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Cutthroat Island [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Ano: 1995
Gênero: AçãoFabricante: Acclaim Entertainment
Assim como no filme, aqui no Brasil conhecido como "A Ilha da Garganta Cortada", em Cutthroat Island você encarna o papel da caçadora de tesouros Morgan Adams munida de seu sabre ou de seu amigo William Shaw e sua espada na busca do tesouro perdido do pirata Ent.
O jogo tem uma engine gráfica bem legal, contando com gráficos diferentes do habitual e com cores menos vivas, remetendo a época dos piratas e suas aventuras em alto mar.
A jogabilidade também agrada bastante, tendo um número legal de diferentes movimentos e ao decorrer das fases novas habilidades são abertas. 
As fases são bem variadas e um tanto difíceis, indo desde o famoso estilo "bata em todos no caminho" até descer a colina com um carrinho de mineiro tentando não bater em nada no caminho. 
A trilha sonora também é um ponto alto no jogo, ficando marcada na mente daqueles que já jogaram e com certeza irão grudar na mente de quem jogar.
Sem dúvida, Cutthroat Island, é um clássico do Super Nintendo, sendo por alguns lembrado como um excelente e divertidissimo jogo, e por outros, como apenas um jogo muito difícil.

Créditos Review: Guilherme Drigo
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Judge Dredd [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Ano: 1995
Gênero: AçãoFabricante: Acclaim Entertainment
Inspirado no filme conhecido no Brasil como "O Juiz", com Sylvester Stallone, Judge Dredd foi um jogo controverso para sua época. Como no filme, num futuro não muito distante, onde a criminalidade tomou conta das cidades, você é uma nova especie de autoridade: um juiz. 
Responsável por julgar e executar a lei. Em termos de jogo, você pode escolher se prende os criminosos ou se os executa, além de ter sangue quando um personagem ou npc leva tiros, o que gerou grande polêmica.
O formato do jogo apesar de plataforma, não é linear. Existem computadores pela fase, nos quais você acessa suas missões, como destruir todas as armas e prender 10 criminosos, então você anda pela fase, sobe e desce andares, até cumprir as missões e sair da fase.
Os gráficos são futuristas e bem feitos e a jogabilidade é um destaque, pois Dredd tem movimentos muito legais, mas pode ser um pouco rápida, o que exige atenção do jogador.
O jogo é recheado de ação, e tem uma dificuldade um tanto quanto elevada, embora nada que o coloque na lista de jogos impossíveis. É um pouco difícil matar os bandidos sem tomar dano, mas nada que seja um contra de verdade.
De mofo geral, é um bom jogo, repleto de ação e um pouquinho de violência. Bem divertido para aqueles que já viram ao filme, ou não. Indico para os fãs de Stargate e Demolition Man.

Créditos Review: Guilherme Drigo
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Mighty Morphin Power Rangers: The Fighting Edition [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Ano: 1995
Gênero: LutaFabricante: Bandai
Mais uma vez os Powers Rangers dão as cara no Super Nintendo, mas agora detonando tudo. Em seu melhor jogo para SNES, os Rangers não são os principais personagens; são os Zords. Para aqueles que não lembram, os Zords são aqueles robôs gigantescos que eram unidos para derrotar um inimigo gigante também. Já da para imaginar como é o jogo, não é mesmo?
No modo Story, o jogador poderá escolher entre jogar com o Thunder MegaZord ou o Mega TigerZord. Aqui você enfrentará todos os Zords amigos e mais 6 inimigos (um mais chato do que o outro). O objetivo é chegar até o final para derrotar Lord Zedd (depois um inimigo muito chato). Terminando o jogo no modo Hard, aparecerá um Código secreto.
Mas o mais legal desse jogo com certeza é o modo Multiplayer. Os jogadores poderão escolher entre 8 personagens, incluindo 4 inimigos e 4 aliados; cada personagem tem suas magias e movimentos especiais. Um fato muito interessante é uma barrinha que fica do lado da imagem de cada personagem. Você terá que mandar um movimento especial (magia) no momento em que a barrinha ficar completa, isso fará a magia sair mais forte e o seu personagem ficará verde. E além disso, a cor que preenche a barra irá mudar: quando passar da cor verde, a barra se completa de trovões, essa é a barra que é possível mandar um especial.
Os gráficos e os efeitos desse jogo são muito legais, que junto com a trilha sonora, causa uma boa impressão e uma grande nostalgia para aqueles que viam o seriado.
Eu lembro das tardes que eu ficava jogando com meus amigos esse grande clássico para snes. O jogo é muito maneiro e é um dos melhores jogos de luta (na minha opinião) para Super Nintendo. E então Rangers, é hora de morphar (ou seria Morfar?)!

