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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : O Final Fantasy inaugural está chegando ao 3DS com visual 3D [[fuente]]


Ié-ié velharada e moçada retrogamer! Venho aqui com outra notícia megablaster RPGzística para vocês.
Muitos já sabem que o tão aguardado Final Fantasy Explorers está agendado para 18 de Dezembro no Japão, bem na data de aniversário do primeiro Final Fantasy que o mundo conheceu. Legal, é isso, inté… ah, lembrei, para comemorar a ocasião, as [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Bayonetta 2 para WiiU recebe nota 38 de 40 em seu primeiro review: Famitsu [[fuente]]


OK, notas dadas a jogos por sites especializados e revistas não são a coisa mais confiável do mundo, mas se tem uma publicação na qual o povo japonês confia, é na tal da Famitsu. A revista impressa sobre games mais popular do Japão já tem 28 anos de estrada, fará 30 em Junho de 2016. [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Smash Bros 3DS vendeu mais de 1 milhão de cópias em 2 dias! [[fuente]]


Lançado em território nipônico na última sexta feira dia 12, Super Smash Bros 3DS levou apenas o final de semana para superar a marca de 1 milhão de cópias vendidas, um número impressionante que mostra que todo o hype em volta do titulo não era de brincadeira! De acordo com a Nintendo, que divulgou estes [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Vídeo mostra pistas de Mario Kart 8 por ângulo impossível! [[fuente]]


Eu não tenho ideia de como esses caras fazem isso, mas que é muito interessante, isso não tenho a menor dúvida! Um usuário de Youtube chamado MrBean35000vr postou recentemente um vídeo em seu canal chamado Mario Kart 8 Hack – Luigi’s Sightseeing Tour, onde o cara literalmente voa com Luigi por uma pista imaginária, e o [...]

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QgMaster : Review - Mr. Bree+ (PC) [[fuente]]



Corra porco, corra!Mais um jogo brasuca que veio pra provar que focinho de porco não é tomada. É com esse chiste infame que venho orgulhosamente hoje falar de um dos melhores jogos (não só brasileiro, mas falo no geral) que já joguei.


Com belos desenhos e gráficos caprichadíssimos, o jogo se destaca também pela sua jogabilidade rápida, que deixa tudo muito fluído e com excelente resposta aos comandos. Mas vale ressaltar que isso não significa que seja fácil, muito pelo contrário, você vai pelar o porco pra conseguir sair da enrascada em que ele se meteu.

Super Bacon Boy?
Não mesmo! Primeiro porque Mr. Bree já é um pai de família que deseja retornar ao lar, não um garoto que quer salvar sua garota. Segundo, porque a experiência aqui é outra: sua missão é montar (literalmente) o quebra-cabeças com suas memórias perdidas. E quando digo isso, quero dizer perdidas mesmo. Você começa o jogo no nível 16, o que significa que nem o porco e nem você sabem o que ocorreu antes dele sair de um tronco imenso e cair em um floresta infestada de armadilhas.


E pior, além de não lembrar dos fatos, Mr. Bree não recorda nem como fazer movimentos simples. Você começa o jogo apenas se movimentando para direita ou para esquerda. Conforme vai avançando e achando pedaços de sua memória boa (digo isso porque também tem que achar as memórias ruins que vão te levar às fases antes da 16), você vai se recordando de como pular, agachar, correr, apoiar em paredes e pular mais alto (pulo duplo).


A cada movimento readquirido, o jogo fica ainda mais divertido e desafiador. Com um toque de metroidvania, o jogador terá que voltar em áreas já visitadas para explorar melhor e caçar algumas memórias antes não acessíveis. Ainda assim, é impossível não lembrar do excelente Super Meat Boy, um dos melhores jogos indies de todos os tempos. Isso porque o jogo bebe de sua fonte, mas de forma inovadora e original.


Porco Aranha
Mr. Bree não é um super herói. Não tem super força, não voa e nem outro tipo de superpoder. Mas tem habilidades invejáveis e uma capa estilosa, além de arquinimigos perigosos e malvados: um misterioso vilão e o comandante Javali que o sequestram quando ele estava coletando frutas na floresta e o levaram para um matadouro pra lá de assustador. Pelo jeitão do local, muitos porcos viraram linguiça e somente nosso herói conseguiu fugir da "porcoficina". E o mais legal é que essa fuga já aconteceu, pois começamos o jogo quando ele chega na floresta. Ainda assim é nossa responsabilidade guiar o carismático porquinho e ajudá-lo a escapar, uma vez que o jogo volta ao tempo conforme selecionamos suas memórias bloqueadas.


