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Indie Review: The Cave (multiplataforma+mobile) [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


The Cave é uma divertida aventura com exploração, de perspectiva 2.5D e rolagem lateral que eu estava acompanhando desde que foi anunciado. Ele não fez muito alarde no lançamento e seus reviews por aí estão bem aquém do merecido segundo meu ponto de vista. … Continue lendo

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Leia já: Livro gratuito CRPG Book – A Bíblia dos RPGs de computador [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Você é fã de RPGs? E RPGs de computador? Se sim, então você não pode perder o CRPG Book. Mas o que é o CRPG Book? Aqui no Retroplayers te contamos tudinho! A exatamente quatros anos atrás Felipe Pepe resolveu assumir uma … Continue lendo

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Como seria se a SIRI funcionasse numa máquina MS-DOS em 1987? [Retromania.pt] [[fuente]]


Os assistentes pessoais com reconhecimento de voz fazem cada vez parte do nosso dia a dia, mas conseguem imaginar como seria se a SIRI funcionasse numa máquina MS-DOS em 1987? Foi exatamente isso que o canal do youtube Squirrel Monkey tentou responder através de um video repleto de imaginação e ao melhor estilo VHS, onde […]

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MEME - O que joguei em 2017? [Game Genius] [[fuente]]




WHHHAAAASSSUPPPP people, resolvi participar deste meme que todo ano recebo o convite pelo meu mano Marvox. Achou que eu fosse furar? achou errado, !@#$%!

Estou em uma fase meio competitiva na minha vida onde eu me animo em jogar algo que você jogue contra alguém ou tenha algum sistema de ranqueamento para saber como vai minha evolução no jogo. A lista a baixo se refere total e exclusivamente aos jogos que eu gastei mais horas jogando no meu ano inteiro.

League of Legends



Como alguns sabem, no ano passado eu estava treinando com um time de E-sports chamado Valhalla E-sports, e isso me fez gastar muitas horas neste jogo. O universo de League of Legends é totalmente extensivo e imersivo, vemos história de personagens complexas e profundas e uma constante atualização para que todos os personagens tenham suas respectivas importâncias no cenário do jogo. deixando de lado a parte de enredo, vemos uma jogabilidade rapida, onde muita das vezes o raciocinio e o reflexo são a chave para a vitória, super recomendo procurar saber melhor sobre este jogo.

Paladins 




Dizem que é cópia de Overwatch, não ligo, jogo mesmo assim e tenho os dois jogos. O mundo de Paladins é um pouco mais colorido e cartunesco que Overwatch e seu universo mais magico, claramente na minha opinião. Mas para quem não conhece, Paladins é um FPS que mistura elementos do moba e rpg. Seguindo a mesma linha de sistema que o LOL, com jogos ranqueados Paladins é a nova oportunidade para quem quer entrar em algum jogo competitivo que esteja sendo lançado agora. Sua comunidade ainda é muito recente com campeonatos mundiais acontecendo pela primeira vez. 

Limbo



Depois de anos enrolando para jogar essa obra prima, consegui ter um tempo para pegar e jogar, não zerei ainda porque o jogo não é tão simples quanto eu achei hahahaha' Até Vanessa que não se interessa nos meus jogos parou pra me ajudar a parar de morrer na armadilhas do jogo. Ainda não sei bem o que está acontecendo no mundo do game, mas que eu já morri macabramente algumas vezes isso é certo.

Cadillac and Dinossaurs



Algumas pessoas já estão sabendo, mas eu estou vendendo alguns controles arcade para algumas pessoas próximas, e nada melhor pra testar que Cadillac and Dinossaur. De longe é a versão mais difícil de se jogar, sei que tem gente que consegue essa proesa, mas zerar sem gastar créditos é quase um aborto, que troço difícil.


Joguei muito pouco durante esse ano, mas agora vamos ver se em 2018 eu consigo melhorar essa meta.

