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Alien 3 MSU-1 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Alien 3 é mais um jogo de SNES que recebe uma versão MSU-1, aliás, neste caso, são três versões, uma com as músicas originais do jogo numa versão remasterizada, uma com a trilha do filme e outra do jogo Alien Trilogy, do Dreamcast. 

Os romhackers responsáveis por essa versões foram Conn, PepilloPEV e Señor Ventura.

Confira o resultado:
É possível jogar diretamente no Super Nintendo, desde que possua o flashcard SD2SNES, ou no PC, utilizando o emulador Snes9X.

Download (Versão Alien Trilogy): Clique Aqui!
Download (Versão Movie OST): Clique Aqui!
Download (Versão Original Remastered): Clique Aqui!

Para jogar no SD2SNES, basta descompactar e copiar a pasta para o cartão SD. No SNES, vá até a pasta copiada no SD e abra o arquivo "alien3_msu1.sfc".

Para jogar no emulador Snes9X, descompacte o jogo e abra o arquivo "alien3_msu1.sfc" presente dentro da pasta descompactada.

Retrobit revelou na CES uma nova versão da Sega Nomad! [Retromania.pt] [[fuente]]


A CES uma das feiras mais importantes do mundo da tecnologia e dos videjogos, teve lugar mais uma vez em Las Vegas no início de Janeiro. A Retro-Bit marcou presença com um stand próprio, onde revelou uma nova versão da SEGA Nomad, a conhecida versão portátil da Mega Drive, que nunca foi distribuída fora dos […]

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Bubsy in Claws Encounters of the Furred Kind MSU-1 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Bubsy in Claws Encounters of the Furred Kind é mais um clássico do SNES que recebe uma versão MSU-1, portanto, agora sua trilha sonora possui músicas com qualidade de CD. Esta versão foi criada pelos romhackers Kurrono e Pev.

Confira o resultado:
É possível jogar diretamente no Super Nintendo, desde que possua o flashcard SD2SNES, ou no PC, utilizando o emulador Snes9X.

Download: Clique Aqui!

Para jogar no SD2SNES, basta descompactar e copiar a pasta para o cartão SD. No SNES, vá até a pasta copiada no SD e abra o arquivo "bubsy_msu1.sfc".

Para jogar no emulador Snes9X, descompacte o jogo e abra o arquivo "bubsy_msu1.sfc" presente dentro da pasta descompactada.

Master Review - Running Battle (1991) [QgMaster] [[fuente]]


Olá, pessoal!
Tudo bem?
Desta vez, estou aqui estou para...
Ah! Querem saber?
Vamos logo ao assunto!

Introdução – Não costumo fazer isto mas, já vou começar “descendo o sarrafo” neste jogo. Running Battle é um daqueles que via no catálogo da Tec Toy, achava que era o máximo e, no fim, se apresentou como uma baita decepção. Esse sentimento ficou guardado por anos, porque, não consegui jogá-lo na época de seu lançamento.
É um jogo de ação lateral padrão. Você vai andando da esquerda para a direita, batendo ou atirando nos inimigos, coisa e tal. Porém, a impressão que fica é que, os programadores, não se dedicaram muito. Esse pouco caso, pode ser sentido pela história, que cita um tal de “M”, chefão dos Soldados da Escuridão (Soldiers of the Darkness). Achou os nomes bobos? Mas, “para quem é, tá bom demais”.

Quem vê a apresentação do game se empolga, mas...


Gameplay – Running Battle (RB) faz juz ao nome. Em dados momentos, surgirá o ‘Super Suit’, item que o fará correr feito um doido, atropelando os inimigos e ignorarando buracos, passando por cima de todos eles. Entretanto, tal habilidade, tem duração limitada. O quê terá que fazer mesmo, na maior parte do tempo, é lutar dando socos e chutes na bandidagem. Também, poderá usar armas de fogo que aparecerão durante o caminho, derrotando os  oponentes. Mas, aqui, reside um grande problema.
Os controles são duros e imprecisos. É muito díficil acertar um golpe sem tomar uma porrada antes, porque o alcance do braço e da perna, não é o que aparenta ser. O mesmo vale para o inimigo... você acha que ele está longe mas, ele te atinge. Creio eu que, os desenvolvedores, estavam cientes disto pois, quando se usa as armas e demais itens, sua luta facilita bastante.
Por falar nas armas, há a Pistola e o Rifle. Este último é bem mais forte, acerta vários inimigos com um único disparo. Há ainda os icones de 1UP, que dá vida extra e a caixa de primeiros socorros, que recarrega seu medidor de vida.
 
