Agenda de retro eventos:

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Recomendo: Bonanza Bros [QgMaster] [[fuente]]


Poucos jogos conseguiram tal combinação: ação, humor e diversão. Bonanza Bros veio pra ocupar essa lacuna no 8-bits da Sega. Armado com uma pistola (paralisante?), os irmãos Mobo e Robo adentram portas e cruzam corredores de cassinos, lojas de departamentos, laboratórios e antiquários em busca de artigos que ajudarão a prender criminosos.
Nas primeiras fases: escolhas fáceis e os caminhos diretos
Fase bônus: suados segundos para ganhar 10000 pontos!?
O jogo é bem divertido. Mas não se engane: em Bonanza nem sempre velocidade e boa pontaria serão suficientes. Uma estratégia dosada e um pouco de sorte podem fazer toda a diferença nos mapas recheados de inimigos.


Um game que possui lugar especial no coração desse retroaventureiro, e que eu recomendo!

Tenha um bom jogo!

ps: curta o super review do Adinan A. que fala sobre as versões do Mega Drive e Arcade.

Vídeo Mostra Detalhes Sobre Twilight Princess HD (WiiU) [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


A Nintendo já havia divulgado que The Legend of Zelda Twilight Princess HD é uma remasterização do clássico jogo do Game Cube, inclusive existe um vídeo que compara as melhorias gráficas (notícia publicada aqui no Retroplayers). Próximo ao seu lançamento, … Continue lendo

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Master/MD Review - Super Street Fighter II (1993,1994, 1996) [QgMaster] [[fuente]]





Olá pessoal!Já estávamos devendo o grande marco do mundo dos games: Análise e Guia dos jogos da série Street Fighter II para a SEGA. Todos os retroblogs já devem ter contado algo, mas creio que  só a experiência pessoal e a análise valeriam a pena dar uma olhadinha aqui. TODOS os jogos de Street na SEGA com várias explicações.

PORQUE VIREI UM STREET FÃ
Era final de 1991, eu esperava meu ônibus na rodoviária. De repente vi uma turminha fazendo roda no fliperama. Um jogo de luta, sim, já tinha visto alguns como Kung fu Master, mas os personagens eram grandes, e lutavam um contra um. De repente, o carinha da kimono branco soltava uma bola de fogo da mão e azul! E no final, gargalhadas da turminha com o rosto arrebentado do perdedor. E tinha um cara também de kimono mas vermelho. Vi um monstro na luta, deu umas bifas no cara de kimono, e que legal, dava pra trocar de personagem, eu via uma luta com um gordo com roupa de sumô, e finalmente meu ônibus tinha chegado. Já tinha valido minha primeira experiência em Street Fighter II, jogo que seria meu favorito durante muitos anos e renderia boa parte das minhas conversas na pré-adolescência.

The World Warriors: Vejam que na versão
japonesa, o mapa é nipocentrico.


O JOGO DA GLOBALIZAÇÃO (0)Em 1991, logo após o fim da Guerra Fria estreava nos fliperamas o jogo Street Fighter II: The World Warriors. O jogo narrava um duelo de artes marciais pelo mundo, por trás estava a poderosa organização terrorista Shadaloo de M. Bison escondida na Tailândia, com representantes nos EUA (Balrog) e Espanha (Vega). Os personagens principais eram o japonês Ryu e seu amigo norte-americano Ken, além de outros personagens espalhados pelo mundo: O japonês Honda; a fera do Brasil, Blanka; o “herói do Vietnã” americano Guile; o yogue indiano Dhalsim. Os países do bloco socialista que desmoronava na época não foram esquecidos, como o russo Zangief e a chinesa Chun-Li.
Mas os personagens eram coadjuvantes, as estrelas de verdade eram Ryu e Ken, que eram apenas graficamente diferentes, o inovador era que cada coadjuvante tinha seu final, sua própria história, então era como jogar vários jogos em um. Lendas urbanas no exterior e apelidos no Brasil foram a grande consequência de seu sucesso nos Arcades.
Vejam por que o SNES conseguiu se impor ao Mega.
Achava louca esta capa!

O game fora considerado o jogo do ano, sendo a garantia do sucesso do videogame Super Nintendo na década de 1990 com diversas versões e remakes. O lançamento de SF II primeiramente para o SNES desbalanceou novamente a luta entre a SEGA e a Nintendo.
Quem se importava no início com esta imagem? Ver o Brasil no
game já nos sentíamos lembrados.
Logo, estourou uma safra em pouquíssimo tempo de clones e concorrentes do estilo, principalmente da SNK (quando moleque pouco percebi desse tempo tão curto, a noção do tempo era muito mais longa!). Street Fighter progrediu na liderança com variações pontuais, resistindo a retirar o "Dois" de seu título. 
Um dos Remakes lançado logo depois foi a versão Champion Edition, em que poderiam utilizar os chefes, antes eram secretos (embora foram rapidamente conhecidos, somente após vencer os outros 7 personagens, eles apareciam com seus rostos e países). Para suprir o problema de um chefe enfrentar a si mesmo, criou-se o sistema (sem muita lógica) dos sósias. O interessante é que SF II de SNES embora tenha sido lançado como The World Warriors, já possuia a opção de personagens iguais, o que perdeu a importância de Ryu e Ken serem praticamente idênticos.(a)
Era o mais interessante que constatei que nos arcades os jogadores brasileiros preferiam o loiro Ken, mas após o fim de Street Fighter II, a popularidade de Ryu aumentou nas sequencias da franquia.  
A Capcom não perdeu tempo e pensando na problemática de trazer os chefes, e 4 personagens iguais (Ryu e Ken com sósias) e claro, ganhar umas verdinhas fora dos fliperamas, lançou a versão Street Fighter II: Turbo ou também chamada de Street Fighter II Plus.  Lançado simultaneamente para SNES e Mega, agora a SEGA tinha sua versão. Acentuou-se a distância entre Ryu e Ken, todos os personagens comuns ganharam novos golpes, (exceto Guile, considerado favorito). 
A tela azul ainda me encanta. 16 personagens e sua
organização na tela mostram o sonho realizado de muitos gamers em 1994.

