
Já em relação a diferença, eu não vi muito isso porque no convívio próximo meu com primas eram meninas, então, eu jogava videogame com a minha prima principalmente que ela era um ano só mais velha do que eu e tanto o pai dela quanto o meu pai nunca falaram nada do gênero e meus amigos também apesar de sempre eu ter tido mais amizade com meninos do que meninas nenhum falou nada pra mim a respeito de “ah, porque você joga e tal”, sempre foi uma conversa natural eu gostar de jogos e eu ser menina não influenciou muito, pelo menos, quando criança. Depois quando eu entrei na adolescência e comecei a usar o ambiente da internet que pessoas desconhecidas que diziam, né, “ah essa menina não sabe, essa menina tá inventando, quer chamar a atenção”, coisas do gênero. 
BIA CHUN-LI: Vamos lá, assim,  no meu caso, o jogo pra mim é uma diversão, só que também..
 como é que posso me explicar? Eh, até mesmo pelo fato de eu ser muito, mas muito fã de Street Fighter, eu tenho há mais de 10 anos um blog da série, então, assim, o jogo na minha vida tem uma relação mais profunda, assim, não apenas com o meu blog, mas também porque eu colaboro com outro site, inclusive, veio até um artigo meu numa revista também, sem contar que basicamente a história do meu casamento está intimamente ligada com o jogo de luta, meu marido joga também, ele inclusive também já participou de campeonato de The King of Fighters, a gente se conheceu em um fórum de jogos de luta, (risos) então, ao menos comigo tá um pouco mais íntima a coisa. E assim, com a minha família, a minha mãe nunca se importou muito, ao contrário,  quando alguém falava alguma besteira pra ela, ela mesma dizia que preferia me ver em casa jogando que na rua fazendo uma porcaria. 
O meu filho, ele gosta tanto, que assim, eu tenho uns amigos lá do Rio de Janeiro, que tinham alugado uma casa pra eles literalmente ficarem jogando, e o meu filho se amarrava até pra ficar jogando também. O meu marido também joga e a minha relação com meus amigos, eles sabem que eu jogo e muitos deles gostam e jogam também, inclusive tenho vário amigos que conheci justamente por conta desse gosto em comum,  e ao menos comigo nunca houve nenhum tipo de diferença. Se for pra jogar contra, a gente vai, se for pra só ver, ao menos eu tenho uma relação boa! (Risos)
FIONA: Então, o meu caso é diversão. Eu jogo pra relaxar, depois de um dia estressante de trabalho. Eu normalmente jogo com meu namorado. Então, é uma coisa que a gente pode fazer juntos, sabe, uma atividade de nós dois. 
MARIA LUIZA: Então, com relação a família, sempre foi muito de boa, porque minha família toda joga. Sempre tive até incentivo pra jogar. Pessoas me ensinando a jogar e tal, sempre fui incentivada. Quesito de família. E amigos também. Só quando eu era mais nova, pessoas estranhavam que jogo videogame. E elas me apontavam como “Maria Sapatão” com o fato que eu jogava, mas isso não me afetou.  E jogo bastante! Jogo alguma coisa todo dia, nem que seja ao celular. Nem que seja o joguinho dos dinossauros quando a Internet cai (Risos).
FIONA: Em relação à Familia, eu acho que nunca tive diferença dos meus irmãos de mim, tipo, quando minha mãe chamava pra ajudar, na casa e tal, sempre fui eu E meus irmãos, todo mundo. Agora, o que vejo aqui no Brasil, dos meus alunos e meus amigos, eu acho aqui muito diferente. Na maioria das vezes que eu vi, ou alguém me contou, a menina tem que ajuda a cozinhar e arrumar a casa, o menino pode jogar e fazer o que quiser durante o dia, então seria que a menina  por causa dos pai  não pôde jogar  tanto porque  é forçada a ajudar em casa, o menino não. Eu acho  que muitas pessoas aqui no Brasil ainda  pensam assim::  “Nasceu menina? Então pode ajudar na casa! Daqui a pouco blá blá blá ” E quando é menino “Ah vai comprar o PS 4”. Eu acho esse pensamento muito forte aqui no Brasil.    
MARIA LUIZA: E outra relação que o Videogame teve na minha vida é que moldou meus gostos. Se eu nunca tivesse jogado, eu nunca teria me interessado, eu jogo LoL, talvez eu nunca teria me interessado por anime, nunca teria ido em evento,  nunca feito cosplay, então...  acho que é um coisa muito presente pra mim.
BIA CHUN-LI: E assim, pra ser bem sincera, a única situação era com as pessoas de fora, do tipo, eu era zoada na rua,  gostar dessas coisas, eram pessoas que não gostavam do que eu gostava, eram gostos distintos. A principal diferença era de gente fora do meio, do que as pessoas que faziam parte, sabe?
MARIA LUIZA:  Sim, coisas desse tipo acontecem muito! Não sei se você jogam LoL., eu jogo bastante e às vezes eu tenho que me passar por homem, escrever as coisas no masculino porque (RISOS) as pessoas, elas simples, “ah, ela é menina, por isso ela tá support” e mesmo ela estando support, ela joga mal, ela nem deveria tá aqui”  que eu realmente tive mais impacto na adolescência com a internet, com os jogos online.

