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QgMaster : Review - Vitrum (PC) [[fuente]]



Responda rápido: o que robôs e cristais tem em comum? Se você acha que a resposta é nada, então chegou a hora de conhecer Vitrum: um puzzle/plataforma em primeira pessoa em que você incorpora um androide que absorve poderes de diferentes cristais. Apesar da temática inusitada, o jogo não apresenta uma narrativa e deixa um mistério de "como" e "onde" no ar. Afinal, o que um androide está fazendo preso em um laboratório tecnológico repleto de cristais poderosos? De onde você veio e para onde vai? Porque um androide consegue absorver poderes de pedras preciosas e o mais importante: qual seu objetivo?


Mas não se preocupe, durante a jornada alguns tutoriais básicos vão ajudar a entender que direção seguir e como usar os cristais. E quanto à eles, é bom saber: existem vários tipos, a maioria te dá poderes especiais, mas alguns são nocivos e tem aqueles que bagunçam tudo. Vitrum é aquele tipo de jogo onde certas etapas parecem impossíveis, mas que quando você descobre qual a resposta logo pensa: como não percebi isso antes?


A criatividade é o ponto forte do jogo. A cada cristal recolhido o jogo adquire uma nova perspectiva (literalmente). É possível pular mais alto, inverter a gravidade e até adquirir supervelocidade por algum tempo. A cada etapa um novo enigma vai desafiar o jogador, fazendo-o pensar com muita estratégia como usar o cristal certo na hora certa.


No total são mais de 45 etapas para poder chegar ao final, exigindo muita habilidade e perícia do jogador, pois assim que avança, mais de um poder pode e deve ser usado ao mesmo tempo, forçando assim, que muito treino e suor seja aplicado ao longo do jogo. Esse fator faz com o que o jogo se torne mais emocionante e marcante.


A jogabilidade não é totalmente fluida. Há um certo incômodo (principalmente no início, até se acostumar) com o movimento do droide e não é muito fácil controlá-lo, eu penei muito para conseguir pular bem alto ao pegar o cristal vermelho e passar pelo laser. A trilha sonora é boa, sendo que em alguns momentos chega a ser relaxante e em outras adrenalina pura, combina muito com o estilo do jogo.


Vitrum é um jogo promissor, criativo e bonito. Seus ambientes 3D são limpos e sofisticados. Faltam alguns detalhes para ficar mais interessante, não tenho certeza se os desenvolvedores vão trabalhar mais nele ou se o projeto está finalizado. Se sim, o jogo está competente e completo, vale a pena apesar de algumas falhas pequenas, mas se ainda estão trabalhando nele, o jogo pode se tornar um game muito foda, não fazendo feio para jogos gringos. Ou quem sabe uma continuação com direito à história e tudo. Fica a minha esperança.

O jogo está sendo vendido na SplitPlay por apenas R$ 19,99. Para acessar clique aqui ou na imagem abaixo. Recentemente o game foi aprovado também na Steam, devido à sua boa campanha no Greenlight.


Para testar o jogo antes, clique aqui ou na imagem abaixo e experimente a versão demo.


Quem está por trás do projeto é a 9heads, uma desenvolvedora brasileira de games indie. A empresa está trabalhando para produzir jogos modernos de qualidade, com desafios alucinantes e gameplay simples e limpo, e sobretudo, divertido! Clique no logo para saber mais.


Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Documentário das escavações do aterro da Atari ganha trailer [[fuente]]


O assunto já até havia esfriado um pouco, mas nunca poderia ser esquecido: as escavações no aterro da Atari lá no novo México deram o que falar. Centenas de cartuchos de Atari 2600 foram exumados de seus túmulos no deserto, o que desmistificou a lenda e comprovou que realmente era verdade aquele papo dos “milhares [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : RetroNewgame: Paper Mario: Sticker Star (3DS) [[fuente]]


Fazia um bom tempo que eu estava querendo jogar algum RPG que se passasse no universo de Super Mario Bros, desde o primeiro Super Mario RPG, aquele game épico que surgiu da parceria entre a Nintendo e a Square, esta ainda na sua fase gloriosa. O pior de tudo que cheguei a tentar duas vezes, [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Nova websérie Street Fighter está em produção! [[fuente]]


É verdade, Street Fighter: Assassin’s Fist é ótimo. A web série fez um sucesso visível, e com certeza deve ter causado aquela dorzinha de inveja em muito produtor de filme pipoca hollywoodiano. E a boa notícia é que a segunda temporada da série continua longe de Hollywood, mas muito perto de quem realmente se interessa [...]

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PopolonY2k rulezz : SplitPlay [[fuente]]


Quem viveu a adolescência nos anos 80 sabe que indústria dos vídeo games era completamente dominada pelo Japão, principalmente após a crise de 1984 que deixou essa indústria vulnerável nos EUA no início dos anos 80.

