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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Novo gamepad retrô para PC e dispositivos móveis é magnífico! [[fuente]]


Jogar seu game favorito em qualquer tipo de plataforma, seja no pc, consoles ou dispositivos móveis é sempre muito bom. Certos jogos pedem um controle para se jogar, e muitas vezes não o temos, o que acontece no PC e principalmente em tablets e celulares. Pensando nisso a japonesa 8bitdo acaba de lançar no mercado o NES30 GamePad, [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Novo vídeo de Mighty No.9 mostra segundo personagem controlável [[fuente]]


Se Mighty No.9 parece Mega Man de forma descarada, agora resumidamente falando, a cara de pau ficou explícita: o novo personagem controlável que aparece no vídeo a baixo é a cara da Roll, a irmã do Blue Bomber. Confira:

O vídeo não acrescenta muita coisa. Na verdade, de novo só mostra mesmo esta outra personagem que, [...]

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QgMaster : Master Review - Miracle Warriors: Seal of the Dark Lord (1987) [[fuente]]



Procurando um RPG diferente pra descontrair, mas “inédito” a muitos retrogamers? Então fique conosco na busca desta game pouco conhecido, um dos primeiros RPG's do Master,  uma parceria da Kogado, Ascii e a SEGA, desbravaremos Haja no Fuyin ou  Miracle Warriors.

Quando eu pensava que já tinha tido toda a experiência que o SMS podia oferecer, eis que experimento um dos joguinhos que arrematei no Mercado Livre, mas nem tinha adentrado.Miracle Warriors foi programado pela equipe de Phantasy Star e Shinning in the Darkness, antes do lançamento do clássico RPG da SEGA. Estava sem bateria quando encontrei, era fácil demais pra ser verdade, mas não me arrependi. A partir desta informação podemos fazer nossa análise.

Nota: Pegamos emprestado algumas imagens da
Blogosfera para a divulgação do game.
Tudo começa em mais uma terra épica desconhecida dos 7 mundos, com a lenda de Iason:

"Há muito tempo em uma terra de espadas e feitiçaria, um jovem pastor chamado Iason inadvertidamente abriu a Passagem de Pandora. Por este portal toda a sorte de criaturas más foi solta nas Sete Terras debaixo das garras do Dark Lord Terarin. Como Iason cresceu, ele assistiu o pavoroso exército de Terarin devastar as Sete Terras. Desde que foi ele que tinha soltado este mal, ele fez um voto para derrotar Terarin e restabelecer paz ao mundo. Iason treinou com os Monges Brancos, enquanto aprendendo os caminhos da espada do Rei… e os perigos mágicos do mal de Terarin se acumulavam. Para ajudar na missão dele, os monges lhe deram armas e armadura mágicas. Depois de uma batalha longa e valorosa, Iason derrotou Terarin e o baniu para outra dimensão. Então, a armadura dele brilhando como ouro, Iason fechou a Passagem de Pandora. As pessoas das Sete Terras fizeram uma lenda sobre ele. Antes de voltar para a vida de pastor, Iason fez profetizou aquele dia que Terarin retornaria, e que quatro guerreiros valentes despertariam para afrontar seu maligno desafio!"

 Hoje, Terarin, a primitiva Lorde das Trevas removeu novamente o Selo Dourado permitindo que toda sorte monstros voltassem a atacar os Sete Mundos. Você tomou contato com profecia, e parte se perguntando se é o Guerreiro Lendário. Sim, "Você" mesmo! Usando uma tendência presente em alguns RPG’s contemporâneos, seu personagem não tem nome. “Você” é um poderoso guerreiro que foi escolhido, semelhante à SitD. Cabe a você enfrentar a jornada e sua primeira pista é o sábio Kosama.
Tinha mapinha incluso no game!
Não há consenso se são sete ou cinco terras.

GRÁFICOS E SONSOs gráficos são bem simples, embora investem numa perspectiva curiosa de primeira pessoa. Você observa sua posição no mapa marcado por um quadrado e há uma visão de costas do personagem e conforme você se move, as montanhas e mares se movem no horizonte. O personagem fica estático na tela, mas a fadinha bate as asas. 
Alguns trechos só dá pra passar se tiver nível
suficiente pra enfrentar monstros como este.
Nas cidades, há um sistema parecido enquanto você está sempre diante da entrada de uma casa. De qualquer forma, o conceito é interessante. As cenas de luta, é que lembram Shinning in the Darkness, brilhos e tremores é que indicam quem acertou quem. O som é divertido, tem umas trilhas bacaninhas. O ritmo lembra muito Phantasy Star 1, mas este último é bem mais acabado. Vamos quebrar um galho que o precursor de PS ainda tinha apenas 2 Mega.

BATALHAS ANTIGASO sistema de combate é bem simples: Um dos conceitos mais interessantes é a opção de ataque, fuga, fala, item mágico e magia. Dá pra perceber que PS 1 usou o mesmo tipo de menu, sendo abandonado depois a opção de fala em suas continuações. Mas vejam porquê: há vários personagens humanos no caminho e há a opção de conversar com os mercadores e viajantes ao invés de partir o crânio deles. 
Algumas situações bem familiares como as
cores dos monstros e cavernas no escuro.
Esse é o conceito mais bacana do jogo, você até fica com a grana dele, mas sua reputação vai atrapalhar seu caminho nas cidades. Entre os monstros temos desde dinossauros até esqueletos. A inspiração épica não foi muito longe das fontes medievais tradicionais. Terarin é um dos nomes bíblicos da Rainha de Sabá, mas os japas se inspiraram na típica imagem de Lilith, a “demonha” das lendas hebraicas. Aliás, eles adoram esta figura em seus mangás, que até cansa! Terarin é uma personagem que na versão americana foi “censurada”, colocaram um biquíni de couro na monstra verde que era peladona na versão japonesa.
Monstra verde com muitas curvas
 e de topless... Tem gosto pra tudo!

A vantagem sobre todos os demais games é terem gastado bytes com personagens inofensivos e totalizar a noção de livre-arbítrio: mesmo sem barco você até vai longe, mas os bichos são mais fortes. Isto é, o jogo é bem menos linear que Phantasy Star 2 do Mega Drive, para efeito de comparação. Além disso você banca o dentista arrancando dentes dos bichos em troca de dinheiro como em Ragnarok. Bastante realista para um mundo de fantasia simples!
Temos na equipe vários heróis de acordo com a profecia.

