Retro Invaders

Blogs de retro informática
  • 03/03/2010

    Archeogamer : 16 - Novidades 02/03/10 [fuente]


    Estas foram as novidades do dia 02.03.2010, para a minha colecção de videojogos, após uma ronda nos Cash Converters.

    1. Megaman X7 (Ps2) -Completo, DVD sem riscos versão Inglesa por 10,00€
    2. X-Men 2 The Clone Wars (Megadrive) - Incompleto, falta manual. 5,00€
    3. Madden 97 (Megadrive) - Completo. 5,00€
    4. Dragon Ball Z 2 - Ver. Famicom Pirata. 1,50€
    5. Fatal Fury Special - Ver. Famicom Pirata. 1,50€
    Vejam o vídeo no Youtube sobre as compras:



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  • 22/02/2010

    Victor Trucco : EXCLUSIVO! Um botão de pausa para o Atari 2600! [fuente]


    Para quem estava esperando, finalmente tive tempo de trabalhar um pouco em cima do Atari para fazer uma pausa que realmente funcionasse bem.

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  • 22/02/2010

    Victor Trucco : O VEG 8000 Plus [fuente]


    Conheça o VEG 8000, um equipamento que usa praticamente o mesmo hardware do TK90X como gerador de caracteres.

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  • 13/02/2010

    Victor Trucco : Um novo teclado para o TK90X [fuente]


    Escrevi um pequeno artigo sobre um teclado que montei para o TK90X.

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  • 13/02/2010

    Archeogamer : 15 - Alfonso Azpiri Spectrum: del pincel al píxel [fuente]



    Normal 0 21 false false false PT X-NONE X-NONE Por muito que seja fã de jogos de computador, especialmente dos de Zx Spectrum, a minha memória e recordações não se resumem única e exclusivamente aos jogos e sistema, existe toda uma panóplia de pequenos factores que fizeram com que a paixão por esse computador se tornasse especial nos dias de hoje, e um desses factores dá pelo nome de Alfonso Azpiri.
    Mesmo sendo um nome desconhecido para a maioria dos jogadores, Azpiri, é sinónimo de fama e reconhecimento em Espanha, e no círculo Europeu de desenhadores de Banda Desenhada. Um dos motivos que impulsionou o seu reconhecimento e sucesso deveu-se ao facto de um simples desafio no longínquo ano de 1985, quando aceitou a proposta de Pablo Ruiz Tejedor, um dos fundadores da Editora de Jogos de Computador Dinamic Software, para fazer a ilustração do seu novo jogo Rocky. Quando as capas e desenho da publicidade dos jogos para ZX Spectrum era na maior parte dos casos marginalizado por ilustrações horrendas, Azpiri incutiu um grafismo profissional inédito, que claramente mostrava a direcção para qual os jogos de computador caminhavam, ou seja: o profissionalismo.

    Algumas capas de jogos lançados pela Dinamic Software em 1984.



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    Capa do jogo Rocky, ilustrada por Azpiri em 1985.

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    Azpiri mudou a maneira como a ilustração de jogos em Espanha passou a ser encarada após 1985, tendo influenciado outros ilustradores e desenhadores a entrarem neste mercado, como por exemplo Luis Royo, famoso pela sua capa do jogo Game Over, que acabou sendo censurada na Grã-bretanha.

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    Versão Censurada Versão Original


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    O motivo que me levou a falar de Alfonso Azpiri, deve-se ao recente lançamento de um livro sobre as suas ilustrações concebidas para os jogos de computador. Spectrum de Azpiri, não é um livro técnico-teórico no sentido de profundidade histórica e explicativa, mas sim, um livro mais artístico, orientado para todos aqueles que cresceram admirando a sua arte, já que o seu conteúdo não é mais do que uma mostra de imagens com esboços e ilustrações finais dos jogos.

    Infelizmente o livro só pode ser adquirido numa loja da Fnac em Espanha, mas facilmente pode ser encomendado online. Em virtude deste lançamento está também a decorrer uma exposição sobre a arte do autor no mundo dos jogos de computador, que percorre de mês a mês uma cidade espanhola que tenha uma loja desta cadeia. Quem for este mês a Marbella, pode ver lá a exposição "Spectrum: del pincel al píxel".