Naquela época a Europa também tinha uma indústria forte, principalmente na Inglaterra onde diversos estúdios se dedicavam ao desenvolvimento de jogos para a plataforma ZX Spectrum, sendo essa uma das plataformas mais promissoras da época tendo diversos ótimos jogos lançados no mercado, inclusive sendo portados para outras plataformas como MSX e Amstrad CPC.

Também nessa época me lembro que os espanhóis começavam a desenvolver muitos jogos para MSX e ZX Spectrum, sendo muitos deles excelentes e outros de qualidade contestável. Mas como é se fazendo que se chega a perfeição, já naquela época fomos agraciados com excelentes jogos espanhóis, como por exemplo Astro Marine Corps.


Astro Marine Corps (ZX Spectrum, MSX e Amstrad CPC)

Felizmente o tempo passa e hoje os espanhóis também são bastante reconhecidos no mercado internacional de desenvolvimento de jogos, conforme já descrevi em um texto aqui há algum tempinho atrás.

Enquanto isso no Brasil

Infelizmente o Brasil é um País em que os empreendedores tem que gastar muita energia e dedicação para colocar seus sonhos em prática, pois há pouco ou quase nenhum investimento por parte do governo no fomento da indústria nacional de jogos. Entretanto graças ao espírito empreendedor dos estúdios nacionais, muitas vezes caseiros, esse mercado tem se desenvolvido ainda que lentamente, mas se considerarmos o cenário de 10 anos atrás, estamos vivendo um momento de extrema inovação e principalmente se desenvolvendo rapidamente.

SplitPlay

Os estúdios e desenvolvedores brasileiros sempre tiveram dificuldades principalmente no que diz respeito a facilidade de distribuição no mercado nacional. Me lembro que na década de 80 mesmo os grandes desenvolvedores da época, a maioria dedicados ao mercado de computadores MSX, tinham muita dificuldade em distribuir seus softwares, dentre eles diversos jogos feitos na época para essa plataforma. O meio mais efetivo na época era a publicidade em revistas especializadas, o que era caro e na maioria das vezes não significava retorno do investimento, uma vez que o fator pirataria também influenciava para que a quantidade de cópias fosse bem limitada aqui no Brasil, mais do que nos dias atuais.

Nesse cenário desfavorável o mercado nacional de games foi se desenvolvendo e hoje podemos dizer que é impressionante o número estúdios e desenvolvedores nacionais existentes por aqui, entretanto faltava uma boa alternativa nacional às grandes game stores internacionais, como a Steam, GooglePlay e iTunes, que na maioria das vezes não traz retorno nem reconhecimento algum aos estúdios nacionais, mantendo-os pequenos e muitas vezes irrelevantes no mercado mundial.

Para minha surpresa, no início do ano recebi um contato por parte do pessoal da SplitPlay, que é uma game store dedicada 100% a distribuição de jogos desenvolvidos aqui no Brasil onde, após algumas trocas de emails, estabelecemos uma parceria que me permitirá fazer uma análise dos jogos disponibilizados na SplitPlay :).

SplitPlay

SplitPlay Game Store website

Tenho recebido jogos de excelente qualidade e apesar da maioria ter um preço final que chega a ser 10 vezes menor que o de um jogo estrangeiro, posso afirmar que a maioria deles não deixa nada a desejar aos desenvolvidos por estúdios internacionais que tem acesso a mais recursos financeiros em seus desenvolvimentos.

Bom, esse é o primeiro de muitos posts que farei a respeito dos jogos nacionais disponibilizados na SplitPlay e nas análises posteriores tentarei pontuar os jogos considerando a qualidade gráfica, recursos computacionais utilizados, qualidade sonora, jogabilidade e portabilidade.

Quem viveu na época de ouro do MSX, deve se lembrar das análises de jogos feitas pela revista MSX Micro, portanto devem lembrar o estilo utilizado por essa publicação na época…..para quem não era nascido só posso sugerir que aproveitem e divirtam-se.

[]‘s
PopolonY2k

Gagá Games : Defenders of Oasis: o coração da Pérsia no Game Gear [[fuente]]


Fato inédito no Gagá Games: eu falando sobre um jogo de Game Gear. Podem procurar nos arquivos, eu nunca fiz um post sobre um jogo do portátil. Ao menos não que eu me lembre. Pombas, este blog já é velho pra caramba, hein?

Primeiro, nunca tive um Game Gear. Segundo, acho que não tem a menor graça jogar jogos de portáteis em emuladores no computador. Não tem nada a ver aquela telona imensa na sua cara exibindo um jogo pequetitinho, feito para você jogar com o nariz quase encostando no visor de cristal líquido (invariavelmente horroroso e fedorento) de um portátil “noventista”.

Porém, um dia um amigo fez a imensa caridade de me dar um Nintendo DS de presente. Gostei tanto que pulei para um 3DS XL, e além de blasfemar furiosamente contra o retrogaming jogando modernices sujas, impuras e obscenas nele, eu também tenho meus momentos limpos, perfumados e católicos com jogos retrô no bichinho.