As armas lembraram os nomes de heróis mitológicos, temos da Armadura de Cronos até a Espada de Eros, sem aquelas listas intermináveis, que só aumentam ataque e defesa. Um dos conceitos usado em Golden Axe Warrior é que volta e meia você precisa consertar suas armas. Lembraremos de PS quando usar o manto pra fugir dos inimigos e usar nozes mágicas! Os itens mágicos necessário são 3 chaves, a Heaven, Earth e Hell.
Encontros marinhos como Phantasy Star!

CONSIDERAÇÕES FINAISPara os que querem um RPG com menos chateações, Miracle Warriorsé um pedida boa. O sistema não te faz puxar os cabelos e traz uma gostosa experiência role playing. Um feijão com arroz básico, mas com um temperinho especial.


Retro Players: jogos antigos é com a gente! : New Super Mario Bros Origins é remake fã made do game de NES [[fuente]]


Ultimamente a Nintendo vem adotando um comportamento que nunca foi muito do seu costume: o de lançar remakes de seus jogos clássicos. Começou com Metroid Zero Mission, e exemplos mais atuais são os dois títulos relançados da franquia Zelda que chegaram recentemente ao 3DS e ao WiiU, e parece que vem mais coisa por ai, [...]

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QgMaster : Lançamento e Review - Phoenix Force (PC) [[fuente]]




Antes de mais nada preciso contar, sou fã da Fenix. Pronto, falei! E não to me referindo à uma Fênix específica. Seja ela das HQs, animes, literatura, séries ou qualquer outra cultura pop até (e principalmente) das mitologias Grega, Egípcia e Chinesa. Na verdade, sou fã do que a Fênix, o pássaro de fogo que renasce das próprias cinzas quando morre, simboliza: força, imortalidade e renascimento.


Em Phoenix Force, tudo começa com o fim: ao ser atingido por meteoros, o planeta Terra foi destruído e tudo virou cinzas. Fury, a primeira Fênix a renascer encontrou o mundo em um estado apocalíptico, infestado por monstros. Agora, ela precisa resgatar as outras Fênixes: Cryo de Gelo, Tupã de Trovão, Gaia da Terra e Gast de Fantasma. Juntos, eles são a Força Fênix e eles têm que viajar todos os continentes do nosso mundo em uma jornada para eliminar todos os chefes em 100 batalhas realmente difíceis.

Phoenix Force é um Shoot 'em up incrível e irado. Começando pelo diferencial dele: nesse jogo não tem fases regulares, cada ponto do mapa é um batalha contra chefões. Ou seja, nada de inimigo menor, toda luta é contra quem pode mesmo. Difícil é pouco pra definir o game, é jogo pra separar homens de crianças. Dá pra dizer que, no quesito dificuldade, o jogo é bem old school (o que na minha opinião é perfeito, pois leva você de volta à era 8-bits quando toda luta era suada e toda conquista comemorada).

Bom, se você não acredita, talvez a pergunta do desenvolvedor do jogo pode exemplificar melhor o que quero dizer:

Você se depara com um dragão, um olho gigante, e um ceifeiro que chegam atirando bolas de fogo, raios laser e foices. O que você faz?

A) Diz que o jogo é injusto porque você morre com 1 golpe, não tem inimigos fracos, e chora com a mamãe;B) Desvia de todo esse inferno de balas, destrói seus inimigos em 30 segundos, e parte para as próximas 99 batalhas de chefões porque você é gamer de verdade!

É preciso ressaltar: o jogo vicia em níveis inacreditáveis. Quando peguei pra jogar pensei "Legal, mais um Shoot 'em up, vou jogar uns cinco minutos só pra ver como é". Duas horas depois, quando parei pra ir tomar água foi que percebi o tempo que fiquei jogando. E pior, voltei pra jogar mais um pouco e virei a noite jogando. Sabe aquele lance do "Última luta"? Então...

No começo da jornada, enquanto ainda só controlamos Fury e os primeiros Chefes chegam sozinhos, dá pra pensar que o jogo é simples, até porque os comandos não exigem nada do jogador, você não tem que atirar, a Fênix faz isso sozinho por você. Mas o que o jogo vai realmente exigir, e é aí que tá a graça, são os seus reflexos e a sua coordenação, pois para desviar de um trilhão de projéteis voando por toda a tela e explodindo por todos os lados, você vai ter que ter muita agilidade. Mas muita mesmo!

Fora isso, outra habilidade importante que você vai ter que empregar é a estratégia. Conforme o jogo avança, você vai salvando outras Fênixes, como Cryo, que em certo ponto da luta se carrega e congela temporariamente os oponentes e Tupã que ao clicar no botão esquerdo do mouse deixa tudo em 'slowdown' permitindo que por algumas frações de segundos você calcule qual a rota do projétil para poder desviar e de quebra ainda se teleporta pra onde você clicar. No total são cinco (eu já consegui resgatar todas, aliás, já terminei o jogo!). Cabe a você montar a melhor tática escolhendo qual deles (com suas características específicas) quer evoluir e usar contra quais Chefes.

Os gráficos, a trilha sonora e a jogabilidade são excelentes. Sem demagogia, o jogo é muito foda mesmo! Leve, rápido, sem travamentos, com uma palheta de cores de ótimo gosto e animações caprichadas. E vale lembrar que o jogo ainda está passando por aperfeiçoamentos, então dá pra afirmar que o que é bom, vai ficar ainda melhor.

Eu nunca fui apaixonado por esse estilo de jogo, sempre gostei, mas nunca fui entusiasta por achar sempre todos parecidos. Mas Phoenix Force me fez mudar de opinião, jogos de Shoot 'em up podem sim ser criativos, divertidos e inovadores.


Phoenix Force foi lançado para PC em parceria com a SplitPlay! E tem um super desconto de 67%. O jogo tá saindo por apenas 4,95 dilmas. E vale cada centavo! Clique na imagem para ir ao site.

Desenvolvido pelo brasileiro Sérgio Alonso do estúdio Awoker Games e financiado pela Microsoft em 20 mil euros, o jogo foi lançado em 10 de março de 2014 exclusivamente para o Windows Phone, e teve mais de 320.000 downloads e críticas muito positivas.

Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Feliz Aniversário Famicom [[fuente]]


Ontem fizeram exatos 31 anos que a Nintendo lançou Famicom no Japão e de quebra, mudou para sempre o mundo dos jogos eletrônicos em consoles domésticos.
A singelos 14.800 ienes (U$145 Obamas mais ou menos), o sistema de início custou a sair das prateleiras das lojas, os consoles vendidos passaram por recall devido a um defeito [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : RetroPlay: Mario Kart 8 – Trilha Sonora [[fuente]]


Olá meus caros amigos Retroaventureiros, estou de volta! E desta vez para trazer nada menos que a trilha sonora do jogo que todos estão comentando no momento. Isso mesmo, estou falando de Mario Kart 8. Sendo ou não um proprietário do WiiU você deve estar ouvindo todo mundo comentando desse jogo e dizendo que ele [...]