Taís Azevedo

RODRIGO: Bom gente, vocês tocaram num ponto que eu mesmo já queria começar perguntar. Nesta relação, vocês com o mundo exterior,  já sentiram algum tipo de constrangimento ou assédio neste universo dos jogos, nos jogos online, no fliperama, ou talvez até mesmo numa festa em que as pessoas vão jogar um jogo em comum?
Contem pra mim sobre isso.

BIA CHUN-LI: Claro também, como eu era praticamente uma rata de fliper, geralmente, volta e meia à vezes, aparecia um idiota querendo curtir com a minha cara, e que às vezes acabava saindo literalmente furioso, porque tinha perdido pra uma garota, e o pessoal que me conhecia acabava caindo na gargalhada com isso.
TAÍS AZEVEDO:  Quanto a jogos online, não posso falar muito, porque nunca joguei, quando jogava não mexia no chat, não conversava, nem colocava fone de ouvido nem nada, e onde eu vi mais esse tipo de ataque, eram em fórums e grupos de discussão porque eu participo de alguns  mais em relação animes do que jogos, e quando a gente fala, não só eu como outras meninas do grupo, infelizmente, nós somos a minoria, infelizmente, nós temos que ouvir que nós estamos mentindo, estamos inventando, que tá querendo chamar a atenção, tá procurando um “escravo” na internet, coisa do gênero, e só acho que só, mais em grupo de discussão mesmo, parece que não pode, uma menina gostar de anime e  consequentemente jogar o jogo desse anime.
BIA CHUN-LI: Assim, como eu era uma rata de fliperama, como disse, eu tinha alguns garotos que já vinham com aquele papo de “Ai, menina não joga!” E tinha já aqueles que tipo:  “Caraca, bacana! Ela joga, poxa! Legal!” Assim, eu falo que algumas porcarias,  - pra não dizer outra coisa, - que algumas meninas dizem online, eu cheguei ouvir no “Off” e eu retrucava, inclusive eu lembro até de uma vez que um menino foi um tanto abusado, e ele levou foi um tapa na cara meu, (Risos) e além disso, só que assim, no meu caso, não foi só de alguns garotos, eu também sofria muito por parte das garotas, porque eu era a esquisita, eu era a moleca, eu era estranha, e deveria gostar de coisas de menina,  e não ficar gostando de coisa de menino,  e ficar andando com os rapazes. 
Tanto que até eu devido estes meus gostos, eu assim quando era mais nova, eu quase não tinha amigas.  Porque eram poucas aquelas que respeitavam o fato que EU gostava de jogar videogame. E eu ainda falo que no meu caso,  além disso, não era só  o jogo, ainda tinha o fato que eu curtia anime, mangá, quadrinho, RPG, então eu era muito que meio a esquisita, sabe assim, da turma. (Risos) E como eu relatei, na minha rua, onde eu morava às vezes juntava um grupo de rapazes e meninas que ficavam simplesmente me zoando, que era coisa de menino e eu deveria é ficar mais feminina.
FIONA: Eu em geral, não sofri algum assédio, de jogos não. Porque  eu não jogo online, sempre quando eu jogo é no meu quarto, na minha, com pessoas que estão perto de mim, Mas eu lembro quando eu tinha, sei lá, 11 anos, um amigo do meu irmão veio jogar na casa, e eu joguei com ele uma partida. Os dois personagems trabalham junto. Eu não joguei muito bem, porque não joguei muito, OS 2, 3, não lembro. Ele me xingou muito! Porque perdemos, obviamente, ele até falou que ia me matar, Então eu fiquei longe dele.
BIA CHUN-LI: Agora sim, quanto ao Online, eu quase não jogo o Online, então não tenho nem muito o que falar. Mas eu não vou falar assim que eu não já encontrei um ou outro idiota, que literalmente mandei ele ir pastar, mas também eu lembro de situações engraçadas que eu já vi assim, quando fica eu e meu marido conversando, a gente até rindo, essas ultimas não tem a ver com assédio ou com constrangimento, então assim, são situações  engraçadas mesmo.
TAÍS AZEVEDO: isso que a Bia falou é bem real, quando eu era criança, quando eu era adolescente, a amizade com meninas era praticamente  impossível, e eu não via muitos meninos dizendo que eu tava no meio de outro porque eu tava querendo segundas intenções, mas de meninas sim, ouvi muito.  A partir do momento que eu cheguei ao 10 anos de idade até terminar a época de escola, eu praticamente não tive amigas meninas, porque todas diziam que eu era a esquisita eu era a estranha, porque “o que ela tava fazendo no meio daquele monte de garoto, falando de futebol, falando de videogame,  falando de anime, e esse preconceito é bem complicado.
BIA CHUN-LI: Assim, até no caso, ouvindo a Taís, eu me lembrei até de uma situação dentro de um grupo de Street Fighter,  em que um cara foi querer tirar  uma com a minha cara, só que, tipo,  o pessoal do grupo, mesmo muitos ali não sendo meus amigos, mas já me conheciam,  então cara, ele foi praticamente detonado.  Por todo mundo (Risos) É foda! Até peço perdão pelo palavrão, mas tem gente que se aproveita do anonimato,  que a Internet permite, pra ficar falando bosta.  
No caso, assim, esse tipo de coisa, sobre essa parte do assédio etc. eu vejo isso eu vejo como a ponta do iceberg para um problema muito maior, às vezes eu conversando com pessoas próximas já detectam uma espécie de stress no ambiente online, isso incluindo homens, isso dentro do jogo. Eu vejo no Online tem uma minoria de Trolls que estão ali querendo estragar seu dia.  Eu vejo que o buraco é mais embaixo, e no caso das mulheres ainda temos que ouvir aquelas besteiras machistas.

