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Retro Fast: Manias dos Games na Vida Real [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Todos nós sabemos quantos e quais benefícios os videogames trouxeram e ainda trazem para nossas vidas. Quantos jogadores aprenderam ou aprimoraram o inglês jogando com um dicionário do lado? Quantos melhoraram o raciocínio lógico e reflexos enquanto se divertia em … Continue lendo

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Trajes Fatais inicia sua campanha de arrecadação no Kickante [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Quem acompanha esta sessão News do Retroplayers sabe que o jogo indie brasuca Trajes Fatais está em desenvolvimento e tem tudo para ser um excelente game de luta, inclusive tendo disponibilizado um beta para testes (As notícias podem ser conferida … Continue lendo

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Histórias Gamísticas: Ultrapassando a Fronteira dos Games [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


No dia 19/06/2016, em um grupo de games no Whats,onde discutíamos a viabilização de um evento que faremos, chamado 2 Join, eu vi uma mensagem preocupada de um amigo que também participa desse grupo, o Péricles. A mensagem era diferente … Continue lendo

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Vídeo Faz Viagem Pelos Principais Títulos da Série Super Mario Bros. em 360° [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Com a tecnologia do óculos VR e a inclusão do recurso 360° no youtube, surgiram diversos vídeos criativos que possibilita maior interatividade do espectador. Claro que permite também visitar as franquias clássicas do mundo dos games, como por exemplo a … Continue lendo

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Pyre é o Novo Projeto dos Devolvedores de Bastion e Transistor [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Quem conhece os excelentes Bastion e Transistor da desenvolvedora Supergiant Games já pode ficar na expectativa com seu novo projeto, Pyre, que acabou de ser revelado. Pyre é um RPG em que você lidera um grupo de exilados que competem … Continue lendo

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Jogo Pyre é o Novo Projeto dos Devolvedores de Bastion e Transistor [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Quem conhece os excelentes Bastion e Transistor da desenvolvedora Supergiant Games já pode ficar na expectativa do novo projeto divulgado chamado Pyre. Veja o trailer e confira todo potencial do jogo: Pyre é um RPG em que você lidera um … Continue lendo

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Shinobi vai ganhar filme, e já está confirmado! [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Inicialmente como pequenos rumores e agora de forma oficial, a inesquecível franquia Shinobi pintará nas telas dos cinemas através da parceria entre Sega e da produtora Marc Platt Productions. A produtora Marc Platt Productions é a responsável por grandes títulos … Continue lendo

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O Filme de Shinobi está confirmado pelo mesmo produtor de Scott Pilgrim [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


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MD How to Use - Fatal Fury (1992) [QgMaster] [[fuente]]




E aí pessoal.
Vamos prosseguir com nossa jornada nos Fighting Games do Mega.
Agora vamos para um game importantíssimo para toda história do Fighting Game. 
Depois de Street Fighter II, nossa volta às origens é com o primeiro Fatal Fury. O embrião do consagrado The King of Fighters.



Em 1991, estrelava nos arcades um jogo chamado Fatal Fury,  (餓狼伝説, Garou Densetsu, A lenda do lobo faminto). Muitos acreditaram se tratar de um clone de Street Fighter II, mas seu lançamento foi meses antes no Arcade.


Era exclusivo o bonezinho de Terry voar no cenário.
Quando eu falei o nome "Fatal Fury", muitos acreditaram que eu me referia à algum filme da "Tela Quente". O game surgiu antes do "Boom" do segundo jogo da Capcom, segundo a lendas, ex-membros do projeto da Capcom, Takashi Nishiyama e Hiroshi Matsumoto, resolveram aportar na SNK com seu poderoso Neo Geo e uma pequena empresa, ADK. Naquela época Street 1 não havia dado o "boom", mas já mostrava potencial  com seu estilo inovador.