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QgMaster : Resultado do Sorteio de Key - Aritana [[fuente]]


E o sortudo que vai levar a key é...

Schwarzenegger

Parabéns meu amigo! Você vai receber um email com a Key. Lembre-se, você precisa fazer um cadastro no SplitPlay, colar sua Key e baixar seu jogo. Abaixo o vídeo do sorteio, por favor confiram (aumente a tela e a resolução).

QgMaster : Review - Mahjong Max (PC) [[fuente]]



Mahjong, pra quem não sabe, é um jogo de mesa chinês. Muito famoso no Oriente, ganhou notoriedade no mundo em 1920 e se difundiu rapidamente. A palavra Mah Jong significa “o jogo dos pardais” e isso deve-se ao som que as suas peças fazem quando estão sendo embaralhadas. Basicamente, trata-se de um jogo de cálculo, estratégia e perspicácia, onde o objetivo é encontrar duas peças iguais entre as 144 pedras dispostas na mesa para removê-las.

Existem muitas versões eletrônicas do jogo, mas normalmente são apenas jogatinas casuais. Essa é a diferença deles para Mahjong Max, onde temos uma aventura com direito à mapas, descobertas e conquistas. E se ainda assim você quiser apenas um jogo rápido e casual para simples diversão, não se preocupe, a opção Arcade é perfeita pra isso.Na aventura, você controla Valéria, uma pesquisadora que é escolhida para organizar uma exposição sobre a cultura chinesa para o Museu Cultural Internacional. Mas para tanto, você terá que viajar até a China para encontrar artefatos raros.


Conforme você avança, os desafios aumentam, assim como as conquistas. No menu principal você tem a opção de entrar na sala de troféus para conferir o que já ganhou. Ao todo são 14 conquistas, o que deixa o jogo muito interessante e estimula o fator replay, pois acredite, você vai querer pegar todos. Com 104 enigmas exclusivos para explorar em 10 belos cenários bem construídos, o jogo oferece mais de 24 horas de jogabilidade.


Mas se você não é do tipo que gosta de se aventurar, pode apenas relaxar jogando no modo arcade, onde pode-se testar todas as fases, em qualquer estilo de jogo que quiser! E ainda tem o modo Blitz, onde o desafio é solucionar vários enigmas seguidos, com tempo limitado.


Além dos 3 modos de jogo: Aventura, Arcade e Blitz, você ainda pode escolher 5 estilos de jogo: Clássico, Paciência, Adição, Ouro e Procura. Com tantas possibilidades, difícil é não se divertir. Eu joguei bastante e possa garantir que o jogo tá muito caprichado, dá pra ficar muitas horas concentrado sem perceber o tempo passar.


Os gráficos são muito bons, e apesar dos desenhos dos personagens serem simples, se encaixam perfeitamente ao cenário, deixando tudo bonito e agradável. O jogo é muito fluido e leve, abre rápido, não trava e as animações ao remover as peças são o grande destaque: bem executadas e com visual dinâmico. A música é boa, uma melodia oriental, mas um tanto quanto repetitiva, de começo você até se empolga com ela, mas depois enjoa um pouco, nada que estrague a experiência. No geral, um jogo muito bem elaborado e competente. Vale muito a pena joga-lo.


No SplitPlay o jogo sai por apenas R$ 6,50 (tá com 35% de desconto, aproveitem!). Clique aqui, ou na imagem abaixo para acessar a página.


E se você quiser testar antes de comprar, é só baixar a demo. Clique nas imagens:

Mahjong Max foi desenvolvido pelo estúdio Icon Games, do brasileiro José Lucio Gama, no mercado de jogos desde 2004, responsável pela criação de jogos como Bola de Gude, Snail Racers, Detetive Carioca, Mahjong Max, Escape From Alcatraz e muitos outros.
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QgMaster : Hokuto no Ken - How to Use [[fuente]]



Saudações! Aqui os fracos não tem vez! Este post de hoje é híbrido é história, é review e é guide também. Após os posts fantásticos de Leo e Douglas sobre Black Belt, vamos na fonte pra você conhecer Hokuto no Ken.


Tudo começou há 10 anos atrás. Quando acordei de madrugada e sem sono fui assistir algum filme que estava passando. Me chamou a atenção um chamado “Guerreiro da Estrela Polar”. Era diferente de filmes típicos de Jet Li ou Jack Chan. Gostei e fui procurar um pouco mais sobre a produção, meu surto foi quando soube que era uma produção de 1995, originado de um mangá antigo, o Hokuto no Ken. Desapontado e feliz ao mesmo tempo: Este anime e mangá criado por Buroson (fã de Charles Bronson) e Tetsuo Hara, eu não conhecia. E me senti um ignorante no ramo, foi o pioneiro em violência crua, e embora eu não curta muito, tem seu papel estético na arte. Feliz fiquei quando soube da relação com um jogo que sempre adorei Black Belt!


Só fui saber disto 10 anos de depois de jogo, eu sempre achei que a fonte exclusiva de Black Belt era outro joguinho de Arcade que eu adorava,Kung Fu Master, eu curtia heróis de trajes marciais e sem rosto. Era esteticamente bonito e os jogos se pareciam demais. Fui saber que Hokuto no Ken foi translado para vários consoles, o Mega por exemplo, usou seu nome inglês Fist of North Star e criou um fighting game.As versões 8 bits foram inspiradas em Kung Fu Master, mas quando chegou a versão ocidental, suprimiram a estória original, e os elementos que lembraram Kung Fu Master foram usados pra preencher o jogo. Por isso, Black Belt é uma localização insuspeita, completa por si mesma. É o que vamos analisar e apresentar as diferenças neste Howto Use. Vamos contar sobre o anime (cuja primeira versão foi exibida em 4 sagas entre 1984 a 1986) enquanto damos as dicas para você arrebentar todo mundo que aparecer!
GRÁFICOS E SONSA maior diferença entre as versões são gráficas mesmo. Há localizações que apenas mudam os nomes e o protagonista. Black Belt foi um dos mais modificados graficamente.  Em HnK, a estória se passa num futuro apocalíptico em que todo mundo faz sua própria lei. BB se passa no tempo presente, no domínio de gangues de artes marciais. A versão brasileira ainda mantém o enredo pós-explosão nuclear, e usa os cenários atuais.
A missão de Kenshiro Kasumi é fazer justiça por este mundo até derrotar Raoh, seu rival seguindo o enredo. Já Riki é percorrer pelo mundo em busca de sua amada Kyoko. Você lembrou de outro jogo? Eu também...Em BB, os cenários são coloridos, quase alegres, o slow-scroll do fundo ainda dá a sensação de profundidade, além de economizar bytes com desenhos. As fases 2 e 5 trocadas apenas por noite e dia (efeito tão agradável em jogos como Samurai Shodown). Em HnK, os cenários aparecem destruídos, com construções undergrounde céu vermelho digno de Gotham City! Os personagens de BB traziam algo gostoso do fim dos anos 80. Me sinto de volta à filmes como Aventureiros do Bairro Proibido, um boss ou outro que parece saído do Operação de Dragão de Bruce Lee e as gangues saídos do clipe Beat It do Michael Jackson! Topetes, faixas na cabeça, as pichações “coloridaças!!” escritas “fight” ou “go” são hoje tão ingênuas...  Nosso próprio herói vai à luta de kimono pra rua! HnK os vilões são de uma época mais pessimista, parecem saídos de filmes do Mad Max ou do grupo Secos e Molhados...
Shin inimigo clássico que é até chato de tão mencionado.

