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Master Review - Line of Fire (1991) [QgMaster] [[fuente]]



Olá galera!
Como a ação no nosso QG não pára, que tal, um review de um game cheio de ação também? Sejam bem vindos ao mundo de Line of Fire, um shooter dos bons, uma pérola do nosso querido Master System!
PREPARAR... APONTAR... FOGO!!!

O Jogo – Line of Fire (LoF) não nasceu no 8 bits da Sega, mas sim, nos arcades no ano de 1989. Porém, era totalmente diferente, um “jogo de pistola” onde se mandava bala apontando a arma contra a tela. Os motivos que levaram a empresa a não fazer uso da Light Phaser na versão caseira, é um mistério.
Pensando por outro lado, quem sabe, quiseram dar uma revigorada na fórmula, o transformando, num shooter de scrooll vertical? Se foi isto mesmo, não sabemos mas, tal escolha, propiciou um game superdivertido, com características que o diferencia de outros no gênero.
Você assume o papel de um militar chamado Jack. Infiltrado numa base inimiga, acabou por descobrir planos de um novo tipo de arma muito poderosa, que pode significar, grande perigo nas mãos de algum ditador maluco ou terroristas sedentos por destruição. E, para conseguir dar o fora dali, o herói assume a direção de um jipe e, assim, tem início sua difícil missão em território hostil.


Gameplay – Como dito antes, Jack pega um jipe para escapar dos inimigos mas, não será o único veículo que utilizará. O diferencial de LoF é o fato do jogador poder controlar outros também, como uma lancha e um helicóptero. Cada um possui suas peculiaridades de manuseio, o que é a grande sacada do jogo, algo pouco comum para a época.
A troca de veículos acontece em cada fase. Nas de número 1, 2 e 4, o jogador guiará o jipe; na 3ª, a lancha; e, nas duas últimas (5ª e 6ª) pilotará o helicóptero. Com todos eles, você atacará da mesma forma, com a metralhadora (Botão 1 - munição infinita) e o lançador de mísseis (Botão 2 – tiros limitados).
Uma coisa que precisa estar atento. Estando no solo, a “metranca” só atingirá alvos em terra. Para os aéreos, será preciso disparar os mísseis. Caso esteja pilotando o helicóptero, esta razão se inverte. Ainda há uma “marotagem” que, os programadores bolaram e achei criativa. Nas fases de jipe, você encontrará rampas. Elas são necessárias para saltar rios mas, também, para alinhar seu carro com os alvos que estão voando. Desta forma, é possível acertá-los com a metralhadora em pleno salto (mais “Bollywoodiano”, impossível!).

Parte Técnica – LoF possui trabalho gráfico competente, tendo cenários variados e bem definidos. Você não se confundirá com nada, pois não apresenta “flickelings” (sprites piscando) e poderá enxergar tudo nitidamente, principalmente, os tiros inimigos. Isto é importantíssimo em shooters pois, dá muita raiva, morrer sem saber o quê o atingiu. Outro ponto que merece destaque, é que tudo flui com suavidade, sem slowdowns. Ou seja, o pacote é completo... se morrer, é por sua culpa mesmo.
Músicas e efeitos sonoros são bem feitos e casam com todas as situações presentes no game. Mesmo que as melodias sejam poucas, não chegam a cansar os ouvidos. Aliás, repetir músicas nas fases, era um expediente comum nos 8 bits, dada a limitação de memória.
Os controles são bastante responsivos, tudo funciona de imediato. Mas, há um detalhe curioso: os tiros acompanham os movimentos de seu veículo. “Como assim, Douglas? Você bebeu?”, podem estar se perguntando agora. É o seguinte... normalmente, em outros games, você efetua o disparo e ele segue sua trajetória, independente, do que você faça depois. Aqui, você pode atirar e, se reparar que vai errar o alvo, basta se movimentar até que acerte. É estranho, porém, acaba sendo bem útil em muitos momentos.
A dificuldade não é nenhum absurdo mas, te exigirá bastante. O desafio vai aumentando de forma bem gradual, nada de “Bullet Hell” sem sentido, só para dizer que o game é para poucos “cabras-machos”.
Algo que os programadores fizeram e que vai exigir um pouco mais de perícia, é o uso dos mísseis. Por serem limitados, terá que lançá-los nos momentos certos, principalmente, nos chefes de fase. À saber, você começa a partida com três vidas, 50 mísseis e 24 barras de energia. Em caso de Game Over, terá 2 Continues.
 Considerações Finais – Line of Fire é um jogo muito competente, fruto, da criatividade em alta da Sega nos seus tempos dourados. A sua característica “Jogo de Navinha... sem navinha” é seu maior diferencial por conta dos veículos que você pode controlar. Com trilha sonora e ambientação que, casa perfeitamente, com a proposta de ser uma aventura em tempos de guerra (como nos filmes de ação dos anos 80 onde, Stallone, Schwarzenegger, Norris e Van Damme eram reis), o game é diversão garantida. Podem encarar sem medo, porque é mesmo muito legal! Até mais!