LOBOS VINGATIVOSEnquanto Street tinha várias histórias diluídas, Fatal Fury se prende a uma história central: Ao invés de um duelo mundial, se passa na cidade de South Town, conhecida por seus crimes, suas gangues e lutadores. O manda-chuva do local é o empresário Geese Howard, cujo grande negócio envolve as Artes Marciais. Ele promove na cidade um grande torneio, que intitula The King of Fighters

Geese monta o torneio para suas próprias intenções ambiciosas, mas ele não contava que tinha feito inimigos: O chefão fez uma queima de arquivo matando há 10 anos atrás o lutador Jeffrey Bogard, que tinha uma técnica secreta que nunca revelou. Geese não esperava que depois de tanto tempo, os filhos de Jeffrey entrariam no torneio em busca de vingança. Terry e Andy, os irmãos Bogard, se unem a um amigo que conheceram nas brigas por aí, Joe Higashi. E entram no torneio com tudo.
Terry e Tung querem enfrentar Geese pelas mesmas razões,
mas não vão pegar leve um com o outro.

TIRANDO LEITE DE PEDRAO que me impressiona é que na época, no local que eu vivia, os donos de Mega pareciam mais satisfeitos com seu game que os de SNES. E só fui saber depois que a versão Mega foi a mais cortada. Se eu não estiver enganado, o mesmo ocorreu em Samurai Spirits. O cart original de Neo Geo totalizava 55 Megas (absuuurdo!), enquanto Mega e SNES não tinham saído dos 16 Megas.


Capa da Versão Neo Geo: o estilo era este "realismo" e
 a maior propaganda era a memória na especificação.

GRÁFICOS E SONSOs gráficos apenas perdem o total de cores e resolução nos cenários, os cenários hoje nos parecem desfocados, mas a SEGA/TAKARA ainda não tinham refinado sua arte gráfica pro Mega. A diferença de tamanho dos sprites desprezível, o que reduziu muito a memória do cart, sem prejudicar sua qualidade. O som é bom, mas as vozes apesar de alguma queda, não era nada comparado à SF II Champion Edition. 
Esqueçamos a conversão, e o jogo em si? 

No Modo Arcade, você apenas usará os 3 heróis.
Um charme era descobrir onde estava cada inimigo.
Os gráficos nos lembrarão de cenários ainda com o estilo dos beat n' ups, com praias e ruas abertas. A ausência de lutadoras será compensada com a presença de muitas moças bonitas na torcida e no final do torneio. O mapa do South Town dá um charme ao game muito maior que um mapa-mundi.Você verá com surpresa o gráfico dos personagens principais quando se lembrar dos últimos The King of Fighters: eles ainda são "bruscos", dão aquela sensação de primeiro desenho rabiscado é o que foi escolhido. Terry parece mais "punk", "molequinho". Andy está mais pra uma roupa azul que branca. E os personagens ainda não tem o natural "balanço" de SF II, quando parados no início da luta. 
O maior mérito de Fatal Fury, graficamente, é a sensação de tempo, a cada round o cenário vai entardecendo, um efeito esbanjador no Neo Geo, que o Mega trabalhou criativamente economizando memória. Até chuva cairá em certas cenas.A música tem temas legais, embora os personagens principais tenham a mesma trilha. 


O QUE FAZ UM REI DOS LUTADORESO combate, o que interessa, você verá como tudo era possível ainda, já que só havia um game do gênero. Os personagens principais terão 4 golpes especiais, durante algum tempo, só a SNK tinha personagens com este número (que já era difícil memorizar pros gamers da época).
Tenho a sensação que o clássico do Master, Masters of Combat bebeu muito deste game, não só pelo Round Point idêntico, mas a própria dinâmica dos golpes só derrubar se for feito a certa distância, ou fazer combo.
Uma característica diferente de SF II é que as magias tem alcance limitado e os golpes de investida já eram em parábola: eles não são detidos por magias, mas passam por cima delas.
A jogabilidade ainda não permite aqueles combos monstruosos, você terá 3 botões: soco, chute e arremesso. Sim, botão de arremesso, como nos primeiros jogos de luta da SNK. Nem todos os personagens arremessavam, como nem todos os personagens saltavam. E daí? Na época não era absurdo. E mesmo assim, a Takara disponibilizou estes movimentos pra todos da versão Mega, o que melhorou a reputação desta versão.

Enquanto as fases passam, Geese analisa seu personagem.
O outro ponto era a marca da série, o Sistema Tridimensional, em que você muda de plano, ou seu ataque joga pra outro. Para mudar com prudencia, basta abaixar ou saltar com o botão de arremesso, mas se apertar qualquer botão de ataque, você salta com um golpe para o outro plano. 
Sistema de planos em ação: útil pra quem acostuma,
ruim para quem quer jogar à maneira tradicional.