O que eu sempre achei que era um efeito divertido em BB, o desmontar gráfico dos inimigos, era uma coisa! Kenshiro é mestre do “Hokuto Shinken”, seu karatê/kung fu fazia explodir os inimigos! No anime, o vilão diz que nem doeu, e Kenshiro responde: omae wamo shindeiru (“você já está morto”) e “boom”! Eu nunca imaginaria.
Colonel, Senhor do Exército Divino.

Os sons são os mesmos de ambas as versões. As músicas de BB baseadas no mesmo universo marcial otimista, são alegres, não de menininhas, mas passam um otimismo. Basicamente se repetem: abertura, vinheta, scroll e boss. Já HnK elas transmitem um sentimento down, não misterioso, mas mais sério, repetindo algumas melodias do anime.A única objeção é que minha esposa sempre diz que parece o grunhido de um porco quando os inimigos despedaçam...
Toki, coadjuvante mártir, também senhor do Hokuto Shinken.
 Um dos personagens mais queridos do anime.

EXAME DE FAIXAQualquer um riria da jogabilidade hoje em dia: Riki/Kenshiro se vira apenas com socos e chutes simples. Isso já é o espírito do karatê. Eu já curtia o fato que não havia botão de pulo como outros, era o direcional que cuidava disso. Temos o super pulo (muito mais útil em HnK). Alguns blogs lamentaram Kenshiro não usar as técnicas especiais, elas apenas aparecem no fim das lutas e a maioria é diferente nas duas versões. Mas na época ninguém esperava usar tais golpes nos jogos de “briga de rua”. Só as técnicas aparecerem como “fatalitys” já era muito bom! No início dos 90, eu já desejava que tivesse defesa ou algum contragolpe no estilo Takuma Sakazaki, mas não tinha em beat n’up. Tava muito bom! O game permitia que seus punhos e pés bloqueasse armas como nos animes. Vamos ao tatame, digo, à batalha!
Chapter 1Só quando conheci a versão original, entendi porque a fase é chamada de capítulos.
Em BB, estaremos num cenário semelhante à China. Em HnK, estaremos no episódio sobre o “Southern Cross Town” e enfrentamos o estilo rival de Kenshiro em busca de sua amada Yuria. Temos mais sub-bosses: o atirador de facas, o cara do bastão, o clássico inimigo Club (em BB um espadachim chinês) que lembrava o Vega, e o gordinho.Se já jogou BB, vai ver como é difícil esta fase sem power-ups pulando!
Dica: o gordinho só cai com socos naquele lugar!
Em BB, temos Ryu (um chinês com nome japonês?!). Em HnK, você enfrenta Shindo estilo NantoSeiken, rival do Hokuto no Shin, este é o rival clássico de Kenshiro que deu a maior dor de cabeça! Eles são das constelações do Cruzeiro do Sul (Shin) e Ursa Maior. Vencê-lo é metódico: quando der socos, responda com rasteiras; quando der chutes, dê voadoras. É necessário você finalizar com um soco para desencadear o HokutoHyakuretsu Ken igual ao golpe em Ryu.
Personagem chato no desenho e no game!
Note a mesma roupa roxa de Ryu.
Após vencê-lo encontra-se com Yuria e descobre a verdade sobre eles dois. Cena exclusiva do jogo original.
Chapter 2Em BB, estamos em algum reduto ocidental de punks, USA ou Europa, em HnK, estamos em “God Land”. Você entenderá porque os “paiakans” saltam, existem várias plataformas que deixarão o jogo frenético, neste momento a estratégia “bate e corre” vai ficar atrapalhada, precisando ir mais devagar. 
Te vejo em "A menina que roubava livros"!
Os sub-bosses parecem saídos de algum filme nazista. É melhor que um domador de circo... Se golpear o segundo duas vezes antes de aparecer, ele já é derrotado! Há um power-up que recarrega toda a vida, então aproveite.

O boss de BB era o punk Hawk, o mais fraco. Em HnK temos o Colonel do Exército Divino com seus bumerangues.Você pode ganhar sem deixa-lo reagir, basta andar e socar na direção dele. Um último soco certeiro vai vibrar e explodi-lo!
Chapter 3Este cenário é um grande bambuzal de fazenda japonesa cheio de caratecas como você. Um único sub-boss para te enfrentar e um dojo como Kung Fu Master. Gonta nos lembra de Honda de SF II. 
Acredite! Dá medo mesmo!
Em Devil Rebirth, o boss quebra totalmente o padrão dos boss stages, Devil é um gigante monstruoso, (quem lembra de Cassius em SaintSeiya entenderá) que lança magias, e por isso você mantém o tamanho pequeno pois o sprite seria enorme. Você o abaterá com voadoras para enchê-lo de socos no ar!
Chapter 4Em Legend of Cassandra será tenso até no caminho. Lembra que em BB era uma fase japonesa cheia de ninjas? Aqui em HnK são guerreiros com machado! Os paiakans mais difíceis. Há dois sub-bosses um cara de chicote e uma dupla de espadas. O boss é quase impossível. 