Estes são, praticamente, todos os cenários que verá no jogo: a rua e a base inimiga.

Controles – Os controles são simples, como “99%” dos games que conhecemos deste período. O direcional é responsável pelos movimentos básicos do herói (correr e agachar). Com o Botão 1, você dará Socos e Chutes (este, com o auxílio das diagonais superiores) e usar as armas. O Botão 2 serve para dar Saltos. Outras combinações, ficam por conta do Soco Agachado (Baixo e Botão 1) e a Voadora (Saltar e Botão 2).

Os chefes tem arenas próprias. Pelo menos isto!
Os Inimigos – Em sua jornada entre as fases, enfrentará sempre o mesmo tipo de inimigo, com pequenas alterações nas cores e, em momentos posteriores, alguns portarão armas. Mas, eles são muito patetas... aparecem, andam, param e ficam socando o ar, isto, quando não caem sozinhos nos buracos. Ainda assim, como os controles e mecânicas são problemáticos, este comportamento imbecil, não vai te ajudar em muita coisa.
No fim de cada nível, encarará os chefões, em toda sua glória de clichês. Tem um pirata, cowboy, samurai... mais um pouco, a gang se chamaria ‘Village People’. Também por conta do gameplay ruim, vencê-los, é uma tarefa injusta porque, não poderá fazer uso de armas e, os danos que lhe darão, são muito grandes. Mesmo “macetando”, é muito provável, que perca vidas para derrotá-los.

Gráficos e sons – A parte visual de RB, no geral, é satisfatória... mas, tem altos e baixos. Destaco a introdução, tela de abertura e primeira cena de jogo, nas ruas da cidade (imagem muito usada nas divulgações, não por acaso). Depois que adentra a base inimiga, o visual, será sempre o mesmo, com mudanças na paleta de cores. Isto, torna a coisa muito maçante, ficando a impressão, que não há evolução na jornada. Pelo menos, a luta com os chefes, possui suas próprias arenas... um alento.
Já os sons e músicas, cumprem seu papel. Não há algo que mereça muita menção aqui, ou seja, estão dentro do esperado para um game de Master System.

Considerações Finais – Por muitos anos, pensava que Running Battle fosse um game incrivel, graças às fotos que via nas revistas. Só o conheci muitos anos depois de lançado, já com alguma bagagem gamística. A frustração foi grande. Entretanto, uma coisa precisa ser dita. Provavelmente, não teria achado tão ruim assim naqueles tempos. Muitas coisas que, hoje, vemos como falhas, passariam batidas aos olhos de um adolescente no início dos anos 90.
Ainda assim, arrisco dizer que, seria capaz de compará-lo com outros de sua época. Lembro de já fazer tal “exercício avaliativo”, em muitas ocasiões. Então, fatalmente, consideraria algumas das decisões tomadas pelos desenvolvedores, como preguiçosas e mal feitas, como a repetição de fases, inimigos e a péssima colisão de sprites.
Este game vale mais pelo fator nostálgico, de um tempo bacana para quem o viveu. Infelizmente, para mim, não passou disto.

Até mais!


Super Bonk 2 MSU-1 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Super Bonk 2, lançado no Japão como Super Genjin 2, ganhou uma versão MSU-1. O romhacker responsável por esta versão foi o romhacker PepilloPEV. Com isso, o jogo agora conta com as músicas com qualidade de CD.

Confira o resultado:

É possível jogar diretamente no Super Nintendo, desde que possua o flashcard SD2SNES, ou no PC, utilizando o emulador Snes9X.

Download: Clique Aqui!

Para jogar no SD2SNES, basta descompactar e copiar a pasta para o cartão SD. No SNES, vá até a pasta copiada no SD e abra o arquivo "sg2e-msu1.sfc".

Para jogar no emulador Snes9X, descompacte o jogo e abra o arquivo "sg2e-msu1.sfc" presente dentro da pasta descompactada.

Final Fight 3 MSU-1 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Final Fight 3, o último jogo da trilogia mais famosa do estilo briga de rua, recebe uma versão MSU-1, fazendo com que a sua trilha sonora agora tenha qualidade de CD. O romhacker responsável pelo desenvolvimento desta versão foi Kurrono.

Confira o resultado:

É possível jogar diretamente no Super Nintendo, desde que possua o flashcard SD2SNES, ou no PC, utilizando o emulador Snes9X.

Download: Clique Aqui!