O Virtual Console do 3DS é particularmente interessante para mim, porque pela primeira vez eu me sinto realmente empolgado em jogar títulos velhos de portáteis. Afinal, o 3DS tem o tamanho apropriado, permite jogar na resolução original e até coloca umas bordinhas em volta para você se iludir que está jogando num Game Gear mesmo, vejam só:

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Igualzinho ao original, a única diferença é que no 3DS dá para enxergar o jogo

 

Enfim, o Adinan já fez um ótimo post sobre o Game Gear no Virtual Console do 3DS, os interessados podem (e devem) conferir.

Disposto a garimpar pérolas desconhecidas desse imenso paraíso de diminutos prazeres, dirigi-me ao eshop com um objetivo muito específico: encontrar um RPG de Game Gear feito pela Sega. Enquanto via as ofertas, tropecei num Shining Force e vejam só, caí de cara no Defenders of Oasis. Quando me recuperei do choque, ergui a cabeça do chão, pousei o olhar sobre o meu 3DS e lancei a mim mesmo a pergunta: que RPG é esse?

*fim do momento poético* P

Joguinho das Arábias

Quando você era moleque, não era bacana quando abria a merendeira no colégio crente que ia achar aquele sanduíche de queijo prato burocrático da sua mãe… e aí topava com um suculento sanduíche de mortadela? *adoro mortadela*

Pois foi assim que eu me senti com o Defenders of Oasis (1992). Peguei o jogo só pela curiosidade, e no fim das contas fiquei completamente apaixonado por ele. Aliás, foi no início das contas, porque a abertura já chega logo chutando a porta e mostrando a que veio.

Honestamente, eu não esperava que um joguinho de Game Gear pudesse me impressionar tanto com cenas desenhadas. A arte é caprichada e inteligente, envolvendo o jogador no clima da trama e fazendo você se sentir lá dentro mesmo. Quer ver um exemplo? Saca só:

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Visitar em tempo real a ceninha que você viu em “CG” na abertura: não tem preço

A história segue o estilo “demônio ancestral aprisionado quer voltar a atormentar o mundo”, mas vai buscar “sustância” na rica mitologia do Oriente Médio. Em termos práticos, o que aparece mesmo no jogo é uma trama típica de jogos do gênero, mas o que conquista é o nível de detalhamento e as cores com que a história é apresentada. Tipo, existe o feijão com arroz quentinho e saboroso da sua avó e o feijão com arroz da pensão do Janjão, certo? Pois é, Defenders of Oasis é o JRPG da vovó.

Pode parecer que estamos falando de um JRPG bastante tradicional aqui (progresso linear, batalhas por turnos), mas Defenders of Oasis está cheio de boas ideias. Para começar, a ambientação estilo mil e uma noites já separa o jogo de 99% da produção de RPGs da época (dominada por cenários de fantasia medieval).

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Ondas se chocando contra o litoral, gaivotas voando ao redor do navio… os gráficos são um estouro

Mas o clima das Arábias não é usado de maneira artificial não, baixou mesmo o espírito da Xerazade na SEGA. Entre gênios, turbantes e referências a Ali Babá, você vai atravessar desertos ensolarados e enfrentar sandworms (ou “minhocões de areia” para os não iniciados) ao som de excelentes melodias que têm tudo a ver com a ambientação. Some a isso o fato de que os cenários são muito bem desenhados, com direito a ondas se chocando no litoral “Phantasy Star style” e o resultado é um jogo muito bem planejado e produzido.

Épico, com versos e tudo Olha o Zahak a geeeeente! Cruzes!!!

Olha o Zahhark aí geeeeente! Cruzes!!!

Falar sobre as Mil e Uma Noites e todas essas histórias “das Arábias” é complicado, porque a gênese dessas histórias é multicultural e envolve várias nações do Oriente Médio, e não só a Arábia. Portanto, não vou me estender no assunto, até porque não tenho cacife para isso. Porém, vale a pena falarmos um pouquinho sobre uma parte específica dessa cultura, que tem tudo a ver com o nosso joguinho.

A trama e muitos dos personagens de Defenders of Oasis são diretamente inspirados no poema épico iraniano “Shahnameh”, ou “Livro dos Reis”. Colando diretamente da Wikipédia, trata-se de:

“(…) uma grande obra poética escrita no século X, pelo escritor iraniano Ferdusi, que narra a história e a mitologia do Irã, desde a criação do mundo até a sua conquista pelos árabes no século VII. Sua elaboração levou cerca de 30 anos e o livro se constitui de 62 histórias (990 capítulos) e 56.700 dísticos (estrofes de dois versos).”

990 capítulos? Uau, senhores.

A grafia dos nomes persas é uma zorra de traduzir, então perdoem ligeiras variações. O Rei Serpente Zahhark que vemos no jogo, por exemplo, é na verdade Zahhak (ou Dahaka, não confundir com o monstrengo de Prince of Persia: Warrior Within, que é outra criatura dessa mesma mitologia). No poema, ele é beijado nos ombros por Ahriman (que é o grande vilão de Defenders of Oasis), e em seguida duas cobras negras nascem em seus ombros! Pior que nem adianta cortar fora, porque nascem outras no lugar!