Madrugadas dos porcos
Não é todo jogo de plataforma que se preocupa tanto com belos cenários e suas diversidades. Mas Mr. Bree+ nos brinda com um level design perfeito, com a preocupação de trabalhar profundidade e objetos próximos de forma sutil e agradável. No matadouro por exemplo você percebe alguns ganchos próximos a tela, na floresta você vê cachoeiras ao fundo e cenários rústicos acabando no horizonte. Tudo isso sem atrapalhar seu foco, com um traço leve e muito bem desenhado, com cores vivas ou sombrias de acordo com o lugar que você está. No matadouro por exemplo tem etapas em que a gente só vê a silhueta do herói.


E você pensa que para aí? No way! Os desenvolvedores se preocuparam até com o clima do jogo. Se você morrer, volta ao último check-point, porém o tempo passa e as cores mudam. Quando você percebe está no fim do dia e tudo está alaranjado, morra mais e escurece. E por aí vai, passando pela madrugada até o amanhecer. E quanto mais você morre, mais machucado Mr. Bree aparece, com cortes visíveis e direito à sangramentos.


Fala, porco!
E como fala! Durante toda a aventura Mr. Bree dá dicas sobre partes que ainda não consegue alcançar e faz menção sobre algumas recordações que estão vindo à tona. As vezes o diálogo passa batido, quando por exemplo você corre por uma parte que ele ia dizer algo, mas lanças estão quase escalpelando o porquinho. Claro que não ouvimos sua voz, o texto vem em forma de legenda e não atrapalha, é até engraçado. E o mais legal é que tem suporte à várias línguas: inglês, português, francês, alemão, espanhol e italiano. É mole?


E a trilha sonora então? É formidável! Acompanha perfeitamente o clima do jogo: hora suave, hora agitada. Mr. Bree+ é realmente um trabalho impecável e vale cada centavo. Eu fiquei viciado no jogo e pretendo fechar com 100%, incluindo todas as 43 conquistas que ele oferece.


Quebrando o cofrinho
Mr. Bree+ está ridiculamente barato, com algumas moedinhas do seu cofrinho você pode comprar ele por apenas 3,35 dilmas no Splitplay. E o melhor, além de levar o DRM Free na biblioteca da loja brasileira, ainda ganha a Steam Key. Sendo que na loja da Valve o jogo está mais caro. Aproveita porque vale muito a pena! Clica na imagem abaixo.


O jogo foi desenvolvido pelo estúdio independente TawStudio, uma equipe feita de amigos que compartilham o interesse comum e o sonho apaixonado de fazer jogos!

Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Veja o novo comercial de Hyrule Warriors [[fuente]]


Hyrule Warriors já está em vias de ser lançado na Europa, e logo depois chegará à Austrália e pouco mais de uma semana depois, aterrissará em continente americano. Assim a Nintendo of América segue a todo vapor no que diz respeito a aumentar cada vez mais a ansiedade de quem aguarda para por as mãos [...]

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Gagá Games : Nota de falecimento: Douglas E. Smith, criador de Lode Runner [[fuente]]


douglas_smithNo fim de semana, a Tozai Games divulgou uma nota de falecimento de Douglas E. Smith, criador do clássico Lode Runner. Douglas tinha 51 anos.

Eu adoraria fazer uma megapesquisa e soltar um post exaustivo com todo tipo de informação histórica sobre o jogo. Porém, o tempo é curto, e honestamente, vocês podem ler todos os fatos mais relevantes na página de Lode Runner na Wikipedia. Em vez de repetir o conhecimento de lá que nem papagaio, eu vou contar para vocês algo que só eu mesmo posso contar: a minha experiência com Lode Runner… altamente banguela, focada em um único jogo (a franquia é imensa), totalmente desinformada, mas é a minha história.

O primeiro e único Lode Runner que eu joguei foi o de MSX. Um amigo do meu prédio, o bom e velho Raphael Joseph, arranjou o jogo. Naqueles tempos pré-internet, eu não sei como o Joseph conseguia arrumar tanta coisa para a gente jogar. O fato é que não faltava jogo no MSX, então para a gente se dedicar a um título por mais de duas horas o negócio tinha que nos conquistar mesmo.

Lode Runner conquistou no ato. Não sei qual é a trama oficial, mas no mundo encantado do Gagá, o carinha tinha que pegar os “ourinhos” no labirinto enquanto uns brutamontes vermelhos corriam atrás dele para pegá-lo. Nosso herói não atirava, mas contava com o estranho poder de abrir buracos no chão – o que, pensando bem agora, fazia dele uma espécie de X-Men ^_^

Se você abrisse um buraco numa plataforma mais alta, podia descer por ele e escapar de todos à sua volta. Só que quando o inimigo caía num buraco seu, ele ficava preso por alguns instantes, e você podia passar correndo por cima da cabeça dele. Vocês vão entender melhor vendo:

Esse vídeo ilustra muito bem como o jogo funciona

Com isso, Lode Runner era basicamente um título de ação, só que com uma mecânica viciante digna dos melhores puzzles. E cada elemento usado para construir as fases expandia ainda mais a engenhosidade da coisa toda: as escadas, dispostas das maneiras mais loucas, chegavam a formar “teias” em estágios avançados, permitindo que a ação se expandisse em todas as direções; já as cordas suspensas ofereciam uma rota alternativa para você cruzar o cenário e despistar os inimigos, além de proporcionar fugas espetaculares: muitas vezes, ao ver-se pendurado com inimigos vindo por ambos os lados, você se atirava lá do alto e rezava para 1) pousar num lugar seguro e 2) conseguir fugir ao pousar antes que seus inimigos se jogassem atrás de você também. Coisa de louco, era como fugir desesperadamente de um grande linchamento! )

Ah, claro, tinha o editor de fases. Velho, esse treco era divertido demais de usar! Criar fases era um processo super trivial, o editor era molezinha! Todas as minhas tentativas de criar fases no editor de Doom 2 fracassaram miseravelmente, mas no Lode Runner eu criava fases com uma mão nas costas (e sem mouse!). Pena que a gente não tinha internet para subir essas doideiras.

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O icônico estágio inicial de Lode Runner no MSX

Acho que minha última partida de Lode Runner já tem uns 20 anos. Não joguei novamente para fazer este post, não tive tempo, então perdoem qualquer imprecisão no meu texto. A minha ideia era fazer um post bem menor do que este este, só noticiando a morte e escrevendo uns dois parágrafos, mas agora que estou aqui no final do texto… caramba, estou genuinamente surpreso por ainda lembrar de tanta coisa da experiência. Isso diz muito sobre a qualidade do jogo.

Enfim, esta é minha maneira de agradecer ao excelentíssimo sr. Douglas E. Smith pelas inúmeras horas de diversão que ele me proporcionou quando eu era moleque, e pelas ótimas lembranças que ele ajudou a criar. O Gagá Games deseja muita força à família neste momento tão difícil.

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : RetroPipoca: Video Games the Movie [[fuente]]


O Kick Starter dispensa comentários, mas é bem verdade, já faz tempo que, fora o aguardadíssimo MightyNo9, nada muito interessante aparece dentre os projetos da página. Dá até aquela impressão de que aquilo que começou como uma ideia fantástica de financiamento para quem não tem grana para a realização de seu projeto, cada vez mais [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Diggin’ In The Carts é documentário online que retrata a produção dos temas musicais dos retrojogos [[fuente]]


Sempre temos coisas que nos marcam em um determinado game ou série e com certeza a trilha sonora é uma delas. Quem não se “arrepia” ao ouvir temas de games como: Ninja Gaiden, Super Mario Bros, Sonic The Hedgehog e Street Figther?
A Red Bull Academy Music acaba de disponibilizar o primeiro episódio do documentário Diggin’ In [...]

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QgMaster : Super Promoção da Splitlay [[fuente]]



7 de setembro: Splitplay promove independência dos games
O lucro obtido no período com a venda de jogos será doado para uma instituição beneficente
No dia 7 de setembro, a primeira loja virtual de jogos indies da América Latina dá uma forcinha para quem precisa, e reverte todo o seu lucro para uma instituição filantrópica brasileira de assistência social. O pacote promocional inclui sete dias de ofertas, começando no dia da Independência do Brasil. Durante esse período, todos os dias, muitos jogos estarão com 70% de desconto, e games inéditos serão lançados no site www.splitplay.com.br.
São dezenas de games a disposição dos jogadores, reunindo vários estilos: shooter, plataforma, ação, puzzle, entre outros. A ideia do Splitplay, desde o começo, é derrubar as barreiras e levar para o mercado, brasileiro e latino americano, o melhor da produção de jogos indies nacionais.

"Fizemos essa promoção para celebrar os jogos independentes brasileiros, para promover nossa indústria e assim ajudar as pessoas a conhecerem os games produzidos aqui. Todo lucro dessa ação será doado ao instituto INPAR em apoio à sua missão de solidariedade e acolhimento de crianças e adolescentes desde 1910", declara o CEO da Splitplay Rodrigo Coelho.

A instituição beneficiadaA instituição escolhida pela startup para receber o valor a ser arrecadado é o INPAR - Instituto Presbiteriano Álvaro Reis de Assistência a Criança e ao Adolescente. Fundado em 1910, o instituto promove atividades sócio-educativas visando à formação integral de crianças e adolescentes em situação de risco social e pessoal. Além disso, fomenta o empreendedorismo, assim como a iniciação profissional de adolescentes. Conheça instituição em: www.inpar.org.br/index.html.


Sobre a Splitplay
A Splitplay é uma startup brasileira criada por alunos da PUC que passou por programas do governo como SEED, Startup-Chile e Startup-Rio. É a primeira plataforma para vendas e distribuição internacional de jogos indies feitos na América Latina. Seu objetivo é melhorar o ecossistema de desenvolvimento de jogos nacionais, provendo aos desenvolvedores e aos jogadores uma loja local onde sejam encontrados os jogos indies feitos no Brasil e na América Latina como em um todo. Também é um ponto de encontro para fãs e mídia especializada, pois o site é um HUB local para encontrar os jogos que estão sendo criados. Seus fundadores são: Rodrigo Coelho (25 anos) - Ga me Designer, Eric Salama (24 anos) - Designer de UX e Henrique Bejgel (21 anos) - Desenvolvedor.