Em BB, era Oni (demônio em japonês) e aqui estamos na presença de ninguém menos que Toki, um dos irmãos detentores do estilo Hokuto. 
"Prisioneiro 4, tem visita familiar pra você!"
Toki é um cara do bem, mas extremamente difícil, pronto pra revidar todos os golpes. O segredo é no canto da tela, mandar chutes com uma certa sincronia até zerar ambos os life’s. Oni vira pó só sobrando a máscara, já Toki aceita sua derrota.  
Chapter 5
Em Tombstone of Holy Emperor é um remake noturno da fase 2 de ambos os jogos. BB ainda tem uma característica: subentendemos que todos os inimigos são mulheres com seios aparentes e roupas cor de rosa.
Aí, complicou! Eles te caçam nos barris e no parapeito.

 Mas os sub-bosses de lança-chamas dão outro tom porque usam as plataformas pra te perseguir. Mais tenso ainda é o boss: Você lembra de Rita que já dava dor de cabeça, pois bem, terá de enfrentar Souther, um vilão que é imune ao estilo de Kenshiro. 
Note a semelhança do corpo de Souther e Rita, te dará pesadelos...
Você deve evitar sua dança-combo e pular sua voadora. Ele só perde life com golpes que não se repetem, como uma voadora seguida de soco, ou um soco baixo seguido de rasteira. É necessário o último golpe no ar! Poucos tem paciência pra vencer!
Chapter 6Finalmente, você enfrenta o vilão. Em BB temos o chinês Wang que detém Kyoko refém, já em HnK temos Raoh é um dos 3 conhecedores do estilo Hokuto. Agora é com você!
Lembra desta cena? Mas com outro sabor!

Quando há um sucessor, os outros conhecedores tem a obrigação de guarda-lo em segredo, ou perdem a vida. Raoh é seu companheiro de estilo e irmão. E você deve enfrentá-lo. Ao vencê-lo Raoh petrifica, já Wang paralisa meio sem explicação.
O Grande Wang reconhece o poder de Riki...
Assim eu entendia esta cena!

O BALANÇO GERALDecidi julgar os dois pontos da questão: e se Hokuto no Ken fosse importado pro Ocidente como tal? Quais seriam os prós e os contras?


KENSHIRO: Foi uma oportunidade perdida trazer Hokuto no Ken para a Europa, os States e o Brasil, talvez isso ajudaria a entrada mais cedo da cultura nipônica no Ocidente. No Brasil já tínhamos mais esta abertura. O jogo original é bem punk e o desafio bem maior!
RIKI: Black Belt foi uma abertura necessária, já que o EUA sempre foram mais protecionistas, não aceitavam estas importações tão fácil. Se Kenshiro é um cover do Stalonne, Riki é uma espécie de Daniel Larusso do Master. Cativou exatamente seu público por isso, e com um jogo mais “leve”. Os vilões estereotipados também eram agradáveis, ainda não estávamos tão politicamente incorretos. O desafio amaciado foi bom, porque faria muitos desistirem de cara!

Na verdade, fico feliz em terem duas versões do mesmo jogo. Duas opções, de história, de desafio e de diversão. Não importa com quem você crie, o melhor é ter o karatê bem representado por dois campeões no Master System. 

QgMaster : Review - Knights of Pen & Paper (PC) [[fuente]]



Que tipo de RPG você prefere: o eletrônico ou o de mesa?
Pra quem não sabe, a diferença básica entre os dois estilos está na forma como conduzimos o jogo. Enquanto no eletrônico seu personagem evolui dentro de uma história pré-determinada, no de mesa você e seus amigos encarnam personagens que seguem improvisando livremente, sendo que suas escolhas determinam o rumo que o jogo irá seguir.
Knights of Pen & Paper consegue unir o melhor dos dois mundos, trabalhando a real essência do RPG.


Inspirado em grandes títulos da década de 80 e 90, com aventuras baseadas em turnos e no melhor estilo retrô todo trabalhado em pixel-art, Knights impressiona pela quantidade de referências espalhadas na jogatina. Você vai encontrar de tudo da cultura pop: Senhor dos Anéis, Tartarugas Ninjas, Bob Esponja, Super Mário Bros, Monstro do Pântano, Muppets, Donkey Kong, Space Invanders, Star Wars, Metroid, Caverna do Dragão, De Volta para o Futuro... a lista é enorme. E vai desde o elementos e cenário até os diálogos dos personagens, que conversam e fazem piadas o tempo todo sobre o próprio jogo.


Em Knights você controla um grupo de jogadores de RPG de mesa (de 3 a 5) e também o próprio Dungeon Master, o cara que cria as Quests. Como de praxe, os personagens evoluem a cada Quest, seja ela uma batalha, uma escolta, uma busca ou o que for escolhido. E é sempre o jogador que decide o que quer fazer e quando fazer, mas sempre dentro das pré-definições do jogo, obviamente. Você nunca vai ficar preso à uma aventura linear e programada. Por exemplo: em uma luta você escolhe o tipo de monstro que quer enfrentar e a quantidade deles.


Ao iniciar o jogo, você escolhe sua classe (cavaleiros, druidas, paladinos, magos, etc) e perfil (irmão mais novo, gamer, ladrão, motoboy, wookie, etc). Durante o jogo pode investir em outros segmentos e itens: ferreiros, encantadores, mineração, coleta, tesouros escondidos. A soma de tudo isso faz com que cada jogador tenha uma experiência única e personalizada.


A jogabilidade é leve e muito fluída, os gráficos e animações são lindos, a música é agradável demais e remete aos jogos clássicos. Enfim, esse é um jogo que pode te dar horas e mais horas de diversão sem cansar. Ah, e pra quem não manja de inglês, não se preocupe, ele tem opção em português.


Knights é um jogo sensacional que resgata com maestria aquela sensação nostálgica dos jogos da era 8 e 16 bits. Mas não fica só nisso, ele traz uma mecânica simples e ao mesmo tempo arrojada para quem é apaixonado por RPG (principalmente o clássico RPG de mesa), tudo isso com muito bom humor.


O jogo está à venda na Steam por apenas R$ 16,99.


Knights of Pen & Paper foi desenvolvido pelos brasileiros da Behold Studios, que também são os pais de outro jogo que está dando o que falar: o Chroma Squad, que você encontra à venda no SplitPlay e está com 30% de desconto. Esse eu ainda não joguei, mas pretendo experimentar em breve e falar dele aqui.



Sobre a BeholdA Behold Studios é um pequeno estúdio brasileiro que está aparecendo por todo o mundo com seus jogos meta e divertidos. Criadores de jogos como Knights of Pen & Paper, premiado no IGF 2013 e considerado o melhor jogo mobile do SlideDB de 2012, também criaram Save My Telly, Story of Choices, Bit bit Machine e Monster Jam. Localizada em Brasília, capital federal, o estúdio conquistou o fincancimento coletivo pelo Kickstarter para desenvolver o Chroma Squad em 2014, previsto para PS3, PS4, PSVita, Xbox One e Steam.