Maria Luiza

RODRIGO:  Bom, gente. Eu sei que a Entrevista tá se estendendo mas surgiram coisas até bem interessantes pra se discutir. Uma delas que eu queria perguntar,  justamente esse fato  das mulheres, das moças, das garotas serem minoria nesse mundo dos videogames,   Eu queria perguntar do ponto de vista de vocês, porque existem menos mulheres jogando videogame e mais homens jogando. O que vocês acha?

MARIA LUIZA: Então, na questão, na infância foi só este relato, em teve até um tempo ainda que que ouvia: “Olha, você joga? Nossa! Não esperava isso e tal” Hoje em dia, isso tá bem normal, né?" Hoje as pessoas não se surpreendem com isso. Bem mais normal. Mas no jogo online é uma coisa bem tóxica, é tipo assim, eu jogo LOL, como eu já citei,  boa parte dos meninos sabendo  que você é menina,  eles vão te menosprezar por causa disso. Coisa tipo: “Você não deveria estar aqui”, ainda mais você jogando mid. que não é um suporte, eles vão falar assim ”menina tem que jogar support, menina não vai mid. Enfim, muitas coisas, dentre elas, tem  assim: “Nossa, você é menina, que legal! Você joga! Eu sempre quis namorar uma menina que joga”. E a pessoa começa a dar em cima de você sem você nem dar trela! Aí você fica “Nossa! Tá bom!” mas você  já esclarece as coisas, você  é bem clara. E quando você começa a recusar, ele começa a se tornar agressivo com você. Mas só porque é menina, você acha que pode tudo, que você pode ignorar. "Você só queria ficar me fazendo escravo". Em momento nenhum eu pedi pra ele falar comigo, nem ao menos isso. Enfim, é uma coisa bem até delicada, porém muito, tóxica. Mas assim, não é insuportável. Porque se tornando algo insuportável, eu acho que é porque há um problema. Muito maior que só eles. Porque eu sou capaz de suportar isso.  Não chega a ser insuportável. Nós somos capazes de suportar isso. E nós somos capazes de mudar.
FIONA:  Eu acho que é por papeis de gênero, que antigamente, muitas pessoas achavam que videogame era coisa de menino, então  deu a menina fazer outro tipo de coisa.  Eu acho que isto está mudando lentamente, o pensamento das pessoas assim, de papeis  de Gênero estão mudando lentamente, então acho que por isso, são mais meninos e homens, que mulheres.
TAÍS AZEVEDO:  Eu acho que isso começa desde pequeno pelo motivo que a Fiona disse lá em cima, que a menina a partir de uma determinada idade, ela já tem que ajudar em casa a fazer  os afazeres domésticos. E com meninos  é que não se vê muito disso.  Então, enquanto a menina está lavando a louça, o menino está upando. (Risos) infelizmente!  E depois quando a menina desenvolve que ela começa a ficar mais  mulher,  começa  o sexismo de  ver que a menina tá entrando num lugar de homens pra arrumar  namorado, pra chamar atenção,  pra ser a gostosona do local.  Então, isto afasta um pouco a menina  que  não quer ser taxada desse tipo de coisa,  né? E depois, a mulher está comprovadamente que ela trabalha mais,  porque quando ela chega do trabalho, ela tem que limpar a casa, lavar roupa  e tal,  e eu acho que o tempo pra  jogar fica bem reduzido.  Pras mulheres em relação aos homens.
FIONA: O que a Taís, falou, ela só entra lá pra arrumar namorado, eu acho isso, é muito verdade, eu que isso se mostra na reação quando você fala que gosta de jogos, pode ser outras coisas também, que é mais geral, geral por gostar mais o Homem, o menino. Eu acho que isso pode ver muito fácil, quando você: ah, eu gosto de jogos. Aí começam a perguntar: "Ah  Quais jogos você gosta? Quais são os nomes dos jogos que você gostam? Você sabe isso? Sabe isso?" Eles querem uma comprovação que você realmente gosta disso. Eu acho isso muito chato.

