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Chip 'n Dale Rescue Rangers / Tico e Teco (SNES Port) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Aventura
Ano: 1990/2024
Fabricante: Capcom
Ported: Rumbleminze
O clássico jogo Chip 'n Dale Rescue Rangers (Tico e Teco: Defensores da Lei) do Nintendinho ganhou um port para o Super Nintendo. O autor da desse excelente trabalho é o Rumbleminze.

"Chip 'n Dale Rescue Rangers" é um jogo de plataforma clássico baseado na popular série de desenhos animados da Disney com o mesmo nome. Desenvolvido pela Capcom, o jogo oferece uma experiência divertida e desafiadora para os fãs da série e jogadores de plataforma em geral.

O jogo permite que você jogue como Chip (Tico) ou Dale (Teco), os dois personagens principais da série. Ambos possuem habilidades semelhantes, mas você só pode controlar um deles por vez. O objetivo principal é resgatar o ratinho Gadget, que foi sequestrado pelo vilão Capitão Gatão.
Uma das características mais notáveis do jogo é o seu estilo cooperativo. Se jogado com dois jogadores, é possível pegar e arremessar itens para ajudar um ao outro, adicionando uma dimensão estratégica à jogabilidade.

Os gráficos são vibrantes e bem desenhados para a época, capturando fielmente o visual e a atmosfera da série de desenhos animados. A trilha sonora também é cativante, com músicas que complementam bem a ação na tela.

Em termos de dificuldade, "Chip 'n Dale Rescue Rangers" oferece um desafio equilibrado. Os níveis são bem elaborados e exigem habilidade e reflexos rápidos para serem superados, mas não são tão difíceis a ponto de frustrar os jogadores.
No entanto, o jogo é relativamente curto, com apenas seis níveis principais. Isso pode decepcionar alguns jogadores que procuram por uma experiência mais longa.

No geral, "Chip 'n Dale Rescue Rangers" é um jogo divertido e nostálgico que vale a pena ser jogado, especialmente para fãs da série de desenhos animados. Com sua jogabilidade sólida, gráficos encantadores e atmosfera cativante, é um título que certamente deixará os jogadores com um sorriso no rosto.

Além disso, foi disponibilizada uma versão MSU-1 que conta com a clássica abertura em vídeo da animação, inclusive na versão em português do Brasil, sendo a versão PT-BR editada por diegoshark. Além disso, diegoshark portou a tradução originalmente feita por Vegeta SSJ da versão de Nintendinho para a versão de SNES.

Download (Versão Sem MSU-1) [PT-BR]: Clique Aqui!
Download (Versão Sem MSU-1) [Inglês]: Clique Aqui!

Download (Versão MSU-1) [PT-BR]: Clique Aqui!
Download (Versão MSU-1) [Inglês]: Clique Aqui!

Mega Mario World 2 - Awakened Power [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Aventura
Ano: 2023
Fabricante: Nintendo
Hacked: yoshi3706
Logo após os acontecimentos de "Mega Mario World: Another Universe", Mario recebeu uma ligação de Toad City. Alguns acontecimentos trágicos ocorreram quando ele cumpriu seu dever, então o papel de herói foi passado para Luigi. Será ele capaz de se tornar um verdadeiro herói ou ficará sobrecarregado com suas novas responsabilidades?


Este hack apresenta 9 mundos (dos quais 3 são mundos secretos) e mais de 75 saídas.
Graficamente é primoroso, sendo ainda mais caprichado que seu antecessor. Conta com uma grande variedade de fases com temáticas diferentes. A dificuldade é um pouco acima do normal, exigindo um pouco mais de habilidade e experiência por parte do jogador.


As músicas são bem variadas e combinam perfeitamente com o ambiente das fases.


Mega Mario World 2 - Awakened Power conseguiu evoluir e melhorar o que já era bom, sendo esse hack mais do que recomendado para jogá-lo.


Download: Clique Aqui!

Majuu Ou / King Of Demons / Demônio Rei (Traduzido em português PT-BR) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Majuu Ou (King Of Demons) é um jogo de plataforma japonês de 1995 publicado pela KSS para o SNES. A história é a de um homem chamado Abel que deve resgatar sua esposa e filho do inferno. É um jogo de rolagem lateral 2D. Derrotar chefes permite que o jogador se transforme em vários demônios.

Esse jogo foi lançado em 1995 apenas no território japonês, mas agora temos uma versão totalmente em português do Brasil.

Informações sobre a tradução
Dindo: Tradução, Revisão, Romhacking.
BadNest: Romhacking, Tile map, Gráficos e Logo.
Versão 1.00 (01/03/2024)


Download (rom traduzida): Clique Aqui!

MSXRio’2024 vem aí, suave na Nave! [MSXRio] [[fuente]]


Pessoal, lá vem a 45a edição da MSXRio! Sim, já foram 44 encontros desde 1997. Muitos, né? Decidimos contar e nos surpreendemos quando chegamos à conclusão de que somos o encontro retrocomputacional mais longevo do Brasil. Entre os encontros de MSX, provavelmente somos o segundo mais antigo, perdendo pra RUMSX de Barcelona, que chegou agora na 61a edição.

E essa que será a primeira edição da MSXRio em 2024, ocorrerá no dia 6 de abril, sábado, a partir das 9:30 horas, na Nave do Conhecimento Engenho de Dentro, na rua Arquias Cordeiro, 1516, Engenho de Dentro. O encontro ocorrerá até as 16:30 horas.

A entrada continua como sempre gratuita, 0800, “di grátis”, paga nada pra entrar. Logo, não esqueça de fazer a sua inscrição, nesse link aqui do Sympla, e veja aí embaixo mais informações a respeito do evento.

Nave do Conhecimento? Isso aí decola? Prédio da Nave do Conhecimento Engenho de Dentro, onde será a MSXRio 2023, em 30 de setembro.Prédio da Nave do Conhecimento Engenho de Dentro, onde será a MSXRio 2024, em 6 de abril.

As Naves do Conhecimento são ambientes colaborativos e criativos que democratizam o acesso ao universo digital. Oferecem oficinas, cursos e eventos relacionados à tecnologia e inovação. São espaços administrados pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia da cidade do Rio de Janeiro, e a administração da Nave do Conhecimento Engenho de Dentro gratuitamente nos cedeu o espaço para realizarmos nosso encontro.

Logo, há algumas restrições, que é preciso esclarecer:

  • O horário de funcionamento é das 9:30 às 16:30 nos sábados. Logo, nosso horário é das 9:30 às 16:30 horas, impreterivelmente. Não queremos causar transtornos na questão do horário.
  • A Nave do Conhecimento não abre mais aos domingos. Logo, o evento será só no sábado.
  • O evento é aberto a todos, como vocês sabem, e teremos a visita das pessoas que vão à Nave. Será um evento com gente nova, com bônus e ônus. Pedimos que você nos ajude, dando esclarecimentos a quem chegar lá, como marinheiro de primeira viagem.
  • Não será permitida a venda de itens no local. Esta é uma restrição que não foi imposta pela Nave, mas sim pela Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia. Qualquer negociação só poderá ocorrer fora do espaço da Nave.
  • A Nave não tem estacionamento. Então vamos ter que estacionar nossos carros na rua ou em um estacionamento. É possível deixar os itens lá para serem montados e depois sair e estacionar em outro local. Falo mais do estacionamento aí embaixo.
O que houve com o Lar do Méier?

