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22/07/2010
Gagá Games : Face-Off (Knight Lore Spectrum versus Remake MSX) [fuente]
Vários Cartuchos À Venda Para O Console Atari 2600(anos 80) R$13.90Raro Joystick Controle Original Master System Tec Toy Caixa R$49.00Master System 3 Compact Com Sonic Na Memoria R$50.00Mesa De Som Ciclotron 08 Canais Msx-8 R$199.99Knight Lore, originalmente lançado para o ZX Spectrum em 1984 (já falei dele aqui), teve várias versões para outras plataformas ao longo dos anos. [...]
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14/07/2010
Gagá Games : Green Beret (Zx Spectrum) e o legado de Jonathan “Joffa” Smith [fuente]
Fita Cassete Antiga Micro Game Tk 90 Zx Sinclair Spectrum R$36.00Livro - 1001 Things To Do With Your Commodore 64 R$30.00Livro - 1983 - 49 Jogos Explosivos Para O Zx Spectrum R$28.00Livro - O Spectrum Por Dentro(zx Spectrum Tk90x) R$25.00 Como diz nosso colega André, “Recordar é Envelhecer”… nesse clima, voltemos a 1986, ano em que a Imagine Software traria [...]
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22/05/2010
DingooBR - Tudo sobre o console dos retrogamers! : ZX-Spectrum agora no sistema nativo! [fuente]
Desta vez a novidade vem dos nossos parceiros russos e ucranianos do site http://a320.emulate.su: a primeira versão pública de um emulador de ZX-Spectrum para o sistema nativo! Para quem não sabe o que diabos é Zx Spectrum, trata-se de um antigo microcomputador de 8 bits, produzido na década de 80, e que fez muito sucesso na [...]
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27/03/2010
Archeogamer : 19 - Invasion of the Zombie Monsters [fuente]
Foi apresentado este mês na RetroMadrid um novo jogo de computador, para o ZX Spectrum 48/128K e MSX, Invasion of the Zombie Monsters.
A RELEVO Videogames apresenta-nos o que parece ser um Arcade Shooter de grande qualidade, infelizmente ainda não pude testá-lo, mas conto em adquiri-lo e apresentar o teste a toda a comunidade de retrogamers.
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23/03/2010
Archeogamer : 18 - Leitor/Gravador de Cassetes Panasonic RQ-2102 . [fuente]
Um dos problemas em jogar os jogos em cassete, deve-se ao facto de quem não possuir um 128k+2 com o leitor de cassetes incorporado, ter que estar 100% dependente de um leitor de cassetes externo. Leitores esses que na altura, eram usados com as mais diversas funções, fosse para jogar no Spectrum, gravar os discos de Metal dos amigos para posteriormente ouvi-los ou serem levados para praia servindo também para brincadeira em gravações caseiras. Por todos estes motivos e mais alguns, adquirir nos dias de hoje um leitor/gravador de cassetes de mesa usado, torna-se uma tarefa complicada, porque nunca sabemos em que estado chega a parte de reprodução, portanto a melhor opção é adquirir um novo, felizmente ainda é possível, mas infelizmente só consegui comprá-lo directamente da Inglaterra.
O modelo em questão funciona na perfeição nos computadores antigos, como poderão ver mais em baixo .
Foi através deste vendedor na Ebay que adquiri o leitor Panasonic RQ-2102 :
Especificações externas do leitor:
Entradas e saída de áudio:
Zona de Afinação da Cabeça:
Parte inferior do leitor:
Quem procurar um leitor/gravador de cassetes para o seu ZX Spectrum, tem aqui uma boa opção:
Prós:- Qualidade do som,
- Saída de 8 Ohms,
- Design compacto,
- Duração das baterias,
- Entrada para Microfone.
Contras:- Não é possível afinar a cabeça em modo Play,
- Não tem botão de tone,
- O plástico podia ser de melhor qualidade.
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15/02/2010
Archeogamer : 15 - Alfonso Azpiri Spectrum: del pincel al píxel [fuente]
Por muito que seja fã de jogos de computador, especialmente dos de Zx Spectrum, a minha memória e recordações não se resumem única e exclusivamente aos jogos e sistema, existe toda uma panóplia de pequenos factores que fizeram com que a paixão por esse computador se tornasse especial nos dias de hoje, e um desses factores dá pelo nome de Alfonso Azpiri.