Para jogar no SD2SNES, basta descompactar e copiar a pasta para o cartão SD. No SNES, vá até a pasta copiada no SD e abra o arquivo "ff3_msu1.sfc".

Para jogar no emulador Snes9X, descompacte o jogo e abra o arquivo "ff3_msu1.sfc" presente dentro da pasta descompactada.

Mistério - A Sega não fez um jogo de pistola sobre Zillion [QgMaster] [[fuente]]









Por Douglas Deiró

Nos tempos mágicos do videogame (pelo menos, considero assim, o período entre meados dos anos 80 e início dos 90), a criatividade tinha que ser usada, não apenas para bolar o jogo mas, drilhar as limitações técnicas da tecnologia vigente. Lembro que, certas questões, começavam a me intrigar. Algumas destas, ainda me pego pensando a respeito.
Fico imaginando como eram as reuniões, que definiam, quais games seriam feitos, como e quantas pessoas estavam envolvidas no processo, etc, etc, e etc. Hoje, sei que as memórias eram super caras, e isto, era levado em conta nos projetos. Por vezes, acabavam tendo “cortes drásticos”, para caberem, dentro da quantidade de megabits de um cartucho.

Como as compras de compomentes eletrônicos em escala industrial são feitas, em lotes grandes, deduzo, que as encomendas fossem feitas em quantidades específicas. Exemplo: em números puramente hipotéticos, suponhamos, que a Sega comprava 500 mil “chips” memória com 4 Megas, 300 mil de 2 Megas  e 100 mil de 1 Mega (aqui, pode ser  o cartucho já motando, virgem e pronto para ser gravado... o raciocínio prevalesce). Com base na quantidade disponível em estoque, designavam àquela equipe de programadores, o game que se encaixaria melhor dentro deste limite de dados. Bom, como o foco do texto não é exatamente este, deixarei, este “exercício especulativo” para o futuro.
Voltando ao ponto...
No passado, minhas dúvidas, eram mais simples. Como era um menino, as noções que tinha sobre o tema eram bem rústicas, tendo somente, as revistas como fonte.
Aliada à TV, com sua programação infantil (cheia de desenhos bacanas e propagandas de brinquedos maravilhosas), fatalmente, víamos algum produto que se relacionava com os jogos eletrônicos. E neste ambiente tão favorável, não demorou muito, para fazer associações e me vir a seguinte pergunta: “Por quê, a Sega não fez, um jogo de pistola baseado em Zillion?”.
Naquela época, era fácil pensar: “A pistola é da Sega, depois fizeram um desenho com ela. A Sega lança o Master System e, a Light Phaser, é a Zillion. Cadê o jogo de pistola, oras?!”. Anos depois, soube que a produtora Tatsunoko Productions teve alguns problemas com Sega e, os trabalhos, foram cancelados. Tanto é que, foi feito um especial depois onde, os protagonistas eram os mesmos mas, todas as referências à arma foram omitidas. Isto, pode ter freado planos de outro game, no estilo, que queria tanto que existisse.


Mas, há outros possíveis fatores que, a meu ver, pesaram mais. O Sega Mark 3 (o Master no Japão) não foi sucesso comercial e, investir mais nele, para quê? Assim, partiram logo para o desenvolvimento do Mega Drive e, o resto, é história. Entretanto, no período que o desenho estava no ar, o 8 bits da Sega, era o atual console da empresa e recebeu dois jogos baseados nele. Então, eis o “X da Questão”. Se o anime era baseado na pistola, logo, um game que usasse o períférico (cuja aparência era igual), deve ter sido cogitado... seria um pensamento bem óbvio. Eu era criança e pensei nisto e, “Os Caras da Sega”, não?
Se tal especulação de minha parte tiver fundo de verdade, era para ter sido feito no embalo dos outros dois, aproveitando, o “hype” do programa de TV. Vou mais além, penso que deveria ter sido o primeiro à ser realizado, dada a “obviedade” da coisa toda.
Pois é, amigos... eu teria adorado dar tiros na tela da televisão, acertando um monte de Nozas e me sentir o próprio JJ. Mas, este é um daqueles desejos de criança que fica no imaginário, no “Mundo do Faz de Conta”. Sem falar, naquela sensação gostosa, ao lembrar de um tempo mais singelo e cheio de momentos felizes, seja jogando o saudoso Master System ou sentado na frente da TV, assistindo Zillion numa manhã de domingo.

Até mais e Feliz 2019!
  