Enfim, é história que não acaba mais. Se alguém aí encarar os 990 capítulos desse poemão, favor informar o endereço para que eu envie uma medalha de bronze e dois potes de Danoninho pelo correio.

Os personagens também surpreendem. Numa época em que os personagens de RPGs eram muitas vezes estereótipos genéricos, a SEGA colocou o jogador no controle de um príncipe preguiçoso, encostadão, que não está nem aí para compromisso. Após a invasão de seu castelo, porém, o moço se vê obrigado a agir, resgatando do calabouço do castelo uma lendária lâmpada mágica.

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O gênio é um tremendo bad-ass!

O gênio é um tremendo bad-ass!

O Gênio é o primeiro herói a unir-se ao príncipe, e ele já tem uma característica especialíssima: é o único personagem do jogo capaz de usar magias. Além disso, ao contrário dos outros heróis, o gênio não avança de nível! Para que ele fique mais forte, você tem que encontrar acessórios para a lâmpada; para que aprenda magias, só encontrando as inscrições sagradas nas paredes dos labirintos. How cool is that? E a ambientação não faz concessões, porque as magias têm nomes como Afnawar, Halwtart e Wofmanaf! *é um inferno decorar o que elas fazem mas tudo bem, rs*

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Em cima: a trama é bem movimentada. Embaixo: as inscrições sagradas ensinam magias ao gênio

Os outros personagens também têm características únicas. Saleem pode usar sua dança para atacar todos os inimigos da tela, enquanto o ladrão Agmar pode se esconder por um turno e atacar com mais força no turno seguinte. Parece inútil, até você começar a topar com inimigos que pulam para fora da tela e caem com tudo em cima de um dos heróis no turno seguinte. Se ele pular em cima do Agmar, vai perder o turno e levar uma paulada mais forte do nosso herói no turno seguinte.

Japas das arábias

É difícil levantar os nomes dos desenvolvedores de jogos dessa época, porque muitos deles apareciam nos créditos com nomes falsos. Porém, deu para resgatar alguns nomes relevantes do time de desenvolvedores de Defenders of Oasis.

Para começo de conversa, temos Masayuki Ishikawa. Ele é creditado como “Scenario Adviser”, então eu presumo que tenha sido o responsável pela ambientação do jogo, pela pesquisa das lendas etc. Seu currículo não é muito extenso, mas ele foi roteirista de Shin Megami Tensei Nine, que também é uma série entupida de referências a deuses orientais.

Uma das artistas gráficas do jogo é Takako Kawaguchi, vulgo “Myau Choko”. Se o nome soou familiar, é porque ela trabalhou ao lado de Koki Sadamori e da lenda-viva Naoto Oshima (o “verdadeiro” criador do Sonic e do Dr. Robotnik) nos gráficos do primeiro Phantasy Star. Trabalhou também na série “Illusion” (Castle of Illusion e afins) e em vários outros jogos bacanas. Coisa fina.

Quer mais Phantasy Star nessa mistura? Outro artista de Defenders of Oasis, Gen Adachi, trabalhou ao lado da também lendária Rieko Kodama nos gráficos do clássico Phantasy Star II. E se bobear tem mais gente em comum entre esses dois jogos, mas esses aí vão ter que servir, porque rastrear esse nomes e apelidos de desenvolvedores japoneses é um terror P

 

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Os heróis são uns piadistas… 

Só pelas habilidades de cada personagem, o combate de Defenders of Oasis já seria movimentado e interessante, mas a coisa não para por aí. Como acontece em muitos RPGs, seus personagens podem ser envenenados pelos inimigos. Porém, o efeito é diferente de outros RPGs: em vez de perder energia a cada turno, você apenas é avisado de que foi envenenado e a batalha segue normalmente. Maaaaaas… passados alguns turnos, o jogo avisa que o veneno está ganhando força. Se você não curar o herói envenenado ou não der um fim ao combate naquele mesmo turno, o sujeito morre na hora.

E os itens que você pode usar em batalha? Para curar veneno, é “Snake Act” (traduzindo, seria tipo uma dança com cobras). Para ressuscitar um herói, é “Worm Act” (sim, minhocas para ressuscitar um morto, humor negro total). E o que dizer do inusitado barril? Você imaginou que algum dia veria um RPG no qual, em pleno combate, todos os heróis pulam dentro de um barril de água, relaxam e restauram um pouco de HP? É sério, o próprio jogo descreve a cena!

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Na segunda foto, o gênio usa magia para bloquear o ataque especial do vilão

A variedade de itens é grande, e o mistério que envolve alguns deles vai além do nome. Vejam o caso do talismã, cujo efeito varia conforme o estado do seu grupo: se houver heróis mortos em combate, eles serão revividos. Todos vivos, mas perderam energia? Todos serão restaurados. E se estiverem todos vivos e com HP cheio? Aí o seu inimigo perde METADE da energia! E vale até para o último chefe O_O

E o travesseiro? Eu achei esse “equipamento” perto do final do jogo. Equipei, e aí percebi que meu personagem não estava atacando, porque… ele estava dormindo no combate! Pelo menos o descanso rendia recuperação de HP no fim da briga, rs… e olha que eu nem falei ainda da possibilidade de combinar itens para criar espadas especiais. É ou não é um negócio incrível para um RPG de Game Gear?