Em 1994, novos personagens foram incluídos no elenco em Super Street Fighter II; The New Challengers, a inglesa Cammy, o jamaicano Dee Jay, o índio mexicano T. Hawk e Fei Long de Hong Kong. Os analistas interpretam Street Fighter como um marco da cultura pop e um símbolo da Globalização, pois os países escolhidos são os considerados atuantes duradouros nos caminhos do Mundo, os novos países (excetuando Inglaterra) são os novos participantes em potencial do clube da “Nova Ordem Mundial”, incluindo o retorno de Hong Kong da Inglaterra para a China, e infelizmente, até hoje não ter nenhum street fighter africano. (b)  
GRÁFICOS, SONS & GAMEPLAYQuando foi lançada a versão Turbo do Mega, boa parte dos seguistas pensaram se iam se arrepender da sua escolha de 16-bits. O que posso dizer é que não saiu nenhum crime nos gráficos, são coloridos, de bom tamanho e tudo mais, com os bons e velhos objetos nos cenários que era destruídos com as quedas. O que teve mais mudanças foi o de Ryu, que tirou as placas e o por-do-Sol. 
A música do SF II Turbo, sem muitas queixas, mas aí que entra a diferença, a qualidade das vozes lembrava os arcades que tinham placas de som velhas. Diziam que Ryu enchia a boca d'água pra dar um hadouken...

A versão Super Street Fighter II usou 40 Megas contra 24 da versão anterior. A qualidade gráfica é surpreendente, e os personagens tem 7 cores diferentes! O chip Q-Sound que dava um eco fantástico de vozes e sons, tentou ser reproduzida e sucesso pode ser considerado satisfatório com as limitações sonoras do Mega. As vozes bem melhor representadas, mas o volume é perceptivelmente mais baixo. 
Mas o gameplay só diversão. E tem mais, a jogalibidade em nada devia à SNES e tinha uma vantagem: o controle recém-lançado de 6 botões! Isso aproximava muito da experiência Arcade, (como usar Zangief ou Dhalsim corretamente com a configuração comum do SNES?) e não me refiro àquela máquina com 3 botões do dono pão-duro do fliperama.
A VERSÃO MASTER

E o Street Fighter II para Master System? Foi um projeto no mínimo ousado para a Tectoy, tinha 8 Megas! Comprei assim que vi o anuncio na "Casa & Video" e pra mim o último anuncio de um game para o Master. Foi uma experiência ambígua.(c) Os gráficos são muito bons, e os personagens de bom tamanho, e comparado com os fighting games do NES (oficiais e piratas), é visto todo o poder gráfico do Master! Os rostos são os mesmos da versão Super de Mega Drive, com menos cores. O que percebi foi a  pressa na concepção dos cenários, o que cortou boa parte dos objetos: O avião de Guile, o barco do Ken, a estátua do Sagat, e por aí vai.
O gráfico tá legal, mas não tá faltando algo?...
As músicas são a reprodução da música original com os timbres do Master, mas os golpes tem o mesmo som atingindo ou bloqueando o golpe, o que atrapalha a percepção do jogador da luta. As vozes aparecem a rouquidão da versão Turbo do Mega... ou ainda mais! 
Oito dos clássicos no menu.

Mas o mais difícil é o gameplay: A escolha dos personagens já era quase prevista. Ryu, Ken, Chun-Li, Blanka, Guile, e os chefes Balrog, Sagat e Bison. Personagens corpulentos, impopulares ou de jogabilidade mais complexa, sempre dançam. Mas nem vi muito ganho nisto. Os personagens possuem apenas 2  golpes especiais, e os anti-aéreos que foram mais cortados. Os controles não são exatamente duros, mas não encaixam nas táticas que estamos acostumados. A Bolinha do Blanka pouca diferença faz em acertar ou defender. O Hadouken é mais difícil de fazer que o Sonic boom. Em compensação, testando o game antes de nossa matéria, senti uma rapidez absurda da CPU, o Ryu mandava Hadouken e pulava uma voadora logo em seguida, e eu sem conseguir lançar um Hadouken sequer.  Para se ter ideia, eu tive esta pérola em mãos em 1997, e não resisti, troquei numa locadora por MK II na época sem remorso. Eu jogo de boa o jogo 8 bits do Liu Kang (por mais críticas que ouço diariamente), mas este do Ryu, só se for para uma "pancadaria sem limites", nada levado a sério. Fica bem complicado...
INDO AO ELENCO
Vamos aos lutadores da versão Super, contando sua evolução nas 3 versões até então lançadas:

RYU

Personagem principal do game, aluno de Sheng Long o típico viajante empenhado em aperfeiçoar-se na luta e em desafiar os mais fortes. Venceu o primeiro Street Fighter ao derrotar o antigo campeão Sagat.Ryu simboliza o Japão,  é a essencia do karatê e suas cores são da bandeira japonesa. Na versão Super seu rosto ficou ao mesmo tempo mais oriental e mais viril.Na versão Turbo ficou mais forte em relação à Ken. Sua giratória ficou mais forte derrubando com um golpe. Na versão Super ficou  caracterizado um poder maior de seu Hadouken, o Fire Hadouken, além de ter um campo maior, derruba o inimigo de perto. Um bom combo é a voadora baixa, soco médio abaixado, rasteira média e entrar com Hadouken.
RYUJapão
Hadoukenê⇘è +socoç⇙ê⇘è +soco
Shoryukenèê⇘+soco
Tatsumaki Sempu Kyakuê⇙ç+chute

E. HONDA

O campeão mundial do sumô, entrou no torneio pra sua arte ser mundialmente reconhecida. Somente o Japão durante muito tempo tinha 2 lutadores. Se Ryu é o Japão idealizado no mundo, Edmond Honda é o Japão em sua imagem mais particular.