Video Gagá: Gate of Doom BECAUSE I CARE! [Gagá Games] [[fuente]]


Rapidinho: beat ’em ups de arcade, fim dos anos 80, início dos 90! Valendo!

Tartarugas Ninja, Final Fight, Capitão Comando, o que mais… Cadillacs & Dinosaurs! Aquele dos X-Men também!

E Gate of Doom.

Mas hein?

Gate of Doom é um arcade lançado em 1990 pela Data East e que, embora não tenha sido um fracasso (teve até continuação), não é exatamente um clássico. Vejam só, saiu aqui no Brasil com o nome Dark Seal para o Zeebo, aquele console que ninguém que vocês conhecem comprou (eu conheço um cara, por increça que parível). Agora o jogo voltou na série Johnny Turbo’s Arcade, formada por títulos antigos de arcade da Data East, e como eu não resisto a um joguinho enjeitado, comprei por uma merreca para o meu Nintendo Switch.

Sabem que o jogo é bem bacaninha? É meio inusitado, um beat ’em up com visão isométrica em vez do habitual side-scrolling dos clássicos da época. Gostei tanto que fiz um vídeo jogando do início ao fim lá para o Cosmic Effect. São 50 minutos de um jogo nota de rodapé repleto das minhas piadinhas “infalíveis”, mas calma que o vídeo também tem uma feiticeira sensual e inimigos que nos transformam em porco! Imperdível, imperdível.

E feliz 2019 para todos vocês, meus três leitores que ainda acompanham blogs na era do YouTube!

 

Meme Retrogamer: O que Você jogou em 2018? [QgMaster] [[fuente]]



Fala gente!
Tudo joia?!
2018 tá acabando, mas nós do QG Master estamos deixando aqui nossa retrospectiva de games que mais nos  felicitaram. Escolhemos aqueles mais bacaninhas como dica pra vocês abrirem o ano bem. Vamos conferir os jogos de cada membro?



DOUGLAS

Saudações, pessoal!
Tudo bem com vocês?

Este ano foi um tanto escasso no quesito “jogatinas”. Também, foi o período, que mais senti saudade de um aspecto da juventude: ter todo o tempo do mundo para jogar o quanto quisesse. 

Essa falta de tempo hábil (entre outros “probleminhas”), refletiu ainda, em minha ausência quase completa dos trabalhos do QG. Entretanto, a lista dos games que encarei em 2018, não poderia faltar. 

Aí vão meus destaques...


Power Rangers – Legacy Wars (Mobile)


Foi o que mais joguei no primeiro semestre, contrariando, uma certa “antipatia” por games mobile. Não me acostumei bem, em dar comandos, esfregando o dedo na tela do aparelho.

Este título é muito divertido, viciante e possui uma jogabilidade bem dinâmica, que me surpreendeu bastante. Mesmo com comandos simples, a luta é rápida e precisa, lembrando bastante, fighting games de consoles (isto com um controle e na tela de uma TV, seria lindo!). 

Infelizmente, em uma das atualizações de versão, meu celular não foi mais capaz de instalá-lo... nem deu tempo de jogar com os Street Fighters convidados.

Como a nWay não parece querer parar o suporte tão cedo, quem sabe, eu consiga jogar mais num futuro próximo? Vontade não falta.


 
Bad Dudes (Nintendo)


Não me chamem de “Traidor da Causa”, ok? Este ano, joguei mais Nintendo do que qualquer outro sistema. Revistei alguns títulos que mais gosto e redescobri outros, como este Bad Dudes. 

Este clássico da Data East, pegou carona em Double Dragon e nos muitos filmes de ninjas que viviam tomando sopapos de fortões norte-americanos. Também, é um dos tantos que a empresa fez, seguindo a fórmula de ação lateral com dois níveis de movimentação, como Joe and Mac e Two Crude Dudes. 

Mesmo não sendo um ”port 100%” da versão original de arcade, ficou bem decente (é meio truncadinho mas, pegando a manha, dá pra jogar numa boa). Um típico exemplar de sua época, o que, para mim, é ótimo.


Test Drive II The Duel (Mega Drive) 


Na época de seu lançamento, nem dei bola. Quando ganhei meu Mega, em meados de 1992, tinha caído no esquecimento e, só fui me deparar com ele novamente em emulação, anos depois. Por já estar acostumado com games de corrida modernos, o achava datado demais. Taí, uma barreira que tenho hoje, games assim de 8 e 16 bits, salvo pouquíssimas excessões, não consigo mais jogá-los. 