O Centro Sócio Educativo Lar do Méier está em reforma. A direção do Exército de Salvação tem a intenção de transformar o espaço (que no passado foi um orfanato) em um centro de convenções e eventos. E para isso, é necessário fazer diversas intervenções.

Logo, não poderemos realizar nossos encontros (MSXRio e RetroRio) por lá até que a obra seja concluída, o que estimamos, seja em 2024. Mas todos nós conhecemos a máxima de toda obra: “Você sabe como ela começa, mas não sabe como ela termina“, então… Acho que só em 2025 é que a obra será concluída, e se tudo ocorrer bem, poderemos lá estar novamente. Veremos se somos “homens bule” (de pouca fé) ou não.

O espaço é bom?

Uma imagem fala mais do que mil palavras:

O espaço que nos foi oferecido foi o auditório da Nave, esta sala que você vê aí em cima. E sim, no palco temos o atual prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD). Se você clicar na imagem, poderá ver a foto em maior resolução. E posso dizer que em tantos anos de MSXRio, este é o melhor espaço que já nos foi oferecido para realizarmos um evento.

O espaço é amplo, espaçoso, tem ar condicionado, tomadas em abundância, um bebedouro, uma porta de acesso ao banheiro, cadeiras, mesas e um palco com um projetor que nós poderemos usar.

Nunca dantes na história desse evento, tivemos um espaço disponível tão bom para nós. E o melhor, é gratuito. Por isso é que estamos empenhados em seguir todas as regras colocadas pela Nave, para não termos problema algum. Queremos poder usar esse espaço por muito tempo.

Por que tem que fazer inscrição?

Nós desejamos fazer cada vez um encontro melhor, e para isso começamos a mudar em algumas coisas, ainda pequenas: Mesas forradas, instalação elétrica testada, expositores de acrílico para identificação…

E nas MSXRio, decidimos dar mais um passo. Logo, se você vai ao encontro, pedimos que você já “compre” o ingresso acima (sim, eu sei que é gratuito, mas compre mesmo assim) para já temos o nosso controle de participantes.

Se você quiser colocar um MSX em uso, pedimos que você “compre” o ingresso de expositor e nos diga o que você trará. Estamos pedindo uma contribuição de R$ 20 por expositor, para podermos cobrir os gastos que teremos na organização do espaço.

Atenção: O ingresso para os expositores estará disponível até o dia 31 de março, as 23:59. Tivemos que fazer isso para podermos ter tempo de preparar tudo: Expositor de acrílico, crachá para os expositores, tudo o que vamos precisar. Se você vai como participante, fique a vontade: Você pode pedir o ingresso até no dia, sem problema algum.

E como eu vou?

O acesso à Nave é incrivelmente fácil, afinal, o prédio está ao lado do Estádio Nilton Santos, o popular Engenhão (a casa do melhor time de futebol do Universo conhecido, foi mal aê). Se você clicar nesse link aqui, verá o mapa do Google Maps apontando onde está a Nave do Conhecimento (no Google Maps aparece a Nave do outro lado do estádio, ignore: É o ponto vermelho mesmo).

Quanto a estacionamento, como dissemos acima, não tem vaga para parar no local. Não arrisque, a Guarda Municipal multa mesmo. Há alguns estacionamentos na região, a saber:

Se você vem de trem, a estação de trem do Engenho de Dentro é em frente ao local. Basta descer na estação ferroviária e sair pelo lado do Engenhão. O prédio da Nave do Conhecimento é em frente à estação.

Se você vier de metrô, você pode descer na estação Inhaúma e tomar um ônibus (680) que te deixa em frente ao prédio da Nave. Clique aqui para ver a rota.

E tem onde comer?

Não fizemos nenhum levantamento de local para almoçar, mas é possível pedir comida e mandar entregar lá, e tem vários locais para comer, devido inclusive ao Hospital Memorial que está ao lado. No espaço conhecido como Galpão do Engenhão, tem várias barracas de comida de rua também.

E se eu vier de fora do Rio?

No Shopping Nova América, tem 2 hotéis da rede Íbis. Com custo a partir de R$ 240 por noite e podendo acomodar até 3 pessoas, o Íbis e o Íbis Budget são opções interessantes (e próximas) para quem quiser vir à MSXRio, não tiver onde ficar e quiser ficar perto do local do encontro. Se você ficou interessado, clique aqui e faça sua reserva.

E o que terá nesse encontro?

Tudo o que temos em todo encontro de MSX: Muitos micros, muita conversa, muito jogo, muito MSX…

Então é isso, gente: MSXRio 2024 no dia 6 de abril, sábado, das 9:30 às 16:30 horas! Vamos matar as saudades dos encontros, dos amigos e principalmente de fudebar nos MSX. Porque afinal das contas, fudebar é preciso. Nós te aguardamos na MSXRio!

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Rival Turf! (Rushing Beat) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação
Ano: 1992
Fabricante: Jaleco
Ao falar de Rival Turf da Jaleco! (conhecido como Rushing Beat no Japão), é importante entender o contexto de seu lançamento. Nos primeiros dias do Super NES, a Capcom portou devidamente seu ilustre jogo de arcade Final Fight , que deslumbrou os jogadores com seus visuais e som de qualidade arcade. Foi uma conquista tremenda, dado o abismo relativo que existia entre os arcades e os consoles domésticos, mas infelizmente não totalmente perfeito: o modo para dois jogadores que tornou o arcade original tão popular estava faltando devido a restrições de memória, assim como o terceiro personagem, Guy.

Apesar de ser uma conversão louvável, compreensivelmente deixou muitos fãs se sentindo um pouco enganados. Em meio a essa tempestade de descontentamento, a Jaleco lançou seu jogo de sucesso. A estratégia de marketing era difícil de criticar; onde a Capcom falhou, Jaleco teria sucesso – Rival Turf! tinha uma opção cooperativa para dois jogadores. A importância desse modo era tamanha que sua presença foi impressa na capa da versão norte-americana do jogo.
É justo dizer que uma parcela considerável dos jogadores daquela época, quando confrontados com o Final Fight solo e o Rival Turf! cooperativo para dois jogadores, escolheram o último jogo da prateleira da loja após muita deliberação. Infelizmente, embora o jogo de Jaleco permita que você derrote bandidos em conluio com um amigo, falta-lhe a sutileza e o brilho do jogo que inspirou sua criação.

Rival Turf carece desesperadamente de originalidade; os dois personagens principais são dolorosamente semelhantes aos protagonistas de Final Fight, Cody e Haggar. O hilário Jack Flak é rápido e fraco, enquanto Oozie Nelson, que usa boné, é um lutador profissional lento, mas forte. Ambos têm a variedade usual de combos de socos, ataques de pulos, movimentos especiais, agarramentos e arremessos – todos os quais podem traçar sua origem no infinitamente mais distinto briga de rua da Capcom.
O único elemento exclusivo do sistema de combate do Rival Turf é a técnica de colisão. Acionar o botão de ombro 'L' ou 'R' faz com que seu personagem se mova muito mais rápido que o normal (embora, curiosamente, não haja animação de corrida real – você simplesmente desliza pelo chão mais rápido que o normal). Combinar isso com um ataque resulta em um movimento útil de controle de multidão.

O plágio atrevido de Rival Turf é tamanho que muitos dos sprites inimigos são réplicas óbvias daqueles vistos em Final Fight. O maior problema é que eles não são tão impressionantes: o título da Capcom usa personagens maiores e tem consideravelmente mais impacto visual; O elenco heterogêneo de vilões de Rival Turf é decepcionantemente em comparação.