Honda é um dos personagens mais fortes, mas menos lento do que já foi. Perdeu a quantidade absurda de Life que tirava o agarrão com joelhadas. Porém, é um dos poucos que se movem durante o ataque multiplo. o Hiakan Otoshi é um estranho golpe que ganhou na versão Turbo, a cabeçada apaga magias e a bundada se aproxima dos inimigos. Saiba usá-lo a média  distância.
HONDAJapão
Hyakuretsu HariteSoco repetido
Super Hyakkan Otoshi (C)ê,é +chute
Super Zutsuki (C)ç,è +soco

BLANKA
Quem se importava no início com esta imagem? Ver o Brasil no
game já nos sentíamos lembrados.


"The Beast of Brazil!"  Blanka é uma criatura selvagem às margens do Rio Amazonas, enfrentará Bison no torneio em busca de respostas sobre si mesmo...
Minha primeira impressão de Blanka era um aspecto monstruoso que impunha um bom respeito ao enfrentá-lo. Depois, como muitos colegas achei o personagem pejorativo ao Brasil. Mas hoje, ao contrário, admiro o personagem, mais que o Jean, mais que a Laura..(d) Em 1990, ninguém sabia absolutamente nada sobre o Brasil, apenas a importância da misteriosa Floresta Amazônica, e por que não, se pretendo colocar um monstro no game, não escolho no lugar de fauna e flora mais exuberante? Além  do mais um ótimo capoeirista, menos mal informado que outros da concorrência. 
Blanka é pra jogadores safos, bater rápido e fugir. Seu chute forte pula rasteiras.  A Bolinha perdeu o dano absurdo quando atingido, mas o choquinho continua vulnerável nos pés. Na versão Turbo ganhou Rolling Vertical, ótimo contra voadoras, e na versão Super ganhou o Backstep Rolling, que além de enganar o inimigo, passa por cima de magias.

BLANKABrasil
Ligthing ThunderSoco repetido
Vertical Rolling (C)ê,é +chute   Backstep Rolling(C)ç,è+chute
Rolling Attack(C)ç,è +soco



GUILE

O "herói do Vietnã" (mais um!) que quer vingar o amigo morto por Bison. Somente em Street Alpha é que o conheceremos, Charlie. (e)

Guile era considerado pela Capcom americana como favorito.  Não possui golpe de investida, mas possui a magia tem o menor tempo de "congelamento", o Sonic Boom já que são ondas de choque e não "Ki". Seu anti-aéreo, o Flash Kick tem o menor tempo de queda, mas perdeu a invencibilidade. Mas ainda conta com arremessos aéreos, e sua enterrada é dos personagens normais, o mais forte.  Seu chute médio é o melhor contra rasteiras e sua rasteira forte é dupla! Mande voadora fraca, de dois socos médios abaixado e suba com Flash kick, é um combo fulminante!

GUILE*USA
Sonic Boom(C)ç,è +soco
Flash Kick(C)ê,é +chute  

KEN

Um dos discípulos de Sheng Long, com a vitória de seu amigo (e não irmão, como inventavam as lendas urbanas) Ken amoleceu curtindo a praia e a namorada, Eliza (f).

Ken é um americano que luta um estilo japonês, um símbolo perfeito do herói globalizado, mostrando a popularidade do karatê nos EUA dos anos 80 e 90, e foi no Brasil o favorito unânime até a versão Super.
Aqui, ele começa a se diferenciar de Ryu, embora seu hadouken pareça mais "aguado", seu Tatsumaki pega 3 vezes, e ganhou o famoso Flaming Shoryuken (o Golpe (Ken) do Dragão (Ryu) Shotokan (Sho), ao explicar o nome numa comunidade de Orkut, houve gente que tirou sarro, por não entender patavinas de japonês!) com um alcance invejável. Uma boa tática é mandar a voadora, emendar rasteira média, mandar o Tatsumaki e finalizar com o Flaming Shoryuken!    
KENUSA
Hadoukenê⇘è +soco
Shoryukenèê⇘+soco
Tatsumaki Sempu Kyakuê⇙ç+chute
Fire Shoryukenèê⇘+soco forte

CHUN-LI
A versão anime deu o que falar desta luta...


