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Mega Drive Celebration Album – Sega Japão anuncia album em vinil! [Retromania.pt] [[fuente]]


Há alguns dias atrás, a SEGA Japão anunciou o lançamento de um álbum de música em vinil, para comemorar o lançamento bem sucedido da Mega Drive Mini. Este álbum entitulado Mega Drive Celebration Album, é por enquanto um exclusivo do território japonês e tem lançamento previsto para o dia 12 de Dezembro. Por lá podemos […]

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No mundo moderno, jogos clássicos encontram espaço no cenário competitivo [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


No papel, a experiência inicial de jogar videogame parece ser uma tarefa bem solitária. O cenário clássico dos jogos é colocar você como jogador em frente a mundos vastos ou em mapas minuciosamente montados, contidos em um cartucho ou em um disco. Vez ou outra era apreciada a presença de um “copiloto”, ajudando o condutor […]

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Xeno Crisis – Shooter old school já disponível para a Mega Drive! [Retromania.pt] [[fuente]]


Depois de ter sido financiado com sucesso numa campanha de crowdfunding no Kickstarter há um tempo atrás, Xeno Crisis encontra-se finalmente disponível para a Mega Drive e sistemas de nova geração. Trata-se de um shooter do género twin stick com perspectiva aérea e gráficos pixelados, ao melhor estilo dos The Bitmap Brothers e inspirado em […]

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Mega Drive – Demons Of Asteborg, financiado com sucesso no kickstarter! [Retromania.pt] [[fuente]]


Demons Of Asteborg, um título de ação e aventura com uma forte inspiração no Castlevania, foi financiado com sucesso através de uma campanha de crowdfunding no Kickstarter. Este género é comumente conhecido como metroidvania (jogo que adota a mecânica de ambas as franquias), mas este título em partícular foi mais além e foi buscar elementos […]

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Tarzan: Lord of the Jungle – Disponibilizada rom de jogo unreleased da SNES! [Retromania.pt] [[fuente]]


Tarzan: Lord of the Jungle, um jogo Baseado no personagem fictício de Edgar Rice Burroughs, tinha como destino a Super Nintendo e apesar de ter sido publicitado na época, nunca chegou a ver a luz do dia. Este título seria distribuido pelas mãos da GameTek e estava previsto ser lançado em 1994, juntamente com versões […]

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Dicas e Truques: International Superstar Soccer Deluxe [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]



Fazer o juiz e os bandeirinhas virarem cachorro
Na tela de título, utilize o controle 2 e faça a seguinte sequência: ↑, ↑, ↓, ↓, ←, →, ←, →, B, A. Se tiver feito o código corretamente, ouvirá um latido. Este código funciona em todas as hacks que tem o International Superstar Soccer como base.

Habilitar as 6 seleções All Star
Na tela de título, utilize o controle 2 e faça a seguinte sequência: R, ↑, ↓, L, X, B, ←, A, →, Y. Se tiver feito o código corretamente, ouvirá um latido.

Zx Spectrum – Super Mario Bros 128k [demo] [Retromania.pt] [[fuente]]


O russo Sergei Smirnov desenvolveu como entrada na edição de 2019 da Cafe demoparty, uma demo técnica de Super Mario Bros. Esta demo serviu para demonstrar as capacidades de um novo motor de jogo e é destinada aos modelos 128k do Spectrum. Desde o primeiro momento impressiona, ao ser um port bastante fiel do original […]

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Super Mario Bros 2: Mega Mario X [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Aventura
Ano: 2018
Fabricante: KSS
Hacked: Alex No
Dois Thwomps estão tendo uma competição para ver quem é o melhor destruidor. À medida que a competição se intensifica, a agitação desenfreada faz com que uma garrafa de pó mágico caia de uma prateleira e quebre com o impacto. O pó liberado cria uma porta mágica para o mundo da Subcon. Emergindo dessa porta estão Wart e seu companheiro. Bowser entra na sala para ver do que se trata toda a bagunça e conhece os novos visitantes. Aproveitando esta oportunidade, ele estabelece um plano maligno para Mario...
Super Mario Bros 2: Mega Mario X é um hack de SMW que, segundo o autor Alex No, levou cerca de 3 anos para ser concluído.