    Algumas imagens do Livro:






    O vídeo a seguir é exemplificativo da sua arte.




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  • 13/02/2010

    Archeogamer : 14 - Novidades do Dia: Geometry Wars Galaxies [fuente]


    Nome: Geometry Wars Galaxies
    Sistema: Nintendo WII.
    Preço: 9,90€
    Capa do Jogo: Exclusivamente em inglês.
    Manual: Capa a cores, interior a preto e branco estando somente em inglês. Não inclui manual em português.

    Bom jogo na linha de Tempest 2000 ou Asteroids. É um Shoot 'em-up frenético, com um look retro mas extremamente viciante. Fica aqui um vídeo do mesmo para terem uma perspectiva do jogo.



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  • 07/02/2010

    Victor Trucco : Saída de Véido Composto para o Dynavision [fuente]


    Disponibilizei o Atari A/V Reloaded para o Dynavision.

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  • 05/02/2010

    Victor Trucco : Cartucho para TK85 [fuente]


    A pedidos publiquei também o esquema do cartucho do TK85 para o Emulador.

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  • 04/02/2010

    Archeogamer : 13 - Mole Hunter - Vídeo no Youtube [fuente]


    Após uma pequena critica escrita ao jogo Mole Hunter, no post anterior, aqui fica o vídeo com o gameplay do jogo.



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  • 04/02/2010

    Victor Trucco : Cartucho para TK90X [fuente]


    Disponibilizei o esquema do Cartucho do TK90X para uso no Emulador De Cartuchos.

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  • 04/02/2010

    Archeogamer : 12 - Mole Hunter: ZX Spectrum 48K [fuente]


    Este post é fruto de uma parceria com o blog Os Velhos Tempos. Uma vez que irei colaborar com eles na secção de Spectrum , eis o primeiro resultado:

    Nome: Mole Hunter
    Versão: ZX Spectrum 48K
    Autor: Raul Pelayo
    Download: Site


    Sendo o Zx Spectrum um sistema do passado, é lógico pensarem como estando morto e enterrado nas lides da produção de novos jogos. Simplesmente o mundo dos micro computadores de 8 Bits tem uma estrutura bem diferente dos seus manos mais velhos de 16 bits, ou das famigeradas consolas que destronaram esse império no inicio dos anos 90, que era comum no velho Continente durante a década de 80. A simplicidade da concepção de um jogo nestes sistemas, é de uma facilidade assombrosa para quem domina minimamente o código de máquina ou Basic, fazendo com que surjam por ano mais jogos e programas, do que todas as consolas descontinuadas juntas que existiram. Obviamente que o método de gravação desses sistemas aliado às capacidades de programação incutidas nas máquinas, tornaram essa realidade possível nos dias de hoje, originado o jogo que a seguir é focado, que não é mais nem menos do que uma idealização de um simples programador, que decidiu dar uma nova vida ao seu primeiro jogo electrónico, recriando-o na perfeição para o ZX Spectrum.



    Antes do domínio dos microcomputadores, muitos de nós que viveram a sua infância no princípio dos anos 80, tiveram como primeira experiência os jogos electrónicos, sendo estes normalmente associados aos célebres Game & Watch da Nintendo. O que é certo, é que houve muitas e boas companhias que produziram verdadeiras obras-primas da diversão digital portátil, mas nenhuma teve ou tem, como é sabido, o estatuto de culto alcançado pelas criações do Gunpei Yokoi, o pai dos jogos portáteis.
    Uma das empresas que se dedicou também à sua produção foi a Casio, embora seja mais facilmente associada aos relógios digitais e calculadoras. Quem não teve um destes dois objectos nos anos 80? Uma vez que já dispunham da tecnologia, facilmente transpuseram pequenos jogos para os seus relógios e calculadoras, tendo também entrado em força no mercado dos jogos portáteis, entrando em competição directa com a Nintendo e criado alguns jogos que hoje fazem parte da lembrança de muitos portugueses com mais de 30 anos. Mole Hunter é um desses jogos, sendo que este não faça parte da minha memória enquanto jogador, como o seu irmão próximo o Marine Hunter, o seu conceito é em tudo similar, permitindo-me falar com algum conhecimento de causa na adaptação de Mole Hunter para o Spectrum.