A jovem lutadora de Wu-Shu, que se tornou a primeira musa dos video-games, mesmo já tendo outras beldades estreladas. Chun-Li entrou na Interpol e depois no torneio para vingar a morte de seu pai por M. Bison. "Sou a mulher mais forte do mundo", dizia. Era dos lutadores normais a mais rápida.O pulo duplo era a melhor opção para magias, até ter ganhado na versão Turbo sua própria magia, o Kikou Ken, na versão Super ganhou um design mais sensual, porém de menor alcance.  O Chest Flip Lick pega duas vezes, andando durante o chute médio e pega com a defesa com o chute forte nas costas.   Aqui o Spinning Bird Kick acerta na descolagem e tem versão aérea. O rosto de Chun-li "orientalizou" mais, ficando mais bonito!
CHUN-LI*China
kikouken(C)ç,è +soco
-
Spinning Bird kick(C)ê,é +chute
Hyakuretsu KyakuLighting kickChute repetido

ZANGIEF


O Urso da Rússia, a União Soviética acabou, mas Tio Zanga continua sendo um personagem querido do game, visto como um vilão no desenho "Detona Ralph", Zangief faz apenas a vez de coadjuvante. Seu final é o mais satirico do game, não dá pra levar a sério, um reflexo do fim da Guerra Fria.
Zangief tem o arremesso mais destruidor do jogo, o famoso Pilão Giratório  (Spining Pile Driver) usado por Hagar de Final Fight. Mas o dificil era chegar perto. Sua giratória servia pra atravessar magias e voadoras, mas sempre teve como ponto fraco as pernas, na versão Turbo houve uma versão invencível embaixo (Quick Lariat), mas, ela foi perdida de novo. Na versão Super ganhou um arremesso com corrida, o Flying Power Bomb, assim, não fica tão vulnerável quando erra o pilão. De perto vira o Atomic Suplex que detona a energia do inimigo.

ZANGIEFAntiga URSS
-
Double Lariat2 botões de soco ou chute
Flying Power Bomb/Atomic Suplex (P)360º+chute
Spinning Pile Driver360º+soco

DHALSIM

O grande yogue indiano dotado de poderes espirituais. Dhalsim é um dos personagens mais característicos. o personagem compensa sua fraqueza e lentidão com membros de longo alcance e magias poderosas. Yoga Fire ganhou a concorrência do Fire Hadouken Ryu, e Yoga Flame faz a vez de golpe forte pra perto. As voadoras alternativas (pirulito) e a rasteira deslizante atravessam magias. Mas ainda sendo pouco, na versão Turbo ele ganhou o Yoga Teleport: a mobilidade aumentou muito, tornando o Mestre Yogue bem perigoso.
DHALSIM*Índia
Yoga Fireê⇘è +soco
Yoga Flameç⇙ê⇘è +soco
ê+soco ou chute (ar)
Yoga Teleportçê⇙ ou èê⇘+ 3 socos ou chutes

THUNDER HAWK


O primeiro dos "Novos desafiantes" (que já estão velinhos) é um índio que teve suas terras tomadas pela Shadaloo, Thunder Hawk. Mas o estranho é que Thunder Hawk tem as características de um índio norte-americano (Apache, Sioux, Panwee?), mas representa o México! Os americanos não se queixavam, e o México ganhou importância no destino mundial.

T. Hawk é grande e pesado, ganhou em tamanho de Sagat, mal consegue ocupar a tela inteira ereto. Mas é menos lento que seus colegas, tem golpes especiais rápidos pra compensar. Tomahawk Buster funciona como o Shoryuken, mas não é tão invencível. Mexican Typhoon compete com o Pilão de Zangief como arremesso mais humilhante. Uma boa tática é no início da lutar saltar pra trás: se o inimigo mandar shoryuken ou golpe similar, espere descer e use o Condor Diving, é sem erro. O soco médio abaixado é bom pra voadoras nas costas, e a rasteira forte é dupla como Guile.


THUNDER HAWKMéxico
Condor Diving
3 botões de soco no Ar

Tomahawk Buster
èê⇘+soco
Mexican Typhoon
360º+soco

DEE JAY



O nome já diz, este lutador, além de se destacar no Kickboxing, esse cara ainda curte um som. O representante da Jamaica, país do império britânico que tem tido um tímido destaque, é erroneamente tido como o primeiro Street fighter negro, mas para o padrão japonês e americano, é Balrog o primeiro lutador negro. Uma característica marcante era estar sempre sorrindo durante a luta.
Dee Jay é ágil, mas salta baixo, sua rasteira desliza e seu soco baixo é bom contra rasteiras. Machine Gun Upper é um anti-aéreo sem saltar que pode ser turbinado num combo. Max Out é a única magia dos novatos desta versão, ondas de choque como o Sonic Boom. Já o Double Rolling Sobatt é um golpe de investida curto com 2 hits imediatos. Um bom combo é a voadora baixa, dois socos baixos e levantar com Machine Gun Upper.   
DEE JAYJamaica
Double Rolling Sobatt
(C)ç,è+chute
Machine Gun Upper
(C)ê,é +soco repetido
Max Out
(C)ç,è +soco

FEI LONG
Um dos cenários mais lindos!



Um dos meus personagens preferidos. Com o destaque da cidade de Hong Kong, colônia inglesa que em breve reintegraria à China, foi criado Fei Long, inspirado em Bruce Lee, mas que também parece inspirado em seus covers nos games como Dragon de World Heroes. Um ator que não esquiva de dizer "Eu sou o super-star"  Apesar de apresentar um Nunchaku durante a vitória, luta desarmado. A força de Fei Long se destaca no Rekka ken, o primeiro golpe em sequência, (muito antes de Genjurou de Samurai Spirits) que se altera como combo, poderoso a curta distância, e o Shienkyaku, um antiaéreo flamejante que me enganou muito, pois não é invencível. Sua desvantagem é claramente a falta de magias ou uma voadora alterada. Acho fenomenal um duelo deste personagem contra Chun-Li ou Vega, torna-se muito disputado. Seu chute forte é "dançante", o soco forte abaixado funciona como a rasteira média de Guile, e seus arremessos acrobáticos. Um bom combo é mandar a voadora forte, emenda o soco forte e dinamitar 3 Rekka ken.
FEI LONGHong Kong 
Rekakken 
ê⇘è+soco, 3 vezes
Shienkyaku
çê⇙+chute