Veja também as retrospectivas dos outros sites:

===Blogs/Sites===
Blog MarvoxBrasil => Marvox
Arquivos do Woo => Cyber Woo
Arquivos do Woo => Tony Horo
Blog Desocupado => Paulo Victor
Gamer Caduco => Caduco
Gamerníaco => Eduardo Farnezi
Locadora Resident Ivo => Ivo Ornelas
Old Magus Pub => Lucas Vinicio
QG Master => Marcos Vieira Machado
RetroPlayers => Sabat
U-8Bits => Ulisses 8 Bits
Vão Jogar! => Rafael “Tchulanguero” Paes
Vão Jogar! => Rodrigo Borges
Vão Jogar! => Somari
Vão Jogar! => sucodelarAngela
Videogames com Cerveja => Felipe B. Barbosa

===Canal (YouTube)===
GebirgeBR => Gebirge
Jogatinas Saudáveis => Rodrigo Vigia
Jornada Gamer => UsoppBR

Crowdfunding: ajude 40 Winks a finalmente ser lançado no N64! [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


A Piko Interactive acaba de anunciar uma nova campanha no Kickstarter que pode corrigir uma grande injustiça acometida pela GT Interactive no final da década de 90: o jogo 40 Winks, um promissor (para a época) plataforma 3D desenvolvido pela … Continue lendo

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Master Review - Astro Force e Silver Valley (2017) [QgMaster] [[fuente]]












Saudações, galera!
Alegrai-vos, o Master System, ainda não morreu!
Para fãs como nós, ele nunca nos deixou de fato e, este blog, é uma prova disto. No caso de hoje, me refiro aos títulos novos, feitos pelos mesmos amantes do 8 bits da Sega. Desta vez, falarei de dois deles, Astro Force e Silver Valley. Vamos lá?!

Recentemente, o Blog Tectoy (blogtectoy.com.br), publicou uma entrevista com Enrique Ruiz, um desenvolvedor lá da Espanha que “botou a mão na massa” e criou esses dois games em 2017. Silver Valley é o mais recente, lançando, no fim do ano passado. Não entraremos em detalhes de como foi a produção, que podem ser conferidos, lá no blog deles. Porém, o review  do QG Master, pode ser lido à seguir.

Gráficos e Sons – Ambos, possuem grafismo bonito, tudo, dentro do que se poderia esperar de um game oficial lançado naqueles tempos. Digamos que, está na média do víamos de melhor no sistema. Também apresentam cenas de abertura, contando o enredo destas aventuras.
Quanto à animação, pode-se dizer, que são bem básicas. Em Silver Valley, nota-se mais tal economia. O personagem que controlamos possui apenas um frame quando executa golpes de espada, efeito que lembra muito o de Strider, também de Master System (neste, é ainda pior... ele nem se mexe). Há inimigos que nem se movem, só deslizam na tela. Já Astro Force, por ser um jogo de navinha, não exige um trabalho de animação pesado. Aqui, o “arroz com feijão”, foi o suficente e ficou bem decente.
A parte sonora cumpre seu papel. Não são canções que marcarão a vida do gamer mas, passam seu recado. Ainda assim, acho que as de AF são alegrinhas demais para o tipo de ambientação. Deveriam ter tom mais épico, heróico como em Raiden Trad ou R-Type (afinal de contas, trata-se da sobrevivência do planeta Terra).


Mecânicas de Jogo – Neste quesito, infelizmente, eles pecam bastante. Os dois possuem estruturas muito simplórias que, num primeiro momento, podem afugentar (o que, quase aconteceu comigo).
Em Silver Valley, sua personagem anda, agacha, sobe e desce escadas (Direcional); ataca (Botão 2) e salta (Botão 1). Até aí, tudo dentro da normalidade. Entretanto, não há qualquer tipo de ítem para a evolução do nosso herói. O que aparecem, são pequenos corações para repor a barra de vida, de um total de três hits. Caso encerrada, por dano de inimigos, é Game Over!