BIA CHUN-LI: Acredito eu que seja até porque assim  o mesmo que a Fiona falou. Que assim, sem contar que vamos assim falar a nível de Brasil, que  ainda tem muito essa coisa de “Ai, é menina” “ Só tem que ajeitar a casa, etc. pá pá pá” enquanto que o menino pode fazer tudo. E não, é uma coisa que até eu falava pro meu irmão que ficava de graça, que eu falei: “olha você tem duas mãos,  tem dois pés,  que são bem saudáveis... então, não cai a mão você querer fazer alguma coisa".  Então assim, eu acredito que é mais por conta disso. Claro assim, tem aquelas famílias, que mesmo quando tem um pouco essa pressão,  não ligam à vezes já da menina jogar , tenha caso algum hobby,  jogar etc, ter assim alguma liberdade pra isso,  mas tem aquele pessoal que é mais tacanho que a gente, sabe como é, né... 


RODRIGO: Pessoal, aproveitando também a deixa que a Bianca deixou:  tinha mencionado a Chun-Li  como personagem musa inspiradora,  eu queria fazer uma pergunta, se há algum modelo de personagem, que foi programada, logicamente,  do mundo dos jogos, que vocês veem alguma espécie  de representatividade feminina. Existem aquelas diversas  personagens femininas que atendem uma demanda masculina. Eu queria saber de vocês se existem personagens femininas que as jogadoras se sentem representadas.  

TAÍS AZEVEDO: Em jogos antigos, talvez não tenha isso muito latente, porque, por questão de programação, personagens não eram muito bem desenvolvidas, né, a gente tinha que aceitar o que tava escrito, na introdução do jogo,  e ali estava falando sobre a personalidade dele, e hoje como os jogos estão mais complexos,  já podemos ver mais  isso, como exemplo que eu tenha dito antes, tem a Max  de Life Strange, que ela  não tá usando roupas sumárias, que ela  é a personagem principal do jogo, nós decididmos o que ela vai fazer da vida dela  e se ela vai beijar ou não o menino, se ela vai beijar ou não a amiga, então seria uma personagem ideal pra ser uma representante feminina de um jogo. 
BIA CHUN-LI:  Bem assim, falando de uma maneira em geral, eu acredito que qualquer pessoa possa gostar, possa ter digamos assim a sua musa,  sua ídola, dentro  do jogo, mesmo digamos,  mesmo que seja aquele tipo de personagem, teoricamente chame a atenção do público masculino, assim a Chun-Li no meu caso, eu vejo ela como uma mulher forte, determinada,  entre outras coisas  que me fizeram identificar com ela , porém eu assim  nem vejo  essa identificação que eu tenho com a Chun-Li,  na personagem Morrigan que digamos  que a Chun-Li de certo modo seria até comportada (Risos) digamos, assim, a Morrigan é aquela coisa  completamente Female Fatal. Então assim, acredito que quando um personagem tem carisma,  e até principalmente surja mais nos jogos atuais,  ele é bem melhor desenvolvido, eu acho que ele pode cativar, qualquer pessoa, e isso inclusive, independe do sexo, gênero dele. Um personagem que eu gosto muito, apaixonada, mas que eu vejo nele pouco é o próprio Ryu. E olha que ele é um Homem (Risos).
MARIA LUIZA: Eu acho que Max representa muito bem! Porque ela escolhe o que ela vai fazer. A gente escolhe as escolhas da Max, né? Mas isso também se deve porque o jogo é um jogo de você e ir lá escolher, né?