O jogo conta com 75 saídas, um pouco menos do que jogo o original que tem 96. Mas apesar de menos saídas, não que dizer que será tão fácil completar todas, atente-se para as dicas dentro das fases para pegar um saída secreta. Para finalizar o jogo, não é necessário completar todas as saídas.
Em relação à dificuldade, o jogo pode ser considerando normal, nem fácil e nem difícil, o que é um ponto positivo para aqueles que não são muito experientes com SMW.

Um aspecto que chama atenção nessa hack é a certa liberdade que ela proporciona de escolher as fases, em vez de forçar a passar de uma fase específica para conseguir progredir para outra, aqui ela libera vários conjuntos de fases, cada conjunto com as suas fases específicas. A escolha é feitas por meio de um menu bem intuitivo, que agora funciona como o clássico mapa.
O jogabilidade está quase inalterada, com exceção no aspecto da física do jogo, fazendo com que o controle de Mario seja levemente diferente, mas que em pouco tempo se acostuma. Os power-ups continuam os mesmos: cogumelo, pena e flor de fogo.

Os gráficos são bem diversificados, com fases em florestas, cidades, cavernas, desertos, castelos, montanhas, etc. Algumas fases de destacam mais do que as outras, sendo algumas bem detalhadas e criativas, enquanto outras são um tanto quanto singelas, com pouca inspiração. O design das fases proporciona um bom desafio ao jogador, sendo desafiante superá-las sem muita frustração.
O jogo conta com uma trilha sonora que mescla remixes clássicos da franquia com outros temas originais. As músicas combinam bem com os temas propostos nos cenários, deixando adequada a ambientação.

Super Mario Bros 2: Mega Mario X é mais uma boa alternativa para quem quer curtir uma nova aventura do bigodudo com uma boa jogabilidade, ótimos gráficos, trilha sonora agradável e desafio na medida certa.


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As fotos da MSXRio’2019 estão aqui… Você não vai deixar de ver, né? [MSXRio] [[fuente]]


Dessa vez fomos mais rápidos, e publicamos as fotos da MSXRio’2019 logo. Agora o acervo aumentou, graças aos amigos Juan Carlos Castro y Castro e Victor Setúbal, por terem cedido suas fotos. Com isso, temos muitas fotos novas, como as do protótipo da Hotbyte, da Tecnobytes (nudes!), a versão premium do jogo Los Amores de Brunilda, o jogo The Awakening (do grupo Oniric Factor), entre outros. Se você tirou fotos no encontro e quiser compartilhar, fale conosco e nos repasse as suas fotos para serem publicadas. Todos os créditos serão mantidos, e o nosso agradecimento será eterno.

Então… Vamos logo para o álbum de fotos. Clique aqui para acessar o álbum e seja feliz!

Kaizou Choujin Shubibinman Zero (Shockman) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação
Ano: 1997
Fabricante: NCS
Kaizou Choujin Shubibinman Zero é um daqueles clássicos de culto, porque não é bem conhecido, mas ainda assim, se muitos o conhecessem, eles também reconheceriam o seu valor. O jogo nunca foi lançado oficialmente em cartucho. Foi lançado apenas através da Satellaview (somente download) no Japão. Entretanto, atualmente, caso queira jogar diretamente no console, é possível por meio do flashcard SD2SNES ou ainda, caso seja mais purista, em 2017, a versão física do cartucho finalmente foi lançada.
Shubibinman Zero é na realidade o quarto game da série,  os três primeiros foram lançados para o PC Engine entre o fim dos anos 80 e início dos 90.

A história do jogo gira basicamente num futuro incerto e você tem que salvar a cidade de uma vilã que, juntamente com seus capangas, sequestrou um eminente cientista e agora ela quer roubar a tecnologia dele e usar para criar alienígenas e mandá-los governar por todo o universo. Agora cabe a você salvar tal cientista para evitar que o pior aconteça.
Um ponto positivo é que o jogo tem modo para 2 jogadores. Ao contrário da maioria dos jogos multiplayer da época, aqui é possível usar técnicas em conjunto. Os protagonistas Raita e Azuki podem gerar uma super explosão com ataques combinados.