Cerca de três anos atrás, joguei Super Monaco GP 2 com controles analógicos do Playstation 2 e foi é uma experiência surpreendente. A impressão que passou, tamanha compatibilidade, é como se fossem feitos um para o outro. Fiz testes ainda com outros jogos e, os resultados, variaram entre “Indiferente” (OutRunners), “Inviável” (Virtua Racing) e “Incrívelmente Bom” (OutRun 2019).

Recentemente (escrevo isto em 03 de novembro), não sei que “cargas d’água” me deu e decidi encarar Test Drive II e “NOOOSSA!!! É muito melhor do que lembrava!”.


O game tem visão interna do carro, com boa sensação de velocidade e controles precisos. A proporção que se tem do volante, painel e dimensões do veículo é muito próxima da realidade, lógico, levando em conta, se tratar de um título do início da década de 90. Uma coisa que me chamou a atenção, foi a grande semelhança com os primeiros Need for Speed e Road Rash... a Eletronic Arts deve ter sido fonte de inspiração.

Futuramente, tentarei experimentar tais games com volante e pedais. Acredito que, se ficaram bons com um controle analógico, deve funcionar também.




Retrogamer Adventure (PC)

Feito com a engine Open BOR - que possibilita criar games no estilo beat’n up - foi uma grata surpresa. Diferente da grande maioria (cujos elaboradores, sempre pecam, em um aspecto ou outro), aqui, temos um projeto super divertido, com grafismo bonito e trilha sonora envolvente. Algumas melodias são conhecidas de títulos famosos como Golden Axe ou Ninja Gaiden mas, tem composições próprias também (creio eu).

Z Vitor – quem fez este game – resolveu prestar homenagem à alguns youtubers como o Velberan (canal de mesmo nome), Sr. Wilson (do Colônia Contra-Ataca), entre outros. Ele os colocou numa aventura dentro da cultura retrogamer e, quando falo dentro, é dentro mesmo! Entenderá ao jogar.
Destaque para o “vilão da treta toda”. É hilário!

P.S.: Z Vitor... pode fazer um game com a galera aqui do QG Master? Nunca te pedi nada! Rss!!! 




Sonic Chaos (Master System)

Meu tempo pode estar escasso mas, sempre terei algum, para o Master System... seria “heresia” de minha parte deixá-lo esquecido. 

Há pouco, revisitei este título incrível do Sonic. Game que não deve em nada para as versões em 16 bits pois, conserva tudo, o que há de melhor neles. Gráficos bonitos e parte sonora bacana, embalam a correria desesfreada do “porco espinho azul” e de seu “amigo raposa de duas caldas” (que, naqueles tempos, jurava ser uma menina. Rss!!!). Detalhe... foi aqui que, Tails apresentou pela primeira vez, sua habilidade de voar sob o controle pelo jogador. 

Um aspecto que sempre achei interessante é que, a Sega, fez jogos totalmente diferentes nas platoformas 8 e 16 bits, assim, um não inviabiliza o outro. Até porque, quem tinha um Mega Drive, poderia aproveitar a compatilbilidade via Power Base Converter e jogá-los numa boa.




Sega Heroes (Mobile)


Quando achava que não jogaria algo de destaque este ano, eis que surge, Sega Heroes. Lançado no mês de novembro, este game para celulares reúne alguns dos mais emblemáticos heróis da Sega. Com batalhas por turnos de ação, os comandos são dados combinando pedras coloridas, de acordo, com cada personagem da equipe. Há um modo campanha, com a história principal (sim, há uma), Arena e missões alternativas. 

Desde que conheci Namco Vs Capcom, esperava algo assim com os ícones da Sega também. Fizeram Project X Zone 1 e 2, onde a incluíram junto com a Nintendo... mas, ainda não era o ideal. Sega Heroes, não chega a ser o que desejava mas, já quebra o galho. Montar uma equipe com Joe Musashi, Gilius Thunderhead, Blaze Fielding, Alis Landale, Sonic, entre outros, chega a ser mágico de tão nostálgico. A única queixa de fato, é a ausência de Alex Kidd. Mas, como terá atualizações futuras (e a galera tá pedindo “horrores”), logo ele deve dar as caras.

O jogo é gratuito, para IOS e Android mas, não é tão muquirana como outros do gênero. Dá para destravar tudo sem maiores transtornos (ou, sem ir à falência. Rss!!!).

---
Então, é isto!

Que 2019, seja um ano repleto de alegrias e games para todos os amantes deste mundo eletrônico.

Até mais!

MATHEUS T.