Mesmo sendo um nome desconhecido para a maioria dos jogadores, Azpiri, é sinónimo de fama e reconhecimento em Espanha, e no círculo Europeu de desenhadores de Banda Desenhada. Um dos motivos que impulsionou o seu reconhecimento e sucesso deveu-se ao facto de um simples desafio no longínquo ano de 1985, quando aceitou a proposta de Pablo Ruiz Tejedor, um dos fundadores da Editora de Jogos de Computador Dinamic Software, para fazer a ilustração do seu novo jogo Rocky. Quando as capas e desenho da publicidade dos jogos para ZX Spectrum era na maior parte dos casos marginalizado por ilustrações horrendas, Azpiri incutiu um grafismo profissional inédito, que claramente mostrava a direcção para qual os jogos de computador caminhavam, ou seja: o profissionalismo.
Algumas capas de jogos lançados pela Dinamic Software em 1984.
Capa do jogo Rocky, ilustrada por Azpiri em 1985.
Azpiri mudou a maneira como a ilustração de jogos em Espanha passou a ser encarada após 1985, tendo influenciado outros ilustradores e desenhadores a entrarem neste mercado, como por exemplo Luis Royo, famoso pela sua capa do jogo Game Over, que acabou sendo censurada na Grã-bretanha.
Versão Censurada Vs Versão Original
O motivo que me levou a falar de Alfonso Azpiri, deve-se ao recente lançamento de um livro sobre as suas ilustrações concebidas para os jogos de computador. Spectrum de Azpiri, não é um livro técnico-teórico no sentido de profundidade histórica e explicativa, mas sim, um livro mais artístico, orientado para todos aqueles que cresceram admirando a sua arte, já que o seu conteúdo não é mais do que uma mostra de imagens com esboços e ilustrações finais dos jogos.
Infelizmente o livro só pode ser adquirido numa loja da Fnac em Espanha, mas facilmente pode ser encomendado online. Em virtude deste lançamento está também a decorrer uma exposição sobre a arte do autor no mundo dos jogos de computador, que percorre de mês a mês uma cidade espanhola que tenha uma loja desta cadeia. Quem for este mês a Marbella, pode ver lá a exposição "Spectrum: del pincel al píxel".
Algumas imagens do Livro:

O vídeo que se segue é exemplificativo da sua arte:
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13/02/2010
Archeogamer : 15 - Alfonso Azpiri Spectrum: del pincel al píxel [fuente]
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE Por muito que seja fã de jogos de computador, especialmente dos de Zx Spectrum, a minha memória e recordações não se resumem única e exclusivamente aos jogos e sistema, existe toda uma panóplia de pequenos factores que fizeram com que a paixão por esse computador se tornasse especial nos dias de hoje, e um desses factores dá pelo nome de Alfonso Azpiri.
Mesmo sendo um nome desconhecido para a maioria dos jogadores, Azpiri, é sinónimo de fama e reconhecimento em Espanha, e no círculo Europeu de desenhadores de Banda Desenhada. Um dos motivos que impulsionou o seu reconhecimento e sucesso deveu-se ao facto de um simples desafio no longínquo ano de 1985, quando aceitou a proposta de Pablo Ruiz Tejedor, um dos fundadores da Editora de Jogos de Computador Dinamic Software, para fazer a ilustração do seu novo jogo Rocky. Quando as capas e desenho da publicidade dos jogos para ZX Spectrum era na maior parte dos casos marginalizado por ilustrações horrendas, Azpiri incutiu um grafismo profissional inédito, que claramente mostrava a direcção para qual os jogos de computador caminhavam, ou seja: o profissionalismo.Algumas capas de jogos lançados pela Dinamic Software em 1984.
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE Capa do jogo Rocky, ilustrada por Azpiri em 1985.
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE Azpiri mudou a maneira como a ilustração de jogos em Espanha passou a ser encarada após 1985, tendo influenciado outros ilustradores e desenhadores a entrarem neste mercado, como por exemplo Luis Royo, famoso pela sua capa do jogo Game Over, que acabou sendo censurada na Grã-bretanha.