Rival Turf! também possui uma jogabilidade pouco inspiradora. A detecção de colisões é altamente suspeita e quando elas se conectam, os ataques não têm aquela força visceral que você sente nos melhores jogos de briga de rua; os personagens voam pelo ar aparentemente despreocupados com as leis da gravidade e da física. Mesmo quando você é derrubado, seu personagem cai de uma forma que parece mole e pouco convincente, como se ele tivesse simplesmente escorregado em uma casca de banana. Não há peso em nenhum dos movimentos ofensivos, e lançar um inimigo contra uma multidão de adversários não resulta no mesmo nível de satisfação que no título da Capcom.
Naturalmente, o modo para dois jogadores ajuda a mitigar alguns destes problemas; esses jogos funcionam melhor quando você envolve amigos e o fato de ser possível fazer danos no seu aliado torna as coisas ainda mais interessantes. Infelizmente, mesmo a promessa de interação multiplayer não pode encobrir as deficiências da jogabilidade repetitiva e totalmente monótona.

A Jaleco conseguiu expiar seus pecados até certo ponto com os superiores Brawl Brothers e Peace Keepers (sequências diretas de Rushing Beat que foram renomeadas para consumo ocidental), mas a empresa nunca chegou perto de ofuscar o brilho de Final Fight. O mesmo pode ser dito da Capcom, que lutou para acertar um raio duas vezes com duas sequências mornas do SNES.

Deixando de lado por um momento os encantos salutares do modo para dois jogadores, Rival Turf! é inferior ao Final Fight da Capcom em todos os aspectos imagináveis. A jogabilidade é fraca, os personagens carecem de carisma e originalidade. Este é um jogo que foi praticamente vendido pelo fato de permitir que você jogue junto com um amigo, mas com toda a honestidade, seus amigos provavelmente o evitarão caso você os force a suportar esse jogo decepcionantemente fraco.


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Gegege no Kitarou - Fukkatsu! Tenma Daiou [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação/Aventura
Ano: 1993
Fabricante: Bandai
Gegege no Kitarou: Fukkatsu! Tenma Daiou é um título que busca traduzir a atmosfera sombria e cativante da série de mangá e anime "Gegege no Kitarou" para o mundo dos videogames. Lançado para o Super Famicom em 1993 apenas no Japão, o jogo mergulha o jogador em um mundo repleto de criaturas sobrenaturais, mistérios e desafios.

Uma das características mais marcantes do jogo são os seus gráficos, os desenvolvedores foram capazes de criar sprites bem detalhados e cenários vibrantes que capturam fielmente o estilo visual da série. Os personagens são facilmente reconhecíveis para os fãs do mangá e do anime, e os diferentes ambientes explorados durante o jogo oferecem uma variedade visual que mantém o jogador envolvido com clássicos cenários de terror e com bizarras criaturas.
    
O jogo combina elementos de plataforma e ação de forma competente. O jogador assume o papel do protagonista Kitarou, enfrentando uma série de desafios que vão desde lutas contra monstros até a resolução de quebra-cabeças para avançar nos cenários. Os controles são responsivos e intuitivos. No entanto, a dificuldade pode aumentar significativamente à medida que se progride, exigindo que o jogador refine suas habilidades e estratégias para superar os obstáculos mais complexos.
A trilha sonora é composta por músicas que evocam uma sensação de mistério e suspense. Não são memóraveis, mas cumprem o seu papel.

Gegege no Kitarou é um bom jogo pouco conhecido do Super Nintendo que merece atenção, especialmente para os fãs de jogos baseados em anime e mangá. Com bons gráficos e jogabilidade e atmosfera cativante, o jogo pode oferecer uma experiência divertida.


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Supercooked [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Simulação / Estratégia
Ano: 2023
Fabricante: Goldlocke
Supercooked, criado por três entusiastas, é um jogo para Super Nintendo, em que os jogador assume o papel de chefs em uma cozinha frenética. 

Os jogador é desafiad a preparar uma variedade de pratos em uma cozinha movimentada, enquanto lida com obstáculos e adversários. A mecânica é baseada em movimentos rápidos e decisões estratégicas, já que o jogador precisa coordenar suas ações para completar os pedidos dos clientes no tempo limite.

O jogo oferece um desafio significativo, especialmente à medida que os níveis avançam. À medida que novos ingredientes são introduzidos e a complexidade das receitas aumenta, o jogadore precisa se adaptar rapidamente para manter o ritmo.
Há uma variedade de níveis, cada um com suas próprias configurações e desafios únicos., enfrentando novos cenários e situações a cada fase. São oito fases no total.

Os gráficos e a trilha sonora contribuem para a atmosfera divertida e frenética do jogo. Os visuais coloridos e vibrantes criam uma estética atraente, enquanto a música e os efeitos sonoros complementam a ação na tela, aumentando a imersão do jogador na experiência de jogo.

Supercooked tem modo multiplayer para até quatro jogadores. A possibilidade de jogar com amigos em modos multiplayer pode prolongar a vida útil do jogo, oferecendo uma experiência social divertida e competitiva.


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Yu Yu Hakusho 2: Kakutou no Shou / The Fighting Chapter (Traduzido em português PT-BR) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Yu Yu Hakusho 2: Kakutou no Sho é um jogo de luta em estilo 1x1 baseado no clássico anime Yu Yu Hakusho, famoso no Brasil nos anos 90 e início dos anos 2000. O jogo segue a narrativa do anime até o fim do Torneio das Trevas, com lutas um contra um entre os principais personagens da série.

Possui também um modo arcade (MODO TORNEIO) e um multiplayer. O jogo foi relativamente conhecido no Brasil pois estava disponível em várias locadoras na época.

Sobre a Tradução
Todos os textos, menus e gráficos estão traduzidos para o português, com todos os acentos necessários. O jogo foi traduzido diretamente do japonês e agora é possível acompanhar os acontecimentos do MODO HISTÓRIA, além de navegar tranquilamente por todas as opções disponíveis. A escolha de termos e das falas foi, na medida do possível, baseada na dublagem brasileira do anime. As falas do personagem buscaram homenagear esta icônica dublagem brasileira.

Equipe de Tradução
Taihen: Tradução, ROM Hacking
vervalkon: Gráficos, ROM Hacking
Sliter: Gráficos
Agradecimentos: Jv132 (Ajustes na fonte)



Download (rom traduzida): Clique Aqui!

Games Collection Show agitou bairro do Jaquabara em SP [QgMaster] [[fuente]]


No último dia 03/02, aconteceu no bairro do Jabaquara, na cidade de São Paulo o Games Collection Show. Com foco nos games antigos, o evento realizado no Centro Comercial Jabaquara (ao lado do terminal rodoviário), reuniu fãs e colecionadores dessas máquinas, que nos proporcionaram, muitas emoções e boas lembranças de uma época mágica.

Promovido por Ricardo Wilmers, o evento chegou em sua quarta edição, sempre, com boa presença de público. Circulando pelos stands, foi possível ver de tudo, desde o emblemático Atari, os super populares – quase “celebridades BR” - Master System e Mega Drive além de consoles raros por nossas bandas, como o Amiga CD 32 e PC Engine. Este que vos fala mesmo, nunca tinha visto estes últimos de perto, só nas páginas de revistas da época.