Pokémon Omega Ruby (Nintendo 3DS)

Comprei essa beleza em 2016 mas só tive tempo pra jogar durante as férias do trabalho, em julho neste ano. A geração Advance é uma das minhas favoritas e poder rever a região de Hoen toda refeita foi demais! A trilha sonora continua sendo, pra mim, uma das melhores da série. Agora já posso migrar para Alola, em Sun/Moon.


Armored Core V (PS3)

Foi o meu primeiro contato com a série. De início ele pode espantar com o seu sistema de personalização, onde existem inúmeras possibilidades de armas e equipamentos para deixar a sua máquina do jeito que mais agradar. Gostei muito da física pesadona que deram para os robôs e também da jogabilidade um tanto complexa. Na época em que foi lançado existia um servidor para as competições online, mas ela já encerrou. Para a minha alegria, já que não jogo online, o jogo possui um modo campanha solo, com uma duração consideravelmente alta. Estou curioso para jogar os outros jogos da série.


Legend of Zelda: Link's Awakening (Game Boy)

Esse é um dos meus favoritos da série, contando apenas com os jogos com essa mesma perspectiva, por cima do personagem/cenário. Tudo nele me agrada, do desenrolar da história até os outros elementos que compõe o jogo, como a jogabilidade, trilha sonora, gráficos. O visual é um dos mais belos da biblioteca do portátil monocromático. Além disso, o jogo conta com muitas referências do universo de Super Mario. Quem imaginaria que um dia seria possível matar um Goomba com uma espada?


Dragon Quest III (NES)

Fechando a primeira trilogia da série, o terceiro jogo da série principal corrigiu alguns "probleminhas" apontados pelos fãs no segundo jogo. Para quem não tem contato com a série, o segundo Dragon Quest é considerado um dos mais difíceis devido a falta de senso de direção, com um mapa gigantesco onde é possível andar por tudo depois que você pega o navio; e com batalhas desbalanceadas, com monstros que abusam das magias de efeito que te envenena, reduz MP e também faz dormir. Já no terceiro jogo, o mapa ficou ainda maior, mas ficou um pouco mais fácil passar por ele sem se perder. As batalhas ainda estão um pouco desbalanceadas, mas agora você tem a possibilidade de montar a equipe do jeito que bem entender graças ao sistema de recrutamento, onde é possível determinar a classe dos personagens que irão acompanhar o nosso protagonista. Ainda assim, é um jogo indispensável para os fãs do gênero. Para os padrões do NES, é visualmente bonito e agradável, e ainda traz as artes do grande Toriyama e as belíssimas composições de Sugiyama. 



RODRIGO

Salve pessoas! 
Meu repertório esse ano, como o anterior foi sem muitas novidades em termos de gênero.



Samurai Spirits (Mega Drive)


Sempre tem um jogo de luta entre os meus mais jogados e este ano foi o Samurai Spirits, aquele primeiro jogo mesmo, portado pro Mega Drive. Sem ter mais um console da geração atual e nenhuma habilidade pra jogar no celular, foi com este port que matei minha vontade. Mas sim, lembrando mrus tempos de fliper, quando ainda estava impressionado com o primeirão, deu pra me divertir. Primeiro, joguei menos com os meus favoritos Haohmaru e Ukyo, e o poderoso Wan-Fu; e decidi investir em outros menos escolhidos como Nakoruru e Kyoshiro. Parece que o jogo que joguei por anos teve que ser repensado em ritmo e estratégia. Segundo, ao pegar este SS, relembro como era a mecânica original, que o Mega conservou bem, a despeito do corte de Earthquake e o zoom. Inclusive a Takara acrescentou alguns combos não possíveis no Arcade, mas que não alteraram as táticas, como nas outras versões. Vejo que melhor que este só o Samurai Spirits 2. 



Arabian Nights: Spirit King Desert (Snes)


Depois de ter jogado o Defenders of Oasis, me perguntei porque haviam tão poucos jogos com a temática árabe-persa. Aí minha amiga Michele me mandou essa sugestão (entre outros) no emulador de SNES.


Uma menina com habilidade em espada, um Gênio com jeito de Zankuro e um ladrãozinho em busca dos Cristais que devolverão um poder milenar ao Gênio, tudo porque o desejo da menina quando o achou era acabar com as mazelas do mundo (como inflação e monstros errantes!). Gostei que pra quebrar um pouco a monotonia genérica há um sistema de cartas baseados em elementos da natureza que afetam personagens e terreno. A ambientação oriente médio e as cartas são o grande diferencial deste jogo.