QgMaster : Master Review - Jurassic Park (1993) [[fuente]]



Saudações a todos os amigos do QG! O Master ainda está vivo e este review não podia faltar! Vamos a um game muito querido. Vamos ver Jurassic Park para SMS!

VOCÊ QUE TEM IDÉIAS TÃO MODERNASÉ O MESMO HOMEM QUE VIVIA NAS CAVERNAS
Um dos filmes mais esperados na década de noventa foi esta produção do mestre dos efeitos especiais, Steven Spielberg. Jurassic Park foi um filão do cinema, caríssimo pelos efeitos especiais e despertando um novo dilema pra ciência. Com as investigações sobre o DNA, cientistas decidiram montar o safari mais inusitado de todos: um parque temático com dinossauros reconstruídos geneticamente. O Jurassic Park, batizado com o nome do período auge do Mesozoico, graças ao sangue que ficou imortalizado em mosquitos conservados em pedra âmbar, e o DNA de sapos! Sim, que imaginação, Steven!  
Você lembra desta cena? Cocô de elefante virou fichinha depois.

O problema é que os dinos fugiram de suas jaulas, podemos começar a nos preocupar. E os bichos que eram todos fêmeas tiveram uma mutação e agora temos machos, e logo em seguida, ovinhos! O problema ficou pior. O grupo agora tem de fugir da ilha pra sobreviver imediatamente. JP teve mais de um filme, mas sinto que o primeiro ainda é o melhor de todos. 
Uma sensação na época foi o lançamento de Jurassic Park para Mega Drive e Sega CD, eram utilizados dois protagonistas: o sábio Dr. Grant ou o implacável Velociraptor. Os dois logicamente com objetivos opostos. Muito jogador foi ao delírio. 

Sobrou pra ti, Dr. Grant!

Para minha total surpresa, pois eu não tinha esperanças, a SEGA lançou uma versão para o Master System, que é a que investigaremos.   
Chegamos de avião com esta missão!

Um detalhe que não passei batido foi a capa que indicava a licença de direitos autorais: "Se não for Jurassic Park, está extinto!" A capa era com outros detalhes, mas tão bonita quanto a do Mega. Na realidade, a SEGA resolveu reinventar o jogo, inclusive no seu roteiro. Dr. Grant é convocado à ilha com a missão de capturar 4 dinos em especial, potencialmente perigosos. 
BRINCANDO DE CARRINHOA partir da fase que você escolhe, você pega seu veículo e passa por uma fase bônus. No melhor estilo de jogo de pistola deve atirar nos dinos para defender sua BMW viatura do ataque dos dinos. Saltam itens na tela que podem aumentar sua quantidade de vidas, e recarregá-las. Fazendo um bom placar, aparece um boss que você deve detonar, um tiranossauro (vermelho na zona Oeste e azul ao Sul) ou pterodonte (zonas Norte e ao Leste com uma bela pedra!), antes que ele detone você! 
Não é um joguinho de rally...

O melhor de tudo: Era só um aquecimento! Uma fase bônus prévia. Agora com a action stage que o bicho esquenta! 
DOUTORADO EM TIRO AO DINOLogo após, falar que o jogo de carrinho era bonitinho, minha esposa olhou para a telinha e soltou sua pergunta: "está jogando o jogo do Indiana Jones?" Quase chorei e disse "quem dera se fosse!" Sim, Dr. Grant também é um homem de ciência, tem ares de aventureiro e um chapéu legal, mas o antropólogo tem uma jogabilidade muito melhor que o arqueólogo (como me sinto à vontade com estes humanista, quem dera eu ser assim como eles... ). 
Grant é um antropólogo bem versátil e o arqueólogo Dr. Jones podia aprender mais com ele. Ele corre, salta bem, anda agachado pelos caminhos estreitos como no filme, e se locomove agarrando nas plataformas, um movimento utilíssimo para sair de encrencas perigosas. Dá um frio na barriga quando ele precisa fazer isto. 
Já os equipamentos, é outro show. Para um 8-bits, o herói trocar 3 armas diferentes já é digno de nota. A primeira é o rifle de onda tranquilizante que é o tradicional tiro direto; o segundo é o lança chamas que atira num sentido diagonal e depois um nível acima; o terceiro é uma granada que explode vertical. Quando você pega a caixa de equipamento médico, você pode selecioná-la pra recarregar o Life. Não é todo jogo que temos um herói tão completo, só perde pro Ninja Gaiden...   

"Calma aí, véi! Só sobrou uma vida!"
GRÁFICOS E SONSO que me me agradou mais neste jogo foi um dos melhores gráficos já feitos para um Master System. Eu sei, parece que sempre falamos isso a cada review, mas não é o caso aqui. Os 4 Megas do game foram muito bem usados para cada detalhe e o pequeno Grant ajudou muito. Os cenários são bem animados, com movimento das águas, árvores e tudo mais, o que compensa a pequena sprite do her. Só jogos Disney tem tanto capricho, e até houve um cuidado pra vermos que Grant nunca mata os dinos, eles fogem ou dormem com os tiros. Destaque para uma clareira na tempestade em que as árvores são agitadas pelo vento e as folhas voam com boa aleatoriedade, de forma bem realista.

As musiquinhas mesmo repetitivas são contagiantes com exceção de uma no armazém que vou te contar... Os sons dos tiros não são exagerados e ainda tentaram reproduzir o rugido do T-Rex...
COLÔNIA DE FÉRIASOs leitores sabem como gosto de games com seleção de fase, e é isto que encontramos aqui. Após os bônus stages na fase do carrinho (via de regra parece um joguinho infantil), entram as fases de ação no local que deveria ser um passeio e virou um desafio mortal. A fase do Triceratopes à Oeste possui uma paisagem de tempestade, e o duelo com o bichinho inclui... digamos, esterquinho que ele joga. Você deve atingir onde sua armadura natural não protege. É a fase mais fácil.A fase do Braquiossauro ao Sul é repleta de vários pescoçudos à beira do rio tentando te agarrar. Não parecem bravos, mas são perigosos e você deve atordoar a mãe deles numa humilde canoazinha.
Contra o pterodonte, use o lança-chamas.


A fase do Pterodonte ao Leste é nas montanhas e cavernas, num pesadelo vertical, você deve escalar árvores sem parar enquanto mira no passarinho, o que quebra bastante a mesmice de confronto com o Boss.Já a do temido Velociraptor ao Norte é numa estação invadida pela lava vulcânica, com locais estreitos bem tensos, para brincar de gato e rato com o corredor.Isto é, desafio garantido, mesmo que as fases sejam curtas. Jogadores experientes não terminaram de primeira! 