Créditos Review: WallaceDownload: Clique Aqui!

Pokémon - Pocket Monsters [Super Nintendo para sempre!] [[fuente]]


Gênero: AventuraAno: 1994Hacked: DVS Eletronic 
Pikachu, eu escolho você !
Primeiramente, o jogo não tem nada a ver com o tradicional Pokémon. Os tradicionais, aqueles que o jogador treinava seus monstrinhos para ganhar level e poder, não tem nenhuma semelhança com essa versão hack.
No jogo, você controlará o Pikachu numa floresta totalmente estranha. Com animais que não são Pokémons. Bem, talvez, os programadores tentaram reproduzir os bichinhos, mas sem êxito algum. Tá bom, é possível ver um Porygon, um Beedrill pela fase. Mas é uma tristeza só...
A trilha sonora, mais parece que você está em uma cena de ação, sendo que a mesma foi extraída do jogo Bonkers. Sério, parece que alguma batalha está ocorrendo e você está no meio dela, ou seja,não combina em nada com o jogo.
Os gráficos, no entanto, até que são caprichados, chegando a ser até que bem feitos em comparação com alguns outros jogos da época. O Pikachu, por outro lado, é meio gordo, talvez em razão da limitação imposta pelo jogo que utilizaram como base para fazer a modificação, mas é aceitável.
A jogabilidade, talvez, seja a pior parte, o personagem se movimenta lentamente, o pulo é muito ruim, requer bastante precisão para executá-lo, mas mesmo assim, é muito fácil cair em um abismo e perder a vida.
Mesmo com todos os defeitos apontados, o jogo merece algum reconhecimento, afinal, naquela época, os romhackers tinham pouco conhecimento acerca de como desenvolver ou modificar os jogos para o SNES, conseguindo extrair leite de pedra para nos trazer a possibilidade de jogar um jogo de Pokémon.

Créditos Review: Wallace
Download: Clique Aqui!

Alien Panic!! - MSX 1 (2014) [Retro Games Revival] [[fuente]]


Em  Alien Panic!!  temos que ajudar os aliens a voltar para seus planetas (casas) antes que causem um caos de proporções cósmicas.

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Para isso temos um canhão fotônico “FFF” (Fotones con Forma de Flechita). Temos que configurar-lo de acordo com a cor de cada alienígena. Cursor acima ou abaixo calibram a cor certa.  Para aliens brancos qualquer cor / frequência serve. Com tudo preparado, mire e atire... quer dizer, você não verá tiro algum, apenas o alien some (é teletransportado) da sua frente. 
Se algum alien deixa de ser transportado... GAME OVER!
 

Jogo em Xbasic bem interessante! Boa jogabilidade, caracteres redefinidos bacanas e uma boa palette.
O que poderia ser apenas mais um mini game old school Space Invaders  baseado  se tornou algo mais legal, graças a criatividade e competência do programador / designer de Alien Panic!! Sem uma dificuldade  "impossível", Alien Panic!! pode divertir por um bocado de tempo o retrogamer fã das coisas simples e boas!

E o jogo ainda é distribuído com código fonte. Site da Oniric Factor:  http://www.oniric-factor.comPagina do Alien Panic!!: http://www.oniric-factor.com/?page_id=618
Jorge Romero começou muito bem! E a  Oniric Factor desde já se mostra um grupo promissor.
Uma grata surpresa na morna cena de jogos para MSX! 

////Jogo.....: ALIEN PANIC!!
////Release.: Oniric Factor (2014) 
////Sistema.: MSX1
////Estilo....: Shoot'em'up, Onescreeen

Cartão MSX Add-on para placa DE-1 [HotBit] [[fuente]]


MSX DE-1add on card baseada no projeto do Caro, cujo layout já estava pronto há algum tempo porém estava faltando oportunidade de construir a placa. 



Diagrama:


Placa de circuito impresso em face simples:

Placa em ação:

Spectron - Coleco, Spectravideo (1983) [Retro Games Revival] [[fuente]]


Um jogo que tem algo de  Space Invaders  e algo de  Demon Attack. Coloca aí um background (muito colorido) de uma base espacial em algum planeta com uma lua ao fundo (ou seria a Terra em algum futuro possível?). Agora uns toques originais(?) para diferenciar um pouco e... voia la!  Temos então:  Spectron.

A formação é mais ou menos como em Space Invaders, só que em três fileiras ao invés de quatro. Os inimigos lembram um pouco alguns dos "invaders" originais também, só que com shapes animados e multicoloridos.
Alguns dos inimigos dão uma "pirada" como em algumas fases do Demon Attack. Aquelas  nas quais atiramos nos demônios alados e estes se dividem em dois  e, o sobrevivente se torna errático, irregular e mortal.Um cruzador passa vez por outra acima dos batedores, como em Space Invaders. Um cruzador verde, rosa con tons amarelo.
 Alias, quando algum batedor está "possesso", ele é verde e rosa e vem freneticamente "sambando" e disparando.