Gagá Games : Ga-gá-guia: Aprendendo japonês com games/animes [[fuente]]


Fiquei devendo a vocês um post sobre como estou aprendendo japonês, certo? Então vamos lá.

Quero que fique bem claro que aprender um idioma jogando videogame, assistindo a desenhos/filmes ou ouvindo música não é um sonho impossível. Eu mesmo aprendi praticamente todo o meu inglês com games, filmes e música. Nunca fiz curso para aprender o idioma, e hoje ganho a vida como tradutor profissional inglês > português (ok, eu me formei em inglês mais tarde para me profissionalizar, mas as aulas de Letras na UFRJ são ministradas em inglês desde o início, então você já tem que entrar na faculdade sabendo o idioma). Logo, esse é um projeto totalmente viável, desde que você tenhas as expectativas certas e faça a coisa direito.

Quer viver um intenso romance em Sakura Taisen que nem o Segata? Então… ESTUDE JAPONÊS, SEU MOLENGA!

Em primeiro lugar, você precisa definir os seus objetivos. Para que você quer aprender um idioma? Para consumir (ou seja, para entender o idioma escrito/falado) ou para produzir (escrever e conversar no idioma)? Se você quer produzir, talvez este método aqui não seja para você, porque você não vai ter com quem treinar a fala e a escrita, a não ser que frequente muito fóruns japoneses (ainda assim, você não vai ter como treinar a fala). Se sua intenção for essa, faça um curso para ter com quem conversar e ter um bom professor corrigindo e avaliando sua produção. Mas se você é um forever alone que só quer consumir mesmo e não está nem um pouco preocupado em falar ou escrever, continue lendo.

Em segundo lugar, você precisa fazer um esforço consciente para aprender o idioma. Não adianta passar dez anos assistindo anime ou jogando games japoneses achando que o idioma vai entrar na sua cabeça como mágica. Se vai ver anime, tem que ver com som em japonês e legendas em japonês, voltando as cenas toda hora para acompanhar a fala dos personagens e tal. Não é para curtir o desenho, é para estudar. Ontem mesmo eu levei mais de uma hora para assistir a um trecho de pouco mais de cinco minutos de Mononoke Hime. E com jogos o esquema é o mesmo: vai jogar um game em japonês, tem que tentar ler tudo, dicionário ao lado para aprender umas palavrinhas… ou seja, o início é chato pra caramba. A parte boa é que vai ficando cada vez mais fácil, e consequentemente divertido.

Meu objetivo

A princípio, minhas intenções com o japonês são as mesmas que eu tinha quando comecei a aprender inglês: quero entender o japonês escrito e falado dos meus jogos (animes são um bônus). Só isso. Não quero falar japonês, não quero escrever em japonês, não quero ser capaz de entender uma reunião de negócios em japonês nem saber qual é a maneira mais adequada de pedir respeitosamente ao meu honorável vizinho de 89 anos que me arranje um quilo de açúcar: só quero entender jogos de videogame em japonês. Portanto, vou usar mais ou menos o mesmo método que usei (sem perceber) para aprender inglês, só que com algumas modificações.

Aprendi inglês com foco total no vocabulário. Comecei a usar dicionário inglês-português quando joguei o primeiro Zelda (eu tinha uns doze anos). Eu ia traduzindo as frases com o dicionário, e como nos jogos de aventura/RPG desse estilo certas palavras se repetem muito, fui aos poucos memorizando algumas: sword, dungeon, bomb, shoot, run, kill, castle… em pouco tempo eu já tinha um repertório razoável de fantasia medieval. Não estudei gramática: sabendo as palavras e entendo as frases com base no contexto, eu fui sacando os tempos verbais, conjunções e afins. Ou seja, aprendi a gramática por dedução, o que é bem mais empolgante para mim do que ficar estudando teoria.

Aprender japonês não é tão diferente de aprender inglês, exceto pela grande barreira inicial: os três malditos alfabetos de símbolos esquisitos. Antes de resolver esse problema, você não pode começar a brincadeira.

hiragana_e_katakana

 Tabelão de hiragana e katakana. Imprima bem grande e cole na porta do banheiro.

Dos três alfabetos japoneses, dois (hiragana e katakana) são relativamente fáceis de memorizar e usados para formar palavras. Por exemplo, か é “ka”, そ é “so” e por aí vai. O que mata é o terceiro alfabeto, o inferno de óleo fervente dos monges de Calcutá mais conhecido como “kanji”.