    Sendo o ZX Spectrum um sistema simples, decidi escolher este jogo, produzido em 2010 (sim leram bem), que não pretende mais do que recriar o jogo electrónico sem mais pretensões acrescidas no velhinho Spectrum. E o que é certo, é que o objectivo foi conseguido na perfeição. A sensação de jogo consegue ser igual à de um jogo electrónico. A sua simplicidade de movimentos, de andar para a esquerda e direita evitando cobras, aranhas ou cocos atirados por macacos, capturando as toupeiras com um simples premir do fogo, está simplesmente fiel, o que nos leva por vezes a esquecer que estamos a jogar um jogo num computador. Graficamente o jogo tem melhorias, pelo colorido incutido, as sprites de jogo delineadas apenas por um tracejado preto lembra os primórdios dos jogos do Spectrum, que se adequa à conversão, evitando assim o famigerado “colour clash” e capturando o aspecto fiel da conversão, mesmo com a melhoria da cor introduzida. A nível de som está em tudo igual aos efeitos sonoros destas máquinas, também é verdade que o som do 48k não era muito superior, mas para esta adaptação consegue ser o ideal os “beeps” estridentes produzidos pelo speaker da máquina.
    O jogo não tem menu nem opções, é só premir fogo/Space e começar a jogar tentando fazer o máximo de pontos até ao limite de 999, sendo que a toupeira capturada mais próxima da jaula dá-nos um ponto e a mais longe três, sendo este o único objectivo do jogo. Alcançar uma pontuação elevada não é assim uma tarefa muito fácil.
    O único senão do jogo é o mal que assola a maioria dos jogos electrónicos, a sua simplicidade que instantaneamente nos vicia, torna-se saturante a curto prazo.
    A nível da conversão, o único ponto “negativo” que saliento, é que ao contrário do que acontece nos jogos electrónicos, como no Marine Hunter, a dificuldade não parece aumentar significativamente com o passar dos minutos, nesta versão de Spectrum, tornando assim o desafio de jogo e a possibilidade de recordes mais elevados facilitada.
    Mole Hunter merece nota positiva, uma vez que consegue ser tudo aquilo que o criador pretendia, ou seja: A versão electrónica do jogo no ZX Spectrum.
    A experimentar por todos os fãs destes dois sistemas.


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  • 03/02/2010

    Archeogamer : 12 - Mole Hunter - ZX Spectrum 48K [fuente]


    Este post é fruto de uma parceria com o blog: Os Velhos Tempos . Uma vez que irei colaborar com eles na secção de Spectrum , eis o primeiro resultado:

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    Nome: Mole Hunter

    Versão: ZX Spectrum 48K

    Autor: Raul Pelayo

    Link: http://raul.pelayo.diez-andino.com/spectrum/mole_hunter_juego_para_spectrum.php


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    Sendo o Zx Spectrum um sistema do passado, é lógico pensarem como estando morto e enterrado nas lides da produção de novos jogos. Simplesmente o mundo dos micro computadores de 8 Bits tem uma estrutura bem diferente dos seus manos mais velhos de 16 bits, ou das famigeradas consolas que destronaram esse império no inicio dos anos 90, que era comum no velho Continente durante a década de 80. A simplicidade da concepção de um jogo nestes sistemas, é de uma facilidade assombrosa para quem domina minimamente o código de máquina ou Basic, fazendo com que surjam por ano mais jogos e programas, do que todas as consolas descontinuadas juntas que existiram. Obviamente que o método de gravação desses sistemas aliado às capacidades de programação incutidas nas máquinas, tornaram essa realidade possível nos dias de hoje, originado o jogo que a seguir é focado, que não é mais nem menos do que uma idealização de um simples programador, que decidiu dar uma nova vida ao seu primeiro jogo electrónico, recriando-o na perfeição para o ZX Spectrum.