Temos barreiras, porem não podemos atirar através delas. Nossos tiros não podem destrui-las, só os invasores podem fazer isso com seus tiros. As vezes eles chegam em cima da barreira como em Pleiads, mas não percebi a desmontagem da barreira sem os tiros.
O nosso campo de ação (área amarela) nos permite subir até um patamar.   Isso faz sentido, pois depois da terceira onda os invasores chegam no limite inferior do nosso campo.
Então podemos nos esquivar. 
Só que quando eles chegam lá em baixo, mesmo você escapando, eles deixam uma marca e sobem retornando para a formação.
Acredito que a nave deixa um alien na base. O fato é que quando toda área amarela inferior for marcada perdemos o  jogo. Mesmo ainda  tendo naves reservas no hangar.


A jogabilidade é muito boa, mas creio que o que mais me atraiu foram os shapes multicoloridos e os efeitos sonoros simplórios que estão por todo jogo. Muito legal!


////Jogo.....: SPECTRON
////Release.: Spectravideo (1983) 
////Sistema.: COLECOVISION / SPECTRAVIDEO
////Estilo....: Shoot'em'up, Onescreeen

Astro Fantasia - Arcade (1981) [Retro Games Revival] [[fuente]]


Para os debulhadores do M.A.M.E. não é nenhuma novidade, mas certamente alguns não devem saber que a manjada fita K7 também estava presente lá nos primórdios dos arcades (assim como estava na maioria dos micros de 8bits.) com o  DECO Cassette System.

Eu poderia me alogar sobre o DECO, mas não é o foco desse review. Então vou direto ao "plot".
Sua batalha na Zona Cósmica se torna excitante com o aparecimento do gigante      Astrogon 
(um terrível aracnídeo ou nave híbrida com essa forma. Vai saber).


Essa micro mitologia boba (Sim! Mais uma) só serve de pretexto para mais um "joguinho de nave" do inicio dos anos 80, aos quais eu costumo classificar na minha compilação de Advmenu como Arcaico Shmups, rotulando jogos como Phoenix, Pleiads, Pisces, etc... pois eu também tenho o filtro Arcade Old Shmups,  no qual estão jogos de um grau evolutivo acima. Cito como exemplo nesse rotulo o Bosconian, Refflesia, Star Force, etc...

Claro que é uma organização particular, apenas visando uma situação facilitada quando vou escolher um velho shmup pra me divertir.

No caso de Astro Fantasia, temos umas peculiaridades que fazem valer apena esperar a carga e jogar um pouquinho.
Pelo menos, meus gostos ortodoxos ou a veia retro gamer levantam essa bandeira.

Voltando ao jogo, ele é apenas um mini game.
É! Na época muitos jogos tinham esse formato caracterizado com poucos elementos contidos em poucas fases ou estágios.

Astro Fantasia tem apenas dois estágios (ou telas) distintos. 
No primeiro estágio, sobre um background de falso 3D (muito bom por sinal), sua nave dispara contra as hordas de Astrogon, que inicialmente saltam como pipoca. Logo em seguida outras formações menos caóticas são lançadas contra você.

Pilote pelos limites da base (ou da sua nave mãe?) se esquivando e eliminando os inimigos.
Na realidade, esse limite é até o meio da tela mais ou menos.

Na metade superior da tela as ondas se formam e partem para o ataque.

Acima das naves batedoras  inimigas fica a nave mãe orquestrando tudo.

O "painel" com as marcações do jogo está no topo de tudo. Menos o combustível, que está lá em baixo com o marcador de viradas de fases (P=01), chamados de Pattern nesse jogo..
Não há como reabastecer. O que quer dizer que  o jogo era de azar e sua ficha valia pouca diversão... a não ser que você fosse um ás do espaço. Sim! Eliminando as hordas e Astrogon rapidamente você reinicia de tanque cheio no próximo pattern!
Ah! O padrão (pattern) de formação inimiga vem diferenciado agora. Não sei quantas variações diferentes são apresentadas a cada virada. Mas as mudanças não são lá muito significativas.

Mas falando da tela 2 (o ataque a nave mãe inimiga), ela  não tem nada de extraordinário.
Apenas ataque no centro e nas bordas da nave e se salvaguarde dos projeteis da mesma. Você consegue isso subindo até o meio da tela, ficando o mais perto possível da nave mãe inimiga ou Astrogon, seja o que for.
Estranhamente não visualizei os meus tiros nessa fase. Se o jogo é assim mesmo ou se é algum defeito na emulação eu não sei dizer.