Vamos ver quem está nesta versão:
TRIO DOS HERÓIS
 No modo Arcade, só os 3 estarão disponíveis, bem no antigo Ryu-Ken. Se você escolhe um, os outros irão te interromper na 2ª e 4ª luta, antes de chegar no inimigo do cenário.

TERRY BOGARD
Idade: 20 anos (15 de Março)


O típico estadunidense jovem, de tênis, calça jeans e boné, fã de rock e basquete, descontraído e irônico. Treinou artes marciais pelos States, antes de achar que era hora da vingança.

Sua magia Power Wave era maior, mas sempre foi rasteira. Burn Knucle é bom pra pegar o inimigo de surpresa a média distância, mas apenas em pé. Seu Crack Shoot é uma marca da SNK: um golpe em parábola que escapa de magias ao invés de ser vítima delas, é uma das melhores armas contra Richard Meyer e Geese Howard.

TERRY BOGARD
ê⇘è +soco - Power Wave
ê⇙ç+soco - Burning knucle
(c)  ê,é+soco - Slam Attack
ê⇙ç +chute - Crack Shoot

ANDY BOGARD
Idade: 19 anos (16 de Agosto)


O irmão caçula de Terry é bem mais centrado que ele, passou o tempo no Japão treinando karatê e Kempo com  Hanzo Shiranui. O Hishoken é uma magia ki média, mas ainda não estava definida sua força.  Dragon Bullet (Shoryudan) é o melhor anti-aéreo do game, mas o controle ainda é difícil. A ombrada já era eficiente pra se aproximar sem medo de rasteiras, pode executar o movimento com a meia lua.  

ANDY BOGARD
ê⇙ç+soco - Flying punch (Hishoken)
(c)⇙,è+soco  - Body Spin
ê⇘è ⇗+soco - Dragon Bullet
(c)⇙, ⇗ +chute - Shotgun kick

JOE HIGASHI 
Idade: 19 anos (12 ou 29 de Março, em versões diferentes)


Este japonês rude é fã do Muay Thai, sim, este esporte é popular na terra do karatê. É viciado em luta, e tem prazeres exóticos como comer jacarés. Deixou a Associação de Muay Thai para entrar no torneio com seu melhor amigo, Andy.Sua magia tem comando mais difícil por ter maior alcance. Seus chutes são bem diferentes: usa joelhadas nas voadoras e desliza com suas rasteiras. Possui dois tipos de chute, o Slash Kick é rápido e o Tiger Kick forte. Seu trunfo está na sequencia de socos, que lhe protege.
JOE HIGASHI
ç⇙ê⇘è +soco - Hurricane Upper
(c)⇙,è+chute - Slash kick
ê⇘è⇗ +chute - Tiger Kick
Soco repetido - Machine Gun Punch

OS CONCORRENTES

RICHARD MEYER
Idade: 29 anos (22 de Fevereiro)
Background: Pao Pao Cafe


Este lutador é defensor de uma luta mal entendida como "Kapo-Eral", mas muitos se ligaram que era Capoeira, estilo do Brasil. Além de querer divulgar o estilo, Richard é dono do pub "Pao Pao Cafe". Todos os golpes de Richard são baseados em incansáveis chutes, é um "Balrog às avessas". O primeiro especial ele pode se mover enquanto ataca. O segundo ele voa podendo escapar de magias. O terceiro ele prega no teto e pode se mover, já antecipando o Vega. 
Contra Richard é meio difícil enxergar uma brecha em seus chutes, o que é próprio da Capoeira. Use magias contra sua dança e rasteiras quando descer do teto. Os chutes de Joe Higashi são ótimos pra vencer sua guarda. Golpes tipo parábola como o Crack Shoot de Terry são bons como contra-ataque.

RICHARD MEYER
ê⇙ç+chute - Handstand kick
ê⇘è +chute - Rolling Kick
(c)  ê,é+chute - Spider Attack


 DUCK KING
Idade: 24 anos
Background: West Subway


Este punk mistura artes marciais com Street Dance, seu maior desejo é derrotar no torneio seu rival, Terry. Além dos Golpes dançantes, Duck usa bolinhas horizontal e diagonal como o Blanka.