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    Antes do domínio dos microcomputadores, muitos de nós que viveram a sua infância no princípio dos anos 80, tiveram como primeira experiência os jogos electrónicos, sendo estes normalmente associados aos célebres Game & Watch da Nintendo. O que é certo, é que houve muitas e boas companhias que produziram verdadeiras obras-primas da diversão digital portátil, mas nenhuma teve ou tem, como é sabido, o estatuto de culto alcançado pelas criações do Gunpei Yokoi, o pai dos jogos portáteis.

    Uma das empresas que se dedicou também à sua produção foi a Casio, embora seja mais facilmente associada aos relógios digitais e calculadoras. Quem não teve um destes dois objectos nos anos 80? Uma vez que já dispunham da tecnologia, facilmente transpuseram pequenos jogos para os seus relógios e calculadoras, tendo também entrado em força no mercado dos jogos portáteis, entrando em competição directa com a Nintendo e criado alguns jogos que hoje fazem parte da lembrança de muitos portugueses com mais de 30 anos. Mole Hunter é um desses jogos, sendo que este não faça parte da minha memória enquanto jogador, como o seu irmão próximo o Marine Hunter, o seu conceito é em tudo similar, permitindo-me falar com algum conhecimento de causa na adaptação de Mole Hunter para o Spectrum.




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    Sendo o ZX Spectrum um sistema simples, decidi escolher este jogo, produzido em 2010 (sim leram bem), que não pretende mais do que recriar o jogo electrónico sem mais pretensões acrescidas no velhinho Spectrum. E o que é certo, é que o objectivo foi conseguido na perfeição. A sensação de jogo consegue ser igual à de um jogo electrónico. A sua simplicidade de movimentos, de andar para a esquerda e direita evitando cobras, aranhas ou cocos atirados por macacos, capturando as toupeiras com um simples premir do fogo, está simplesmente fiel, o que nos leva por vezes a esquecer que estamos a jogar um jogo num computador. Graficamente o jogo tem melhorias, pelo colorido incutido, as sprites de jogo delineadas apenas por um tracejado preto lembra os primórdios dos jogos do Spectrum, que se adequa à conversão, evitando assim o famigerado “colour clash” e capturando o aspecto fiel da conversão, mesmo com a melhoria da cor introduzida. A nível de som está em tudo igual aos efeitos sonoros destas máquinas, também é verdade que o som do 48k não era muito superior, mas para esta adaptação consegue ser o ideal os “beeps” estridentes produzidos pelo speaker da máquina.

    O jogo não tem menu nem opções, é só premir fogo/Space e começar a jogar tentando fazer o máximo de pontos até ao limite de 999, sendo que a toupeira capturada mais próxima da jaula dá-nos um ponto e a mais longe três, sendo este o único objectivo do jogo. Alcançar uma pontuação elevada não é assim uma tarefa muito fácil.

    O único senão do jogo é o mal que assola a maioria dos jogos electrónicos, a sua simplicidade que instantaneamente nos vicia, torna-se saturante a curto prazo.

    A nível da conversão, o único ponto “negativo” que saliento, é que ao contrário do que acontece nos jogos electrónicos, como no Marine Hunter, a dificuldade não parece aumentar significativamente com o passar dos minutos, nesta versão do Spectrum, tornando assim o desafio de jogo e a possibilidade de recordes mais elevados facilitada.

    Mole Hunter merece nota positiva, uma vez que consegue ser tudo aquilo que o criador pretendia, ou seja: A versão electrónica do jogo no ZX Spectrum.

    A experimentar por todos os fãs destes dois sistemas.







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  • 03/02/2010

    Victor Trucco : Novas Interface de Drive Para TK90X [fuente]


    Está saindo um novo lote de intefaces. Aproveite a oportunidade de colocar um drive no seu TK.

