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μZX1 – Versão mini do ZX-UNO em crowdfunding! [Retromania.pt] [[fuente]]


O μZX1 é o mais recente projeto de Antonio Villena, membro fundador da equipa do ZX-UNO. Este novo projeto é uma versão miniaturizada do ZX-Uno, com todas as funcionalidades do seu antecessor e está neste momento à procura de financiamento através do verkami, uma plataforma de crowdfunding. Internamente comporta-se da mesma forma que o ZX-UNO, […]

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Sessão do Aniversariante - 2019 [QgMaster] [[fuente]]


Saudações amigos!

Aqui é o Adinan; recentemente completei 35 anos, a idade começando a demonstrar seus efeitos na minha pessoa, mas a paixão por games é a mesma desde os meus 7 anos de idade! :D

Para comemorar meu níver, bora recomendar alguns games que andei jogando recentemente!


Ghost Lion (NES)

Esse jogo é bem infame devido a boxart bizarra dele, que sinceramente fica bem perto do que vimos na capa do Megaman 1... Nesta capa você pensa que é algum jogo de ginástica devido as roupas da mulher na capa, mas é apenas um jRPG no final das contas.

Felizmente temos aqui um jogo bem melhor do que sua capa (a versão japonesa ficou ótima por sinal), fácil de aprender pois ele tem umas regras bem mais simples do que um RPG tradicional. Aqui não equipamos nada, as armas são selecionadas nos menus de batalha. As batalhas por turno servem para ganhar dinheiro mas não há pontos de experiência nesse jogo, pra subir de nível temos que coletar fragmentos de esperança espalhados pelas dungeons, eliminando assim a necessidade de grinding. Uma pena que as batalhas são frequentes demais, o que torna elas cansativas já que não temos incentivo em batalhar além da grana. Em compensação temos um sistema bem bacana de party onde a protagonista Maria está sozinha o jogo inteiro mas pode invocar guerreiros das armas que ela carrega, invocando desde o herói Moja como o mago Twana, cada um com seus comandos e poderes.

Eu poderia criar um post inteiro dele, gostei bastante do jogo, mas fica pra outra ocasião. Ah esse jogo é da Kemco, que na época não era famosa por jRPGs, mas atualmente ela vive só desse gênero no mobile! É bacana ver um RPG clássico vindo dos primórdios da empresa.

Shining Force (MD)


Decidi dar uma chance ao SEGA Forever pra Android... não sou muito fã da emulação deles, mas adoro os clássicos da série Shining, então resolvi baixar e jogar o Shining Collection, começando pelo Shining Force.

A emulação melhorou bastante, mas quero mesmo falar do jogo em si! Eu não joguei Shining Force na época mas os gráficos desse jogo me trazem uma nostalgia absurda! Não é o mais bonito em termos gráficos mas as cores e o traço me agradam tanto que nem sei explicar o porquê. E o gameplay, tá maravilhoso até hoje! Já joguei muito RPG tático mas esse é um dos mais divertidos! Não precisa de mestrado pra aprender a jogar, e as possibilidades são muitas, além dos personagens que são muito carismáticos, e as cenas animadas de batalha que nunca enjoam! É um RPG tático bastante imersivo!

Se você ainda não conhece, faça um favor a si mesmo e jogue Shining Force, vale muito a pena conhecer!

R-Type Dimensions (Switch)


R-Type foi um daqueles jogos de nave que a gente respeitava, mesmo que esse gênero estivesse ficando pra trás frente aos jogos de plataforma, luta e o crescente RPG.

Esse jogo tem uma dificuldade alta, mas ele toma o cuidado de não frustrar (muito) o jogador. Na verdade, o jogador perde a vida mas fica com aquela sensação de "Na próxima vou conseguir passar" que deixava o jogo viciante!

Dos ports da nossa época, o do PC Engine tava respeitável, mas o do Master é de longe o melhor port, com o jogo completo e boa jogabilidade, sem corte de tela e sprites respeitáveis!

Há alguns anos saiu o remake para Xbox 360 e depois PS3, onde era possível alternar entre os gráficos 2D clássicos do arcade, e os gráficos remodelados em 3D, mas mantendo a mesma jogabilidade. Esse remake é maravilhoso, no Switch então nem se fala, podendo jogar onde e quando quiser! E não somente os gráficos, mas a trilha sonora ganhou uma remasterização show de bola! Vá no YouTube e procure a música da primeira fase, a composição ficou muito empolgante, perfeita para embalar a jogatina!


É isso pessoal, abraços e até o próximo post!

MD Review - Castelvania Bloodlines (1994) [QgMaster] [[fuente]]




Salve amigos! 
É com prazer que vamos pegar a estaca e o alho pra enfrentar todos os monstros nesse clássico de terror da Konami para o Mega Drive. Se segurem que vamos falar de Castelvania para Mega Drive.


Cada Boss lhe dá uma joia e entrega uma carta.