Contra Duck, o lance é partir pra ofensiva. Toda vez que mandar sua bolinha horizontal, mande uma magia. Dá pra ganhar dele numa luta limpa. 

DUCK KING
 ê⇘è⇗ +chute - Cannonball attack
(c)ç,è +soco - Head Spin Attack
(c)  ê,é+soco - Screw Attack


MICHAEL MAX
Idade: 25 anos
Background: Sound Beach




Campeão de Boxe que quer mostrar que pode encarar qualquer um que use mãos e pés. Possui uma magia idêntica à de Joe e tem um Direto bem rápido. Deve trabalhar com a média distância, pois ele é forte, tem bom alcance dos punhos.

Contra Mike, ter a guarda sempre prevenida é importante, voadoras na hora certa são bem vindas, cuidado, golpes de mudança de plano, ele é o que leva mais vantagem, ele costuma dar uma dor de cabeça; o Burn Knucle ou Tiger Kick, devem ser usados naquela hora de vacilo à média distância. Até lá, prefira magias a médio alcance.


MICHAEL MAX
(c)ç, è +soco - Gut Straigh Punch 
ç⇙ê⇘è +soco - Tornado Upper
èè - Footwork
çç - Escape Footwork

TUNG FU RUE
Idade: 67 anos
Background: Howard Arena


Inspirado em Mestre Kame de Dragon Ball, Tung era o mestre de Geese e Jeffrey. Entrou no torneio pra derrotar seu aluno maldito. Apesar de poderoso, Tung é uma sombra comparado a sua versão em FF Special. Tem um soco ki de curtíssimo alcance, o Palm Slap, como magia e uma voadora em parábola, o Flying Wheel kick.
Tung tem uma coisa especial, ao receber alguns sopapos se transforma num gigante. Um velho que troca de estilo também é imitado por Gen de SF Alpha. Neste momento, Você, além de ganhar uma ombrada destruidora, e não cair com arremessos, ganha golpes giratórios, o Hurricane Kick é uma magia (atirada com o pé) e o Hurricane Punch uma giratória que passa magias.  São dois personagens em um.

Algo que aprendi nos jogos de luta: Tung Fu é um exemplo que os velhos devem ser respeitados.
A melhor tática é ir na direção dele e agarrá-lo. Outras táticas terão difícil sucesso.

TUNG FU RUE
ê⇘è +soco - Palm Slap
ê⇙ç+chute - Flying Wheel kick
ê⇘è +chute - Hurricane Kick
ê⇘è +soco - Hurricane Punch


OS ÚLTIMOS INIMIGOS




Geese está analisando a luta. Ao perceber quem está na liderança, furioso, manda seus capangas virarem a situação. Infelizmente Hwai e Billy Kane foram cortados (considerando seus cenários também). Uma pena que não mantiveram Billy Kane, pois é um personagem mais importante que o guarda-costas que sobrou...

RAYDEN
Idade: 27 anos
Background: Dream Amusement Park
A imagem já diz tudo...
Rayden é o guarda-costas de Geese. Campeão de Luta-Livre australiano. Tem uma magia parada de fogo, o Killer Fog, que é boa contra aqueles que saltam e sua investida atravessa magias. Se apertar arremesso pra trás, você prende o inimigo, minando o life dele.
Contra Rayden, você passará raiva. O gordo é forte e traiçoeiro. Evite magias de longe, pois seu Rocket Attack vai atravessar magias e atingi-lo por trás. A tática de agarrar funciona, mas ele tentará virar a situação. O Burn Knucle de Terry e o Tiger Kick de Joe é útil pra surpreendê-lo, mas não o faça longe, pois ele vai esperar pra lançar seu fogo em você. 
RAYDEN
(c)ç, è +soco - Killer Fog 
ê⇙ç+soco - Rocket Attack
ç +arremesso - Cobra Clench
çç - Escape Footwork



GEESE HOWARD
Idade: 38 anos (21 de Janeiro)
Background: Geese Building
Contra Geese, tanto defesa quanto ataque tem que ser prudentes.