O jogo é um híbrido de plataforma e beat-em-up (briga de rua). O jogador controla um personagem em cenários que se assemelham os de Mega Man e sai socando, chutando e lançando ataques especiais contra os inimigos no estilo Final Fight até chegar na luta contra o chefe daquela fase. Muitas plataformas para você pular ou descer. A produtora fez um excelente trabalho juntando esses dois gêneros, porque nenhum dos aspectos parece fora do lugar.
O jogo é fácil no começo, com apenas alguns golpes rápidos para acabar com a maioria dos inimigos. Enquanto continua avançando, enfrentará inimigos que disparam mais rápido, além de armadilhas que aparecem de repente, o que necessita de mais atenção. Alguns inimigos dropam pequenos itens como sistemas Famicom e unidades de recuperação de energia quando eles são eliminados. Também poderá obter unidades extras de saúde em algumas fases. Os chefes são bem variados, alguns são apenas pessoas, enquanto outros são monstruosidades mecânicas enormes.
Os estágios são um pouco curtos e existem apenas 8 deles, mas variam em local e aparência. É possível finalizá-lo em menos de uma hora. A maioria dos  jogos BS Satellaview não tinha os gráficos mais elaborados (em comparação com as versões SNES tradicionais de sua época) e é o mesmo caso aqui. No entanto, aqui eles são bem decentes, são vibrantes, detalhados e bem coloridos o suficiente para apresentar um mundo verosímil para um jogo de sua época.

As músicas são no estilo de Mega Man X, com boas batidas que combinam com o ritmo frenético de ação que se passa no momento.
É uma pena que este jogo nunca tenha sido lançado por essas bandas. Ainda hoje, poucas pessoas sabem disso, exceto pelos fãs mais obstinados. Não é um título de grande sucesso nem nada, mas certamente é uma adição divertida a qualquer biblioteca do Super Nintendo.

Kaizou Choujin Shubibinman Zero combina de maneira única aspectos diferentes de uma variedade de jogos clássicos, sendo recomendado para todos os fãs do SNES. É obscuro, mas divertido, principalmente se tiver um amigo para "jogar de dois".


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Majuu Ou / King Of Demons [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação
Ano: 1995
Fabricante: KSS
O SNES tinha uma reputação de console "infantil" quando comparado ao Mega Drive que era considerado mais "adulto". O Majuu Ou da KSS  ("King Of Demons / Rei dos Demônios", às vezes também escrito como " Majyuuou ") dá um salto nessa tendência, aproveitando o poder de 16 bits do sistema para criar um belo jogo de sombrio de ação.

A história se concentra em um jovem chamado Abel, que é traído por seu amigo Bayer. Bayer havia sacrificado a família de Abel para reviver Lúcifer e se tornar um demônio. Durante o prólogo, Abel tenta vencê-lo-lo mano a mano, mas é brutalmente derrotado. No meio da morte, ele recebe o poder de sua esposa falecida para se vingar sua família e entrar nas profundezas do submundo para salvar sua filha.
Majuu Ou é mais frequentemente descrito como "Castlevania  com uma arma" e, pelo menos nos estágios iniciais, isso é verdade. A melodia de abertura da fase de introdução soa um pouco como um  tema clássico de  Castlevania. Abel um cara musculoso bastante genérico com um lenço vermelho, jeans e camiseta branca - caminha e controla como qualquer um do clã Belmont, embora possa ter salto duplo, executar pontapés do salto, e mudar um pouco de direção em pleno ar à la  Drácula X.

Você começa com uma arma, que tem alcance ilimitado e munição ilimitada. Você também pode pressionar o botão para uma super explosão no estilo de um Hadoken.
No final de cada fase, o chefe deixa uma joia, que alterna entre três cores diferentes. A cor que você escolher determinará o tipo de demônio que você interpretará na próxima fase.

A joia vermelha o transformará em uma harpia, que ataca com bumerangues de grande alcance. A joia verde o transformará em uma espécie de lagarto que pode disparar raios laser de seus braços. A joia azul o transformará em um dragão, que tem um poderoso ataque de sopro.