Com tanta variedade, aqueles que tinham interesse em voltar para casa com alguma dessas preciosidades, não deve ter encontrado muita dificuldade em achar pois, de fato, as opções eram fartas.

Se ficou interessado, saiba que o CG Show é realizado mensalmente e tem entrada gratuita. Aos que tiverem a oportunidade de estar na capital paulista, vale a pena dar uma conferida... a nostalgia vai bater forte.

Serviço:

4ª Edição do Games Collection Show

Centro Comercial Jabaquara, situado à Rua dos Buritis, 90, Jabaquara – SP

Entrada Franca

Mais informações – Instagram @wilmerseventos

Próximas datas:


Galeria de Fotos:










DKC 2 - Project Kongs [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Aventura
Ano: 2023/24
Fabricante: Nintendo
Hacked: H4v0c21
Que Donkey Kong Country 2 é um dos melhores jogos do SNES isso não resta dúvidas, e certamente muitos já finalizaram o jogo diversas vezes, sendo que a dupla Diddy Kong e Dixie Kong é considerada por muitos como os melhores macacos para se jogar da trilogia, mas e se púdessemos ter a oportunidade de jogar com Donkey Kong, do DKC1 e Kiddy Kong, do DKC3?

Pois é, DKC 2 Project Kongs (The Kong's Team) faz justamente isso, é um hack que permite jogar com os 4 personagens da trilogia do SNES no DKC2.
Apesar de ser uma mudança aparentemente simples, isso pode trazer um novo desafio para o jogo, visto que muda a forma de jogar, pois os dois macacos mais pesados da trilogia tem um gameplay mais cadenciado. Então se o jogador deixar de jogar com o rápido e habilidoso Diddy e a sua namorada Dixie com seu poderoso rabo de cavalo planador, terá uma nova experiência com os novos kongs.
O hack ainda está em desenvolvimento, portanto, alguns bugs gráficos ainda ocorrem, seja na parte de montaria com alguns animais do jogo, na troca de personagens e também na comemoração dos macacos ao concluir a fase. Contudo, apesar disso, é possível concluir o jogo totalmente.

Os novos macacos são sinalizados com as cores dos barris DK, sendo amarelo para o Donkey Kong e azul para o Kiddy Kong. Diddy e Dixie nas cores vermelha e rosa respectivamente.

Download (ProtonDrive): Clique Aqui
Download (PixelDrain): Clique Aqui

Blackthorne (Traduzido em português PT-BR) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Blackthorne (também conhecido como Blackhawk em alguns países europeus) é um videogame de plataforma desenvolvido pela Blizzard Entertainment. Blackthorne foi lançado para SNES e MS-DOS em 1994, e com gráficos melhorados e uma maior paleta de cores para Sega 32X em 1995 e para Mac OS em 1996. Blizzard Classic Arcade publicou uma versão para Game Boy Advance em 2003, igualmente com uma paleta mais brilhante que nas versões originais, conquanto, devido à menor quantidade de botões desta consola.

Blackthorne agora se encontra totalmente traduzido em português do Brasil.
Tradução: Dindo
Romhacking: Rod Mérida
Dump: Maverick Blue Warrior

Estado da Tradução:
Tradução:100%
Acentos: Sim
Versão 1.01 (28.01.2024)


Download (rom traduzida): Clique Aqui!

X-Kaliber 2097 (Traduzido em português PT-BR) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


X-Kaliber 2097, lançado como Sword Maniac (ソードマニアック) no Japão, é um jogo de ação feito para o Super NES publicado pela Toshiba EMI no Japão e pela Activision na América do Norte e na Europa. O jogo tem como ambiente um futuro quase anarquista do ano de 2097, no qual a economia mundial foi devastada, governos foram ao colapso, e o crime organizado ganhou forte influência.

X-Kaliber 2097 agora está totalmente traduzido em português do Brasil.
Equipe de tradução:
Tradução: Dindo
Romhacking: Denim
Dump: Kuroi

Estado da tradução:
Tradução:100%
Acentos: 100%
Hacking: 100%
Versão 1.0 (25.01.2024)


Download (rom traduzida): Clique Aqui!

Robocop Vs Predator (Indie - PC Game) [QgMaster] [[fuente]]


Atenção galera, para uma notícia de última hora! Bom, ao menos, começou à pipocar na internet essa semana (escrevo em 16 de janeiro de 2024). Acaba de sair mais um game do RoboCop e, o melhor... DE GRAÇA!

No auge da popularidade do policial ciborgue de Detroit, saiu para os principais consoles, o crossover RoboCop Vs Terminator baseado em HQ homônima publicada pela Dark Horse Comics. Para não me repetir demais, encare esse texto como um “update” do que escrevi em julho de 2022, no caso, sobre alguns dos títulos que mais gosto da personagem (link para o texto em questão: http://qgmaster.blogspot.com/2022/07/os-jogos-do-robocop-o-policial-do-futuro.html ).

Voltando para esta nova produção, ela se inspira no visual dos games para o Game Boy, tudo monocromático e pixels “explodindo” na tela. Os sons vão pelo mesmo caminho, com tons característicos dos chiptunes da época... tudo muito bem feito e de extremo bom gosto. A dificuldade não chega à ser um inferno de balas mas, vai exigir, alguma dedicação.

O encontro com o Predador é só um detalhe pois, verá uma gama de participações especiais que, de tão inusitadas, me arrancou risadas. Entretanto, se pensarmos direitinho, faz todo o sentido estarem presentes nessa homenagem aos anos 80 (preparem-se para uma “virada de roteiro” no boss final, que foi bastante criativa).    

Esse trabalho sensacional foi desenvolvido por Oscar Celestini, exclusivamente, para rodar nos PCs. Jogando, ficava pensando, se não era possível um port para o

portátil da Nintendo. Levando em conta o que chegaram à fazer em meados dos anos 90 (tirando “leite daquela pedra”), não seria um absurdo completo pensar nesta possibilidade. Se considerarmos que, o cenário de fan games para sistemas antigos está aquecido, não seria nenhuma surpresa, nos depararmos com uma versão futura em cartuchos, não apenas para o GB mas Super Nintendo ou Mega Drive também.

Mas, chega de enrolação. Baixem já essa pérola no site do criador (o https://oscarcelestini.itch.io/robocop-vs-predator), que vale muito a pena!

Até mais e...

OBRIGADO POR SUA COOPERAÇÃO!


   P.S.: À seguir, um extra...


Top Gear Crossroads Horizon Chase [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Corrida
Ano: 1991/2024
Fabricante: Kemco / QUbyte Interactive / Piko
Top Gear Crossroads Horizon Chase é uma versão inédita do jogo que faz parte da coletânea Top Racer Collection feita pela desenvolvedora brasileira QUbyte Interactive.
Aqui temos um crossover (Crossroads) de Top Gear e Horizon Chase, trazendo quatro novos veículos inéditos do Horizon Chase para Top Gear. Os rivais que enfrentamos durante as corridas também receberam fazem uso dos novos veículos. As demais mêcanicas do jogos permanecem inalteradas. Inclusive os novos verículos aparecem apenas durante a corrida, pois no menu de seleção de veículos ainda aparecem os carros antigos.

Download: Clique Aqui!

Meme Retrogamer - O quê você jogou em 2023? [QgMaster] [[fuente]]


Mais um ano se passou e, àqueles que estiveram conosco por mais esta temporada, os nossos mais sinceros agradecimentos. Sabemos que a produção anda um tanto morosa mas, uma coisa podem ter certeza, o QG Master continuará em atividade por muitas gerações. Seja com reviews, resenhas ou compartilhando lembranças de nossos tempos áureos com os nossos amados videogames, a missão seguirá por 2024 e além!