UM TIRANOSSAURO-REX MANDOU AVISAR...
Já bastasse todas estas características, pintou um suspense. Na primeira rodada selecionei as quatro fases e lutei, lutei e lutei pra zerar o game. Mas tinha algo interessante: a capa do game em português dizia que tinha 5.  E o final dizia que tinha algo errado... Existe uma fase secreta! Só quem é fera conseguirá encontrar a fase secreta e enfrentar o Tiranossauro! Até por que só fugir de carrinho não tem graça...


CONSIDERAÇÕES FINAIS
Alguns amigos nem sequer se deram ao trabalho de ver o gameplay de JP de Master achando suficiente ter a versão Mega ou Sega CD em suas coleções. Ledo engano, pois este game não só tem uma boa licença poética do filme, como  trabalha com conceitos inovadores. Recomendo. Jogue com calma e não entre em extinção!  


QgMaster : Sorteio de Key - Aritana [[fuente]]


EDITADO: Participações encerradas.Confira o resultado clicando aqui.

Fala galera, e aí, quem tá afim de ganhar um MEGA JOGO? Então se liga no novo sorteio do QG:


Aritana e a Pena da Harpia
Para participar é muito, mas muito simples! Basta deixar um comentário nesta página dizendo "Eu quero ganhar" e mandar um email para qgmaster@gmail.com com o título "Sorteio Aritana" e dentro diga seu nome usado para comentar aqui.
Fácil né? Então, o que tá esperando? O resultado sai dia 15/07 aqui mesmo no QG e o ganhador vai receber um email com a key. Para poder baixar o jogo, que é DRM-FREE, é necessário se cadastrar no site da SplitPlay para pegar seu game na sua biblioteca do site.

Eu já falei dele aqui, mas vou repostar a matéria abaixo pois esse jogo vale muito a pena!

Poucos jogos dessa recente geração me proporcionaram tanto desafio quanto Aritana. Pelo menos não aquela adrenalina que um Game Over em caso de erro fatal dos jogos antigos proporcionavam.
Eu nasci nos anos 80 e cresci na era 8 bits. Zerar um jogo naquela época era dificílimo. A gente suava, o coração palpitava, os olhos dilatavam... ninguém podia sequer sussurrar enquanto você executava um salto preciso, por exemplo. Um erro e todo o esforço podia ser perder em segundos.


Mas quando você finalmente conseguia superar aquela fase ou aquela manobra quase impossível a sensação era incrível, você se sentia realmente vitorioso: você era o cara! E é isso que eu sinto falta na maioria dos jogos hoje em dia. Tudo é muito fácil, muito mastigado.
Aritana veio para nos fazer recordar e reviver os jogos dessa época brilhante. Mas sua proposta é ainda mais ousada, ele consegue equilibrar o melhor de dois mundos: o charme e a dificuldade retro dos jogos de plataforma com uma jogabilidade original e inovadora.


Posso afirmar tranquilamente que Aritana me surpreendeu demais. Não apenas pelo desafio inteligente que o jogo apresentou, mas pela maneira como essa característica deu personalidade à ele. Sua mecânica é única, a forma de atacar um inimigo é totalmente diferente de tudo o que já vi em jogos. E é aí que mora o maior desafio: driblar seu cérebro viciado e abri-lo para novas possibilidades. É uma experiência incrível e recompensadora.
E ainda por cima o jogo é de uma qualidade ímpar, com cenários lindíssimos, sprites extremamente caprichadas e gráficos de brilhar os olhos. Com uma temática super brazuca, Aritana nos brinda com uma aventura deliciosa e cativante.


É bom poder encher a boca e dizer com orgulho que um jogo brasileiro fez bonito, mas muito bonito mesmo! Um jogo pra marcar época!
Lembrando que o jogo está à venda no SplitPlay por apenas R$ 24,90.


Aritana é um jogo desenvolvido pelo estúdio Duaik, uma produtora independente de jogos localizada em São Paulo, SP. Iniciada em 2011 pelos imãos Duaik, hoje ela conta com o título Aritana e a Pena da Harpia que está atualmente na plataforma brasileira Splitplay e foi aprovado recentemente no Steam via Greenlight.Saiba mais: www.duaik.com
 Duaik Logo Preto

QgMaster : SEGA Master System Brawl [[fuente]]


Já se perguntou quem bate mais forte: Alex Kidd ou Psycho Fox? E quem ganharia uma briga entre Tom-Tom (Wonder Boy) e Joe Musashi (Shinobi)? Pois bem, se você sempre quis por à prova uma luta entre os personagens do nosso querido 8-bits, chegou a hora. Conheçam o incrível:

SEGA Master System Brawl


O jogo é praticamente um Super Smash Bros versão 8-bits da SEGA. A dica é do nosso bom e velho Gagá e pode ser jogado gratuitamente baixando nesse link (ainda não é a versão final, mas já está bem divertido). Personagens como Alex Kidd, Psycho Fox, Mick (Ghost House), Wang (Kung Fu Kid), Opa-Opa (Fantasy Zone) e muitos outros clássicos já estão disponíveis para jogar. E se prepare porque vem mais por aí! Na lista prometida ainda teremos Sonic, Jotajota (Zilion) e Bin (Dynamite Dux).
Por se tratar de um homebrew, o jogo está em extensão *.bin, portanto para rodar ele é preciso ter um emulador que reconheça a extensão (eu usei o GEN, mas o FUSION também funciona), isso porque é um jogo de Master System para ser emulado como Mega Drive.


Se preferir, baixe o jogo clicando no botão abaixo.


O jogo foi desenvolvido por um fã do Master System, o Bonaf do fórum SEGA8BIT.

Confira o vídeo:

Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Mighty No.9 terá Nova Campanha para arrecadar fundos [[fuente]]


Mas já não era suficiente? Essa é a pergunta que ficou no ar após Keiji Inafune atualizar a página do projeto Mighty No.9 no Kickstarter, onde ele oficializou que uma parceria entre a Comcept, o Humble Bundle e o PayPal fora criada no intuito de arrecadar mais grana para o seu jogo. O dinheiro em [...]

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QgMaster : 3DS Virtual Console - Game Gear no seu 3DS [[fuente]]



Saudações galera!

Hoje vou aproveitar para escrever um pouco sobre a emulação do Game Gear, o nosso querido Master System de bolso, no Nintendo 3DS.