Os kanjis dão um nó na cabeça de quem quer aprender japonês por vários motivos (têm desenho complexo, são incrivelmente numerosos, têm várias leituras e sentidos diferentes etc). Acho que é sempre melhor começar com metas modestas, então recomendo começar evitando ao máximo os kanjis. Jogos de 8 e 16 bits muitas vezes usam apenas hiragana e katakana devido a limitações técnicas, o que é um prato cheio para a gente. Nas gerações posteriores, jogos claramente voltados para crianças  usam poucos kanjis, e se você souber procurar kanjis nos dicionários online (vou ensinar por alto neste post) dá para se virar e ainda aprender alguma coisa. Mas não tem jeito, velho, hiragana e katakana você vai ter que decorar.

Vou apresentar agora algumas dicas e ferramentas úteis para quem quer começar a aprender japonês na marra, traduzindo os textos pacientemente, palavra por palavra, com seu fiel dicionário…

Pré-requisito: dominar hiragana e katakana

Como eu disse, sem saber esses dois alfabetos você não vai a lugar algum.

Eu aprendi na marra: botei Phantasy Star I e II para rodar, abri as páginas sobre hiragana e katakana na wikipedia e fui lendo todos os textos que apareciam no jogo. Quando digo “lendo”, não quero dizer traduzindo; com a lerdeza com que eu lia aquelas letrinhas miseráveis, ia ser um martírio se eu ainda fosse tentar traduzir. Eu sabia que tinha que aprender a ler aquele negócio com bastante facilidade e rapidez antes de mais nada, e recomendo que façam o mesmo. Leiam as frases dos jogos em voz alta toda hora, que aos poucos vocês vão pegando velocidade e memorizando.

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“E aí, Nei, bora aprender japonês com Phantasy Star II?”

Você também vai precisar saber escrever em japonês no seu PC. Não vou perder tempo com isso porque tá assim de tutorial na internet explicando o assunto. Se você não tiver iniciativa para buscar essa solução no Google… melhor desistir de aprender japonês.

Tá difícil memorizar hiragana e katakana desse jeito? Calma, porque vou dar uma ótima dica agora para quem empacou nesse estágio.

Memorizando alfabetos e palavras com o Quizlet

O Quizlet é um site da web para quem quer memorizar palavras. Você cria um “deck” e vai criando “cartões” contendo o termo em japonês na frente e a tradução no verso. Depois, manda o Quizlet embaralhar aquilo tudo, ele te apresenta a frente dos cartões e você tenta lembrar da tradução que está no verso. Parece boboca, mas se você fizer isso uns 15 minutinhos por dia, vai memorizar tudo rapidamente (a minha memória é uma lástima e funcionou mesmo assim). O melhor de tudo é que já há decks prontos, incluindo decks de hiragana e katakana, é só dar uma busca lá. Tudo gratuito, sem pegadinhas.

quizlet_card

 Clicando no cartão você vê o verso: “península”. Útil para RPGs, não é?

Se você está achando isso de ficar virando cartãozinho um saco, é porque ainda não testou o Space Race, um ótimo minigame do Quizlet. Funciona como um daqueles jogos birutas ao estilo Typing of the Dead: as palavras do seu cartão correm pela tela, da esquerda para a direita, e você precisa digitar a tradução delas antes que elas sumam. É imensamente viciante e estimulante, ao menos para mim. Tem até high-score no final, legal pra caramba!

Se você já memorizou hiragana e katakana, vai querer usar o Quizlet para memorizar palavras. Mas quais palavras memorizar? Depende de por que você está aprendendo japonês. Como estou aprendendo para games, peguei algumas palavras desta ótima lista das 100 palavras mais usadas em animes. Muita coisa aí aparece em games também, então achei que seria um bom ponto de partida. Montei um deck e treino diariamente, sempre por 15 minutinhos. Também mantenho outro deck com palavras que vejo com frequência nos jogos, mas falo sobre isso mais adiante.

Cada um vai perceber seus próprios limites, mas eu aqui tento adicionar no máximo dez palavras por dia para não me enrolar. Aí, treino só aquelas dez palavras por uns cinco minutos, e depois faço um treino geral com todas as palavras que tenho no Quizlet por uns dez minutos.

Treinando o ouvido e a leitura com animes/filmes/músicas

Essa parte é muito divertida: ver filmes ou animes em japonês… com legendas em japonês ^_^

Outro dia peguei um filme japa chamado Helter Skelter. O filme é uma verdadeira loucura (se você gosta de filmes birutas com visual caprichado, vai adorar), e obviamente eu não entendi NADA do que estava sendo dito, rs… mesmo assim, eu tentava ler as legendas em japonês no ritmo em que os caras falavam. Logo percebi que isso era impossível no meu nível atual (todo mundo fala muito rápido e eu ainda leio devagar), então passei a ler as frases do meio para o final, ignorando os kanjis. É bacana quando você lê a frase e logo em seguida o ator fala no filme. Esse esquema está aumentando muito a minha velocidade de leitura e está treinando meu ouvido (aliás, entender o japonês falado não é tão difícil quanto parece). Fora que você se diverte no processo, porque os filmes orientais são interessantíssimos. Esse aí tem até mulher pelada uma atriz muito talentosa e um monte de sacanagem várias cenas inusitadas!