Defenders rende umas boas 20 horas de jogatina. O jogo é bem linear, então você vai basicamente seguir do ponto A para o ponto B, embora mais tarde o gênio aprenda a magia de transporte, permitindo que você volte a locais já visitados. Mas a graça do mundo de Defenders of Oasis não está em sua extensão, mas sim em sua profundidade: os personagens, os locais, as lendas, as músicas, as criaturas, a atenção aos detalhes… os últimos inimigos do jogo até gritam o nome do líder dos demônios quando são derrotados. Não dá para avacalhar um jogo desse naipe, senhores, simplesmente não dá. Bons tempos, hein, SEGA?

Quer mais? Então confira o post do Adinan sobre Defender of Oasis no QG Master!

Bônus: confiram aí a matéria de uma revista da época, afanei da seção de scans do SMSPower:

SegaForce-Magazine-Issue15-76SegaForce-Magazine-Issue15-77

Cliquem nas imagens para ver em tamanho grande!

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Jogo de A Lenda do Herói pede a sua ajuda no Catarse [[fuente]]


“Plataformas voadoras, inimigos coloridos, armas mágicas e física inexplicável. Isso tudo com uma música de fundo que acompanha a saga de um cavaleiro, disposto a enfrentar uma infinidade de monstros e desafios para resgatar uma princesa. Eis um breve resumo do que poderá ser encontrado em A Lenda do Herói – O Jogo, que homenageia [...]

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QgMaster : Novidade - SplitCast [[fuente]]


Galera, novidade na área! Se liga na dica do nosso amigo Jumento Quântico:


"Senhoras e senhores é com imenso prazer que vos convido à 1ª edição do SplitCast neste sábado 26/07 ás 7:30 da noite na twitch.tv, trazendo um programa num formato radialistico, irreverente e bem humorado,com noticias, informação, entretenimento, sempre com um convidado especial, e dessa vez contando com a presença do game designer Rafael Morais (Aritana & Adventurizator)."

http://www.twitch.tv/splitplay

E aproveitando, quem ainda não conhece, fica a dica, se liga no canal Show do Jumento Quântico (toda terça religiosamente ao meio dia =D).



Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Novo gamepad retrô para PC e dispositivos móveis é magnífico! [[fuente]]


Jogar seu game favorito em qualquer tipo de plataforma, seja no pc, consoles ou dispositivos móveis é sempre muito bom. Certos jogos pedem um controle para se jogar, e muitas vezes não o temos, o que acontece no PC e principalmente em tablets e celulares. Pensando nisso a japonesa 8bitdo acaba de lançar no mercado o NES30 GamePad, [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Novo vídeo de Mighty No.9 mostra segundo personagem controlável [[fuente]]


Se Mighty No.9 parece Mega Man de forma descarada, agora resumidamente falando, a cara de pau ficou explícita: o novo personagem controlável que aparece no vídeo a baixo é a cara da Roll, a irmã do Blue Bomber. Confira:

O vídeo não acrescenta muita coisa. Na verdade, de novo só mostra mesmo esta outra personagem que, [...]

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QgMaster : Master Review - Miracle Warriors: Seal of the Dark Lord (1987) [[fuente]]



Procurando um RPG diferente pra descontrair, mas “inédito” a muitos retrogamers? Então fique conosco na busca desta game pouco conhecido, um dos primeiros RPG's do Master,  uma parceria da Kogado, Ascii e a SEGA, desbravaremos Haja no Fuyin ou  Miracle Warriors.

Quando eu pensava que já tinha tido toda a experiência que o SMS podia oferecer, eis que experimento um dos joguinhos que arrematei no Mercado Livre, mas nem tinha adentrado.Miracle Warriors foi programado pela equipe de Phantasy Star e Shinning in the Darkness, antes do lançamento do clássico RPG da SEGA. Estava sem bateria quando encontrei, era fácil demais pra ser verdade, mas não me arrependi. A partir desta informação podemos fazer nossa análise.