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  • 09/05/2009

    Archeogamer : 11 - Retro Review - Entrevista a Jorge Canelhas. [fuente]


    Quando em 2002, vivia lendo e relendo as revistas do passado, sem nenhuma nova publicação no mercado que me excitasse o suficiente para transmitir a sensação das revistas de há uma década atrás, eis que surgiu uma que inovou em relação às publicações existentes.
    Pela primeira vez o mundo do retrogaming tinha uma publicação exclusiva. E mesmo sendo um projecto não apoiado por uma editora profissional, foi suficientemente relevante para não cair no esquecimento dos utilizadores dos sistemas do passado, apesar de ter durado apenas cinco edições.
    Quando no editorial da última publicação os seus autores, Jorge Canelhas e Ian Gledhill, garantiam a continuidade da revista por muitos anos, eis que a Retro Review deixou de ser publicada. E após alguns anos sem que o site dissesse o sucedido para o cancelamento, decidi contactar o Jorge, e efectuar-lhe uma pequena entrevista para o Blog para desmistificar o mistério do “fim” da Retro Review.
    Entrevista:Archeogamer :
    Sendo o Jorge e o Ian residentes em países diferentes, como se conheceram e surgiu posteriormente a ideia da concepção da Retro Review?Jorge Canelhas: Começou com um leilão meu de um Timex Computer 2048, o Ian foi o comprador, entretanto fomos sempre mantendo contacto e eventualmente um dia eu desafiei-o a criarmos uma revista sobre os microcomputadores da nossa infância, daí a criar a coisa propriamente dita foi uma questão de tempo. As premissas da revista eram:
    1) Ser inovadora ou seja não reciclar material como se via em alguns sites.
    2) Ser em Papel, esta era uma condição ‘sine qua non’, queríamos reviver o feeling de ler uma Crash ou uma Zaap , e como não havia nada do género, ao bom estilo de programadores que somos, criámos o nosso projecto.
    3) Criar conteúdo actual para computadores de outros tempos, a ‘série’ onde ensinamos a ligar um Amiga à net é um exemplo disso, e que com esse conteúdo a pessoa tivesse vontade de mexer na máquina em si.
    4) Ser criada de modo ´retro’, a revista enquanto foi produzida foi sempre num Amiga 4000, usando o Pagestream 4.
    O que não me recordo é se fui eu o o Ian que deu o nome à revista.
    Como nota deixo o facto que até hoje eu e o Ian mantemos contacto e até hoje ainda não nos encontrámos pessoalmente.Archeogamer:
    Inevitavelmente tenho que focar este assunto: A Retro Review foi possivelmente a primeira revista de multiformato retro existente. Como reagiram quando a Retro Gamer saiu no mercado auto-intitulando-se a primeira?
    Será justo afirmar que a Retro Review foi a primeira revista não profissional e a Retro Gamer a primeira de cariz profissional?Jorge Canelhas:
    Que eu saiba a Retro Review foi a primeira revista multiformato retro que apareceu e teve alguma divulgação, eu não tenho conhecimento de nenhuma antes dela.
    Quando a Retro Gamer apareceu eu fiquei bastante contente ao ver algo assim nas bancas, infelizmente achei-a superficial, mas antes pouco que nada. O conteúdo da Retro Gamer falhava na primeira premissa da Retro Review.
    Reacção não tivemos nenhuma, nunca nos chateámos muito por a Retro Gamer se auto-intitular a primeira, creio que é irrelevante, o que sempre ficou foi a sensação de ‘ai se eu tivesse aqueles meios o que eu faria...’Archeogamer:
    Esta é uma opinião pessoal:
    Sempre achei que a Retro Review era uma revista mais voltada para o utilizador real de sistemas antigos, que queriam tirar partido das máquinas no presente, em oposição à Retro Gamer, que parece “alimentar” o leitor da saudosa nostalgia do passado, mostrando sistemas e jogos antigos e entrevistando velhas glórias da programação, que já pouco sabem ou se interessam por esses sistemas. Concordas com esta opinião?Jorge Canelhas: Na mouche! Um dos objectivos da Retro Review era dar vontade de mexer na máquina em si, e não apenas servir de tema para conversa de café sobre a mesma. Archeogamer:
    Talvez a pergunta mais esperada pelos antigos leitores da Retro review, e a que me levou a efectuar esta pequena entrevista:
    O que aconteceu para a revista ter deixado de ser publicada após a edição Nº5? Uma vez que no editorial dessa publicação, vocês foram peremptórios em afirmar que a revista continuaria por muito tempo.Jorge Canelhas: Falta de disponibilidade sobretudo, sempre achámos que a revista tinha uma boa qualidade editorial e se fizéssemos as coisas à pressa não sairia uma Retro Review, mas algo sem espírito e assim mais vale hibernar o projecto, quando houver de novo tempo retoma-se a coisa, deixa ver … daqui a 31 anos devo reformar-me … já faltou mais, a sério, já existe algum conteúdo da RR6 feito mas a revista nunca foi finalizada.Archeogamer:
    Haverá a possibilidade de no futuro a Retro Review voltar a ser publicada? Ou renascer num formato virtual mais acessível às massas, como um blogue ou site, mantendo o espírito da revista inicial?Jorge Canelhas: Pergunta difícil, é uma ideia mas o formato impresso era uma das virtudes da Retro Review, Blogs etc... já existem muitos e alguns muito bons.Archeogamer:
    Consideras o retrogaming como uma moda passageira ditada apenas por utilizadores, que, tendo hoje mais de 30 anos, detém o poder económico de determinar uma tendência de mercado?Jorge Canelhas:
    Sim, creio que é uma moda passageira que durará algumas décadas, penso que nós os dos anos 70 e 80, fomos os últimos que puderam ter uma ligação forte com seu computador de infância, os PC’s e consolas actuais não têm a personalidade necessária para me fazer voltar a mexer nelas 20 anos depois de se tornarem obsoletos, os jogos são todos os mesmos, não há inovação, é demasiado caro inovar! A era das descobertas da informática (caseira) para já está estagnada, o que aparece é mais do mesmo não há grande necessidade de mais, são as 16M de cores, é o som que não é preciso melhorar etc…etc. É o mundo bege do PC. Pergunto o seguinte, alguém tem o mesmo carinho pelo seu primeiro PC como tem pelo Spectrum?Archeogamer:
    Para finalizar: Tens alguma mensagem que gostarias deixar para todos aqueles que foram leitores da Retro Review?Jorge Canelhas:
    Obrigado a todos. E continuem a visitar o site e mandem opiniões sobre o material que lá há, quem sabe um dia não haverá uma surpresa…