A tela 1 sem dúvidas é a mais interessante. Não apenas pelo background "esperto", pelas naves batedoras e suas formações, mas também pelo "semi" scroll(?). Não sei se tecnicamente isso está certo, mas suba até o limite da base que você entenderá o que quero dizer.

Curiosamente, no fim das contas eu perdi mais tempo resenhando do que me divertido com esse jogo.Talvez pela questão de honra. Pois eu já havia escrito um review para esse jogo e os bugs do blogger me fizeram perder todo o texto (mais uma vez).



Se você é fã de K7  (e/) ou "joguinho de nave" das primeiras gerações dos arcades com aqueles efeitos sonoros simplórios e grudentos, fica a dica do Astro Fantasia pra você se divertir um pouco.

////Jogo.....: Astro Fantasia 
////Release.: Data East (1981) 
////Sistema.: ARCADE 
////Estilo....: Shoot'em'up, Onescreeen

E3 2015: O Gagá conta ANTES tudo o que ainda nem aconteceu! [Gagá Games] [[fuente]]


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Os anos passam e o Gagá continua fazendo as piores montagens da internet brasileira

 

Em um momento inédito na história da imprensa bloguística retrogamer mundial, o Gagá Games traz para vocês a cobertura completa da E3, o maior evento de games do planeta, antes mesmo do evento começar! E não, não vamos trapacear jogando búzios nem sacrificando bodes em noite de lua cheia: nossa abordagem inovadora é completamente baseada em métodos estatísticos e matemáticos, aprimorados ao longo dos séculos pelo intelecto de um monte de pessoas bacanas e incrivelmente inteligentes que morreram queimadas, esquartejadas, pisoteadas e de todas aquelas maneiras agradáveis com as quais a gente se livrou de pessoas bacanas e incrivelmente inteligentes ao longo dos séculos.

Quer saber mais sobre nosso método? É muito simples: alimentamos o avançado computador do Gagá Games com dados de E3 passadas, notícias recentes do mundo dos games, cinco livros de receita da série “Cozinha Maravilhosa da Ofélia” e três litros de caldo de cana para prever, com a infalibilidade da matemática, tudo o que vai acontecer na E3 de 2015. Vamos aos fatos!

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O supercomputador do Gagá Games é infalível

 

Dia 14 Conferência da Bethesda (22h30)

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A desenvolvedora promete apresentar Doom 4 e Fallout 4, e há quem torça por um novo Elder Scrolls. Como essa é a primeira vez que a desenvolvedora faz sua própria conferência na E3, não temos muitos dados disponíveis para processar, mas com as informações disponíveis, nosso computador fez uma previsão infalível: a equipe da Bethesda finalmente perceberá que o nome Bethesda é horrível e passará a se chamar Doomout Scrolls 4. 

Dia 15 Conferência da Microsoft (13h)

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Leia nosso resumo da conferência da Microsoft na E3 de 2011 e some “1” a todas as sequências anunciadas. Alguém dirá uma grande besteira durante a conferência e será demitido semanas depois. Uma nova atualização no firmware do Xbox One permitirá que você use um radinho de pilha velho para reproduzir sem fios as músicas dos jogos que até então só podiam ser reproduzidas no seu aparelho de som poderoso e de alta fidelidade.

Conferência da Electronic Arts (17h)

O destaque será Mirror’s Edge: Catalyst, sequência do maravilhoso jogo que vendeu mal pra diabo em 2008. A sequência terá 558 tipos de submetralhadora, 227 tatuagens via DLC, será uma porcaria e vai vender bilhões de cópias.

Mass Effect 4 será revelado, e para evitar que se repita a frustração generalizada com o final do jogo que vimos na trilogia anterior, o trailer já vai começar logo mostrando como a nova trilogia acaba. Para concluir, um pacotão de 227 DLCs será anunciado para Dragon Age: Inquisition, contendo 253.766 quests ainda mais chatas e repetitivas do que as vistas no jogo original. O pacote será uma porcaria e vai vender bilhões de cópias.

Conferência da Ubisoft (19h)

Todo mundo ama o Rayman; por isso, nenhum jogo do personagem será anunciado nesta E3.

Assim como aconteceu com o primeiro jogo, Watch Dogs 2 será exibido com gráficos absolutamente inacreditáveis, ainda melhores do que os que veremos quando o jogo voltar a ser exibido na E3 do ano que vem. Já o novo Assassins Creed será exibido com promessas de altíssima qualidade e um rigoroso controle de qualidade… e vocês não precisam de um computador para saber o que vai acontecer quando o jogo for lançado no fim do ano.