CAMMY


Cammy é mais uma "soldado" como Guile, só que não. Carrega grandes lacunas em sua memória, e por isso, entrou para o B.I.S, um grupo paramilitar britânico para encontrar a Shadaloo em busca de respostas. Cammy é uma lacuna britanizada no jogo, pois é estranho que somente a Espanha e a Rússia estavam representados como Europa.  
Cammy não é tão rápida como Chun-Li, e entraram na tendência da maioria dos fighting games: uma loira e uma oriental. Como sua rival, tem arremessos aéreos. Seus golpes podem irritar pois ela abaixa ou levanta da posição inicial, são especiais e arremessos aéreos que a salvam. Arrow Cannon Drill é de curto alcance, mas pega 2 vezes de perto. Thrust Kick funciona como shoryuken, mas não tem tanto alcance e desce rápido. O último golpe inventado no game antes de sair foi o Spin Knucle, em que gira de forma sensual pra desviar de magias, e acerta dois socos, a mesma função do Turn Punch de Balrog. Conta uma lenda que Cammy quase foi censurada (g) no SNES.


CAMMY*Inglaterra
Cannon Drill
ê⇘è +chute
Thrust Kick
èê⇘ +chute 
Spin Knucle
è⇙è+soco

OS CHEFES
Era fenomenal em "The World Warriors" quando você enfrentava seus 7 inimigos, aí surgiam no Mapa-Mundi os rostos dos chefes e onde eles estavam escondidos.  Quando foram liberados no Champion Edition mostraram-se difíceis e/ou "incompletos". Mas na versão Super ficaram bem equilibrados, o CPU não tem mais um personagem "sobrenatural" e o jogador tem um personagem com as mesmas disposições que outros. Vamos vê-los:


BALROG  (M. Bison)


Campeão de Boxe e gangster de Las Vegas, contado da Shadaloo. Seu nome na versão japonesa era uma paródia com M. Tyson, e por isso foi alterado no ocidente. Seu cenário era o mais lindo da primeira versão. É o personagem mais forte do game, e dava aos EUA, o privilégio de ter 3 street fighters.

Balrog não tem chutes, exceto em 2 versões piratas. Alterne o Dashing Punch e o Dashing Upper, o primeiro contra rasteiras (o tamanho de seu punho é invejável) e o segundo contra voadoras. O Turn Punch além de desviar magias, aumenta o poder com o tempo carregado. Na versão Super ganhou o Bufallo Head Butt para voadoras e magias.
Uma delícia é jogar 2 Balrogs numa verdadeira luta de boxe!

BALROG
Dashing Punch
(C)ç,è+soco  
Dashing Upper
(C)ç,è +chute
Bufallo Head Butt
(C)ê,é +soco
Turn Punch
Segurar 3 botões de soco ou chute


VEGA  (Balrog)


Vega era outro personagem que considerava assustador. Era grande, usava uma máscara (segundo alguns, ele era um monstro), era o único armado compensando ter dano fraco, e ainda se pendurava no cenário. Seu retrato com máscara foi substituído pelo rosto limpo na versão Super, destacando os olhos azuis. "Lutadores charmosos nunca perdem" ele diz. Vaidoso, sua trilha sonora "Claws of Vanity" uma das mais bonitas, mas é bem diferente da maioria dos viris espanhois. Embora até revistas especializadas disseram que Vega lutava "ninjutsu espanhol", acredita-se que seus estilos sejam o Penkak e o Savate, artes marciais europeias.  O nome Vega coube bem para a versão Ocidental, pois é também um sobrenome espanhol, minha curiosidade fica por conta do Balrog, o monstro de "O Senhor dos aneis". (h)
Vega é o mais rápido, mais até que Chun-Li. Seu combate com a chinesa ou Fei Long,  é épico nas reações de ataque e contra-ataque!Fora o primeiro personagem a ter um especial só de defesa, o Flip, um mortal pra trás invencível. O momento mais tenso de jogo que eu tinha era quando ele pendurava na parede para executar seu mais famoso golpe (chamado apenas como "Tool" pela turma do Fliper) o Barcelona's Flying Attack. Se o inimigo prepara-se para o mergulho, Vega o arremessava. Na versão Super ganhou o Sky High Claw, que engana o inimigo com a rapidez que contra-ataca.

VEGAEspanha
Sky High Claw(C)ê,é +soco  Rolling Crystal Claw(C)ç,è+soco
Flying Barcelona Attack(C)ê,é +chute (e soco ou è+soco)
Back Flip3 botões de soco ou chute

SAGAT

"O Tigre (Sagat) e o Dragão (Ryu)". Assim, como significam seus nomes, assim é a rivalidade entre Ryu e Sagat. Chefão final do primeiro Street, carrega a lendária cicatriz que lhe deixou e espera pacientemente pela revanche.  Reflete uma fascinação dos jovens japoneses, pois na própria terra do Karatê há uma admiração pelo Muay Thai.

 Sagat ganhou golpes como a voadora com soco, pois antes o CPU não tinha utilidade. A grande estratégia contra este inimigo ainda é atacar com os chutes médios de Ryu e Ken, e a voadora com soco forte pra vencer o Tiger Uppercut, O Tiger Knee às vezes é a melhor opção pra saltar magias e contra-atacar algumas voadoras.