    Obrigado e felicidades.
    De nada. Os cinco números da Revista,infelizmente só possuo os 4 primeiros em formato original.
    Para quem quiser efectuar o download das cinco edições é só visitar o site original em: RETRO REVIEW.

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  • 23/03/2009

    RETROGAMING : SPECTRUM a BOMBAR com MP3...Vejam... [fuente]


    Tao simples, com isto...È tao simples, que até fiquei admirado...Ontem durante a noite, nao parei de pensar, numa maneira de bombar com o Spectrum...mas como passar Ficheiros "TZX" (TapeZX), para o meu 128k???UUUUUMMMMMM
    Bem...Em 1º lugar fui ao WOS " http://www.worldofspectrum.org "
    Neste site, È onde existe o maior arquivo de jogos para o spectrum em todo o mundo...
    Os jogos vêm em formato TZX...tratam-se de ficheiros com cerca de 40-50 K, e só dao para correr nos emuladores...
    Entao fiz o seguinte: precisava de um Programa para converter estes ficheiros em ficheiros "WAV"...O melhor que achei, foi o "TAPE2WAV"...Está tambem neste site, no separador dos utilitarios...
    Depois, precisava de um programa para converter o ficheiro "WAV" para MP3...Eu normalmente uso o "TOTAL VIDEO CONVERTER"...(O mais dificil já está feito...)
    Agora foi só transferir o ficheiro, já no formato MP3, para o meu leitor de MP3...Seguidamente, coloquei uma cassete adaptadora no deck de cassetes do Spectrum...(Daquelas, que se vendem nos chineses, que servem para colocar nos autorradios do carros, e servem para se ligar um discman...)e VOILÀ....TENHO TODOS OS JOGOS DE SPECTRUM DISPONIVEIS; EM APENAS ALGUNS SEGUNDOS....E o melhor, é que o leitor de MP3, acaba no fundo, por servir como disco rigido para o SPECTRUM...
    Vejam as imagens...