Battletoads N' Double Dragon Mega Drive)


Esse aqui foi dica do Douglas em outro episódio dessa nossa publicação. A principío achei a ideia meio louca, de juntar personagens de pancadaria de universos tão estranhos, mas joguei mesmo assim...



Cara, não é que o crossover casou bonitinho? Como os vilões dos dois jogos se unem numa estação espacial, os irmãos lutadores e os Sapos de Batalha deram as mãos pra enfrentá-los.

O que mais gostei é que ele pega os melhores elementos de cada jogo, inclusive o Double Dragon I que pra mim é o melhor da franquia. E para quem tem dúvida (e preocupação), a fase da motinha ficou mais fácil. Curti demais!



Road Rash (Master System)

Esse foi da lista o menos jogado, mas entra nos mais queridos esse clássico da Electronics Arts. A conversão, com exceção do tamanho dos sprites e limites no som, é perfeita. 

Jogos de corrida são praticamente  iguais, mas Road Rash incluiu a pancadaria. Gosto muito das dicas dos personagens, que podem estar sendo sinceros ou falsos com você, e mudam de reação se você luta com eles ou não. 

No inicio, pensei numa versão água com açúcar pro 8 bits, mas quando cheguei no Nível 3... rapaz, é um jogo maligno, com direito a moto voando igual o Vegeta nervoso, amiguinhos me atropelando em sequencia no asfalto e game over por não pagar a multa de trânsito. Passei raiva? Não, eu gargalhava com cada bizarrice.







Phantasy Star I e IV (Mega Drive/Master System)


Parece que estou trapaceando com 2 jogos, mas é porque estou fazendo uma experiência conjunta de reviver a série do clássico RPG da SEGA, (sim, TODOS OS JOGOS) e percebendo a ligação das histórias de Alis (PS I – Master System) e Chaz (PS IV – Mega Drive). A versão Master é o limite máximo que um 8 bits pode fazer um RPG, e ainda acho impecável este jogo, mesmo vendo seu sucessor definitivo no Mega.
Viajar pelos planetas de Algol e enfrentar uma força maligna que assombra o sistema ganha outras nuances com este quarto episódio  (e percebo o quanto poderia ter sido usado nas versões 2 e 3 vários de seus elementos).

Divertido é ver as referencias dos gatos que já podem abrir vidros no IV, A dungeon  que tinha uma confeitaria no I, foi reaberto num humilde subsolo no IV com o mesmo nome, ou ainda a entrega de um item do jogo 1 pra outro personagem no jogo 4 e como fica parecendo que é uma mitologia já quase esquecida o primeiro jogo. Além do Bem e o Mal, o PS IV ainda faz uma crítica à destruição do meio Ambiente.
Confesso inclusive sentir um certo arrepio quando Lassic que não morreu reconhece Noah/Lutz... E parecem que alguns mistérios continuarão flutuando sem respostas. Posso jogar até os 80 anos que não consigo enjoar deste jogo e sua história. 
__________________
Bem, meus jogos são esses. Espero que tenham gostado. Um ótimo 2019 a todos.

ADINAN

Saudações Pessoal!

Este ano consegui um Nintendo Switch, e olha tô curtindo demais esse híbrido da Nintendo! É uma ótima plataforma para jogos, e a possibilidade de jogar tanto na TV quanto na telinha do console é um grande atrativo. Assim a grande maioria dos jogos são desta plataforma.




SEGA AGES: Phantasy Star (Nintendo Switch)

O primeiro Phantasy Star é um RPG a frente do seu tempo, com protagonista feminina e ambientação em ficção científica. Mas se tem algo que me incomoda nesses jogos são as dungeons em primeira pessoa mas sem auto-mapping. Confesso que me incomoda muito ter que ficar mapeando a dungeon no papel quadriculado; respeito quem ama mapear dungeons mas não é pra mim. 

Já essa versão nova do Switch adiciona auto-mapping e um novo nível de dificuldade chamado Ages, que torna o balanceamento do gameplay mais fácil mas sem estragar a dificuldade, oferecendo mais EXP e Mesetas em cada batalha e eliminando um pouco do grinding.
Fora isso podemos escolher a trilha sonora em PSG ou usando o chip FM e alguns filtros gráficos. Ah, e no pause tem menus contendo a listagem de magias, itens e equipamentos detalhando preços, efeitos e quais atributos eles alteram. São alterações que tornam este belo jogo bem mais acessível, vale cada centavo!