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONEVersão Censurada Versão Original
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONEO motivo que me levou a falar de Alfonso Azpiri, deve-se ao recente lançamento de um livro sobre as suas ilustrações concebidas para os jogos de computador. Spectrum de Azpiri, não é um livro técnico-teórico no sentido de profundidade histórica e explicativa, mas sim, um livro mais artístico, orientado para todos aqueles que cresceram admirando a sua arte, já que o seu conteúdo não é mais do que uma mostra de imagens com esboços e ilustrações finais dos jogos.
Infelizmente o livro só pode ser adquirido numa loja da Fnac em Espanha, mas facilmente pode ser encomendado online. Em virtude deste lançamento está também a decorrer uma exposição sobre a arte do autor no mundo dos jogos de computador, que percorre de mês a mês uma cidade espanhola que tenha uma loja desta cadeia. Quem for este mês a Marbella, pode ver lá a exposição "Spectrum: del pincel al píxel".
Algumas imagens do Livro:
O vídeo a seguir é exemplificativo da sua arte.
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04/02/2010
Archeogamer : 12 - Mole Hunter: ZX Spectrum 48K [fuente]
Este post é fruto de uma parceria com o blog Os Velhos Tempos. Uma vez que irei colaborar com eles na secção de Spectrum , eis o primeiro resultado:
Nome: Mole Hunter
Versão: ZX Spectrum 48K
Autor: Raul Pelayo
Download: Site
Sendo o Zx Spectrum um sistema do passado, é lógico pensarem como estando morto e enterrado nas lides da produção de novos jogos. Simplesmente o mundo dos micro computadores de 8 Bits tem uma estrutura bem diferente dos seus manos mais velhos de 16 bits, ou das famigeradas consolas que destronaram esse império no inicio dos anos 90, que era comum no velho Continente durante a década de 80. A simplicidade da concepção de um jogo nestes sistemas, é de uma facilidade assombrosa para quem domina minimamente o código de máquina ou Basic, fazendo com que surjam por ano mais jogos e programas, do que todas as consolas descontinuadas juntas que existiram. Obviamente que o método de gravação desses sistemas aliado às capacidades de programação incutidas nas máquinas, tornaram essa realidade possível nos dias de hoje, originado o jogo que a seguir é focado, que não é mais nem menos do que uma idealização de um simples programador, que decidiu dar uma nova vida ao seu primeiro jogo electrónico, recriando-o na perfeição para o ZX Spectrum.
Antes do domínio dos microcomputadores, muitos de nós que viveram a sua infância no princípio dos anos 80, tiveram como primeira experiência os jogos electrónicos, sendo estes normalmente associados aos célebres Game & Watch da Nintendo. O que é certo, é que houve muitas e boas companhias que produziram verdadeiras obras-primas da diversão digital portátil, mas nenhuma teve ou tem, como é sabido, o estatuto de culto alcançado pelas criações do Gunpei Yokoi, o pai dos jogos portáteis.
Uma das empresas que se dedicou também à sua produção foi a Casio, embora seja mais facilmente associada aos relógios digitais e calculadoras. Quem não teve um destes dois objectos nos anos 80? Uma vez que já dispunham da tecnologia, facilmente transpuseram pequenos jogos para os seus relógios e calculadoras, tendo também entrado em força no mercado dos jogos portáteis, entrando em competição directa com a Nintendo e criado alguns jogos que hoje fazem parte da lembrança de muitos portugueses com mais de 30 anos. Mole Hunter é um desses jogos, sendo que este não faça parte da minha memória enquanto jogador, como o seu irmão próximo o Marine Hunter, o seu conceito é em tudo similar, permitindo-me falar com algum conhecimento de causa na adaptação de Mole Hunter para o Spectrum.Sendo o ZX Spectrum um sistema simples, decidi escolher este jogo, produzido em 2010 (sim leram bem), que não pretende mais do que recriar o jogo electrónico sem mais pretensões acrescidas no velhinho Spectrum. E o que é certo, é que o objectivo foi conseguido na perfeição. A sensação de jogo consegue ser igual à de um jogo electrónico. A sua simplicidade de movimentos, de andar para a esquerda e direita evitando cobras, aranhas ou cocos atirados por macacos, capturando as toupeiras com um simples premir do fogo, está simplesmente fiel, o que nos leva por vezes a esquecer que estamos a jogar um jogo num computador. Graficamente o jogo tem melhorias, pelo colorido incutido, as sprites de jogo delineadas apenas por um tracejado preto lembra os primórdios dos jogos do Spectrum, que se adequa à conversão, evitando assim o famigerado “colour clash” e capturando o aspecto fiel da conversão, mesmo com a melhoria da cor introduzida. A nível de som está em tudo igual aos efeitos sonoros destas máquinas, também é verdade que o som do 48k não era muito superior, mas para esta adaptação consegue ser o ideal os “beeps” estridentes produzidos pelo speaker da máquina.