E, como é tradição, citaremos os jogos que mais nos divertiram neste período. Tem para todos os tipos e gostos. Sendo assim, vamos começar com o amigo...


RODRIGO MENEZES

Saudações a todos, pessoal! Como vocês estão?

2023 foi um ano contraditório para mim. Ao mesmo tempo que tive pouco tempo, joguei, talvez, mais do que nos últimos anos. Nisso, não posso reclamar. 

E o que jogamos? Bom, adquiri um stickgame no início desse ano, até com a intenção, de furar a barreira de nacionalidade de jogos disponíveis e me aventurar no SEGA CD e 32X. Mas, foram outras bandas que me interessaram... Vamos lá!

Marvel Super Heroes (Arcade / Capcom) - Esse foi o primeiro jogo que cativou quando vi disponível. Como é regra, sempre um Fighting Game na lista. Jogar um Arcade Capcom em casa é outro nível, matando a saudade da época que jogava no PlayStation 1. 

Usando uma mecânica melhorada de X-Men, neste game escolhe-se 6 heróis do Universo Marvel, entre os Vingadores e X-Men, além de 4 vilões para se enfrentarem, baseados na Saga das Jóias do Infinito. Além da luta, cada jóia beneficia pelo menos dois lutadores de maneira especial. 

Recomendo!  

Sagaia (Master System) - Como sempre, um jogo do Master é lembrado e, o preferido do ano, é este clássico da Taito. Os pilotos Tiat e Proco recebem um pedido de ajuda num Sistema Solar distante, o nosso, e enfrentam um corredor de inimigos com formas de vida marinhas. Além do gameplay, o gráfico é maravilhoso.  

SNK VS Capcom (Arcade / Neo Geo) - Esse era o desejo de muitos gamers e, talvez, não saiu como muitos queriam. Mas eu, pude enfim, experimentar esta pérola e gostei. 

Uma espécie de spin-off em que as realidades dos personagens Capcom e SNK se encontram, inclusive, uns caras do Samurai Shodown. Para variar, arrepiei com o Ryo e, neste jogo, fico mais à vontade com os personagens SNK, como Kyo e Terry. Da Capcom, no máximo, uso a Chun-Li que, para mim, está na sua versão mais linda. 

A jogabilidade é um meio termo de Street Zero e KOF com 4 botões. Os diálogos são super engraçados (revelando o imaginário de muitos fãs num crossover sonhado até aqui), como Ryo pedindo desculpa à Dan por ter exagerado ao vencê-lo e Terry confundi-lo com Robert Garcia. Os bosses se alternam entre Akuma possuído e Mr. Karatê que, inclusive, é engraçado como a Mai aborda cada um deles.

Recomendo!

Menções honrosas:  Frostbite e Snoopy and The Red Baron - Sim, miramos no Sega CD e acertamos no Atari. E não é que, o Atari ainda é divertido para mim? 

Primeiro, além do meu amado Sea Quest, era fascinado pelo Frostbite, em que o "Pedreiro Polar" pulava nos icebergs para montar seu iglu, além de evitar aves, caranguejos e o terrível urso.

Agora, o do Snoopy foi uma surpresa de nostalgia. Com gráficos muito bem desenhados e coloridos para o Atari e baseados nos desenhos animados, o cão Snoopy usava sua imaginação e pilotava sua casinha de cachorro como um avião para enfrentar o terrível Barão Vermelho. Além de ser bonito e divertido, requeria até uma estratégia para vencer.

Bom gente, poderia falar de vários outros jogos mas, estes aqui, fizeram meu 2023.


ADINAN BATISTA

Saudações!

Faz um bom tempo que não escrevo no blog, cada vez menos tempo para dedicar à jogatina. Mas, ainda assim, é possível aproveitar alguns jogos no tempo livre. E este ano, acredito, que o PC foi a plataforma onde mais joguei pela facilidade e preço mais acessível.

Vamos aos jogos!

Persona 5 Royal (PC) - Eu sempre tive um preconceito com Shin Megami Tensei e Persona, eu achava esses jogos superestimados e com temática bem pesada. Mas com o quinto capítulo do spin-off Persona disponível no Gamepass, não tinha como não experimentar.

E foi uma grata surpresa! O jogo é praticamente uma visual novel na maior parte do tempo, onde decidimos como passar o tempo e quais tarefas nos dedicaremos para melhorar nossos relacionamentos com os personagens. E tem a parte de RPG onde invadimos dungeons infestadas de demônios. Embora seja um RPG de turno que, hoje em dia, temos cada vez menos tempo para jogar, aqui o sistema de batalha é tão dinâmico e bem feito que não parece que estamos fazendo grinding.

Recomendo demais este game!

The Great Ace Attorney Chronicles (PC) - Sempre fui muito fã da série Phoenix Wright. Joguei todos os games do DS e só me resta o último lançado no 3DS. No PC pude jogar este game que é uma prequel dos jogos anteriores onde, seguimos a trajetória do ancestral de Phoenix Wright, Ryunosuke Naruhodo, enquanto se torna um advogado de defesa.

Alguns recursos foram adicionados, como a possibilidade de verificar quando uma testemunha está agindo de forma estranha, enquanto, outra está falando. Mas, no geral, o game continua seguindo a mesma fórmula da franquia e continua rendendo ótimas produções!

É um jogo mais parado, como todo adventure/visual novel mas, diverte bastante, com seu humor e mistérios.

Ringlorn Saga (PC) – Recentemente, decidi me aventurar num dos considerados “piores jogos de todos os tempos”, o Hydlide, de Nintendinho. Mas vou admitir uma coisa, adorei este joguinho! Claro, não me leve a mal, o game envelheceu pior do que leite mas, para a época, foi um dos pilares do gênero Action RPG. Ele precisou correr para que Zelda pudesse andar.

Mas, imagina, se houvesse uma versão de Hydlide sem os seus problemas e com recursos de qualidade de vida atuais? Foi assim que surgiu este indie, Ringlorn Saga. Com gráficos que lembram o MSX, trilha sonora 8-bits caprichada e aquele ar de mistério e exploração que me atraiam naquele título de NES, este é um RPG de ação que vale muito a pena conhecer!

Crash Bandicoot 4: It's About Time (PC) - A trilogia do Crash no PS1 foi o que me atraiu ao console da Sony na época. Uma pena que, depois do jogo de kart, só veio bomba atrás de bomba nos seguintes jogos. Isso, felizmente, acabou com o Crash 4 que teve uma campanha de marketing maravilhosa aqui no Brasil com o Crash integrando a Carreta Furacão!

O jogo não deixa a desejar em nada com os clássicos do PS1, com desafio alto e um level design caprichado. Todo o charme e a atmosfera cartoon está presente... e dublado em português, ficou ainda melhor! 


DOUGLAS DEIRÓ

Saudações, amigos!

Tudo bem com vocês?

O ano de 2023 já passou mas, o que não passa, é a vontade de jogar vídeo games. Lógico, o tempo não tem permitido jogatinas constantes mas, sempre que possível, mato a vontade.

O legal é que, até que deu para aproveitar bastante. Dentre eles, há aqueles que nunca havia experimentado, os que revisitei por gostar bastante e os que considero “dívidas do passado” (que deveria ter dado mais atenção, ou, não consegui concluir em suas épocas).