Conferência da Sony (22h)

O foco da Sony será o Morpheus, um óculos de realidade virtual com jogos tão horríveis e entediantes que todo mundo vai cair no sono (link para quem não entendeu a piada). Há outras previsões pouco emocionantes para o Playstation 4, mas a grande surpresa mesmo será o line-up de jogos para o Vita, que será ainda pior do que as pessoas estão esperando.

DISCLAIMER: Nosso computador não foi alimentado com contos da carochinha e outras histórias fantásticas. Isso significa que ele não pode afirmar se Papai Noel descerá de helicóptero na E3 e nem se a Sony está trabalhando em jogos como Os Três Porquinhos, A Bela e a Fera e The Last Guardian.

Dia 16 Conferência da Nintendo (13h)

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Após anos ouvindo o clamor dos fãs por um novo jogo da franquia Metroid, a Nintendo finalmente anunciará a inclusão de Samus em Super Mario Kart 8. O novo Star Fox de Wii U será tudo o que os fãs sonharam: um jogo de nave com controles horríveis que poderá ser zerado em 15 minutos. Depois de reinventar os jogos de luta com Smash Bros e reinventar os shooters com Splatoon, a Nintendo vai reinventar a criação de estágios em forma de pênis com Mario Maker.

Conferência da Square Enix (14h)

Anteontem, a Square Enix postou no YouTube um irritante teaser de sua participação na E3, embalado por um tema musical do lendário Chrono Trigger. Isso significa que neste ano não seremos trollados com a possibilidade de um remake de Final Fantasy VII, mas sim com a possibilidade de um remake de Chrono Trigger. Além disso, Final Fantasy XV passará a se chamar Final Fantasy XVII e será adiado para 2023.

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Retro Fast Especial E3 2015: O que esperar, onde assistir, horários, etc… [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Mais uma E3 se aproxima e cada vez mais a ansiedade (ou o desprezo) vai aumentando no coração de jogadores de videogame do mundo inteiro. O evento acontecerá, pra variar só um pouquinho, no Los Angeles Convention Center, entre os dias 16 e 18 deste mês, mas com algumas pré conferências acontecendo já no dia […]

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Digger - MS-DOS (1983) [Retro Games Revival] [[fuente]]



Quando foi anunciado o lançamento do Digger para Coleco (demake?), foi impossível eu não lembrar do meu primeiro trabalho / estágio em escritório,  época de velhos PCs (XTs e 286s) com monitores monocromáticos. Bons tempos! Normal 0 21 false false false MicrosoftInternetExplorer4
Digger  é um jogo de ação / perseguição que lembra muito o  Mr. Do! Porem, com uma jogabilidade mais “carrancuda”...
Bem, digamos que a escavadeira não é a melhor  quando agente a conduz abrindo caminho pela tela... e nem mesmo para simplesmente manobrar.
Eu não sei se isso foi de propósito na versão original (MS-DOS), mas o fato é que  na versão Windows os comando são mais suaves e precisos.

Basicamente temos dois perseguidores...
Na verdade, temos apenas um chamado Nobbin que vez por outra se transforma no Hobbin que é uma versão meio que Mister Hyde do primeiro. Recolhemos esmeraldas e empurramos $aco$, que podem (ou não) atingir e esmagar nossos inimigos.  Caindo de dois patamares ou mais esses sacos liberam o ouro.
 
Se Digger o recolher rapidamente aumentamos a pontuação. Se não, os inimigos pegam o ouro e ficamos com o score mais pobre.
As frutas bônus fazem a caça virar caçador assim como "pílulas" / power ups nos quatro cantos do labirinto do Pac-Man.
A fase termina quando coletamos todas as esmeraldas ou eliminamos todos inimigos.Alias, Digger também elimina os inimigos com um projétil, mais este é recarregado lentamente. Então use-o com cautela.
Ah! Estranhamente disparamos o tiro teclando F1!

As melodias do jogo são outro destaque! Na maior parte do tempo é a Popocorn, a mesma do Pengo (set 1).Quando  pegamos a fruta, a musica de "cavalaria"  (Guilherme Tell, de Rossini) é tocada.Quando Digger é alcançado, surge o shape de túmulo (RIP) e o fim da marcha fúnebre (Chopin - Sonata #2 movement 3) é solenemente executada.

Digger é mais um exemplo de como os fragmentos clássicos  influenciam a cultura pop.