Dica do Dia - Desert Speedtrap [QgMaster] [[fuente]]




DICAS PRO PAPA-LÉGUAS NOVATO

INVENCIBILIDADE
Entre no Options, e ajuste Tune 09 e Sound 12. Volte ao Game Mode e pressione esquerda/direita e aparecerá a opção CHEAT. Isso lhe dará Invicibilidade no Modo Hard. 

SELEÇÃO DE FASE
Entre no Options, e ajuste Tune 10 e Sound 07. Desça o Cursor até Exit e pressione esquerda/direita e aparecerá a opção de Level. Será 10 para Easy, 12 para Normal e 14 para Hard.  

Reportagem – A Pirataria Legal em Portugal nos anos 80/90 [Retromania.pt] [[fuente]]


Durante algum tempo, existiu um vazio legal em Portugal que permitiu a comercialização de cópias não autorizadas de videojogos em plena luz do dia. Uma vez que não havia no nosso país uma lei que regulamentasse o sector e que protegesse a propriedade intelectual dos autores de software, esta prática não poderia ser considerada ilegal. […]

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Tom VS Jerry: The Chase is On! [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Aventura
Fabricante: Hi Tech
Tom VS Jerry: The Chase is On! é mais um jogo de SNES que não foi lançado oficialmente. Apesar dele ter aparecido em revistas especializadas na época, infelizmente ele não chegou a ver a luz do dia.

Mas, eis que em pleno 2019, graças a um colecionador, o protótipo do jogo foi encontrado, dumpado e finalmente disponível para todos terem a oportunidade de jogá-lo. Por se tratar de um protótipo, o jogo não está completo, resumindo-se a três fases.
O jogo, assim como no desenho animado, consiste basicamente na fuga de Jerry que é perseguido por Tom pelo cenário. O jogador controla Jerry que durante o caminho coleta pedaços de queijos, esquiva de móveis e armadilhas. Jerry encontra objetos clássicos pelo caminho para usar contra Tom, como uma marreta gigante, canhão, dinamite, panela. Jerry também pode pegar Tom pelo pela cauda e rodopiá-lo. As animações são bem feitas e remetem às que ocorrem no desenho. Para concluir a fase, basta chegar ao final do cenário.
Os gráficos do jogo são bem simplórios, parecendo inacabados, além de repetitivos em algumas fases disponíveis.
A trilha sonora é mediana, lembra a do seu jogo antecessor. Apesar de simples, cumpre o seu papel, que combina com a perseguição de Tom, deixando o jogador apreensivo para escapar.
Se Tom VS Jerry: The Chase is On! tivesse sido lançado na época, talvez fosse apenas mais um jogo mediano/ruim esquecido na vasta biblioteca de jogos do SNES, mas como foi descoberto apenas agora, ele tem para si os holofotes dos jogadores como uma relíquia a ser conhecida.


Download: Clique Aqui!

MD Review - Golden Axe II (1991) [QgMaster] [[fuente]]



Salve pessoal,
É hora de uma jogatina das Antigas, mas inegavelmente boa.
Após falarmos das versões anteriores, passou da hora de falarmos da versão dois de Golden Axe. Vamos comigo!



O Enredo é bem semelhante às histórias de RPG. A terra de Yuria após os acontecimentos de Golden Axe 1, descansava em paz com a derrota de Death Adder. mas eis que levanta um outro vilão, o Cavaleiro gigante Dark Guild, e organiza um poderoso exército pra oprimir o Mundo. 
Os heróis decidem se levantar novamente e enfrentar o novo mal. Preciso explicar mais?


A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM
 Na verdade, preciso! Se você acompanhou nossos Reviews aqui, a versão Master System só contava com o bárbaro Tarik "Ax Battler" (A versão Master leva o nome verdadeiro), a amazona Tyris Flare e o Anão Gilius Thunderhead faziam "pontas" no Action RPG Golden Axe Warrior apenas. 

Revenge of Death Adder


Nos Arcades, estrelava o Spin-Off  Revenge of Death Adder  com um grupo de excêntricos guerreiros. Vendo a estranheza do público e querendo alavancar vendas para o Mega Drive, a SEGA decidiu trazer o elenco anterior do jogo 1, com sutis modificações. Na verdade, o GA II é um Golden Axe com alguns power ups.   