Além destes que citarei à seguir, podem incluir todos os que viraram texto aqui no blog nestes 365 dias. Geralmente, não escrevo sem jogá-los antes, salvo, se os conheço de “cabo à rabo”.  

Sem mais enrolação, comecemos por... 

Jackie Chan – Stunt Master (Playstation) - O primeiro Playstation é um console que não tive. Aliás, pulei a geração 32, indo direto do Mega Drive para o Dreamcast (com “escala rápida”, pelo Nintendo 64). Sendo assim, pouquíssimos games desse sistema, passaram pelas minhas mãos. Ainda assim, houve um período, que fiquei com o console de um primo emprestado e, entre os títulos que ele tinha, estava Jackie Chan – Stunt Master... que game divertido, viu?

Este ano, recorri à reproms de alguns que lembrava serem legais para, enfim, conhecê-los melhor. E, foi assim, que me vi controlando o Jackie sem parar, fazendo seus golpes, acrobacias e, claro, usando objetos comuns e os transformando em armas contra a bandidagem.

Não sei dizer se, este, influenciou a forma de ser fazer beat’n ups em 3D. Mas, o que se tem aqui, é um exemplo perfeito de como tudo podia funcionar de forma decente. Naquela época, esse debate ainda existia.

É um game longo que, pode causar, certo cansaço. Mas, como há possibilidade de salvar o progresso, dá para particionar a jogatina para os momentos de folga (como é meu caso).

World Racing 2 (Playstation 2) – Nem ia citá-lo pois, é um game bem genérico mas, que faz o básico bem feito. Temos muitos carros famosos, dos clássicos aos mais modernos. Há bastante pistas e modos de jogo que lhe prenderá por horas. Tem bons gráficos, sons e jogabilidade... enfim, o conjunto completo de um game que não figura entre os grandes como Gran Turismo ou Need for Speed.

O que me fez falar sobre ele, foi uma coisa pra lá de inusitada. Certo dia, o controle parou de funcionar após o rumble ser acionado... nenhuma função dele, respondia mais. Por se tratar de um controle já em uso há bastante tempo, achei que tinha “aberto o bico” e o descartei, tendo que comprar um novo depois. Em outra oportunidade, a mesmíssima coisa aconteceu após o “trimilique”. Sim, este game FDP queimou dois controles meus! Detalhe, não uso essa função nos jogos... acho incômodo, esse troço tremendo na minha mão.

Como deduzi que, de alguma forma, o jogo faz os motores do rumble entrarem em curto, os extrai de lá e nunca mais tive problemas. Acreditam nisto?

Power Rangers / Legacy Wars (Mobile) - Há seis anos, quando foi lançado, o joguei muito. Curioso, quis saber, se os vídeos de gameplay correspondiam à realidade. O que via era algo consistente e, não acreditava, que “esfregar o dedo na tela” fosse suficiente para aquela mobilidade toda...  eis que, era tudo verdade.

Infelizmente, depois de algumas atualizações, meu celular não foi mais capaz de rodá-lo. Entretanto, esse ano, o baixei novamente e, em minhas horas vagas, tenho brincado com ele. Esse título dos Rangers é um prato cheio pois, vários heróis e vilões de diversas temporadas podem ser escolhidos para formar seu time e, assim, sair na porrada em disputas online. Tem até uns Street Fighters “perdidos” ali no meio.

Para quem não conhece, recomendo... para fãs ou não da franquia. 

Final Fight 2 (Super Nintendo) – Esse game insonso da Capcom, por motivos alheios à minha compreensão, acabou me agradando justo agora, passados 30 anos de seu lançamento. Em minha opinião, com exceção de FF3, ela não mandou bem no Super NES e, na época, o segundo da franquia me decepcionou. É tudo tão genérico que não me empolgou e nunca mais toquei nele.

Como, há algum tempo, tenho revisitado games que ignorei no passado, resolvi dar outra chance e vi que fui intolerante com o pobre coitado (Rss!!!). Nos “Brigas de Rua”, seguindo a cartilha, não tem como errar e, a empresa que é uma das pioneiras do estilo, não poderia fracassar. Aqui, temos um gameplay robusto que mantém a tradição.

O ponto fraco é a dificuldade. No modo normal, o número grande de vidas desde o início, aliado, aos poucos inimigos simultâneos em tela (motivo de piadas dos haters do Nintendo) torna a missão bem mais amena. Entretanto, a Capcom devia estar ciente disto... quer ver o final real? Jogue no Hard! Ai sim, as coisas ficam mais interessantes. 

Chopper Command (Atari 2600) – Lá no início do texto, mencionei minhas “dívidas do passado” e, a maior delas, é com este aclamado título do saudoso Atari 2600. Era muito novo e, simplesmente, não conseguia jogar determinados games. Seja por não entender o quê fazer (cartuchos piratas sem manuais) ou, por terem dinâmicas mais complexas, acabavam me desestimulando e logo abandonava.

Lembro de ficar indo de um lado para o outro, atirando feito doido e morrendo rapidamente. Dominar os controles do helicóptero, não foi muito fácil para um moleque de 8 anos de idade, sem falar na curva de dificuldade que, aumenta bastante de uma missão para outra.

Com a internet, hoje é sabido, que a Actvision presenteava os jogadores que atingissem determinadas pontuações, bastando, tirar fotos da tela e as enviassem para a produtora. A marca estipulada para CC era de 10 mil pontos. Bom, tenho feito cerca de 30 mil... será que, ainda dá tempo, de ganhar minha insígnia?  

Super Street Fighter 2 / The New Challengers (Mega Drive) - Esse, joguei tanto… mas tanto… que o “virava do avesso” nos tempos de Mega Drive. Foram, praticamente, 8 anos ininterruptos, até, me desfazer do console no ano 2000. Por meio de emulação ou, já em 2006, quando comprei outro Mega e o cartucho, o jogava sempre que pintava a oportunidade.

De uns tempos para cá - graças ao meu amigo Aldo que me fez jogar em seus controles arcade, a ponto, de me empolgar e comprar uns também - “Super Street” voltou com força em minha vida gamer.

Mesmo com SF6 levando os fãs à loucura com aqueles gráficos absurdos (#CammyFeelings), o bom e velho New Challengers mantém seu charme e ainda segura uma rinha como poucos.

Game que figura entre meus preferidos de todos os tempos.   

Masters of Combat (Master System) – Esse, se conecta, com o tópico anterior. Ao comprar controles arcades para meu Playstation 2, quis testá-lo em tudo, incluindo os mais antigos (aqui, via emulação). Pensei “Como será que fica com o Masters of Combat?” e constatei que, o que era bom, ficou estupidamente melhor!

MoC foi projetado, levando em conta, o direcional quadrado do Master System, daí, seus comandos fora dos padrões canonizados por Street Fighter. Como meus arcades tem restritores de movimentos quadrados também, casou perfeitamente. Me fez lembrar dos controles da Quick Shot que, a Tec Toy comercializou aqui no Brasil: “Que droga! Como gostaria de voltar no tempo, viu?”.

Games assim, ganham vida nova com controles como esse. Quem tiver a oportunidade de fazer a mesma experiência, recomendo fortemente. 

Ghoul’s and Ghosts (Master System) – Acredito que, todo desavisado que o encarou, deve ter passado raiva por ter que voltar tudo novamente para, enfim, vencê-lo. Comigo, não foi diferente.