Taí um assunto meio polêmico, muitos defendem a venda de jogos antigos nas eShops da vida, enquanto que outros acham um absurdo pagar por jogos antigos que podem facilmente ser baixados de graça na internet. Eu mesmo tenho várias ROMs a disposição no meu Dingoo e emuladores de Master/GG para Android tem de sobra.

Mas pelo menos hoje não quero entrar nessa polêmica, o foco aqui é apresentar a minha experiência com o emulador do Game Gear para 3DS e o que achei dessa experiência.

Quando o 3DS foi anunciado, as possibilidades de ter jogos clássicos do Gameboy foi especulada e muito bem aceita, e claro considerando que no Wii tivemos emuladores não somente de plataformas clássicas da Nintendo, a galera começou a especular a possibilidade de ver jogos do Game Gear no novo portátil da Nintendo.

Passado algum tempo do lançamento, a SEGA anuncia jogos de Game Gear e os 3D Classics para a nossa alegria. Os emuladores foram desenvolvidos pela M2, uma empresa conhecida de quem já adquiriu alguns jogos clássicos da SEGA no PlayStation 3 ou Xbox 360. A M2 não se contenta em apenas disponibilizar o port do jogo para a plataforma em questão, ela ainda adiciona diversas opções de mapeamento de controle, de tamanho e resolução da tela, seleção de região do jogo, entre outras opções. Eu pirei demais com o port do Alex Kidd in Miracle World no PS3 onde colocaram a versão que vinha na memória do Master System II, sim aquela mesma onde o Alex comia hamburguer! :D

Já havia experimentado o 3D Space Harrier (que é excelente por sinal, deram nova vida ao jogo com os efeitos 3D) e dessa vez resolvi usar o 3DS para jogar o Defenders of Oasis que o Gaga havia sugerido recentemente. E devo adiantar, a M2 não decepcionou e mais uma vez fez um excelente trabalho!

SEGA does what Nintendon't...even on Nintendo platform

Assim que você compra o seu joguinho (US$ 4.99 na eShop americana) e executa o aplicativo, o jogo inicia em tela cheia respeitando o aspecto original do jogo. Tocando na tela inferior com a Stylus você tem acesso a algumas opções.


Detalhe: estas e as demais screenshots que se seguem
foram tiradas do meu 3DS, através do Miiverse

A primeira e a segunda opções são de Save State ("Restore Point"). O jogo em si é sempre salvo toda vez que você fecha o aplicativo, mas você pode criar seu próprio Restore Point. Já o Button Settings é o começo, o que torna este emulador superior ao que a Nintendo oferece com os jogos de Gameboy. O emulador vem configurado com os botões 1 e 2 mapeados para o B e o A. Caso essa configuração não te agrade você pode trocar o mapeamento dos botões ao seu gosto. É possível inclusive ter versões Rapid Fire (turbo) dos botões 1 e 2.


O modo Dot by Dot em 3D é de cair o queixo!

Já em Screen Settings,podemos escolher o tamanho da tela. Normal é a tela cheia respeitando o aspecto original. Dot by Dot é essa maravilha que você está vendo na screenshot acima, um frame de Game Gear cobrindo parte da tela. Detalhe é que nesse modo com o efeito 3D ligado você vê os botões mais à frente e a tela ao fundo, dando a impressão de estar jogando o próprio Game Gear. Até a luz power dá um efeito que faz mesmo parecer que é um LED posicionado atrás da borda preta, é sensacional! E pra completar, quando a bateria do 3DS está fraca essa luz de power vai apagando, indicando que é hora de recarregar seu 3DS. Seria interessante ver os botões sendo pressionados de acordo com as minhas ações, mas aí já tô querendo demais rsrsrs

Já o modo Full estica a tela, mesmo que tenha que distorcê-la, para cobrir toda a área da tela do 3DS. Nunca fui fã desse recurso mas é muito bom ver que está disponível para quem quiser jogar dessa forma.

Além disso podemos escolher a cor do frame no modo Dot by Dot. Sempre quis ter o Game Gear vermelho especial da Coca Cola lançado apenas no Japão? Você pode emular essa experiência aqui! Temos 4 opções de cores: preto original, azul, amarelo e vermelho. Por fim, Blur dá aquele efeito de blur que o Game Gear original tinha devido à tecnologia de LCDs na época, enquanto que Performance permite dar um overclock na emulação, embora eu não tenha visto muita diferença entre os modos disponíveis.

De fato o Game Gear estava à frente do seu tempo

A emulação é impecável e não fica nem um pouco atrás do que estamos acostumados a ver no Meka e Fusion, com a vantagem de ter o jogo disponível no bolso do jeito como deve ser e com a possibilidade de postar fotos da sua jogatina no Miiverse. A jogabilidade é caprichada e a quantidade de jogos disponíveis é muito boa, embora tenha ficado alguns bons jogos de fora e infelizmente não tenho visto mais a SEGA se movendo para lançar novos jogos, mas tô na torcida para que ressuscitem mais clássicos como Monster World II e Wonderboy original. Segue a lista de jogos disponíveis na eShop (16 ao todo):
  • Columns
  • Crystal Warriors    
  • Defenders of Oasis    
  • Dr. Robotnik's Mean Bean Machine    
  • Dragon Crystal    
  • G-LOC: Air Battle    
  • Shining Force: The Sword of Hajya    
  • Shinobi    
  • Sonic Blast    
  • Sonic Drift 2    
  • Sonic Labyrinth    
  • Sonic the Hedgehog    
  • Sonic the Hedgehog 2    
  • Sonic the Hedgehog: Triple Trouble    
  • Tails Adventure    
  • Vampire: Master of Darkness

Conclusão

Se você é um jogador purista e que quer curtir jogos de Game Gear de forma legal, recomendo fortemente o 3DS. Os efeitos 3D, as opções de tela e os jogos oferecidos são um bom motivo para emular o Game Gear de forma oficial nesta plataforma da Nintendo. Só lamento fortemente a quantidade de opções, gostaria muito de ver mais jogos pro Game Gear saindo na eShop, mas tomara que a SEGA lance mais jogos em breve, o Game Gear merece!



E por hoje é só amigos, o que acham do emulador do 3DS? Vale a pena pagar 5 obamas para jogar Game Gear ou vocês preferem baixar a ROM de graça na internet? Ou ainda, o ideal seria garimpar um Game Gear original? Nos deixe saber nos comentários.

O foco deste post foi puramente para analisar a emulação do Game Gear no 3DS, mas se quiserem podemos escrever um post discutindo sobre emulação gratuita vs coletâneas e ports para plataformas atuais.


Abraços e até o próximo post!