Geese furioso tira você do pódio, deixando o troféu e as minas que te recebem, para um duelo final. Como chefão, Geese apenas parece um cara muito forte em relação aos heróis, não um ser a parte do Universo como Bison e Shang Tsung. 
Sua magia é rasteira como Terry, mas mais poderosa. Sua rasteira é deslizante como a de Joe.  É o único personagem com um movimento de contra-golpe, o Atemi Nage, seu grande trunfo.Contra Geese, todo cuidado é pouco. A voadora não deve ser o primeiro ataque, ou é Atemi Nage na certa. Mande magia antes a média distância. Os golpes em parábola na hora certa, como o Crack Shoot são a melhor arma pra vencer. 


GEESE HOWARD
ç⇙ê⇘è +soco - Violent Wave 
è⇘ê⇙ç+soco - Atemi Nage
çç - Escape Footwork

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CONCLUSÕES FINAIS
Jogar Fatal Fury após todas as versões que joguei foi uma grata surpresa. O game modernizou, retocou, virou outro. Eu me perguntei: pra que jogar o 1 se já tinha o 2, o Real Boat  e experimentado o Special, o que mais gosto? É engraçado, e não é porque eu o joguei na época. Não lembrava que o jogo era assim. Pela própria crueza, quando não havia padrão neste estilo, Fatal Fury voltou a ser um dos meus Fighting games preferidos. Se não tem preconceito com uma boa briga, recomendo.



O esperado Uncharted 4 é invadido por Crash Bandicoot [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Sendo um dos jogos mais aguardados do ano pela comunidade gamer, Uncharted 4 está perto de sua data de lançamento para os fãs da série. E qual ligação deste lançamento com o seu site de velharias favorito? Simples, basta citar … Continue lendo

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Retro Review – Donkey Kong Country Returns (Wii) [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Olááááááá caros amigos Retroaventureiros! Como estão? Tudo beleza? Espero que sim… n_n Como dizem que a primeira vez é inesquecível, a segunda é ainda melhor e a terceira é muito mais melhor de boa ainda (nossa!!! kkk), cá estou eu aqui … Continue lendo

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Mortal Kombat Mythologies Gold 2000 [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Ano: 2000/2016
Gênero: Luta
Dumped/Fix: CLE/Thiago Barrios/TI_Depois da saga para conseguir um dump de Mortal Kombat 2 e Meio (MK 2.5), eis que finalmente chegou a vez de Mortal Kombat Mythologies Gold 2000 (MKMG), assim como o MK 2.5, o MKMG é um cartucho de um hack raríssimo, e quem possuía um deles não abria mão de realizar o dump (extrair a rom) do jogo. Mas graça ao esforço de uma equipe de pessoas, a rom do jogo foi enfim disponibilizada.
Existe uma versão para Mega Drive com o nome de Mortal Kombat 5: Mortal Combat Sub Zero.

Ao iniciar o jogo, na tela de apresentação, aparece Liu Kang perdendo a cabeça com um gancho desferido por Sub-Zero, a partir daí se inicia o jogo.A fase inicial conta com cenários que remetem ao MK: Mythologies de PS1, mas a semelhança para por aí, já que este hack é bem limitado, contando com poucos elementos no cenário, algo que é comum quando se trata de hacks.
A jogabilidade é um pouco travada, com pulos pouco precisos, o que requer um pouco de perícia dos jogadores. Sub-Zero conta com golpes simples, com socos e chutes, além de sua conhecida magia, ou seja, soltar gelo contra os inimigos.  Falando em inimigos, neste jogo, são apenas quatro inimigos, Kano, Jax, Sonya e Liu Kang. Outros desafios que o jogo traz é a necessidade de desviar de ácidos que caem do teto, caixa que são jogadas contra o personagem, além de pendurar em cordas. Superados todos os obstáculos durante as fases, é hora de enfrentar de curtir o merecido final, ou quase.
O jogo não conta com um final propriamente, apenas surge um tela agradecendo por ter jogado, algo comum em muitos jogos do SNES, que recompensavam o jogadores ao terminar os jogos com um simples parabéns ou obrigado.
Por fim, vale a pena dar um conferida, mesmo que seja somente a título de curiosidade, pois, apesar das limitações técnicas, trata-se de um hack que era uma verdadeira lenda gamística, e que hoje temos a oportunidade de apreciar.
Download: Clique Aqui!