Acontece que. meu dessabor vai além. Não consegui mandar o Capeta de volta pro Inferno porque, não deu tempo... tive que devolver o jogo (só não me lembro de onde veio, se foi emprestado ou alugado). Os anos foram passando e, só me vi tentado à me redimir com esse jogaço agora em 2023.

Embora não tenha sido a intenção inicial, esse retorno foi como um “tira-teima”. Na época, tive a impressão de que era muito difícil e, de fato, é. Todavia, o maior desafio não está nos obstáculos e inimigos à serem batidos, mas sim, nas escolhas que fazemos ao equipar nosso herói.

Essa versão possui um diferencial, os baús que surgem no cenário abrem portas para “lojinhas” com itens para a armadura e recuperação de Life/Magia... e é aí, que a coisa pode enroscar. Dependendo do baú que encontrar, a ordem dos itens muda, então, caso não escolha as botas (para dar mais agilidade, por exemplo), pular certos buracos, vira uma tarefa quase impossível de ser realizada. Por outro lado, sabendo a melhor ordem, o desafio fica ridículo pois, entre os poderes de cada armadura, há recuperação de vida e invencibilidade momentânea (ao custo de certa quantidade de Magia).

É um port interessante deste clássico da Capcom... experimentem, vocês também. 

Então, é isso!

Desejo um ano de 2024 repleto de coisas boas.

Até mais!

 


Retrospectiva MSXRio em 2023. [MSXRio] [[fuente]]


Retrospectiva 2023 MSXRio

Este foi um ano especial para todos nós, que somos fãs desse que é “o mais mágico dos microcomputadores”, o MSX. Muita coisa aconteceu na cena MSXzeira, e em especial nos encontros cariocas, as MSXRio, seguramente os encontros retrocomputacionais mais antigos do Brasil (desde 1997!). Vamos então falar sobre como foi o ano.

Iniciativas

Em 2022, iniciamos algumas mudanças no nosso formato de encontro, com o objetivo de torná-lo mais “profissional”. Logo:

  • Passamos a fazer a arrumação no dia anterior ao evento;
  • Filtros de linha previamente testados e instalados para todos aqueles que trarão micros;
  • Expositores de acrílico identificando quem está expondo, e o que está trazendo;
  • Inscrição prévia, para expositores e participantes (a custo zero para esses últimos);
  • Impulsionamento pago nas redes sociais (Facebook, principalmente), entre outras atitudes.

Não escondemos de ninguém que nossos encontros seguem um pouco o modelo que vemos nas Vintage Computer Festivals, realizadas nos EUA, e com isso decidimos tornar o encontro mais acessível a quem não é ainda parte da comunidade.

Houve resultado?

Esta nossa iniciativa teve resultados: Nossos encontros aumentaram no número de participantes, e começamos a compor uma mala direta, a que usamos para enviar mensagens para nossos inscritos. Já temos mais de 160 pessoas inscritas, e prometemos não abusar da boa vontade de vocês, enviando vários e-mails: Pelo contrário, serão bem poucos. Então, não nos coloque na caixa de spam, por favor!

O primeiro encontro do ano: Como foi?

Em março, tivemos nosso primeiro encontro do ano, no Centro Sócio Educativo Lar do Méier, espaço pertencente ao Exército de Salvação, e que nos hospeda há muitos anos. Foi um encontro muito divertido, e com muita gente nova aparecendo: É possível que você, que está lendo essa retrospectiva, seja um desses cuja primeira MSXRio foi a que ocorreu no dia 11 de março de 2023. Se sim, seja bem-vindo! Se não, seja bem-vindo também!

Aqui, tivemos a inscrição novamente pelo Sympla, e tivemos problemas com os crachás: Era briga com impressora, era Internet que não funcionava… Tivemos a inestimável ajuda do David Santos, que não é MSXzeiro, é mais jovem do que nós (ele é um pouco mais velho do que a MSXRio!) e nos ajudou em todas essas demandas, e sem cobrar nada. Por isso, somos muito gratos.

Há um relato melhor feito aqui, sugerimos que você clique e leia para saber como foi.

A RetroRio.

Em junho, no feriado de Corpus Christi, tivemos a RetroRio, que é um encontro maior e mais genérico: Não é um encontro focado em MSX, mas em computadores clássicos em geral. O encontro aconteceu nos dias 9 e 10 de junho de 2023, no Lar do Méier, e foi o nosso último encontro nesse espaço antes das obras: O Lar do Méier, tão querido por todos, entrou em uma grande obra de reforma, que deverá ser finalizada em 2024.

Tivemos pela primeira vez expositores externos, vendendo itens como videogames, camisas, chaveiros, ímãs de geladeira, controles… Um pouco de tudo. E apesar do nosso estresse, que foi de bebedouro entupido a roteador wi-fi com problemas… Deu tudo certo, inclusive nas vendas.

Se você quiser saber como foi o encontro, clique aqui para ler, lá no Retrópolis, sobre como tudo aconteceu.

Mas, como o Lar do Méier iria entrar em obras, fomos à luta, atrás de um novo espaço. E conseguimos.

O segundo encontro, em outubro de 2023.

A 2a MSXRio do ano de 2023 ocorreu na Nave do Conhecimento do Engenho de Dentro, bem próximo ao Estádio de futebol Nilton Santos, o Engenhão (lar do mais zicado time de futebol do Rio, o Botafogo – afinal, “existem coisas que só acontecem com o Botafogo“). Muita coisa ocorreu de forma diferente nesse encontro, devido a limitações do espaço: As vendas são bem restritas, o horário é bem limitado (9 às 16 horas), não tem estacionamento gratuito… Mas é o melhor espaço no qual já realizamos encontros: Mesas e cadeiras gratuitas, espaço amplo e com ar condicionado (no Rio 40 graus, uma benção), banheiro e bebedouro próximos… Até um projetor estava disponível para passarmos vídeos!

Numa conversa com a diretora, no dia do evento, nos foi dito que a vice-diretora estava impressionada com “o profissionalismo e a organização” da gente. E eu respondi que “fazemos esse encontro há muito tempo, então temos uma noção do que dá certo e o que não dá“.

Mas mesmo assim, nossa preocupação era que tudo desse certo, e por conta disso estávamos tensos. Mas no pós evento, uma frase da diretora nos tranquilizou: Que bacana. Agradecemos pela parceria. Vamos estreitar para próximos eventos. Gratidão.

Deu tudo certo, e esperamos poder estreitar essa parceria para as próximas MSXRio, em 2024 e adiante. Temos um relato muito bacana a respeito do encontro que está aqui. Leia se você não pôde ler antes.

Outros eventos.

Fomos convidados para participar de um evento geek, o Anima o Clube, em novembro. Nunca fomos como expositores para um evento desse tipo, e foi uma experiência nova. O local era o SEST/SENAT de Paciência (Zona Oeste), e levamos nossos micros (MSX incluso) para expor naquele espaço.

Também estivemos no encontro do Games-RJ, em dezembro, onde estivemos junto com vários entusiastas do retrogaming, e vimos muitas coisas interessantes, de arcades rodando vários sistemas a videogames clássicos ligados em rede e em monitores CRT do tipo PVM – mas dos modelos bem pequenos. Há um álbum de fotos nesse link aqui, veja e se divirta.

O que esperar de 2024?

Bem, nossa expectativa é que os encontros ocorram em março, junho e outubro do próximo ano. Pedimos à Nave do Conhecimento para usarmos o mesmo espaço nos dias 9 de março e 19 de outubro – mas é claro, a data pode mudar. Mas já marque na sua agenda.