O jogo não tem menu nem opções, é só premir fogo/Space e começar a jogar tentando fazer o máximo de pontos até ao limite de 999, sendo que a toupeira capturada mais próxima da jaula dá-nos um ponto e a mais longe três, sendo este o único objectivo do jogo. Alcançar uma pontuação elevada não é assim uma tarefa muito fácil.
O único senão do jogo é o mal que assola a maioria dos jogos electrónicos, a sua simplicidade que instantaneamente nos vicia, torna-se saturante a curto prazo.
A nível da conversão, o único ponto “negativo” que saliento, é que ao contrário do que acontece nos jogos electrónicos, como no Marine Hunter, a dificuldade não parece aumentar significativamente com o passar dos minutos, nesta versão de Spectrum, tornando assim o desafio de jogo e a possibilidade de recordes mais elevados facilitada.
Mole Hunter merece nota positiva, uma vez que consegue ser tudo aquilo que o criador pretendia, ou seja: A versão electrónica do jogo no ZX Spectrum.
A experimentar por todos os fãs destes dois sistemas.
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03/02/2010
Archeogamer : 12 - Mole Hunter - ZX Spectrum 48K [fuente]
Este post é fruto de uma parceria com o blog: Os Velhos Tempos . Uma vez que irei colaborar com eles na secção de Spectrum , eis o primeiro resultado:
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONENome: Mole Hunter
Versão: ZX Spectrum 48K
Autor: Raul Pelayo
Link: http://raul.pelayo.diez-andino.com/spectrum/mole_hunter_juego_para_spectrum.php
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONESendo o Zx Spectrum um sistema do passado, é lógico pensarem como estando morto e enterrado nas lides da produção de novos jogos. Simplesmente o mundo dos micro computadores de 8 Bits tem uma estrutura bem diferente dos seus manos mais velhos de 16 bits, ou das famigeradas consolas que destronaram esse império no inicio dos anos 90, que era comum no velho Continente durante a década de 80. A simplicidade da concepção de um jogo nestes sistemas, é de uma facilidade assombrosa para quem domina minimamente o código de máquina ou Basic, fazendo com que surjam por ano mais jogos e programas, do que todas as consolas descontinuadas juntas que existiram. Obviamente que o método de gravação desses sistemas aliado às capacidades de programação incutidas nas máquinas, tornaram essa realidade possível nos dias de hoje, originado o jogo que a seguir é focado, que não é mais nem menos do que uma idealização de um simples programador, que decidiu dar uma nova vida ao seu primeiro jogo electrónico, recriando-o na perfeição para o ZX Spectrum.
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONEAntes do domínio dos microcomputadores, muitos de nós que viveram a sua infância no princípio dos anos 80, tiveram como primeira experiência os jogos electrónicos, sendo estes normalmente associados aos célebres Game & Watch da Nintendo. O que é certo, é que houve muitas e boas companhias que produziram verdadeiras obras-primas da diversão digital portátil, mas nenhuma teve ou tem, como é sabido, o estatuto de culto alcançado pelas criações do Gunpei Yokoi, o pai dos jogos portáteis.
Uma das empresas que se dedicou também à sua produção foi a Casio, embora seja mais facilmente associada aos relógios digitais e calculadoras. Quem não teve um destes dois objectos nos anos 80? Uma vez que já dispunham da tecnologia, facilmente transpuseram pequenos jogos para os seus relógios e calculadoras, tendo também entrado em força no mercado dos jogos portáteis, entrando em competição directa com a Nintendo e criado alguns jogos que hoje fazem parte da lembrança de muitos portugueses com mais de 30 anos. Mole Hunter é um desses jogos, sendo que este não faça parte da minha memória enquanto jogador, como o seu irmão próximo o Marine Hunter, o seu conceito é em tudo similar, permitindo-me falar com algum conhecimento de causa na adaptação de Mole Hunter para o Spectrum.
Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONESendo o ZX Spectrum um sistema simples, decidi escolher este jogo, produzido em 2010 (sim leram bem), que não pretende mais do que recriar o jogo electrónico sem mais pretensões acrescidas no velhinho Spectrum. E o que é certo, é que o objectivo foi conseguido na perfeição. A sensação de jogo consegue ser igual à de um jogo electrónico. A sua simplicidade de movimentos, de andar para a esquerda e direita evitando cobras, aranhas ou cocos atirados por macacos, capturando as toupeiras com um simples premir do fogo, está simplesmente fiel, o que nos leva por vezes a esquecer que estamos a jogar um jogo num computador. Graficamente o jogo tem melhorias, pelo colorido incutido, as sprites de jogo delineadas apenas por um tracejado preto lembra os primórdios dos jogos do Spectrum, que se adequa à conversão, evitando assim o famigerado “colour clash” e capturando o aspecto fiel da conversão, mesmo com a melhoria da cor introduzida. A nível de som está em tudo igual aos efeitos sonoros destas máquinas, também é verdade que o som do 48k não era muito superior, mas para esta adaptação consegue ser o ideal os “beeps” estridentes produzidos pelo speaker da máquina.
O jogo não tem menu nem opções, é só premir fogo/Space e começar a jogar tentando fazer o máximo de pontos até ao limite de 999, sendo que a toupeira capturada mais próxima da jaula dá-nos um ponto e a mais longe três, sendo este o único objectivo do jogo. Alcançar uma pontuação elevada não é assim uma tarefa muito fácil.
O único senão do jogo é o mal que assola a maioria dos jogos electrónicos, a sua simplicidade que instantaneamente nos vicia, torna-se saturante a curto prazo.
A nível da conversão, o único ponto “negativo” que saliento, é que ao contrário do que acontece nos jogos electrónicos, como no Marine Hunter, a dificuldade não parece aumentar significativamente com o passar dos minutos, nesta versão do Spectrum, tornando assim o desafio de jogo e a possibilidade de recordes mais elevados facilitada.
Mole Hunter merece nota positiva, uma vez que consegue ser tudo aquilo que o criador pretendia, ou seja: A versão electrónica do jogo no ZX Spectrum.
A experimentar por todos os fãs destes dois sistemas.
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12/03/2009
Archeogamer : 9 - Rick Dangerous 2 - ZX Spectrum 128k +3 Disc [fuente]
RICK DANGEROUS 2
Versão em Disco 3" para o ZX Spectrum 128K+3
O jogo está selado!He´s back in a flash….ou ele voltou como o Flash???
Sendo superior a nível técnico em relação ao seu antecedente, Rick Dangerous 2, peca a meu ver, pela falta de adictividade e pelo feeling de jogo transmitido em Rick Dangerous.
Se no primeiro tínhamos Rick num ambiente e inspiração baseado no Indiana Jones, em que explorávamos a selva da Amazónia em busca de uma tribo perdida, descobríamos tesouros dentro de uma pirâmide no Egipto, resgatávamos soldados aliados aprisionados num castelo alemão e por fim, impedíamos um ataque a Londres, através da sabotagem da base secreta de mísseis alemã. No segundo jogo, ao regressarmos a Londres, descobrimos que está iminente uma invasão alígena e o aspecto de explorador aventureiro que Rick manifestava no primeiro jogo, dá lugar a um ambiente futurista, bastante similar ao do Flash Gordon, mas sendo os níveis demasiado abstractos, no conceito de os personificarmos e entrarmos no espírito da aventura, como acontecia no primeiro, e que me levou a ficar agarrado ao ecrã durante horas e horas de jogo. Peço desculpa a quem aprecia mais o segundo jogo, mas Hyde Park, que de parque pouco tem, já que o nível é quase todo jogado dentro de um ovni, as cavernas de gelo, a floresta de Vegetablia e as minas atómicas de lama não transmitem o mesmo feeling dos níveis do primeiro Rick Dangerous.
Mas mesmo assim é um jogo tecnicamente fabuloso, com a jogabilidade melhorada em relação ao primeiro. Quantas vezes não desejei poder deslizar a dinamite no primeiro, como dá para fazer no segundo com as bombas. Mesmo o look do personagem, no ecrã de apresentação, ficou infimamente melhorado no Spectrum. Sempre achei que Rick Dangerous, no primeiro jogo, tinha mais ar de gangster dos anos 30, do que um “Indiana Jones”.