RODRIGO: Estamos terminando a entrevista. Mas eu gostaria de fazer uma ultima pergunta. O que poderia ser feito pra que nós tivéssemos mais jogadoras e um clima maior de igualdade entre jogadores e jogadoras..

MARIA LUIZA: Eu queria falar pras meninas que jogam online: vocês não precisam se esconder, eu aprendi recentemente. Você não pode ser acuada nesse meio, Enquanto a gente só se esconder, nada vai mudar. Respondam a altura. Não que vocês devem ser ofensivas, responda  com calma e com clareza, se a pessoa não entender, paciência. Mas não se escondam! É a pior coisa a se fazer.
BIANCA:  Primeiro eu queria agradecer pela oportunidade, pelo convite, eu fico feliz. Se for deixar alguma mensagem,  se alguma garota ouvir isso, e ouvir alguma besteira de alguma garota ou garoto, e essa pessoa querer mudá-la algum comportamento que ela não aceite como correto, que ela mande a pessoa pastar, e continue jogando! Se alguém vai gostar de você, não vai ser porque ela joga ou não. E os rapazes, se ouvir alguma besteira de um rapaz, puxa mesmo a orelha dele, porque eu até disse, vamos tornar esse ambiente dos jogos, algo melhor, seja pro cara que tá jogando, seja a garota,  eu acho que é isso! (Risos) 
TAÍS AZEVEDO: Eu também quero agradecer o convite, adorei. E como a Bia falou, a gente que se respeitar mais. A mulher tem que respeitar a outra mulher, o homem tem que respeitar a mulher, o homem tem que respeitar o outro homem, a mulher tem que respeitar o homem. Ninguém tem nada a ver com nossas escolhas, ou qualquer coisa do gênero. A gente não tem que mudar por causa dos outros. Respeito acima de tudo.
MARIA LUIZA: Agradecer, eu não agradeci.  Educação impera! (Risos) Perdão. Agradeço muito também o convite. É a primeira vez que faço na minha vida.  Por mais que tenha outras entrevistas sobre mulheres jogando, é sempre importante ter mais de um ponto de vista, eu gostei. Espero que renda frutos (risos) Obrigada!
FIONA: Eu tenho nada pra adicionar, já falaram tudo! Joguem, sejam felizes, e obrigado. Tchau!

RODRIGO: Encerramos aqui a Entrevista. Agradeço a todas vocês, esperamos a próxima vez. Muito obrigado.

Super Mario RPG - Legend of the Seven Stars MSU-1 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Super Mario RPG - Legend of the Seven Stars, um grande clássico do SNES, acaba de receber uma versão MSU-1, fazendo com que a jogo conte com uma trilha sonora com qualidade de CD. Os romhackers responsáveis por esta versão são  JUD6MENT e Conn.

Confira o resultado:


É possível jogar diretamente no PC, utilizando o emulador Bsnes Plus.

Download (Jogo em Inglês): Clique Aqui!
Download (Jogo em Português): Clique Aqui!

Para jogar no emulador Bsnes Plus, descompacte o jogo e abra o arquivo "smrpg_msu1.sfc" presente dentro da pasta descompactada.

OBS: Por enquanto, apesar de implementado o suporte para jogos com chip especial SA-1 (Ex: Mario RPG) no SD2SNES, ainda não é possível jogá-los em sua versão MSU-1. Talvez em futuras atualizações do firmware do SD2SNES haja o suporte dos jogos SA-1+MSU-1.