Recomendo: Out Run [QgMaster] [[fuente]]



O que acha de espantar o frio numa das corridas mais frenéticas que a SEGA já bolou? Estas duas últimas semanas uma visitinha inesperada neste cart (já coberto em Review pelo nosso especialista Adinan) me deu um belo frescor dos Arcades da SEGA.
O Master traz tudo sem perder a emoção: Gráficos belos, uma música descontraída (melhor que muito áudio que simulava barulho de motor) que você "sintonizava" no rádio, aquele velho espírito que sentíamos só nos teen movies americanos dos anos 1980, correndo a toda na orla da praia, com você e sua loira no carona, até quando voavam pelos ares ao bater nos objetos do lado da pista. Sentir tudo isso é só ligar o game.
Super recomendado (para alguém que Corrida não é seu forte), minha dica do mês. Pé na tábua!


Master Review - World Grand Prix (1986) [QgMaster] [[fuente]]








Saudações!Estou de volta, desta vez, para falar de um game um tanto “obscuro” do Master System, o World Grand Prix. Apertem os cintos, liguem os motores e vamos lá!!!
Você já jogou World Grand Prix (WGP)?Esta pergunta pode soar tôla, uma vez que, foi lançado no Brasil junto com o Master System em 1989 e, até hoje, figura entre os títulos encontrados na atual versão Evolution, produzida pela Tectoy. Desta maneira, pode sim, ter divertido muita gente durante este tempo todo. Então, porquê disse, lá na apresentação, que é meio “obscuro”? Vejamos...
As capas com "artes minialistas" do Master System.
Pilotar este carrinho, é como entrar no cockpit de um Fórmula 1 de 30 anos atrás, por ter sido lançado em 1986. Desta forma, traz todas as características dos jogos produzidos naquele período, época que os videogames ainda estavam engatinhando, formando suas identidades visuais, mecânicas e de feedback junto ao público. Assim, quando aportou em terras brazucas, já estava datado.Isto se reflete, também, no espaço na mídia dedicado à ele. Você, que está lendo isto, que foi uma criança feliz nos anos 80 e 90, lembra de ter se deparado com algum review sobre WGP, em qualquer revista especializada que fosse? Se a resposta foi “Não”, junte-se a mim nesta causa. Falou-se muito pouca coisa à respeito dele, só o descreveram brevemente e pronto. Ainda bem que, graças à internet, há vídeos de gameplay no Youtube, que o ajudam à permanecer vivo na história dos games.Escrever à respeito, foi como uma “reparação”, porque eu mesmo, não tenho uma única lembrança vívida de tê-lo jogado... apenas, tenho "flashes" de memória dele. Sei que tive a oportunidade, por um dado momento e nunca mais... isto, até alguns dias atrás, quando me veio uma vontade súbita de revisitá-lo: “Porquê será, que não me lembro direito? Era ruim?”. 
O JogoUm pouco antes, comentei que WGP, é como pilotar um antigo Fórmula 1. Se decidir encará-lo, saiba que é um típico game de corrida da primeira metade os anos 80, um “Arcadão de Raiz”. Não verão intermináveis telas com menus de configuração e acertos de carro, nem nomes de pilotos famosos, suas equipes ou paradas para Pit Stops. Terão a pura experiência de acelerar um bom e velho game de corrida "das antigas", nem mais, nem menos. Ainda assim, não o menospreze... este danadinho, pode te dar alguma dor de cabeça.Você disputará 12 corridas, em traçados que lembram o de circuitos da principal categoria do automobilismo mundial, como Paul Ricard (França) ou Jacarepaguá (Rio de Janeiro, Brasil)... tudo isto, em uma única volta veloz. Se não obtiver o tempo estipulado para cada um deles, é Game Over, meu Chapa... "sem choro, nem vela"! 
A simplicidade da visão de um 8 bits, não condiz muito com a realidade. O game é mais difícil do que parece.
Dependendo de sua colocação, ganhará pontos que podem ser usados em upgrades da sua máquina, que compreendem em Accelerator (Acelerador/100 Pontos), Handling (Direção/150 Pontos) e Engin (Motor/200 Pontos). É recomendado que seja “bom de braço” porquê, o melhor tempo, lhe valerá 200 pontos; o segundo, 100; o terceiro, 80; o quarto, 40; o quinto, 20 e o sexto, 10. Lembrando, não há disputa por posições como nos games mais tradicionais, mas sim, uma luta contra o relógio.
Os pontos obtidos por seu desempenho, podem ser convertidos, na melhora do desempenho de seu bólido.