SAGATTailandia
Tiger Kneeèê⇘+chute ou ê⇘è⇗ +chute
Tiger Uppercutèê⇘+soco
Tiger Shotê⇘è+soco/ chute

M.BISON (Vega)
Frio na barriga quando  chegava neste
ponto e só tinha $$$ pra uma ficha no fliper...

Mestre da secreta organização Shadaloo, se destacou pela organização de um novo torneio mundial pelas ruas. Na versão japonesa Vega era seu nome por causa de uma Estrela homônima. Bison não é tailandês, é que ele lhe desafia logo após a vitória sobre Sagat, na sua base secreta da Shadaloo, só fui saber disso bem depois...
O primeiro personagem a ganhar uma animação antes da luta (só o CPU). Na versão Super seu visual ficou mais "Psycho". Épico é sua batalha contra Ryu ou Chun-Li. Na primeira versão, parecia que o Scissor kick era um triplo! Mas porque CPU facilmente linkava com uma rasteira, e sua voadora que parecia "teleguiada" era na verdade o Head Press Stomp, ótimo pra mandar após uma magia. Na versão Super, ganhou o Summersalt Skull Diving (ô nominho difícil!) que assemelha ao Head Press, mas engana atacando em suas costas. Um bom combo era a voadora, dois soquinhos andando pra trás, Psycho Crusher. Psycho Crusher tira boa energia, mesmo sob defesa, após aterrissar, emende um arremesso.     
M. BISON
Psycho Crusher
(C)ç,è+soco 
Scissor Kick 
(C)ç,è+chute
Summersalt Skull Diving
(C)ê,é+soco
Head Press Stomp
(C)ê,é+chute


NOTAS EXPLICATIVAS
(0) O enredo deste texto foi escrito em www.blogdoprofis.blogspot.com.br, em que ensaiei uma análise sociológica do game.(a) Alguns cart do SNEs precisavam de desbloquear os personagens iguais(b)Na realidade, bem depois foi criada a personagem africana Elena, mas originalmente, seria uma heroína brasileira, antes de Laura. Isso se deve à ascensão de alguns países do continente como África do Sul. (c) Uma das curiosidades pessoais na minha época de Master, mandei 3 cartas (ô, sujeito chato!) para Tectoy pedindo alguns jogos e o mais falado era o Street, parece que realizaram meu pedido, mas a que preço. (Sim, acho que fui ingrato, valeu Tectoy!)(d) Laura tem causado polêmica na blogosfera como uma má imagem da mulher brasileira, mas já denuncia nossa própria complexidade...(e) O fim de Charlie é visto em seu final, em Street Fighter Alpha 3.(f) O anime aproximou Ken de Chun-Li, mas dividida com Ryu, parece que influenciou outras versões.(g) A lenda diz de um demo com ela usando um short, tipo, ser estranho uma militar de maiô, mas depois acharam bobagem, imagina como a Nintendo reagiria com a já polêmica Laura de SF V?(h) Os vegetarianos que ainda se alimentam de produtos animais como manteiga, etc. começaram a chamar sua dieta de Balrog, em ironia à dieta "vegana"...* Personagem com arremesso aéreo, ou voadora modificada com direcional.

CONSIDERAÇÕES FINAIS
Mistérios revelados no final de cada um...

Que falar de SF II? Entre jogar a versão Arcade por simulação, prefiro a experiência doméstica e adentrar no Mega Drive. HÁ MUITO DEVÍAMOS ESTA MATÉRIA. Uma pena que a versão Master System teve tantos problemas, E mesmo assim a Tectoy ainda merece elogios pela ousadia, como um dos últimos suspiros do console. O Jogo marcou definitivamente a forma como encaramos a maioria dos jogos! O desafio da vez, é sentir a diferença do seu Street Fighter IV, e zerar com os diversos personagens! Um bom desafio!  

"Tempos de Coleção" - Verdadeira Coleção [QgMaster] [[fuente]]



Oi pessoal!Entrando em clima de Ano novo, comento aqui uma coisa que marcou muito minha vida de gamer nos anos 90, a VERDADEIRA COLEÇÃO!

POR QUE EU ME LEMBREI?Na Página de Facebook "Colecionadores de Games", eu vi ano passado uma polêmica envolvendo estes colecionadores.

Um colecionador conceituado, contemporâneo da década de 1990, questionou um jovem colecionador que tinha fotografado uma dezena de looses, até com labels danificados, como sua orgulhosa aquisição.Não querendo entrar no mérito de quem estava certo, a pergunta final do debate  era "com que propósito colecionamos?" 

POR QUE ACUMULAMOS "PROGRAMAS LÚDICOS"?Daí lembrei do meu arsenal de jogos, e logo lembrei da entrevista do genial Eric Fraga do Cosmic Effect. "O retrogamer é o único colecionador que usa sua coleção. Um adulto não vai brincar com seus bonecos de coleção, um videogame, sim". Cito bem erroneamente sua declaração na entrevista do jornal, mas isso eu concordei bastante. 
Vejo coleções destes programas eletrônicos, mais bem cuidados que colecionadores de Caddilac's e Opalas,  para aqueles que colecionam com estilo. Já outros qualquer loose tá valendo. Curioso e polêmico foi a geração dos colecionadores que amontoam games que "testei, mas não joguei ainda" isso após ter adquirido a peça há 1 ano atrás. 

Aí que eu me peguei olhando minha tela de Roms no Everdriver: Quantos games me ocupei salvando, num tempo que poderia ter jogado uns 20! Talvez eu morra e não tenha ZERADO todos eles, mas joguei um pouco cada. Minha digníssima (sempre analítica!) volta e meia me pergunta "para que tantos jogos?" 