Haverão encontros, como a Rio Retro Games, em abril (estaremos presentes) e esperamos estar em encontros fora do Rio também – apesar das dificuldades com datas, custos e feriados.

Para a RetroRio, retornamos ao Centro de Artes Calouste Gulbenkian, e solicitamos uma data em junho. Infelizmente, a RetroRio deverá ser apenas um dia esse ano. Seguem os nossos motivos:

  • Nenhum espaço está disponível aos domingos por um preço módico – pelo contrário, o custo é muito elevado;
  • Teremos poucos feriados prolongados em 2024, logo fazer o encontro em um feriado é pedir para que muitas pessoas não estejam presentes – afinal, muita gente aproveitará para viajar;
  • Já há a expectativa de que os encontros ocorram nesses meses, logo mudar o mês pode dessincronizar a cabeça de muitos;
  • E por último, mas não menos importante… Muita gente trabalha na sexta de um feriado. Logo, encontro numa sexta e num sábado… Nunca dá muito certo, a sexta fica prejudicada, com baixa presença. E não pretendemos fazer um encontro numa quinta e num sábado, saltando a sexta – não vai dar certo.

Logo, pretendemos fazer um encontro presencial de um dia, e na semana anterior (ou na posterior), fazer um encontro online, com palestras e bate-papo. Será melhor para todos, inclusive para quem organiza – e acredite, dá muito trabalho preparar tudo.

Quanto ao espaço, poderemos realizar os encontros na Nave do Conhecimento (Engenho de Dentro), no Calouste (Praça Onze) ou no Lar do Méier (Cachambi). Ainda não temos nada fechado, mas em breve esperamos poder avisar vocês com data, hora e local definidos.

Conclusão.

Foi um ótimo ano, com muito trabalho, mas com muitos resultados. E você é parte desse sucesso. Nosso muito obrigado por ter vindo aos encontros, participado, conversado, colaborado, exposto, comprado algo que vendemos… Fazemos tudo porque amamos esses micros clássicos, mas também amamos encontrar pessoas que amam esses micros clássicos.

Então, é isso. Um Feliz Retro (ou MSX) Ano Novo a todos, e nos vemos em 2024!

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Neugier: Umi to Kaze no Kodou / Neugier - De Volta à Casa (Traduzido em português PT-BR) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: RPG
Ano: 1993
Fabricante: Wolf Team
Neugier: De Volta à Casa é um RPG de ação com batalhas em tempo real. Originalmente desenvolvido pela Wolf Team para o Super Famicom, o jogo estava programado para ser lançado nos Estados Unidos com o título "The Journey Home: Quest for the Throne", mas o projeto foi eventualmente cancelado. O título que então seria utilizado no lançamento americano, foi utilizado como sub-título para esta tradução.

A jogabilidade é centrada em três movimentos principais: ataques com espada, uso de uma corrente e pulos. Estes elementos são combinados tanto em combate quanto na resolução de alguns enigmas.
A história do jogo é linear, seguindo a jornada do protagonista Duke. Possui uma duração relativamente curta, podendo ser concluído em cerca de três horas. O jogo é projetado para ser uma experiência com um enredo direto e uma jogabilidade linear, oferecendo uma aventura concisa mas imersiva.

Duke foi exilado de Neugier, sua terra natal, pelo próprio pai há bastante tempo. Em suas viagens por terras distantes, ele fica sabendo que Neugier está sob ataque. Movido pela determinação de proteger sua terra, Duke decide retornar. Em seu caminho, o navio em que estava é surpreendido por um ataque de piratas liderados pelo enigmático Ord.

Conseguindo escapar por pouco, Duke chega ao castelo de seu pai, onde percebe que há uma conexão entre o ataque dos piratas e as estranhas criaturas que agora rondam o castelo. Desacreditado pelo pai, Duke está resoluto a solucionar esses mistérios e a salvar Neugier.
Sobre a Tradução: Textos e gráficos traduzidos, todos com acentuação. Você conseguirá jogar tranquilamente, compreendendo toda a história e ficando imerso nela.

A versão portuguesa foi feita em cima da tradução para o inglês, de Haeleth e RPGONE, os quais fizeram o trabalho de criação de fonte 8x16 com VWF (Variable Width Font). Para a tradução do texto, foram estudados os textos das versões inglês, espanhol e japonês para buscar a melhor adaptação e fidelidade possível.

Equipe: Iniciativa, coordenação e tradução: Dindo
Dump: Maverick Blue Warrior
Rom Hacking, assembly e revisão: Taihen
Gráficos adicionais: Sliter

Download (Versão traduzida em PT-BR): Clique Aqui!

Metroid (SNES Port) [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: Ação
Ano: 1986/2023
Fabricante: Nintendo
Ported: Infidelity

O clássico jogo Metroid de Nintendinho ganhou o port para o Super Nintendo. O autor da façanha é conhecido como Infidelity, já conhecido por ports de The Legend Of Zelda, DuckTales, Mega Man 2 e 4.

Metroid é um jogo desenvolvido e publicado pela Nintendo. É o primeiro jogo da série Metroid, lançado em 1986 para o Family Computer Disk System no Japão e em 1987 na América do Norte e no ano seguinte na Europa para o Nintendo Entertainment System. A história é ambientada no planeta Zebes, onde Samus Aran tenta recuperar os Metroids, organismos parasitas que foram roubados pelos Space Pirates, que planejam a replicação desses organismos expondo-os a raios beta e depois utilizá-los como armas biológicas para destruir Samus e todos os seres que se opõem a eles.
Além disso o port recebeu algumas adições:

*Pode criar 3 arquivos de SAVE. O sistema de password ainda funciona, no entanto, se você salvar com uma senha, ele substituirá o arquivo salvo nº 3.

*Pode salvar/restaurar sua última contagem conhecida de saúde e mísseis

*No jogo: botão L enquanto pressionado, trava o canhão do braço na última posição horizontal conhecida.

*No jogo: botão R enquanto pressionado ativa mísseis.

*No jogo: o botão X acessa o menu, o botão A alterna o equipamento/mapa de Samus, o botão START salva o progresso.

*Mapa: no estilo gfx de Super Metroid, você pode registrar onde visitou através de Zebes. Azul = não visitado, Rosa = visitado. Você também poderá salvar esse progresso e restaurá-lo ao carregar seu arquivo salvo.

*Equipamento de Samus: Assim como em Super Metroid, o jogador tem a capacidade de ligar/desligar o equipamento de Samus.

O port teve duas versões, uma comum, com a trilha sonora do jogo original de 8-bits, e outra, numa versão MSU-1 (alta qualidade sonora), que conta com três trilhas selecionáveis, inclusive com uma versão orquestrada.
Versão traduzida PT-BR.

Para ficar ainda melhor, a tradução para o Metroid de SNES foi portada, adaptada e complementada por diegoshark da tradução de Jorge Manoel, feita originalmente para o Nintendinho.

Links atualizados em 03.12.2023 com a versão mais recente REV-B.

Versão MSU-1 (PT-BR)
Download [ProtonDrive]: Clique Aqui!
Download [FilenDrive]: Clique Aqui!

Versão MSU-1 (English)
Download [ProtonDrive]: Clique Aqui!
Download [FilenDrive]: Clique Aqui!

Versão Normal (PT-BR) [Sem MSU-1)
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Versão Normal (English) [Sem MSU-1)
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