O que falha em RD2, no ZX Spectrum, acaba por ser o corte nos níveis, como acontecia no primeiro, e de o carregamento total do jogo não ser feito de uma só vez, mesmo em 128k.Mas mesmo assim não deixa de ser um jogo que me traz boas memórias, e de ser merecedor de constar na minha colecção, com destaque.
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26/02/2009
Archeogamer : 8 - Games Of My Life: #01 Rick Dangerous [fuente]
Se há um jogo que merece destaque até à presente data como sendo o da minha vida, esse título cabe sem dúvida ao Rick Dangerous, para ZX Spectrum.
Não que seja o melhor ou o mais perfeito jogo que já joguei, porque esse título é sempre subjectivo, mas foi sem dúvida o que mais prazer me deu jogar e mais recordações me traz à memória. Sendo também o primeiro que desejei terminar e não descansei enquanto não atingi essa meta. O que não deixou de ser estranho, já que foi preciso um jogo de 1989 para despertar essa sensação, quando o primeiro que joguei remonta à distante época de 1980, com apenas 6 anos. É algo que não consigo explicar.
Para quem não sabe, Rick Dangerous, foi concebido no final dos anos 80 pela Core Design, a mesma equipa que foi responsável pela criação de Tomb Raider, uns anos mais tarde.
Rick Dangerous, saiu em praticamente para todos os computadores populares da altura, de 8 e 16 bits, mas com a particularidade de ter sido aplicado uma redução no tamanho dos níveis de jogo, nas versões de 8 Bits.
O que pode ser compreensível nos computadores com 48/64K de memória, mas o jogo poderia ter sido convertido na sua plenitude nos modelos com 128k, obviamente com as limitações gráficas e sonoras inerentes a cada sistema.
O jogo é composto por 4 níveis, tendo sido claramente influenciado pelo filme: Os Salteadores da Arca Perdida. Basta jogar os primeiros segundos de Rick Dangerous, para perceberem o que quero dizer. Não adianta dizer muito do jogo, uma vez que não há nada que possa escrever, que não possa ser encontrado neste fabuloso site.
Posteriormente saiu uma versão não oficial nem comercial do jogo, em 1992, para o MSX, desenvolvido pela Paragon Productions. Se bem que este Rick Dangerous foi uma adaptação livre do original, com diferenças bastante significativas. Clique aqui para saber mais.
Versão original em caixa de cartão, com poster e livro de banda desenhada.
Nunca fui fã do uso de joysticks no Spectrum, sempre preferi o uso do teclado, talvez a simplicidade dos jogos nesse sistema permitissem esse favoritismo.
Mas por vezes descobrir a combinação correcta das teclas de jogo era uma tortura. Não havia jogos originais à venda, e as cópias adquiridas eram 90% dos casos sem instruções básicas.
A combinação de teclas neste jogo é: Z para esquerda, X para a direita, K para baixo, O para cima e o Enter é o disparo (tentem jogar hoje em dia este jogo emulado num PC com esta combinação de teclas, é de fazer uma tendinite).
O problema é que o disparo só funciona em combinação com o uso de uma das teclas do movimento. Assim Enter+Cima dispara a arma; Enter+Baixo usa a dinamite; Enter+Esquerda ou Direita usa o bastão.
Durante uns dias pensei que o jogo só usava teclas de movimento e avancei até ao máximo que era possível sem recorrer ao uso de violência.
Ficar encalhado 9 meses num ecrã de jogo no 3º nível, e um dia passá-lo em 10 segundos sem qualquer solução, simplesmente porque não me tinha passado pela cabeça tentar usar o bastão para desactivar uma maldita armadilha, até aquele dia.
Após ter passado esse ecrã a televisão do meu quarto avariou na manhã seguinte, e à tarde não pude jogá-lo na televisão da sala, porque a minha mãe queria ver pela centésima vez o filme A Música no Coração, que ia dar na RTP 1.
A frustração que senti ao descobrir que no Commodore Amiga, os níveis do jogo eram bem maiores que no Spectrum, após ter apostado com um amigo meu que conseguia terminar o jogo, face à acusação dele que o jogo era difícil e que não conseguia passar o 1º nível. O resultado foi que também não passei desse nível, à primeira.