Logo lembrei das nossas playlists de músicas, a maioria das pessoas tem 300 tracks, mas só ouve 10 músicas. Também lembro que a emulação veio compensar as locadoras, toda semana era um game novo dentro de casa, mas não era nosso. Pra ter todo dia disponível, aí sim servia a coleção!   


Uma típica locadora, fotografia do site Retroplayers.
Com elas, havia sempre algum jogo novo em suas mãos.

VOLTANDO AO PASSADO...
Era Fim de Ano. 1991, eu acho. Ganho meu Master System e meu pai acresce ao presente "duas fitas", como chamávamos.  
Era Great Volley e Golfmania. Por que duas fitas? Pra agregar valor ao presente, que já vinha com Sonic na memória. Na Era Atari eu tinha 8 cartuchos, dois com mais de um jogo. Deu pra me entreter durante toda a década de 80.  

Confesso que não eram os games que eu queria, mas meu pai me deu com carinho. Eu olhava meus amigos e primos, e achava suas coleções bem mais interessantes que a minha. A Grana era curta, então as coleções tinham apenas 3 carts mesmo! Vejam os casos:

COL. 1
Um amigo tinha um NES, e com ele que vi pela primeira  vez um jogo 8 bits doméstico.
Tinha o Mario (incluso), o Double Dragon (o que mais me encantou!) e o Super Contra (quanta variedade!).
Era uma coleção versátil, na minha visão: Muita adrenalina de artes marciais, um jogo de tiro bom e pra quebrar um pouco a pancadaria, tinha o Mario! 

COL. 2
Meu primo mais velho era regulado. Tinha um Master 1 que eu achava mais bonito que o Phantom System (popular aqui!) e só emprestava revistas, uma hora ou outra me dava uma jogatina. Ele tinha o Kenseiden (maravilhoso! Um game de Samurai!! Melhor que o Double Dragon!), o Out Run e Capitain Silver.  O lance dele era espadas e corrida. Já que percebi que ele sempre alugava outros jogos como Golden Axe e já tinha o  Hang On. 

COL. 3
Este amigo não tinha NES, tinha um Phantom System que era melhor. A coisa mais charmosa pra mim, era que ele tinha um Ghostbusters pra Phantom, com aquele símbolo dos Caça-Fantasmas num console chamado Phantom! rss Melhor que isso era um Zillion no Master... Além destes, ele tinha um Top Gear e um Turtles Ninja. Também diversidade de estilos: lutar (quase uma regra), sair atirando no céu e quebrando a cuca pra vencer fantasmas. 

COL. 4    
A última foi do meu  primo mais novo, tinha a coleção mais diversa, já na última fase dos 8 bits. Seu Master Super Compact vinha com Alex Kidd in Miracle World, junto com Paper Boy e incluiu títulos diversos, como King Lion e Virtua Fighter Animation. Realmente uma pessoa com um gosto muito diverso na minha opinião pra TER o game, e não só alugá-lo.   

A PRIMEIRA COLEÇÃO VERDADEIRA
Eu nunca desisti do Master. Tanto que considero que minha primeira coleção foi justamente no seu declínio, quando desisti de acompanhar o mundo dos games. Com meus primeiros  salários e uma locadora se desfazendo de títulos 8 bits, que montei uma verdadeira coleção. Nada de 50 títulos, isso era impensável! Mas aquelas pérolas eu adquiri e mesmo não querendo saber de novos games, sempre foram um bom entretenimento, quando precisava relaxar:



- Sonic the Hedgehog (na memória, estou contando)
- Turma da Mônica em: O Resgate (valeu, tia!)
- Kenseiden (primeira compra loose no ML)
- Streets of Rage
- Populous (a capa e manual foram perdidos!)
- Mortal Kombat II (trocado por um Street Fighter 2, hoje raríssimo)
- Masters of Combat

Dá pra perceber o perfil do jogador pelo que ele escolhia. Não quis mais jogos da locadora, exatamente pelo que não queria jogar. Joguei apenas estes jogos de 1997 a 2006. (sim, não sou deste planeta!)

 A SEGUNDA COLEÇÃO
Quando me mudei, perdi diversos hobbies e tive de mudar de rotina da emprego. Somente assim me reativou o espírito retrogamer, e me dediquei realmente a colecionar. Mas não era qualquer jogo: tinha que ser os melhores, ou pelo menos, os que  faziam significado pra mim. 

Daí, meus companheiros do QG sabem a luta que foi minha garimpagem, em feiras, leilões alucinantes e Mercados Livres da Vida. Repus minha infância gamer em dia:




- Golden Axe
- Moonwalker
- Shinobi
- Galaxy Force
- Zillion 2

Eu já me senti estabelecido, com aqueles que na época achava que "podia ter". Eu já comecei a ter os games (antigos) como uma atividade rotineira, acreditava ter jogos de (quase) todos os gostos. 
Mas veio depois aqueles que sempre  "sonhava":


Nem todos estavam em bom estado, e ainda hoje estão em restauração.

- Phantasy Star
- Ninja Gaiden
- Mônica no Castelo do Dragão
- Spider Man
- Golden Axe Warrior
- Psychic World

Paro aqui, pra compartilhar meu narcisismo de colecionador. Senti todos meus anseios completos de um amante do Master System quando consegui. Mesmo com toda luta, ainda tenho um TOP 10. De todos os jogos (nem todos apareceram aqui), 10 são aqueles que estou em constante jogatina. 
Algumas pequenas coleções foram temáticas.

Agora pergunto a você, leitor, esqueça seus zilhões de roms e jogos arrematados em leilões, se tivesse apenas que ter 10 games na tua estante, qual jogo seria da tua coleção?