helterskelter

 Esse filme é s-e-n-s-a-c-i-o-n-a-l. É drama misturado com terror, coisa de louco! O visual é um estouro também.  Tem um ótimo review aqui: http://www.beyondhollywood.com/helter-skelter-2012-movie-review/

Essa dica vale também para anime e para música. O estilo J-POP é muito comentado, mas se ele não fizer sua praia, você pode tentar algo um pouco diferente. Eu, por exemplo, achava que música japonesa era tudo uma porcaria até conhecer a PUFFY, por indicação do meu (desaparecido) amigo ANTIDEUS. Depois dele torrar muito meu saco, baixei um disco (o “Nice”) da dupla e adorei! É um rock básico e divertido misturado com pop japonês, piração total.

Eu ajudo vocês aqui: o nome da música é “Akai buranko”

Achou um som que você curte? Aí, meu amigo, é letrinha na mão e vamos tentar cantar junto! Decorar letra de música é sempre mais fácil que tentar decorar um texto corrido. Fora que depois você pode bancar o gostosão para a sua namorada cantando em japonês P

Aumentando o repertório com games

A tal lista de palavras mais usadas em animes foi bacana, mas precisamos de mais palavras, certo? As minhas eu estou tirando de jogos e animes.

Outro dia dei umas partidinhas de Macross, o jogo de nave de Saturn que mencionei no post anterior (e que vai ganhar um post já já). No jogo, os pilotos se comunicam pelo rádio, e algumas palavras se repetem bastante: nave, inimigo, capitão etc. Essas são palavras típicas de jogos de nave, então coloquei-as no Quizlet. Depois peguei um pouquinho de Lunar, e naquele clima de fantasia medieval as palavras comuns são outras: vila, dragão, fogo… tudo para o Quizlet. Recomendo que peguem alguns verbos mais comuns também, não se atenham aos substantivos.

lunar_japa

Segunda linha, três primeiros caracteres: はやく (hayaku) significa “rápido!” (o Nall tá apressando o Alex). Palavrinha útil, vai pro Quizlet.

Mas… como eu vou saber que o りゅう que vi na tela significa “dragão” para colocar isso no Quizlet? Aí é que entra o poderoso…

Dicionário milagroso dos mil trovões JISHO

Esse dicionário é um presente dos céus. Aleluia, Senhor, Aleluia! Acessem aí: http://beta.jisho.org

Viu uma frase no jogo e não entendeu nada? Digite no campo de pesquisa do Jisho, mande ele procurar e seja feliz.

Japonês tem mania de escrever todas as palavras juntas, mas o danado do Jisho separa tudinho para você. Clicando em cada palavra, ele te mostra o significado: palavra tal é “dragão”, palavra tal é o verbo “andar” no passado etc. Uma delícia.

jisho

Maravilha o Jisho, maravilha. Você clica nas palavras da frase e ele vai explicando, uma a uma.

Se você se arriscar com kanjis, também poderá procurá-los no Jisho. Num mundo ideal, você escreveria o kanji no Jisho e faria a busca para saber a tradução, certo? Acontece que para escrever o kanji no computador você precisa saber como ele é pronunciado, e como a gente é burraldo e não sabe pronunciar kanji nenhum… como procurar aquela desgraça?

No Jisho você tem duas opções. A primeira é clicar no primeiro botão (à esquerda do campo de pesquisa) e fazer a busca por radical, onde você pode “montar” o kanji pegando partes dele. Tipo, “esse kanji tem uma bolinha no canto, uma cruz no meio e uns traços bizarros em cima”. Clique na bola, clique na cruz, e com um pouco de sorte o seu kanji vai estar lá entre as opções que o Jisho vai mostrar. Eu uso esse método direto e funciona muito, mas muito bem mesmo. A segunda opção (no segundo botão) é desenhar o kanji com o mouse. Nem sempre funciona, porque você não pode desenhar de qualquer jeito, tem que seguir um esquema específico para fazer os traços… acho que é mais para estudantes intermediários, que sabem a ordem dos traços para desenhar kanji.

No caso do Macross, os diálogos são escritos E falados, e muitas vezes na fala do cara eu consigo entender a pronúncia do kanji, o que facilita muito a minha vida. Nem preciso procurar por radical: apenas digito o que ouvi o cara dizer, aperto espaço e tá lá o kanji. Mais uma vez, como tudo neste método, isso fica mais fácil a cada dia.

Uma observação sobre a gramática

Eu já disse que não gosto de estudar gramática, gosto de ir por dedução. Mas no caso do japonês, há uma coisa bacana que vocês devem saber e que vai ajudar horrores.