Como o personagem humano, cada demônio tem seu próprio movimento especial, que é ativado pressionar o botão de ataque. Pode parecer simples, mas também existem algumas mecânicas legais desse sistema. Se você escolher o mesmo demônio três vezes seguidas, você se transformará em uma versão super poderosa. Como alternativa, se você escolher um novo demônio a cada nível e controlar cada um deles pelo menos uma vez, obterá a forma final no fim do jogo. 
Essas transformações demoníacas são legais, mas os tons sombrios ajudam a destacar Majuu Ou de outros jogos semelhantes. Quando você recebe o poder de sua esposa no começo, uma fada voa com você e o protege dos inimigos, atacando os inimigos toda vez que você ataca. Se você morrer, a fada - ou melhor, sua esposa - se sacrifica para revivê-lo. Isso dá uma sensação de urgência para salvar sua filha ainda mais. Também é um pouco assustador você ter a opção de vender sua humanidade para aumentar seu poder ou optar por manter sua alma humana. Parece uma situação sem saída, especialmente porque você precisa se transformar em um demônio para obter o melhor final.

Comparado a  Castlevania ,  Majuuou  é um pouco fácil. No entanto, você pode dificultar um pouco se permanecer na forma humana. Como a arma no modo humano só pode disparar para a frente, pode ser difícil acertar inimigos no ar, enquanto como demônio poderá acertar alvos muito mais facilmente.
Os sprites são muito pequenos, especialmente para um jogo que foi lançado perto do fim da vida do console, mas pelo menos são bem animados. Por outro lado, os designers gráficos compensaram isso com um design de fundo completamente notável. Muitas áreas deste jogo exalam uma uma excelente atmosfera sombria, tornando-as memoráveis. Na primeira fase, você é perseguido por uma gigantesca criatura de vários olhos, com dentes extensíveis. Quando tudo parece ter acabado, o chão cai e você luta pelos esgotos. Entre os zumbis que se despedaçam, pedaço por pedaço. Você sobe de volta e enfrenta o verme novamente, apenas para ser jogado em um elevador com uma aranha devoradora de homens.

A segunda fase é uma cidade em ruínas, invadida pela flora, completamente desolada, exceto por alguns monstros e plantas que comem homem - algumas das flores têm até rostos assustadores. O chefe deste estágio é um gigantesco globo ocular injetado de sangue que dispara lasers de sua pupila. 
Na próxima fase, você embarca em um trem feito de ossos, contra o fundo de um pôr do sol vermelho-sangue, com todos os carros de caveira viajando em velocidade insana. Há até a cena de uma garota acorrentada sendo atacada por cavaleiros do mal, a quem você é totalmente incapaz de salvar. As áreas posteriores o levam a um palácio cristalino, semelhante ao gelo, e depois a cenários mais tradicionais do submundo, como um estágio de lava.

O design para os chefes finais também é impressionante em sua arte em pixels, caminhando pela delicada linha entre “lindo” e “aterrorizante”. Dito isto, embora o jogo esteja cheio de demônios e outros cenários infernais, não há muito em termos de sangue. Ao todo, toda a experiência é fascinante e levemente perturbadora.
A trilha sonora cumpre o seu papel, criada para provocar uma atmosfera especificamente assustadora, em vez da música tradicional de videogame, embora existam algumas faixas cativantes, como o prólogo e o estado do fogo. 

O retrato do inferno de Majuu Ou é fascinante, especialmente para um título de 16 bits, e é um jogo bastante sólido para para se aventurar, o que o torna altamente recomendável.