SNK Playmore anuncia novidades sobre The King of Fighters XIV [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Acompanhando o movimento de renovação das clássicas franquias de luta como Street Fighter, Mortal Kombat e Killer Instinct, a desenvolvedora SNK Playmore nos apresenta The King of Fighters XIV.  Será o retorno triunfal da melhor série de luta de todos … Continue lendo

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Novo Resident Evil: UMBRELLA CORPS é um shooter em 3ª pessoa [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


A Capcom continua os lançamentos em comemoração aos 20 anos da franquia Resident Evil, incluindo na lista um novo jogo chamado Umbrella Corps. O título não segue a cronologia da série ou utiliza personagens conhecidos, sendo considerado um spin-off. Umbrella … Continue lendo

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2nd Master Review - Golden Axe (1989) [QgMaster] [[fuente]]


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Golden Axe (Sega, 1989), a versão de uma das mais famosas franquias da Sega também pintou no Master e agradou aos donos de console e todos que tiveram contato com o original dos arcades. Apesar de aquém nos gráficos, e um ou outro “defeito”, o game é bem interessante e a matéria de hoje procura ressaltar seus pontos positivos e negativos.

Particularmente eu sou um grande fã da série. Conheci no Mega Drive (já na sua bela continuação Golden Axe 2) e depois qual não foi minha surpresa quando descobri a caixa do jogo na minha locadora preferida. Aluguei algumas vezes Golden Axe na época, infelizmente nunca consegui zerar. Até mesmo nos dias de hoje chegar na última fase (e passar mais do que alguns minutos vivo) é um grande feito.
A históriaTudo começa com o Golden Axe, um místico e poderoso machado que confere poderes ilimitados ao seu possuidor. Esse machado foi roubado pelo tirano Death Adder que deseja governar Yuria com mão de ferro. Eis que surge o poderoso guerreiro Tarik, o mais habilidoso que até então se ouviu falar. Com sua grande espada, após pedir proteção aos deuses, Tarik parte em sua jornada decidido a acabar com os desmandos de Death Adder.
A tela de escolha das magias e o elemento terra em ação
A versão Master System do jogo curiosamente conta o enredo sob a perspectiva do bárbaro (um dos protagonistas da trama original), sendo aqui chamado de Tarik (ao invés de Ax-Battler). Outra mudança circunstancial foi o uso de qualquer magia enquanto que nos arcades (e consoante no Mega Drive), cada um dos três personagens podia utilizar somente um elemento para conjurar magias.
JogandoDito isso, vamos ao jogo somente com o bárbaro (não existe o multiplayer característico da série) que munido de sua espada e potentes golpes enfrentará hordas de guerreiros inimigos, monstros, esqueletos e outros seres mitológicos como dragões. As magias são acionadas pela combinação dos dois botões sendo que de acordo com a quantidade de poções mágicas em cada slot o efeito e o poder desferido pela magia mudam de maneira considerável.
Roubando poções de um gnomo, em um dragão cospe-fogo e conferindo o mapa das fases
As fases seguem rigorosamente o mapa que é mostrado no desenrolar das fases e essa estranha mistura de beat’m up com Conan tornam Golden Axe um jogo bastante interessante. Pode-se dizer que a conversão preservou o essencial da produção original e conseguiu seus pontos dentro das limitações de hardware do Master System.
O grande senão fica pela dificuldade e boa parte por erros (aqui mais no sentido de falhas) na conversão do game. Um bom exemplo é o “sistema de colisões” (como assim vou chamar). Por vezes não se tem a exata precisão do posicionamento do personagem e, pior, se os golpes estão encaixando na quantidade necessária para derrubar os adversários. Mesmo com algum tempo de jogo é normal golpear o nada e ser surpreendido por algum inimigo. Outro ponto negativo: a jogabilidade. Tarik, e até com certa demora, não responde muito bem aos comandos do jogador. Faltou capricho da Sega nesse ponto.
Recuperar energia é outra preocupação constante

Um destaque positivo do jogo fica por conta dos montarias (sim, elas estão presentes). Temos o característico chicken leg e dois dragões disponíveis. Mantendo o padrão da série, os animais vem montados por inimigos como as amazonas. Ou seja, o jogador deve primeiro derrubá-los para assim se apossar dessa ajuda. Prosseguindo: a dificuldade se resumirá a desferir muitos golpes nos personagens que apesar de não muito variados, com o passar das fases se tornam mais fortes e resistentes quando comparados com o começo do desafio, além de sempre atacarem em bom número.
Veredito
Golden Axe é um jogo médio que não faz feio. A adaptação dos arcades serviu para Sega exibir as diferenças entre o hardware do seu poderoso Mega Drive e o 8-bits. Ainda assim, é importante ressaltar a boa qualidade dos gráficos e as músicas características da franquia. Sua conversão para o console doméstico não agrada uma boa parte dos gamers visto que o jogador conta apenas com uma pequena barra de energia e apenas dois continues (totalizando nove vidas) – números nada razoáveis para chegar ao final do jogo mesmo com muito treino.
Até o próximo jogo!

ps: esse é o 2º review do game. Quem quiser conferir o primeiro, dá uma passada no post do Rodrigo (O Devaneio de Rute) de fevereiro de 2012. 

Atari lançará coletânea com 100 títulos clássicos da empresa para PC [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


A Atari anunciou hoje seu novo lançamento para PC: Atari Vault, uma coleção de 100 jogos clássicos da empresa juntos em um só game. Uma lista oficial com os jogos não foi divulgada, mas foi confirmado que títulos como Asteroids, … Continue lendo

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