    CASSETE ADAPTADORA




    LEITOR MP3




    CASSETE ADAPTADORA CONECTADA AO LEITOR DE MP3









    CASSETE ADAPTADORA COM O MP3 NO TAPE DECK DO SPECTRUM
















    ESTAS SAO IMAGENS DO JOGO QUE MAIS MARCOU A MINHA INFANCIA...TRATA-SE DE " FORMULA ONE SIM." UM JOGO DE MANAGER DE FORMULA 1...INCRIVEL...QUE TEMPOS ESTES...

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  • 20/03/2009

    Archeogamer : 10 - God Hand - Playstation 2 [fuente]


    Foram precisos 18 anos para que um street beat’ em up me despertasse tanto interesse como God Hand. Talvez tenha ficado cansado nos anos 80/90, com os velhos clichés do Double Dragon, Final Fight…entre outros, em que batíamos nos mesmos punks e meliantes do costume, para salvar a bela donzela em apuros raptada por uma seita de malfeitores. A última excepção foi Vendetta, lançado pela Konami em 1991, que conseguiu ser, para mim, uma lufada de ar fresco dentro do género. Mesmo sendo similar aos outros jogos anteriormente referidos, o seu lado de humor menos correcto na abordagem de espancar pixéis, introduzindo até uma minoria social não comum nestas lides do espancamento virtual, acabou por cair na minha graça, e era um bom tónico na libertação do stress do dia-a-dia. God Hand oferece-nos todas essas possibilidades, multiplicadas em relação ao seu antecessor espiritual. Peço desculpa por não parecer politicamente correcto, mas não sou mesmo e God Hand, à sua maneira, lá nos diverte dando a oportunidade de bater em seres demoníacos, monstros das trevas, gays, anões, prostitutas, robots, gorila….etc... À partida, os mais pacifistas podem fazer a analogia com o Grand Theft Auto, somente aviso já que são dois conceitos diferentes. Se GTA é uma recriação da sociedade, com o uso extremo da violência para quebrar as regras sociais, God Hand, recria ao bom velho estilo de acção Manga, tipo Fist of the North Star, um mundo terreno mas claramente com um lado fantasioso. Basicamente a história relembra um pouco parte da Bíblia: Um anjo inundado de orgulho caiu dos céus, para uma vida no exílio como King Angra. Tendo ficado absorvido pelo ódio e raiva envia um exército de demónios para governar o mundo dos mortais, mas os seus planos foram gorados por um homem que apareceu com o poder de Deus no braço. Mas a história volta a repetir-se, sendo o jogador o novo God Hand, que tem novamente de impedir os planos maquiavélicos do king Angra. Para todos os que já estão tristes sem que haja uma rapariga raptada para salvar, não desesperem, que para o final acabamos por ter de salvar a donzela da história. Não há mais nada que possa escrever, que não possa ser visto nos seguintes links:
    Crítica
    Trailer
    Jogabilidade

    Versão adquirida em Portugal: €14,90
    Manual em inglês, no preto e branco do costume.

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  • 15/03/2009

    RETROGAMING : ALGUMAS FOTOS DAS MINHAS MAQUINAS [fuente]


    Jogo Original para o 128K

    Todo o meu universo SPECTRUM...(Para ser aumentado em breve...)


    A minha ultima aquesiçao no EBAY de UK...COMMODORE AMIGA 1200 com disco rigido interno...

    Alguns jogos de SPECTRUM originais...(Os 2 da esquerda sao de 1983...)


    O meu COMMODORE AMIGA 500

    Jogo Original para o COMMODORE


    Uma pequena parte do que tenho de COMMODORE´S...





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