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RVF Honda [Commodore Amiga 500] [[fuente]]


Todos os dias são bons para recordar os saudosos tempos do Commodore Amiga. Mas há aqueles de que eu gosto de uma forma particular: são aqueles em que os dias de inverno se vão aproximando e que nos trazem um sol que ilumina mesmo sem aquecer. Vá-se lá saber porquê, trazem-me de volta os domingos à tarde passados em casa do amigo Pedro em redor de um qualquer jogo do Amiga.
Nos primeiros tempos em que fazia a transição do Spectrum para a máquina da Commodore todos os jogos me pareciam fenomenais. Os sons, as cores, os joysticks, todas as novas possibilidades, tudo servia para me deixar de queixo caído. Este "RVF Honda" surgiu em minha casa estava eu ainda a dar os primeiros passos no Amiga. Não era um puro arcade como o "Super Hang-On", exigia um pouco mais de paciência e persistência. Para um miúdo que estava ainda a começar a ganhar intimidade com o joystick, a tarefa não se adivinhava nada fácil. Um desafio digno de deixar marcas. Das boas.
Um jogo muito bom se tivermos em conta o ano de lançamento, cuja nota sai reforçada se tiver em conta as excelentes memórias de amizade que traz à tona.
Um dia hei-de ter tempo de ligar o meu Amiga o tempo que bem me apetecer e desfrutar de tudo de bom que a vida ainda terá para me dar. Hoje, se fosse dono do meu tempo, iria acelerar por essas estradas e voltar a cair dezenas de vezes.
Fica este registo. Porque me faz bem à alma. Voltarei em breve com outras boas memórias de jogos que ganharam o seu lugar no coração do tempo.

Tarzan: Lord of The Jungle [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação
Ano: 2019
Fabricante: Gametek
Algo comum no mundo dos games é a possibilidade de cancelamento de jogos, isso pode acontecer por várias razões: falência do estúdio, questões mercadológicas, atrasos sucessivos, qualidade duvidosa do material desenvolvido etc. No caso de Tarzan, o suposto motivo seria "violência" contra os animais, já que eles eram abatidos pelo protagonista com sua faca e dardos.
Depois de anos vendo apenas algumas capturas de tela do jogo em algumas revistas da época, o inédito Tarzan: Lord of The Jungle para o SNES está finalmente disponível. Essa ROM veio diretamente de Jim Grundell, o programador que liderou o projeto durante o desenvolvimento do jogo.
Tarzan era um título planejado para ser publicado pela GameTek. Baseado no personagem fictício de Edgar Rice Burroughs, o jogo estava marcado para ser lançado em 1994, juntamente com versões para Game Boy e Sega Game Gear.
Tarzan foi projetado como um jogo de ação de progressão lateral com multiníveis, em que Tarzan deve superar obstáculos para resgatar Jane que foi capturada na floresta africana.
O jogo tem uma variação de fases bem diversificada, com estágios em florestas, praias, mar (aquáticas), ruínas, navios, templos e outros. Mas apesar dessa variedade, os cenários são bem simplórios, mesmo para o padrão da época. Mas esse aspecto merece uma ressalva, pois, por se tratar de protótipo, talvez, o seu desenvolvimento não tenha atingido a qualidade idealizada pelos produtores.
No que diz respeito à jogabilidade, aqui o problema é evidente, a movimentação de Tarzan é meio truncada, mostra-se lenta para responder aos comandos. A movimentação é parecida com a de jogos como Flashback ou Prince of Persia, mas sem a precisão que encontrada nesses dois. Aqui Tarzan pode correr, mas em vez de usar o Y para o comando, usa-se o L para realizar a ação. A corrida é desengonçada, tornado os pulos imprecisos, fazendo com que quase sempre tome dano do inimigo ao cair sobre eles ou encontre a morte ao cair num buraco.
Como forma de ataque, ele pode usar uma faca ou dardos para eliminar os inimigos, mas em vez de ter um botão específico para cada arma, o jogador deverá selecionar  (botão Select) primeiro qual quer usar, tornado o uso das armas menos eficiente.
A trilha sonora consiste em temas tribais, com sons de tambores na maior parte dela. Apesar de combinar com o tema do jogo, as músicas se tornam repetitivas com o passar das fases devido a sua pouca variedade. Os efeitos sonoros são poucos, nada de excepcional, mas cumprem o seu papel.
Se Tarzan: Lord of The Jungle tivesse sido lançado na época com as características encontradas aqui nesse protótipo, ou seja, sem mudanças substanciais, certamente ele seria considerado um jogo mediano para ruim. Mas apesar dos defeitos, o jogo merece uma oportunidade, nem que seja apenas a título de curiosidade, pois, de certa forma, é um jogo inédito.


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