Castelvania sempre foi a principal referencia nos games de terror, mas durante a primeira parte da Console Wars ficou restrita à Nintendo. A Sega até tentou reagir com Master of Darkness, que revisitava o enredo do Dracula de Bram Stoker (Londres e Transilvania, usando personagens semi-lendários). A tendencia era virar uma franquia rival, quando a Konami liberou uma versão para o Mega Drive, o Bloodlines.


Nele, temos a reunião de dois caçadores de morto-vivos. Um é o americano John Morris (quem achou familiar ele é neto de Quincey Morris, o mais corajoso do grupo de caçadores liderados por Van Helsing contra Dracula no livro de Bram Stoker) outro é o espanhol Eric Lecarde que teve sua noiva levada pelo Vampiro Mor.


Nesta Fase você deve ser ágil pra subir quando a Água sobe.
E deve descer devagar nas plataformas quando a Água desce.
Você é ferido se  água chega no rosto

GRÁFICOS E SONS
Os gráficos ficaram muito competentes em relação ao jogo anterior da Konami Sunset Riders. O Mega quando bem programado consegue uma incrível composição de cores, com os tons e meio-tons sombrios do cenário de fundo e os brilhos dos poderes dos heróis e monstros. 

Esta cena é capaz de confundir o Jogador com as Voltas!
Das animações mais legais, achei a candência das armaduras animadas, bem realista, nos dando a sentir o impacto das armas gigantes no chão. O desmontar dos esqueletos e a oscilação da torre na terceira fase, é um show à parte. O som é um dos pontos altos do jogo com órgãos e flautas num ritmo semelhante ao punk e ao folk, vontade de deixar tocar e abrir a janela pra contemplar a Lua Cheia...



O diferencial é que dada a diferença das armas teremos desafios diferentes pra cada caçador. John usa seu chicote como Belmont no primeiro jogo,  Eric usa uma lança. Isso permite a John se pendurar no teto e Eric dar um super salto útil pra contragolpes e acessar plataformas altas, tais habilidades permitem acessar locais exclusivos. A Magia de John é teleguiada e a de Eric se espalha na tela.

Este Sub-Boss quebra a vidraça. Cuidado com as janelas!
Os Itens são poucos mas tem direções diferentes. O Machado e o Bumerangue fazem o voo em Arco em direções opostas O primeiro a ida é por cima e o segundo por baixo. A Água Benta lança uma onda de energia.


Dica: Com Eric, dê o super salto pra alcançar a
plataforma superior caso a Torre suba muito rápido.

EUROTRIP
O Desafio é vasto e diferente da primeira versão, o jogo se passa num tour pela Europa. 
Na primeira fase, ocorre na Transilvania e é feita uma releitura da primeira fase do Castelvania do Nintendinho.
Na segunda, encontramos a perdida Atlântida na Grécia, em que subimos as escadarias pra não se afogar e batemos num mago pra acabar com a inundação, além de enfrentar um boss de pedra que vai diminuindo conforme batemos nele.
Na terceira, ainda com feras da mitologia greco-romana, vamos a Pisa na Itália. Além das cabeças de medusa de Castelvania 1, o boss se encontra no topo da Torre que balança.

Bem vindo a Castelvania 1, agora na SEGA.
Na Quarta, temos a Alemanha em plena Revolução Industrial, pesada como o espírito alemão. Aqui encontramos um dos monstros mais clássicos, o Frankenstein de Mary Sheller, rebaixado a Sub-chefe.
Na Sexta, o Palacio de Versalhes na França Só faltou O Corvo e o Gato Preto do Alan Poe...
Na última temos o Covil do Drácula, repleto de truques ilusórios.
Além do Combate tradicional, os heróis podem destruir colunas pra encontrar itens ou destruir paredes e estátuas pra abrir caminho. Desnecessário falar da tensão que leva o timing em esperar a água movimentar na Grécia, ou as esteiras que irritam na Alemanha.
Neófitos não precisam se preocupar porque esta versão tem uma dificuldade mais amigável em relação às outras lançadas na Nintendo.


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Bloodlines é parte de uma tradição noventista da SEGA. Com a queda do Contrato de Exclusividade, as Softhouses fizeram uma única versão de um game pra SEGA pra compensar o atraso de uma Franquia inteira na Nintendo. Mesmo com alguns furos da Konami no Mega Drive, Bloodlines pra mim é competente, trazendo imagens bonitas e inimigos variados pra um jogo de terror, talvez variados até demais. O Desafio não é assustador, sendo somente alguns chefes e plataformas que causam frustração até pegar o jeito. Este Castelvania completa a coleção de Games de Terror da SEGA. Aproveite! 













Antes tarde do que mais tarde… As fotos da MSXRio’2019! [MSXRio] [[fuente]]


Demoramos, mas dessa vez publicamos. E as fotos da MSXRio’2019 já estão disponíveis. São poucas por enquanto, mas se você tirou fotos no encontro e quiser compartilhar, fale conosco e nos repasse as suas fotos para serem publicadas. Todos os créditos serão mantidos, e o nosso agradecimento será eterno.

Ah, mas você quer ver fotos, né? Então clique aqui para acessar o álbum e seja feliz!