Nota: Pegamos emprestado algumas imagens da
Blogosfera para a divulgação do game.
Tudo começa em mais uma terra épica desconhecida dos 7 mundos, com a lenda de Iason:

"Há muito tempo em uma terra de espadas e feitiçaria, um jovem pastor chamado Iason inadvertidamente abriu a Passagem de Pandora. Por este portal toda a sorte de criaturas más foi solta nas Sete Terras debaixo das garras do Dark Lord Terarin. Como Iason cresceu, ele assistiu o pavoroso exército de Terarin devastar as Sete Terras. Desde que foi ele que tinha soltado este mal, ele fez um voto para derrotar Terarin e restabelecer paz ao mundo. Iason treinou com os Monges Brancos, enquanto aprendendo os caminhos da espada do Rei… e os perigos mágicos do mal de Terarin se acumulavam. Para ajudar na missão dele, os monges lhe deram armas e armadura mágicas. Depois de uma batalha longa e valorosa, Iason derrotou Terarin e o baniu para outra dimensão. Então, a armadura dele brilhando como ouro, Iason fechou a Passagem de Pandora. As pessoas das Sete Terras fizeram uma lenda sobre ele. Antes de voltar para a vida de pastor, Iason fez profetizou aquele dia que Terarin retornaria, e que quatro guerreiros valentes despertariam para afrontar seu maligno desafio!"

 Hoje, Terarin, a primitiva Lorde das Trevas removeu novamente o Selo Dourado permitindo que toda sorte monstros voltassem a atacar os Sete Mundos. Você tomou contato com profecia, e parte se perguntando se é o Guerreiro Lendário. Sim, "Você" mesmo! Usando uma tendência presente em alguns RPG’s contemporâneos, seu personagem não tem nome. “Você” é um poderoso guerreiro que foi escolhido, semelhante à SitD. Cabe a você enfrentar a jornada e sua primeira pista é o sábio Kosama.
Tinha mapinha incluso no game!
Não há consenso se são sete ou cinco terras.

GRÁFICOS E SONSOs gráficos são bem simples, embora investem numa perspectiva curiosa de primeira pessoa. Você observa sua posição no mapa marcado por um quadrado e há uma visão de costas do personagem e conforme você se move, as montanhas e mares se movem no horizonte. O personagem fica estático na tela, mas a fadinha bate as asas. 
Alguns trechos só dá pra passar se tiver nível
suficiente pra enfrentar monstros como este.
Nas cidades, há um sistema parecido enquanto você está sempre diante da entrada de uma casa. De qualquer forma, o conceito é interessante. As cenas de luta, é que lembram Shinning in the Darkness, brilhos e tremores é que indicam quem acertou quem. O som é divertido, tem umas trilhas bacaninhas. O ritmo lembra muito Phantasy Star 1, mas este último é bem mais acabado. Vamos quebrar um galho que o precursor de PS ainda tinha apenas 2 Mega.

BATALHAS ANTIGASO sistema de combate é bem simples: Um dos conceitos mais interessantes é a opção de ataque, fuga, fala, item mágico e magia. Dá pra perceber que PS 1 usou o mesmo tipo de menu, sendo abandonado depois a opção de fala em suas continuações. Mas vejam porquê: há vários personagens humanos no caminho e há a opção de conversar com os mercadores e viajantes ao invés de partir o crânio deles. 
Algumas situações bem familiares como as
cores dos monstros e cavernas no escuro.
Esse é o conceito mais bacana do jogo, você até fica com a grana dele, mas sua reputação vai atrapalhar seu caminho nas cidades. Entre os monstros temos desde dinossauros até esqueletos. A inspiração épica não foi muito longe das fontes medievais tradicionais. Terarin é um dos nomes bíblicos da Rainha de Sabá, mas os japas se inspiraram na típica imagem de Lilith, a “demonha” das lendas hebraicas. Aliás, eles adoram esta figura em seus mangás, que até cansa! Terarin é uma personagem que na versão americana foi “censurada”, colocaram um biquíni de couro na monstra verde que era peladona na versão japonesa.
Monstra verde com muitas curvas
 e de topless... Tem gosto pra tudo!

A vantagem sobre todos os demais games é terem gastado bytes com personagens inofensivos e totalizar a noção de livre-arbítrio: mesmo sem barco você até vai longe, mas os bichos são mais fortes. Isto é, o jogo é bem menos linear que Phantasy Star 2 do Mega Drive, para efeito de comparação. Além disso você banca o dentista arrancando dentes dos bichos em troca de dinheiro como em Ragnarok. Bastante realista para um mundo de fantasia simples!
Temos na equipe vários heróis de acordo com a profecia.

As armas lembraram os nomes de heróis mitológicos, temos da Armadura de Cronos até a Espada de Eros, sem aquelas listas intermináveis, que só aumentam ataque e defesa. Um dos conceitos usado em Golden Axe Warrior é que volta e meia você precisa consertar suas armas. Lembraremos de PS quando usar o manto pra fugir dos inimigos e usar nozes mágicas! Os itens mágicos necessário são 3 chaves, a Heaven, Earth e Hell.
Encontros marinhos como Phantasy Star!

CONSIDERAÇÕES FINAISPara os que querem um RPG com menos chateações, Miracle Warriorsé um pedida boa. O sistema não te faz puxar os cabelos e traz uma gostosa experiência role playing. Um feijão com arroz básico, mas com um temperinho especial.