Parte técnicaMesmo se tratando de um game antigo, ele não faz feio perto de outros do mesmo sistema. Aliás, o coloco entre os melhores do Master System. Os gráficos são bonitos e bem acabados. Podemos ver detalhes artísticos interessantes, como um céu alaranjado de pôr-do-sol ou luzes de uma cidade à noite, por exemplo.Também foi dado um trato especial no carro que pilotamos. É possível identificar que, possui o desing característico daquele momento da F-1, com rodas, aerofólio e escapes enormes. Outra coisa que achei bacana, foi o capricho em reproduzirem a “chacoalhada” que o carro dá quando se passa a marcha no tempo errado, simulando a mudança fora do giro certo do motor. Pode parecer bobeira mas, terem pensado em algo assim naquela época, é sensacional. 
Já para pilotar o veículo, é simples. Com o direcional para cima, reduz-se a marcha e, para baixo, aumenta. O Botão 1, fica responsável pelo Freio e o Botão 2, com o Acelerador. Mais fácil que isto, só jogando Enduro, no Atari. 
O visual ficou muito bacana, levando em conta a época que WGP foi feito. Demonstra capricho na produção.
Outro detalhe que me surpreendeu (naqueles tempos, dada à pouca bagagem, nem identificaria), é o "Framerate". Nos 8 Bits, era comum que, os veículos adversários, ficassem “piscando” quando se aproximavam. Aqui, eles surgem no horizonte, seus sprites vão aparecendo um à um, de forma suave e sem “contornos quadrados” em volta da imagem (como visto em Space Harrier).Os sons cumprem seu papel, com as freadas, barulho do motor, batidas, ultrapassagens... estão todos lá. A única música que toca, é a do fim da corrida, caso consiga se classificar. Ela bem é bonitinha, simpática mas, se tivesse mais duas ou três destas, seria ainda mais legal.
Velho Sim... Obsoleto Não É aqui, que a coisa fica boa de verdade. Se achar que, por se tratar de um jogo velho, que será “melzinho na chupeta”, esteja preparado para passar alguma raiva aqui. Mas, não se desespere! Seu Fórmula, responde bem aos comandos e, com os acertos futuros, consegue-se uma melhora significativa de desempenho.Como dito antes, você terá uma única volta para conseguir o tempo estipulado em cada um dos 12 circuitos. Se isto já não fosse o bastante, os programadores fizeram algo interessante que diferencia, World Grand Prix, de alguns dos seus pares: Oponentes Sacanas! Eles possuem comportamentos aleatórios e, quando estiver se aproximando, uns irão se mexer, outros não, além de aparecerem em tempos variados... não adianta decorar. Ainda há o fato da pista ser estreita, com duas faixas, tendo espaço somente, para um monoposto de cada lado. Mantidas as devidas proporções, me senti no antigo circuito alemão de Nurburgring Nordschleife, que tem o “doce” apelido de Inferno Verde (Não conhece? Dá uma “Googada”... aquilo lá, tem história). Aviso: se tem mania de "enterrar o dedo" no botão no acelerador, saiba que acabará se explodindo (numa animação que, parece ter sido inspirada em outro clássico, o Pole Position, da Namco. Aliás, o jogo todo, se parece bastante).Ah sim! Você pode mostrar que é “cabra-macho” de verdade, escolhendo entre três níveis de dificuldade no início da partida.E não acabou por aí, porque, WGP, ainda te dá a chance de editar seu próprio circuito... é mole, ou quer mais?!
"Corra com os carros mais quentes no mundo, nos mais quentes circuitos no mundo. E, se não for excitante o bastante para você, construa seu próprio circuito". E, os supostos reviews da época, não foram muito além do que está escrito aí na contra-capa do cartucho.

Considerações FinaisMe senti no dever de escrever algo sobre este game que, a meu ver, não teve o devido reconhecimento... uma tremenda pena. Em mim mesmo, bateu uma pontinha de remorso, por não ter curtido mais o World Grand Prix, dentro do seu próprio contexto de época.  Ele é desafiador, viciante e um típico representante da gênese dos jogos de corrida. Se der uma chance, como eu fiz, talvez consiga se divertir também neste “Possante dos anos 80”.Até mais!