O japonês tem partículas que indicam a função sintática dos elementos da frase. Traduzindo para quem é ruim de português: se a partícula は aparece depois de uma palavra, geralmente indica que a tal palavra é o sujeito da frase. の geralmente indica posse, do mesmo jeito que o ‘s (apóstrofo + “s”) no inglês, e に pode indicar lugar. Isso ajuda terrivelmente na hora de traduzir, porque o japonês não tem aquela nossa tradicional estrutura sujeito + verbo + predicado (na verdade, na maioria das vezes o verbo vem no final da frase).

Portanto, sem pânico, ninguém precisa se afundar em livros de gramática para seguir o meu método. Apenas leiam o básico sobre partículas na internet, o resto da gramática vocês podem aprender por osmose ou estudar mais tarde, quando já estiverem na fase de “aparar as pontas” do japonês de vocês.

Exemplo de estudo com games e animes

Como vocês devem estar mais interessados na parte dos games e animes, vou mostrar como funciona o meu típico dia de estudo com eles.

Ligo meu Saturn e ponho o Macross para rolar. Quando alguém diz alguma coisa pelo rádio, eu pauso o jogo, abro o meu programa de anotações (o Evernote, mas pode ser o bloco de notas) e copio o que o cara disse. Como o Macross tem alguns kanjis e eu ainda não estou caindo pesado no estudo deles para não me enrolar, costumo reescrever a frase com os kanjis transcritos para hiragana logo acima da frase original.

macross

Opa, pausa! Vamos lá, hora de ler a frase, tascar no Jisho e colocar as palavras-chave no Quizlet…

Em seguida, eu pego a frase e taco no Jisho para ele me dizer o que é o quê. Aí eu uso meus incríveis poderes de dedução para ligar os pontos e dar a minha melhor tradução para a frase, sempre fazendo um glossário com os termos-chave. Fica assim:

anotacoes_do_gaga

Você logo vai notar quais são as palavras mais relevantes para o jogo em questão. No caso do Macross, てき (oponente) e せんとうき (nave) me pareceram muito relevantes, já que vou passar o jogo inteiro vendo naves inimigas, certo? Logo, eu acrescento essas duas palavrinhas imediatamente ao Quizlet. E o resto da frase, vocês me perguntam? Vamos jogar fora? Sim. Não vou adicionar todas as palavras que encontrar para não pirar; primeiro, só as mais relevantes. Com um bom vocabulário, você logo vai começar a entender o resto da frase por dedução, e com a repetição, vai memorizar até o que jogou fora sem perceber.

Com anime o esquema é parecido. Quando a legenda pintar, pause, tente ler e solte o vídeo em seguida para ouvir o cara falando o que você leu (se seu programa de vídeo tiver a opção de adiantar um pouquinho a legenda para que ela apareça antes da fala, melhor ainda). Procure a tradução da frase no Jisho, identifique as palavras mais relevantes, coloque no Quizlet e seja feliz. Ontem, vendo Monoke Hime, peguei duas palavras que têm tudo a ver com RPG: かみ (Deus/espírito) e むら (vila).

mononoke

Mononoke Hime é tudo de bom. Atenção ao kanji 村 (vila), muito comum em RPGs também.

Enfim, velharada, essas são apenas algumas dicas do Gagá. Não garanto a eficácia do método porque ainda estou começando, e é bem provável que na tentativa de explicar como o japonês funciona eu tenha cometido algumas heresias das quais vou me envergonhar no futuro. Paciência. O que eu sei é que um método parecido funcionou comigo com o inglês, então eu levo a maior fé que vá funcionar agora com o japonês.

E vocês, o que acham do meu método? Querem fazer alguma sugestão? Quem tiver dúvidas aí, pode mandar!

Caso estejam achando esse blá-blá-blá sobre aprender japonês um saco, relaxem porque semana que vem tem um post bonitinho sobre Macross para a gente voltar a falar sobre games por aqui. Por hoje é só, pe-pessoal!

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Super Cyborg é promessa do Steam Greenlight que mistura Contra e Metroid [[fuente]]


Indie Games são sempre bem vindos, não é verdade? Se tiverem cara de arcade então, melhor ainda né? Se você concorda, então existe um game feito para você esperando o seu aval no Steam Greenlight: Super Cyborg.

Para quem não sabe, o Steam Greenlight é uma central de jogos em produção que podem ou não ver [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : RetroReview Especial: The Dark Side of the SNES #05: Magic Sword [[fuente]]


No aniversário de 4 anos do Retroplayers vocês nos ajudaram a escolher alguns títulos obscuros de Super Nintendo que queriam ver por aqui. Alguém se lembra disso? Pois é, o tempo tem sido tão curto entre a galera, que este especial já estava se tornando obscuro também. Vamos tentar na medida do possível continuá-lo, ok?
Bom, [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Dragon Quest I, II e III terão localização ocidental para Android e iOS [[fuente]]


Sim, foi mera coincidência com o meu review de Dragon Quest que lancei há pouco (considerando o meu ritmo de lesma). A notícia também vem a calhar com a minha última sobre Secret of Mana para Android, e então somamos 1 + 1 = 11… e percebemos que brinquedinhos móveis realmente estão no alvo da [...]