GRÁFICOS E SONS
Em relação à versão Mega Drive, o segundo jogo possui uma resolução melhor dos personagens e cenários mais detalhados. Você verá Ax melhor desenhado com uma ombreira única, Gilius mais robusto e Tyris menos ousada, trocando o biquini por uma tanga e com uma tiara.

Os cenários perdem elementos marcantes do primeiro jogo, a Tartaruga e o Falcão. Porém, ganhou elementos muito bacanas como o cenário vulcânico, o Dragon Throat.  Inclusive, os aldeães que fogem dos inimigos e suas animações é um ponto a ser  lembrado.


Os sons tiveram uma modificação. Não são aquela trilha melódica que você assobiaria como o Wildness ou o Turtle Village, ficou mais parecendo a trilha da cena de batalha de um filme e menos a trilha que tocaria no momento de reflexão e triunfo apenas, a trilha toda é bem mais intensa que sua antecessora. Igualmente intenso ficou o visual das magias, embora o Dragão parece bem mais improvisado que o anterior, devido aos limites do Console.


ACAMPAMENTO DE GUERRA
Se você gostava do estilo de luta do jogo anterior, você perceberá o quando GA I era travado com a melhoria dos controles. Na verdade, na época, nós novatos sequer percebíamos isso. Todos os lutadores melhoraram seu Back Move, Tyris ganhou uma cambalhota semelhante à sua rival de empresa Blaze, e Gilius uma giratória que só o torna o hegemônico no combate corpo-a-corpo.


As Magias, curiosamente ganharam modificações. Ax começa a usar os Ventos e Gilius usa as Rochas, mesmo que as versões dos Spin-Offs insistam nas magias do primeiro jogo, só Tyris se mantém com golpes de Fogo. É possível também dosar o nível da Magia pra conseguir ser mais econômico, ou aproveitar um livro de magia quando se está cheio.


Golden Axe II não tem um sistema de batalha complexo, mas lutar ficou melhor. Aliás, a marca registrada, as montarias encontramos grande variedade. Temos dragões, sim, mas temos também dinossauros variados. A Montaria costuma ser uma fonte de economia de Life e Magias.   


E os inimigos? Há um grande paralelo entre os inimigos da primeira versão e da segunda. Os inimigos simples, armados de clavas e garras estão bem mais rápidos. Os Esqueletos também deram um guinada, armados com uma foice, continuam sendo os inimigos mais completos em repertório de ataque. As amazonas é que encontramos os casos mais curiosos: foram substituídas pelos homens lagartos que possuem uma alta resistência e um traiçoeiro golpe de cauda. Os ladrões que deixavam os potes de magia no Bônus do Acampamento saem e entram uns diabretes que lembram o Gorpo do He-Man, embora eles te atacam com uma magia.


Os Chefes foram aperfeiçoados e encontramos em Golden Axe Warrior, os Gigantes agora são meio-homens meio-cabras e seu golpe de massa mortal. Os Cavaleiros agora são Armaduras  gigantes sem capacete que o velho truque do Dash não funciona mais.

Tudo isso num Level Design com mais quedas possíveis de acontecer tanto para ti e seu grupo quanto pros inimigos. A Dificuldade aumentou consideravelmente, mais ainda quando estiver cara-a-cara com Dark Guild, mas aí deixamos com você.



CONSIDERAÇÕES FINAIS
Os Tempos passam e ainda considero com toda a simplicidade da mecânica de Golden Axe II bem atraente, considerando o melhor da série. Considerando também que jogo até hoje todos os títulos (Exceto o The Duel do Saturn, mas isso é outra história), é o que encontro menos falhas. Se você é fã dos Clássicos Antigos da SEGA, não perca tempo e vá brandir sua espada, melhor ainda se for com um amigo!


  

Sega Mega Drive Mini, chega em Setembro! [Retromania.pt] [[fuente]]


A SEGA seguindo uma clara tendência do mercado, impulsionada por marcas como a Nintendo e a Atari, acaba de anunciar oficialmente no Twitter, a Sega Mega Drive Mini, uma miniaturização da mítica consola 16 bits da marca nipónica A nova consola Sega Mega Drive Mini apresenta-se num formato 50% mais compacta do que a original […]

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Streets of Rage 4 – Divulgado primeiro video de gameplay! [Retromania.pt] [[fuente]]


A Dotemu e a Lizardcube lançaram há uns dias atrás, um pequeno vídeo da jogabilidade do novo Streets of Rage 4, a sequela moderna do conhecido beat’em up que fez história na Mega Drive. O video apesar de breve, permite deslumbrar os progressos realizados, desde que o jogo foi anunciado em Agosto do ano passado. […]

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