Retro Players: jogos antigos é com a gente! : New Super Mario Bros Origins é remake fã made do game de NES [[fuente]]


Ultimamente a Nintendo vem adotando um comportamento que nunca foi muito do seu costume: o de lançar remakes de seus jogos clássicos. Começou com Metroid Zero Mission, e exemplos mais atuais são os dois títulos relançados da franquia Zelda que chegaram recentemente ao 3DS e ao WiiU, e parece que vem mais coisa por ai, [...]

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QgMaster : Lançamento e Review - Phoenix Force (PC) [[fuente]]




Antes de mais nada preciso contar, sou fã da Fenix. Pronto, falei! E não to me referindo à uma Fênix específica. Seja ela das HQs, animes, literatura, séries ou qualquer outra cultura pop até (e principalmente) das mitologias Grega, Egípcia e Chinesa. Na verdade, sou fã do que a Fênix, o pássaro de fogo que renasce das próprias cinzas quando morre, simboliza: força, imortalidade e renascimento.


Em Phoenix Force, tudo começa com o fim: ao ser atingido por meteoros, o planeta Terra foi destruído e tudo virou cinzas. Fury, a primeira Fênix a renascer encontrou o mundo em um estado apocalíptico, infestado por monstros. Agora, ela precisa resgatar as outras Fênixes: Cryo de Gelo, Tupã de Trovão, Gaia da Terra e Gast de Fantasma. Juntos, eles são a Força Fênix e eles têm que viajar todos os continentes do nosso mundo em uma jornada para eliminar todos os chefes em 100 batalhas realmente difíceis.

Phoenix Force é um Shoot 'em up incrível e irado. Começando pelo diferencial dele: nesse jogo não tem fases regulares, cada ponto do mapa é um batalha contra chefões. Ou seja, nada de inimigo menor, toda luta é contra quem pode mesmo. Difícil é pouco pra definir o game, é jogo pra separar homens de crianças. Dá pra dizer que, no quesito dificuldade, o jogo é bem old school (o que na minha opinião é perfeito, pois leva você de volta à era 8-bits quando toda luta era suada e toda conquista comemorada).

Bom, se você não acredita, talvez a pergunta do desenvolvedor do jogo pode exemplificar melhor o que quero dizer:

Você se depara com um dragão, um olho gigante, e um ceifeiro que chegam atirando bolas de fogo, raios laser e foices. O que você faz?

A) Diz que o jogo é injusto porque você morre com 1 golpe, não tem inimigos fracos, e chora com a mamãe;B) Desvia de todo esse inferno de balas, destrói seus inimigos em 30 segundos, e parte para as próximas 99 batalhas de chefões porque você é gamer de verdade!

É preciso ressaltar: o jogo vicia em níveis inacreditáveis. Quando peguei pra jogar pensei "Legal, mais um Shoot 'em up, vou jogar uns cinco minutos só pra ver como é". Duas horas depois, quando parei pra ir tomar água foi que percebi o tempo que fiquei jogando. E pior, voltei pra jogar mais um pouco e virei a noite jogando. Sabe aquele lance do "Última luta"? Então...

No começo da jornada, enquanto ainda só controlamos Fury e os primeiros Chefes chegam sozinhos, dá pra pensar que o jogo é simples, até porque os comandos não exigem nada do jogador, você não tem que atirar, a Fênix faz isso sozinho por você. Mas o que o jogo vai realmente exigir, e é aí que tá a graça, são os seus reflexos e a sua coordenação, pois para desviar de um trilhão de projéteis voando por toda a tela e explodindo por todos os lados, você vai ter que ter muita agilidade. Mas muita mesmo!

Fora isso, outra habilidade importante que você vai ter que empregar é a estratégia. Conforme o jogo avança, você vai salvando outras Fênixes, como Cryo, que em certo ponto da luta se carrega e congela temporariamente os oponentes e Tupã que ao clicar no botão esquerdo do mouse deixa tudo em 'slowdown' permitindo que por algumas frações de segundos você calcule qual a rota do projétil para poder desviar e de quebra ainda se teleporta pra onde você clicar. No total são cinco (eu já consegui resgatar todas, aliás, já terminei o jogo!). Cabe a você montar a melhor tática escolhendo qual deles (com suas características específicas) quer evoluir e usar contra quais Chefes.

Os gráficos, a trilha sonora e a jogabilidade são excelentes. Sem demagogia, o jogo é muito foda mesmo! Leve, rápido, sem travamentos, com uma palheta de cores de ótimo gosto e animações caprichadas. E vale lembrar que o jogo ainda está passando por aperfeiçoamentos, então dá pra afirmar que o que é bom, vai ficar ainda melhor.

Eu nunca fui apaixonado por esse estilo de jogo, sempre gostei, mas nunca fui entusiasta por achar sempre todos parecidos. Mas Phoenix Force me fez mudar de opinião, jogos de Shoot 'em up podem sim ser criativos, divertidos e inovadores.


Phoenix Force foi lançado para PC em parceria com a SplitPlay! E tem um super desconto de 67%. O jogo tá saindo por apenas 4,95 dilmas. E vale cada centavo! Clique na imagem para ir ao site.