Sem dúvidas é um jogo que se daria muito bem nos arcades e nos computadores de 8bits da década de 80. A Windmill Software deixou o trem passar, ficou de bobeira. Mas garanto que qualquer usuário de computador antigo gostaria de curtir um port de Digger nas suas maquinas... ainda hoje!
Quem não conheceu pode conhecer usando o DOSBox ou rodar a versão Windows: http://www.digger.org/windows.html Também pode experimentar a versão Java direto no navegador: http://www.futrega.org/digger/ Mais infos aqui: http://www.digger.org
E pra quem jogou no passado, sabe muito bem que vale apena jogar novamente! Retro diversão das melhores possíveis!
////Jogo.....: DIGGER
////Release.: Windmill Software (1983) 
////Sistema.: DOS, Windows, Java, Unix
////Estilo....: Ação, Perseguição, Onescreen
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Computer made music [PopolonY2k rulezz] [[fuente]]


Chiptune is a music category that has grown over the last few years and it is composed often by musicians, users and fans of old computers. This new music category is growing thanks to a generation whose childhood was affected in some way by computers.

Those who were born in the 70‘s and 80’s know exactly what about I’m writing, because in those days anyone who could get any kind of computer now was able to remember the magic behind it’s sounds and songs created for those machines.

If you lived those magic days, brands like Commodore, Apple, Texas, Philips are familiar to you and some systems and computers standards like C64, AppleII, Amiga, Spectrum, Amstrad CPC and MSX in some way have had some importance and maybe influenced you in your career or hobby.

Today several mainstream artists have been submitting their songs to be produced by producers that were influenced by C64 game made songs and by Amiga demosceners artists. The most famous example of this influence is a recent scandal involving the well known producer Timbaland that has been accused of plagiarism by Amiga computer fans, when he worked for Nelly Furtado’s album, Loose, released in 2006.


Comparing both songs

This is a well known story and in fact Timbaland revealed to have plagiarized some elements of several Amiga’s composers including the demoscener artist Janne Suni (a.k.a Tempest). One of the songs plagiarized by Timbaland was composed by Tempest for the Oldskool Music competition (Assembly 2000) which occurred in 2000 in Helsinki, Finland and reached the first place in the competition.


Nice try Timbaland (.

To be continued...

[]’s
PopolonY2k

Reference

ChipTune (Wikipedia)
http://en.wikipedia.org/wiki/Chiptune

Timbaland (Wikipedia)
http://en.wikipedia.org/wiki/Timbaland

Nelly Furtado (Wikipedia)
http://en.wikipedia.org/wiki/Nelly_Furtado

Timbaland Plagiarism controversy (Wikipedia)
http://en.wikipedia.org/wiki/Timbaland_plagiarism_controversy

Pop!Dev – Concurso de desenvolvimento de software para MSX (MegaRAM edition) – Cancelado [PopolonY2k rulezz] [[fuente]]


Há alguns meses atrás fiz um anúncio aqui no blog, sobre o primeiro concurso de desenvolvimento de software para MSX, patrocinado pelo site PopolonY2k Rulezz, o Pop!Dev.

Conforme anunciado em outubro do ano passado, o objetivo era fomentar o desenvolvimento de software para MSX utilizando a MegaRAM, sendo o prêmio uma MegaRAM de 2MB da ACVS (limited edition).

MSX Basic Screen

MSX Basic Screen

A data limite para entrega dos trabalhos foi no 25 de abril e infelizmente não houve inscrições no concurso, o que o cancelou automaticamente.

Infelizmente não consegui notificar o cancelamento do concurso na época, devido a um momento bastante corrido pelo qual eu estava passando (de fato ainda estou, mas em escala menor hoje).

Em breve vou reeditar o concurso, talvez abrindo também para a comunidade internacional, mas no momento não tenho previsão de quando fazê-lo.

[]’s
PopolonY2k

RetroEspecial: RPGs perdidos no Japão – Capítulo II [Retro Players: jogos antigos é com a gente!] [[fuente]]


Olá novamente! Para quem não se recorda, sou conhecido como Sir Kao. Sou um cara de meia-idade, moro sozinho em um abrigo subterrâneo e meus hobbies são ler, jogar e escrever artigos sobre RPGs antigos, alguns mais antigos do que eu ou vocês. Por que estou me apresentando de novo? Bom, depois de mais alguns […]

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Doom I: 22 anos com corpinho de… peraí, esse título vai render encrenca [Gagá Games] [[fuente]]


Séculos depois da minha primeira jogatina, bateu uma nostalgia e decidi jogar Doom I novamente. Dei um pulo no Steam e quase comprei o pacotão Ultimate que eles vendem, mas aí comecei a ler vários relatos sobre problemas técnicos do jogo em computadores mais recentes.

Olha pra trás, velho, olha pra trás!!!

Olha pra trás, velho, olha pra trás!!!

 

A solução? ZDoom, uma recriação da engine que roda os arquivos das fases (os famosos “wads”) do jogo original. O ZDoom corre lisinho, sem bugs bobocas, e oferece até uns borogodós a mais como a possibilidade de olhar para cima e para baixo e de usar joystick. Mas fiquem tranquilos: quem quiser pode desligar os extras e jogar à moda antiga. É o que eu estou fazendo. 