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Super Nintendo para sempre! : Yoshi's Safari [[fuente]]


 Gênero: Tiro/SimuladorAno: 1993
Fabricante: Nintendo    
Aberta a temporada de caçaYoshi's Safari é um jogo de tiro sobre trilhos desenvolvido e publicado pela Nintendo; lançado em 1993 para Super Nintendo, o game é notável por fazer excelente uso do Mode 7, por utilizar a Super Scope e por ser o único jogo de tiro estrelado pelo Mario.

Super Scope
A Super Scope é a arma desenvolvida pela Nintendo para o SNES; com um tamanho consideravelmente avantajado, a arma era utilizada apoiada sobre o ombro, como uma bazuca, fazendo uso de um sistema de mira óptica; a Super Scope tinha os botões Fogo, Cursor, Pause e Liga/Desliga; a arma não tinha fios, e fazia uso de um receptor ligado ao console e de seis pilhas AA para funcionar. A Super Scope vinha acompanhada do game Super Scope 6 e poucos jogos foram feitos para o acessório.

HistóriaBowser e seus filhos atacam a Jewlery Land, e roubam todas as jóias do reino, desesperados, o Rei Fret e o Príncipe Pine enviam uma carta à princesa Toadstool, pedindo por ajuda; após ler a carta, a Princesa pede para que Mario e Yoshi salvem Jewlery Land dessa ameaça.

GráficosSão excelentes; como dito anteriormente, o game faz excelente uso do Mode 7, proporcionando uma ótima sensação de profundidade e de ambiente amplo, pois os caminhos costumam ser bastante sinuosos; os inimigos são muito bem feitos e variados, com destaque para os mestres das fases, que são bastante diversificados no que diz respeito à aparência; a animação do jogo é excelente.
Imagens do jogo

SomÓtimo; as músicas presentes no jogo são muito boas, bastante cativantes e que combinam bem com o universo dos games do Mario; os efeitos sonoros são muito bons, cumprindo bem seus papéis.

JogabilidadeExcelente; como havia dito no início do texto, este é um game de tiro sobre trilhos, com o jogador controlando Mario, que está montado em Yoshi, deve atirar contra os inimigos que aparecem pelos cenários, seja no ar ou no chão, o jogador deverá abatê-los antes que atinjam Mario e Yoshi, que têm seu progresso interrompido.
Por se tratar de um jogo de tiro sobre trilhos, a movimentação é automática, passando por trilhas bastante sinuosas, nas quais a posição dos personagens pode variar, contudo, alguns elementos da movimentação, fora a mira, ainda estão sob o controle do jogador, como os diversos caminhos alternativos que existem pelas fases, cabendo ao jogador escolher qual rumo deseja seguir, atirando nas porteiras que existem nas bifurcações; outro aspecto da movimentação que está sob controle é o pulo, que pode ser utilizado para ultrapassar obstáculos e em algumas batalhas contra mestres.
Com relação à artilharia, a Super Scope precisa ser calibrada dentro do próprio game antes de começar a partida, mas ela se revela bastante precisa; dentro do jogo, deve se abater os inimigos antes que estes alcancem os personagens, com relação aos mestres, as formas para derrotá-los são bastante engenhosas e exigem mais so que apenas atirar feito louco, para vencer, o jogador deve em muitos casos descobrir o ponto fraco ou o meio para atingir o inimigo. A dificuldade é progressiva e não há meios de salvar o progresso do jogador.

Considerações finaisYoshi's Safari é um game deveras interessante, não apenas por ser um dos poucos jogos do Super Nintendo a utilizar a Super Scope, mas por colocar o Mario em uma posição bastante inusitada, que é a de atirador; fora isso, o game é bastante competente em todos os aspectos, principalmente a diversão.
Utilize o mouse como Super Scope: no emulador Zsnes, aperte 7 até ligar a opção da Super Scope.
Créditos Review: Gabriel

Download: Clique Aqui!

Super Nintendo para sempre! : Dicas e Truques: Nosferatu [[fuente]]


Análise
Seleção de Fases:
Na tela de configuração, coloque o cursor na opção "Exit"  e então pressione:  L, L, R, R, R, L, L, L.

Restaurar Power (cristal vermelho):
Durante o jogo, pause e pressione: ↑, X, →, A, ↓, B, ←, Y.

Restaura a energia( cristal verde):
Execute um pontapé para trás ← + Y, quando ele for dar o pontapé pause o jogo e aperte ↑, X,  →, A, ↓, B, ←, Y, Start. Fazendo isso, recuperará energia instantaneamente, e pode ser usado a qualquer hora.