Tanto Astro Force quanto Silver Valley possuem gráficos e sons decentes...

Em Astro Force, o “bicho pega”, e não digo sobre o desafio normal de um jogo, mas sim, à uma mancada: a nave é lerda demais! Nestes games, elas precisam ser sensívelmente mais ágeis que os demais elementos na tela para, justamente, termos a chance de evitar obstáculos (tiros, barreiras, inimigos, etc). “Why so slow, Mr. Ruiz”?
Diferente de SV, aqui, há evoluções... não muitas. Temos três tipos de ítens: a letra P, que duplica a rajada de disparos frontais (Botão 1); a F, para os diparos laterais (Botão 2); e o S para velocidade. Coletando-os, sua tarefa dará uma sutil melhodada... sutil mesmo, porque, só há um único nível dos ítens citados. Portanto, se estiver num ponto chapado de inimigos/disparos e for atingindo, pode entrar em desespero, sua nave será incapaz de manobrar no meio de tantos elementos... uma falha grave que, não pode acontecer, em jogos assim. Isto tudo, com apenas três vidas (nem vidas extras) e mais nada! Pelo menos, o jogo não apresenta “pisca-piscas”, os famosos “flickelings”, muito comuns neste gênero em 8 bits... já é um alento.
Ainda quanto à questão da velocidade, a padão, deveria ser a mesma de quando pegamos o ítem... ficaria bem satisfatório assim. Também, poderia haver mais um nível, além do já existente no game, totalizando três (o Padrão/Nível 1, o Nível 2 e o Nível 3). O mesmo, se aplicaria ao armamento.
Mas, nem tudo é ruim. Tanto Silver como Astro, possuem bons level designs, mostrando que, o criador, fez a lição de casa. Ele mesmo, disse ter se inspirado em jogos como Wonder Boy e Castlevania. Aliás, acho que tal "inspiração”, foi além.  Para mim, “ripou e editou” algumas imagens, como a cidade de Wonder Boy, o logo de Galaxy Force, as caveiras e outros elementos de Master of Darkness e Castle of Ilusion. Como diria o Batman, “Não existe coincidências”.  

OBS: Para acessar o Options, basta apertar o Botão 1 em Silver Valley e o Botão 2 em Astro Force na tela de título (o por quê, do desenvolver ter invertido os botões, é um mistério). Nesta, é possível fazer alterações no gameplay, como o aumento no número de vidas ou barra de energia, dependendo do jogo.
 
... mas, suas mecânicas de jogo, são simplórias demais.

Considerações Finais – Em linhas gerais, tem que se louvar – e muito – o empenho dos produtores independentes como o Enrique Ruiz. São eles que mantém a chama acesa, num cenário há muito encerrado, como é o dos jogos antigos.
Ao contrário do que o review possa transparecer, eu gostei de Astro Force e Silver Valley. Embora não sejam perfeitos, suas particularidades, os tornam desafiadores a seus modos. Suas limitações técnicas, foram compensadas, com um desafio acima da média, justamente, por conta do “miserê” que o desenvolvedor propôs (ou, talvez, tenha se empenhado para entregar o melhor possível, dentro destas mesmas limitações).
Essa coisa de “Morreu é Game Over” pode prender alguns jogadores. Porém, acredito, não serão muitos que toparão encará-los por muito tempo, dada, à tamanha simplicidade. Valem mais pela curiosidade.
Até mais!