Battleheart 2 (Android/iOS)

Taí um jogo que poucos conhecem mas que merecia muito mais reconhecimento! O jogo original surgiu lá nos primórdios da ascensão dos jogos mobile, sendo um jogo premium (pago), com gráficos que parecem ter sido desenhados no Flash. Mas não se enganem, em sua essência está um Action RPG extremamente viciante, onde o jogador indica aos heróis quais inimigos atacar ou quais aliados ajudar. Cada personagem evolui e adquire novas técnicas de combate, e cada batalha dura alguns minutos, sendo perfeito para jogatinas curtas. 

A continuação veio arrebentando com lindos gráficos, ótima trilha sonora e jogabilidade ainda mais viciante, com o sistema de seleção de estágios de acordo com o nível da party. Assim você pode optar por batalhas mais tranquilas ou arriscar vencer batalhas 2 ou 3 níveis acima da sua party para obter recompensas maiores. Um jogo simples mas muito divertido! E um dos poucos que não se rendeu ao triste freemium dos jogos atuais.



Super Mario Odyssey (Nintendo Switch)

Mario é sempre Mario, mas o que falar desta nova aventura do bigodudo? Cada estágio é um mini mundo aberto, e as possibilidades para se cumprir os desafios são imensas. Em um dos estágios, um cachorro se aproximou do Mario para brincar e logo depois saiu andando sozinho rumo ao deserto. Fui seguindo ele e o cachorro foi farejando até desenterrar uma lua, um objeto necessário para avançar no jogo. Além disso, temos a possibilidade de incorporar os inimigos e assim usarmos suas habilidades para alcançar novas áreas. 

E claro, a trilha sonora está impecável, com a música Jump Up, Super Star cantada pela Pauline, antiga donzela em apuros e agora prefeita de uma cidade do jogo. Adorei Breath of the Wild, mas se tivesse que recomendar um jogo para quem está comprando um Switch, sem dúvida Mario Odyssey é o que vai arrancar sorrisos do começo ao fim nos jogadores!



Wonderboy The Dragon's Trap (Windows PC/Steam)

Está bem claro que sou um fã de carteirinha da saga do Wonderboy! Adoro os jogos dessa franquia, e eu não poderia estar mais feliz nestes últimos anos. Recentemente a FDG lançou a sequência espiritual Monster Boy and the Cursed Kingdom que vêm obtendo rios de elogios da crítica, e anos atrás saiu o remake da terceira aventura, a The Dragon's Trap. 

Este remake primoroso mostra como trazer jogos antigos para os tempos modernos, com lindos gráficos desenhados a mão, trilha sonora orquestrada e a possibilidade de alternar entre a versão clássica, podendo alterar a trilha sonora e/ou os gráficos com apenas um botão. Sem dúvida um remake feito de fã para fã, jogo obrigatório para os fãs de Wonderboy!




Sonic Mania (Nintendo Switch)

E pra encerrar, não poderia deixar de fora esse jogo maravilhoso que mostrou à SEGA como dar sequência ao ouriço mais querido dos anos 90 sem destruí-lo no processo. Enquanto a SEGA continua errando feio com Sonic Forces, entra Christian Whitehead e Cia, monstros dos hacks e fangames de Sonic, e lançam o saudoso Sonic Mania! Não bastava apenas recriar com perfeição as mecânicas consagradas por Yuji "Yu2" Naka, mas encheram o jogo com easter eggs, envolvendo até mesmo spin-offs como Dr Robotinik's Mean Bean Machine. E que trilha sonora incrível! 

Mesmo as novas zonas conseguem replicar bem o que gostamos de ver nos jogos clássicos do porco espi...ouriço! E foram além com a bela animação de abertura e os curtas divulgados no YouTube, saindo até um especial de natal. 

Leitor, faça um favor a si mesmo e compre este jogo! Não tem um Switch, sem crise; tem pra tudo que é plataforma atual, no PC mesmo esse jogo está bem em conta, vale cada centavo!

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É isso pessoal, um excelente 2019 para todos! Abraços!

Black Mirror: Bandersnatch, filme interativo terá como protagonistas o Zx Spectrum 48k e o Commodore 64! [Retromania.pt] [[fuente]]


Estreia hoje Black Mirror: Bandersnatch, um filme interativo da Netflix, desenrolado em 1984, onde um jovem programador terá como missão adaptar um livro para videojogo. A história baseia-se num livro chamado Bandersnatch e a partir de um determinado momento e por algum motivo, o protagonista começa a questionar a realidade e a misturá-la com o […]

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