Desenvolvido pelo brasileiro Sérgio Alonso do estúdio Awoker Games e financiado pela Microsoft em 20 mil euros, o jogo foi lançado em 10 de março de 2014 exclusivamente para o Windows Phone, e teve mais de 320.000 downloads e críticas muito positivas.

Retro Players: jogos antigos é com a gente! : Feliz Aniversário Famicom [[fuente]]


Ontem fizeram exatos 31 anos que a Nintendo lançou Famicom no Japão e de quebra, mudou para sempre o mundo dos jogos eletrônicos em consoles domésticos.
A singelos 14.800 ienes (U$145 Obamas mais ou menos), o sistema de início custou a sair das prateleiras das lojas, os consoles vendidos passaram por recall devido a um defeito [...]

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Retro Players: jogos antigos é com a gente! : RetroPlay: Mario Kart 8 – Trilha Sonora [[fuente]]


Olá meus caros amigos Retroaventureiros, estou de volta! E desta vez para trazer nada menos que a trilha sonora do jogo que todos estão comentando no momento. Isso mesmo, estou falando de Mario Kart 8. Sendo ou não um proprietário do WiiU você deve estar ouvindo todo mundo comentando desse jogo e dizendo que ele [...]

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QgMaster : Resultado do Sorteio de Key - Aritana [[fuente]]


E o sortudo que vai levar a key é...

Schwarzenegger

Parabéns meu amigo! Você vai receber um email com a Key. Lembre-se, você precisa fazer um cadastro no SplitPlay, colar sua Key e baixar seu jogo. Abaixo o vídeo do sorteio, por favor confiram (aumente a tela e a resolução).

QgMaster : Review - Mahjong Max (PC) [[fuente]]



Mahjong, pra quem não sabe, é um jogo de mesa chinês. Muito famoso no Oriente, ganhou notoriedade no mundo em 1920 e se difundiu rapidamente. A palavra Mah Jong significa “o jogo dos pardais” e isso deve-se ao som que as suas peças fazem quando estão sendo embaralhadas. Basicamente, trata-se de um jogo de cálculo, estratégia e perspicácia, onde o objetivo é encontrar duas peças iguais entre as 144 pedras dispostas na mesa para removê-las.

Existem muitas versões eletrônicas do jogo, mas normalmente são apenas jogatinas casuais. Essa é a diferença deles para Mahjong Max, onde temos uma aventura com direito à mapas, descobertas e conquistas. E se ainda assim você quiser apenas um jogo rápido e casual para simples diversão, não se preocupe, a opção Arcade é perfeita pra isso.Na aventura, você controla Valéria, uma pesquisadora que é escolhida para organizar uma exposição sobre a cultura chinesa para o Museu Cultural Internacional. Mas para tanto, você terá que viajar até a China para encontrar artefatos raros.


Conforme você avança, os desafios aumentam, assim como as conquistas. No menu principal você tem a opção de entrar na sala de troféus para conferir o que já ganhou. Ao todo são 14 conquistas, o que deixa o jogo muito interessante e estimula o fator replay, pois acredite, você vai querer pegar todos. Com 104 enigmas exclusivos para explorar em 10 belos cenários bem construídos, o jogo oferece mais de 24 horas de jogabilidade.


Mas se você não é do tipo que gosta de se aventurar, pode apenas relaxar jogando no modo arcade, onde pode-se testar todas as fases, em qualquer estilo de jogo que quiser! E ainda tem o modo Blitz, onde o desafio é solucionar vários enigmas seguidos, com tempo limitado.


Além dos 3 modos de jogo: Aventura, Arcade e Blitz, você ainda pode escolher 5 estilos de jogo: Clássico, Paciência, Adição, Ouro e Procura. Com tantas possibilidades, difícil é não se divertir. Eu joguei bastante e possa garantir que o jogo tá muito caprichado, dá pra ficar muitas horas concentrado sem perceber o tempo passar.


Os gráficos são muito bons, e apesar dos desenhos dos personagens serem simples, se encaixam perfeitamente ao cenário, deixando tudo bonito e agradável. O jogo é muito fluido e leve, abre rápido, não trava e as animações ao remover as peças são o grande destaque: bem executadas e com visual dinâmico. A música é boa, uma melodia oriental, mas um tanto quanto repetitiva, de começo você até se empolga com ela, mas depois enjoa um pouco, nada que estrague a experiência. No geral, um jogo muito bem elaborado e competente. Vale muito a pena joga-lo.


No SplitPlay o jogo sai por apenas R$ 6,50 (tá com 35% de desconto, aproveitem!). Clique aqui, ou na imagem abaixo para acessar a página.


E se você quiser testar antes de comprar, é só baixar a demo. Clique nas imagens:

Mahjong Max foi desenvolvido pelo estúdio Icon Games, do brasileiro José Lucio Gama, no mercado de jogos desde 2004, responsável pela criação de jogos como Bola de Gude, Snail Racers, Detetive Carioca, Mahjong Max, Escape From Alcatraz e muitos outros.
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