As tardes bem passadas a jogar o jogo com um amigo meu, e os gritos e pulos que dé-mos quando completei-o pela primeira vez.
Versão original de baixo custo da Kixx.
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10/02/2009
Archeogamer : 7 - Livros - The ZX Spectrum Book - 1982 to 199x [fuente]
Quando tive conhecimento do livro The ZX Spectrum Book - 1982 to 199x, foi uma frustração saber que estava esgotado. Infelizmente o livro teve uma edição limitada de 1000 exemplares, sem direito a reimpressão.
Felizmente Andrew Rollings, seu autor, decidiu criar meses mais tarde uma edição limitada em capa dura de apenas 100 exemplares, especialmente numerada e autografada pelo próprio. Consegui comprar esta última versão e felizmente, escrevo isto agora, que não comprei a versão normal do livro. Mesmo sendo 100% igual, é preferível esta edição para manuseamento e conservação do livro, visto que está autografado e numerado é sendo uma maior valia para um coleccionador, como eu.
Ainda é possível adquirir o livro neste site.

O livro abrange a década de 1982 a 199X(2), contendo 230 jogos em 256 páginas em papel impresso de alta qualidade e a cores.
O ZX Spectrum Book, está bem concebido, facultando bastante informação e sendo até bem detalhado nos primeiros anos de vida da época d’ouro do ZX Spectrum, no que respeita aos jogos focados. Mas no meu ponto de vista o livro falha, quando aborda os jogos no período de 87 a 92. Sendo o período dos anos 90 quase inexistente.
O autor concebeu o livro sobre o ponto de vista dos jogos que jogou durante o período de vida comercial do ZX Spectrum, e não os melhores, ou de maior relevância e emblemáticos. Citando o próprio: “this book is not intended to be na all-inclusive history…it should be viewed as a record of my personal journey through the world of Sinclair gaming…”
Foram simplesmente ignorados alguns títulos fundamentais que fizeram o Spectrum sobreviver até aos dias de hoje, como são os exemplos de: R-Type, Rainbow Islands, Renegade/ Target Renegade.
Mas não se deixem iludir por esta abordagem do autor, à sua predilecção em relação à chamada época d’ouro do Spectrum, porque há sempre algo a aprender em cada jogo escolhido, em cada análise escrita.
É sem dúvida um livro a adquirir por todos os fãs de jogos do ZX Spectrum, somente não é o livro definitivo sobre o mesmo assunto. 3/5*
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01/02/2009
Archeogamer : 6 - Game Review: #01 Albatrossity [fuente]
Foi recentemente distribuído no site do autor jonathan Cauldwell, o jogo Albatrossity. Um novo jogo para o ZX Spectrum 48/128k. Podem efectuar aqui o download para emulador, no site do autor.
Estive mais ausente do blog, porque estive a preparar a crítica ao jogo. Deixo-vos aqui o 1º vídeo que teve de ser dividido em duas partes, por causa da política do Youtube, que só aceita ficheiros até 10m de vídeo de duração.
2º Vídeo:
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27/12/2008
Archeogamer : 3 - Game Review - Cannon Bubble: ZX Spectrum 128K [fuente]
Cannon Bubble é um jogo que foi concebido em 2007,para o ZX Spectrum 128K, pela editora espanhola CEZ Team. Editora esta que ainda produz jogos para sistemas mais antigos.
Fiquei extremamente impressionado pela qualidade do jogo, como podem ver mais abaixo na crítica. O motivo deveu-se ao facto que grande parte dos jogos novos que jogo , para Spectrum, são quase todos meio amadores, mas este C.B. foi abençoado com um cunho de profissionalismo impressionante, creio que se tivesse sido lançado em 1990, teria sido sem dúvida um Nº1 nos tops.
Capa da Cassete de Spectrum
Imagem Screen$ de Loading inicial do jogo, enquanto carrega.
Imagem de jogo no modo um jogador.
Imagem de jogo no modo 2 jogadores.
É possível adquirir o jogo neste site, por uns modestos 4 euros!