Doom I é dividido em três episódios. O primeiro, Knee-Deep in the Dead, contém dez fases e era distribuído de graça na época para atiçar a turma a comprar os outros dois episódios (um quarto episódio saiu mais tarde no pacote The Ultimate Doom). Joguei o primeiro episódio inteiro em um dia e fiquei maravilhado em ver como o jogo envelheceu bem. Doom continua sendo megadivertido, com fases cheias de armadilhas marotas que geram momentos tensos e inesquecíveis. Até o controle pelo teclado, sem mouse, não parece algo arcaico e desajeitado como eu imaginei que pareceria depois de anos jogando os Halos da vida. Doom foi construído em torno desses controles, e funciona bem pra caramba com eles.

Um dia como qualquer outro em Doom I

Um dia como qualquer outro em Doom I

 

Cada episódio pode ser jogado em cinco níveis de dificuldade diferentes. Eu sempre escolho o penúltimo, “Ultra-Violence”, porque não é impossível nem mamão com açúcar. Já o último, “Nightmare!”, é surreal demais: além de mais velozes, os monstros renascem segundos depois de abatidos! Coisa de louco, você tem que correr o tempo inteiro porque a munição acaba num instante.

O primeiro episódio dá para levar numa boa. As fases são apenas levemente cruéis, há bastante munição para você matar todo mundo, dá para terminar em poucas horas e você ainda conhece os monstros básicos da franquia (com direito a um sustinho quando… não, é melhor eu não contar). O final é irresistível, e eu desafio qualquer um de vocês a não pular imediatamente para o segundo episódio depois de fechar o primeiro.

É claro que foi isso o que eu fiz: parti para o segundo episódio, The Shores of Hell, e aí eu posso dizer que o bicho pega legal. Rock n’ roll mesmo. Logo na primeira fase, você já percebe que a munição disponível não é suficiente para aqueles demônios todos. Correção: se você tiver boa mira até dá, mas aí você entra na segunda fase e topa com um labirinto de corredores estreitos e imps escondidos em cantinhos marotos. O único alívio que a fase te dá no início é uma espingarda com oito tiros, o que não dá nem pro cheiro. Logo a “cachorrada dos infernos” começa a correr solta atrás de você junto com os imps, e aí, meu amigo, se você não economizou tiro na primeira fase, dançou. Pensando nessas pobres almas, os programadores colocaram nesse estágio aquele item que deixa o seu soco superforte por alguns segundos, mas vai por mim, você não vai querer enfrentar legiões de demônios na mão.

Quando Doom solta os cachorros em cima de você a coisa fica feia pra caramba!

Quando Doom solta os cachorros em cima de você a coisa fica feia pra caramba!

 

Doom I está longe de ser um jogo burro. É claro que você tem que criar uma estratégia para passar das fases, tem que contar a munição e coisa do gênero. Mas ao contrário de outros FPS, que são mais metódicos e dependentes da atmosfera, Doom I brilha mesmo quando você levanta a porta, se joga no meio de um monte de criaturas dos infernos e começa a meter bala em todo mundo sem parar de correr. Ou quando você está sem munição, ofegante e sem energia, atrás de uma porta, pensando no que vai fazer com o Barão do Inferno que está lá dentro. Não existe nada, absolutamente NADA como Doom I. Exceto, obviamente, Doom II.

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Phantasy Star G1 em português, velharias móveis e outros bichos [Gagá Games] [[fuente]]


E vamos nós com mais um daqueles posts cretinos onde eu pego um monte de coisas diferentes e misturo num texto só porque sou preguiçoso. Ê lasqueira!

Phantasy Star Generation 1 em português: IT’S COMING/ESTÁ COMENDO!

Eu enrolei vocês por anos com essa tradução, but now it’s for real: finalmente a tradução do PSG1, remake do primeiro Phantasy Star para o Playstation 2, vai sair!

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O jogo já está todo traduzido. Estou concluindo meu primeiro playthrough e tá tudo lindo, maravilhoso e cheirosíssimo. Diálogos, menus, equipamentos, magias… vocês vão adorar esse babado. Estou bastante satisfeito com a tradução, acho que não fizemos nenhuma lambança (grande, rs). Já era até para eu ter lançado, mas tivemos um bug de última hora que já foi devidamente corrigido. Minha intenção é lançar no fim do mês.

Antes que comecem a perguntar: o jogo roda tanto em Playstation 2 desbloqueado quanto no emulador PCSX2. Se você tiver um computador minimamente bacana, o emulador deve funcionar muito bem, visto que o jogo é 2D e rodava bem pra diabo até num computador velhão que eu tinha aqui.