Finalmente: jogo de corrida brasileiro Horizon Chase “Turbo” vai sair para PS4 e PC [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Antes tarde Duke Nukem: o estúdio brasileiro Aquiris resolveu nesta terça feira, anunciar que seu jogo de maior sucesso estará finalmente saindo das telinhas dos smartphones para aterrissar nas plataformas PlayStation 4 e PC… Nada que não tivesse sido prometido … Continue lendo

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Fenômeno: NESmaker atinge incríveis 500% do valor da campanha no Kickstarter [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


NESmaker, a mais promissora (e ainda não lançada) ferramenta de criação de jogos para NES nem teve sua campanha encerrada no Kickstarter, mas já chegou onde pouquíssimos projetos conseguem chegar. A meta inicial de 32 Mil Dólares foi atingida logo … Continue lendo

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Aguardado plataforma Battle Princess Madelyn atrasa para Abril [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Battle Princess Madelyn, o clone turbinado de Ghouls’n Ghosts da Causal Bit Games que traz como protagonista uma heroína inspirada na filha do designer do jogo Chris Obritsch, acaba de ter mais um atraso confirmado. “Lamentamos muito esse atraso”, disse … Continue lendo

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Indie Review: Super Tokussatsu Onore (~2016) [QgMaster] [[fuente]]





Olá turma!
Fevereiro chegou e com ele, novidades! É com muita satisfação que teremos o review de um jogo que 9 em cada 10 gamers brasileiros sonharam. Vamos conhecer a iniciativa de jogar com heróis japoneses em Super Tokussatsu Onore.





A FEBRE TOKUSSATSU
O Tokussatsu é um gênero dramatúrgico japonês em que atores usam roupas especiais (tecnológicas em geral) para enfrentar grupos de inimigos, em geral, ninjas e extraterrestres.
O primeiro fora National Kido, da empresa National, mas o gênero consolidou com o memorável Ultraman.
As séries, inicialmente pra crianças, começaram a agradar um público mais  velho que foi iniciado na infância.

Graças a emissora Rede Manchete nos anos 80, o gênero Tokussatsu foi se consolidando com os jovens do Brasil. A primeira apresentação era em dose dupla: Jaspion (metal hero) e Changeman (super sentay), logo depois Flashman, em seguida, Jiraiya e Lion Man, e assim foi. Apesar de críticos acharem Gavan ou Shaider melhores, por ser o pioneiro desta geracão, Jaspion, o "Tarzan das Galáxias", liderou soberano como o mais querido no Brasil.



A falência da Manchete, bem como as versões americanizadas pela Saban e distribuídas pela Rede Globo e, depois Bandeirantes e outras, diminuiu a força do gênero original. O público americano antes resistia ao gênero até o surgimento de VR Troopers e Power Rangers.
Isso nos explica porque, embora muitos gamers no Brasil imaginassem, não tinha mercado pra um game do gênero na época. Só Ultraman por ser um clássico, até a ideia surgir pra alguns fãs...



ENCONTRO DE TITÃS
Um fã que conhece MUITO tokussatsu, Humberto "Lagarto", montou um projeto por Openbor, o Super Tokussatsu Onore.
O criador não pensou num jogo individual deste herói ou daquela equipe, mas um crossover dos heróis e dos vilões. O roteiro encaixa pra todos: Tokyo, a cidade mais emocionante do mundo, está sendo destruída, graças a união de vários vilões, e alguns heróis igualmente se juntam pra salvar a cidade.

Duelo emocionante: Ryuuki enfrenta Buba!

Na versão 0.3 que conferimos, temos a participação de heróis mais e menos conhecidos. Ryuuki e Kamen Rider Faiz são as principais referencias que os fãs das séries da Manchete não estão acostumados. Segue o mais simpático dos Changeman, o Change Pegasus, que já é conhecido de todos. A representante feminina é Saki de Sukeban Deka, o que quebra um pouco a coerência da equipe, (eu adoro a Saki, mas sugeriria Diana de Spielvan ou mesmo a Patrine), mas o autor já explicou que o propósito é misturar mesmo.


Como eu queria ver isso numa tela dos anos 80!