Há um ano atrás aventurei-me a criticar Cannon Bubble. A compressão do som e imagem não é das melhores, mas está perceptível. Também não sou um profissional, e infelizmente, nem tenho meios para tal. Espero que gostem
Score: 90%
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26/12/2008
Archeogamer : 2 - Sinclair User - Nºs 123,124,125 e 126 [fuente]
Substancialmente mais caras que as revistas espanholas, eram as revistas inglesas. Não que fossem melhores, mas foram mais distribuidas, quer a nível europeu como no mercado português. Para além que o inglês é mais acessível aos europeus não britânicos, que o espanhol. Eram 3 as revistas que dominavam o mercado: Sinclair User, Your Sinclair (talvez a mais famosa) e a Crash!
Eram revistas extremamente caras para a altura, lembro-me de pagar mais de 1000 escudos por algumas nos anos 80, a MicroHobby por exemplo, no final da sua vida custava uns 550$ com duas cassetes. Hoje em dia consigo-as a preços bem reduzidos, estas 4 Sinclair User que comprei, tendo ficaram por menos de 5 Libras e completas, com as respectivas cassetes.
A Sinclair User foi a publicação mais longa dedicada ao Zx Spectrum. Não tendo sido a última a findar a sua cobertura, mas foi aquela que mais tempo lhe dedicou. Desde Abril de 1982 até Abril de 1993, 11 anos de duração, foi quanto esta magnifica publicação demorou. O que dedicada a um único sistema é um feito notável.
Neste site podem ver excertos dos 134 números da sua existência, tendo em Maio de 1992 incorporado a sua rival, a revista Crash. Com a introdução do logótipo Crash na capa da revista, como podem ver numa foto mais em baixo, nada mais trouxe ao seu conteúdo. Pode ter sido uma estratégia para agarrar os leitores da Crash, para que não passassem a ler a Your Sinclair, ao comprárem os direitos de parceria da extinta revista.
Comecei a coleccionar as revistas de Spectrum, a minha estratégia passa por arranjar primeiro os últimos números das suas edições, já que são os mais raros de encontrar, devido a terem sido menos vendidos e também, por algum desconhecimento que tenho dos jogos que saíram oficialmente entre meados de 92 a 94.
Estas foram as minhas primeiras compras:
Sinclair User Nº123, Abril 1992; Sinclair User Nº124, Maio 1992; Sinclair User Nº125, Junho 1992; Sinclair User Nº126, Julho 1992.
Excerto do interior de uma das revistas.

The Great 8, título das 4 cassetes que acompanhavam a venda original das revistas. Também incluídas na compra.
Adquirido em: 13 Dezembro, 2008
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24/12/2008
Archeogamer : 1 - Jornal A Capital - Pokes & Dicas [fuente]
Nos anos 80 havia poucas fontes de informação acessíveis em termos monetários aos fanáticos de Spectrum. As revistas espanholas MicroHobby e MicroMania, a rubrica de jogos de computador na RTP 1, no programa Ponto por Ponto e o grande Jornal A Capital, que todas as sextas-feiras incluía um fabuloso suplemento, que entre várias temáticas trazia sempre umas páginas dedicadas ao mítico computador, críticas a jogos e algumas rotinas de programação na secção de Pokes & Dicas. Tudo isto por poucos escudos fazia com que muitos “cromos” corressem todas as tardes de sexta-feira, para as papelarias, na esperança de arranjar um jornal que facilmente esgotava.
Eu fui um desses cromos que percorreu léguas e léguas de calçadas, muitas vezes conseguindo o único exemplar, ainda existente, num raio de alguns km. Tinha um bom espólio de exemplares e recortes do suplemento, mas infelizmente um incidente há um ano fez com que todo esse espólio ficasse todo destruído. Um dos sonhos que tenho é juntar toda a informação e suplementos, fazendo uma compilação para depois disponibilizar online, mas para isso, necessito de arranjar pelo menos o material ainda existente, portanto se algum de vós ainda tiver o que resta desses suplementos esquecidos num qualquer baú, ou fundo de um sótão, estarei disposto a ficar com eles. É só me enviarem um email! Ou então se souberem onde posso ter acesso à informação do jornal, também seria uma ajuda.
Os 10 Mais de 86: Suplemento de 6 de Dezembro de 1986
Os 10 Mais, Aventura e Estratégia: Suplemento de 13 de Dezembro de 1986
Excerto do conteúdo do suplemento de 6 de Dezembro de 1986