Ah, relaxem, a piadinha tradutória no subtítulo aí em cima foi só para assustar vocês P

Vou ligar pro Sakaguchi!

O inferno congelou e eu finalmente comprei um celular, mas NÃO ME PEÇAM PARA ADICIONÁ-LOS NO WHATSAPP! Nada pessoal, velharada, é que eu detesto celular e comprei só por causa do meu trabalho. Não vou dar o número nem para os meus parentes. Mas sabem como é, já que eu tive que comprar mesmo… por que não colocar uns jogos no bichinho, né?

ff1android

Há séculos eu tinha comprado o remake do primeiro Final Fantasy para Android (na verdade, um port do remake para PSP), mas quebrei a cara porque não rodava nem a pau no Galaxy Y da minha amada esposa. Felizmente, o jogo roda lisinho no meu novíssimo Moto E, o modelo “top para pobres” da Motorola. E querem saber? O remake é um estouro!

Eu já zerei o primeiro Final Fantasy de NES no meu legalíssimo e incorruptível Dingoo, e pela minha experiência, recomendo fortemente o remake tanto para quem nunca jogou o original quanto para quem quer jogar de novo. Os gráficos e a música receberam um upgrade e estão muito bonitos, mas sem perder o jeitão clássico. Quem já jogou vai adorar o trato que deram no jogo, e quem nunca jogou vai ter uma ideia bastante precisa de como a turma que jogou na época se sentiu.

Uma coisa que eu acho muito curiosa no primeiro Final Fantasy é que você já resgata a princesa nos primeiros 15 minutos de jogo! Geralmente salvar a princesa era o objetivo final dos jogos de aventura da época, mas aqui o Final Fantasy já chega logo tirando isso do caminho para deixar bem claro que a coisa vai ser diferente. Dragon Quest também faz algo parecido, porque você salva a princesa lá pelo meio do jogo, e inclusive tem o prazer de escoltá-la até o castelo, para depois continuar com a sua missão. Eu acho genial a maneira como esses jogos lidaram com isso.

Enfim, comecei a jogar hoje, só deu tempo de salvar a princesa mesmo, mas pretendo continuar. Quem sabe não faço mais uns posts sobre o jogo aqui?

Turminha porreta do retrogaming

Há tempos eu não indico coisas retrôs para vocês acompanharem na internet, né? Então vamos lá.

Meu velho amigo Yoz, que é praticamente o mascote da Gazeta de Algol e virou ídolo nacional e internacional depois de capturar os sprites de Phantasy Star I usados na matéria da Old!Gamer #2 (o cara nem consegue mais ir ao mercado lá no Pará sem ser arranhado e mordido pelas maiores gatas da região) finalmente começou um blog. Eu encho o saco dele há anos com isso, porque ele é um sujeito que fuça os jogos, inventando códigos de gameshark e outras loucuras, até descobrir as coisas mais bizarras que nem as mães dos programadores dos jogos sabiam que existiam.

gamerdesconstrutor

Pois bem, o Yoz agora é o Gamer Desconstrutor, e o blog dele está cheio de postagens curiosas. Recomendo a vocês que procurem os posts da série “reconstrução”, onde ele alopra geral mesmo. Tipo, este post sobre Bio-Hazard Battle é o máximo. Tem outro bem legal também sobre Top Gear. Eu não conheço ninguém na internet que faça esse tipo de trabalho que o Yoz faz, é interessante pra caramba. Para melhorar, o blog está passando por uma grande atualização hoje, ganhando visual novo e uma equipe completa (incluindo nosso querido amigo Thiago “Senil” Cruz).

E o Velberan, vocês conhecem? O cara é uma metralhadora de vídeos, mora no Japão e é fã de Phantasy Star. Pronto, não preciso dizer mais nada… mas vou dizer: eu acho o Velberan um sujeito muito simpático, e os vídeos dele são muito informativos e divertidos. Tem um big especial sobre King of Fighters lá que a turma gosta bastante. Aliás, o Yoz também contribui em alguns vídeos, como neste sobre Chrono Trigger. Melhor que isso, só se o Velberan fosse uma morena bonitona e apresentasse o programa de biquíni.

Deus, por favor, que a minha esposa não leia isso.

Para fechar, confiram também o SnesTalgia. Lá também tem vídeo pra caramba, o canal está sempre sendo atualizado. No ano passado, os doidos conseguiram entrevistar o Daniel “Johnny Cage” Pesina, e a entrevista foi hiláaaaaria… o cara contando de quando um vendedor fã de Mortal Kombat o reconheceu numa loja foi muito bacana.

Fim do jabá, pessoal. Juro que não recebi um tostão para promover essa turma, mas se alguém quiser me mandar um Splatoon de Wii U de presente eu tô aceitando também, viu? P

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