TARZAN DAS GALÁXIAS
Já a versão 4, embora incompleta ainda, tem o objetivo de fazer tributo com mais heróis conhecidos no Brasil: Jaspion  nos é presenteado liderando o menu (cortesia dos sprites de Hebert Jordany da        http://legendaryheroesmugen.blogspot.com.br). 
Segue o respeitado Ultraseven e Change Dragon (interessante trocar de Changeman, já que o líder é mais popular) comparece. Quando joguei ainda não estavam prontos Saki, Ryuki e Zeckti Trooper.

Dica: Cuidado com a velocidade deste Boss.
 A bolinha azul recarrega o seu Life.


GRÁFICOS E SONS
Para um trabalho "amador" eu não posso botar qualquer defeito. A escolha dos cenários da Tokyo sitiada são bons, o criador buscou jogos do SNES e Neo Geo como molde na versão 4 incluiu chamas no plano 4 que logo me lembraram do Turtles Ninja de arcade. Os movimentos tanto de heróis quanto vilões foi preciso muita pesquisa, aquele jeito desajeitado dos soldados Hidler é perfeito. E as musicas do Kamen Rider no fundo dispensa comentários.

O Chefe Peace é bem osso-duro.


SISTEMA RETRO
Não é só o enredo, mas o sistema é nostálgico. O ritmo de jogo é bem inspirado em Final Fight e tem algumas quebras na ação. Você começa nas ruas de Tokyo enfrentando os soldados Hidler (Changeman) e os capangas vão mudando. Achei até os clows do Imperio Warer (Spielvan) e vemos diferença de design de monstros de séries diferentes. Marca presença o Buba, rival de Change Dragon. E mesmo sem Black Kamen, o irmão Shadow Moon comparece ao convite.

Saki e seus golpes inusitados. 
"O HERÓI DESCE O BRAÇO COMO UM GIGANTE.."
O que me agradou foi a pesquisa pra fazer os golpes. No teclado, A era o special, S é o soco e D é o salto.
Na versão 0.3, Pegasus dá socos com velocidade semelhante à Chun-Li. Saki tem golpes que dá pra perceber que Cammy de Street foi parte de seu molde. Ryuuki usa a espada durante o dash.

Os comandos especiais são curiosos e usarei os Changeman pra ilustrar: o soco durante o dash manda o famoso "quebra-telha". Se só apertar o Special, ele sai distribuindo chute. Mas se andar e usar o Special, ele usa a Power Bazuka, o que gasta KI. Se apertar dois botões, ele saca a pistola. O Special no ar, libera o "Pegasus Energia Relâmpago" (como lembrei o nome disso?!) E mesmo um comando inviável como meia-lua+soco, ele usa a espada. Ufa!

A Barreira deu um bom desafio ao jogo.

Na versão 4, há o botão de Grupo (F) em que você reagrupa a equipe ou troca de personagem com as direções. Você verá o Dragon não tão rápido, mas os golpes que vi me deram um deja vu incrível (desde que saiu da TV, nunca mais assisti) até a Power Bazuka eram fieis a de cada um. O Ultraseven X é lento, mas seus golpes são terríveis. Nesse show de golpes, Jaspion é que rouba a cena. Ele é capaz de erguer objetos como barris e carros, mas também os próprios vilões. Seus Specials  são a bolinha luminosa que te deixa invencível (como pensaram nisso?!) E o Cosmic Laser, aquele corte com a espada luminosa. Irado!!

Sigam a página pra uma mostra completa dos golpes:

A fase da moto também pra quebrar a linearidade,
acho que o Pegasus que aparecia mais vezes com ela.


CONSIDERAÇÕES FINAIS.
Para um jogo independente, Super Tokussatsu atende aos objetivos de nostalgia, beleza e boa pancadaria. Para mim, foi um bom exercício lembrar de elementos dos meus heróis preferidos, já que não sento pra assisti-los há anos. 
A competência gráfica, a escolha de trilhas, os heróis em conjunto são um feliz retorno à infância.

Desejando sucesso aos criadores, para que concluam este quarto projeto em breve. Até a próxima!